Relacionamento - Quando a paixão esfria. [Tony Casanova]


É evidente que todo casal sabe o que é “calor” em uma relação a dois. Tomados pela paixão, ambos sentem-se à vontade para provocar, seduzir, ter e dar prazer ao outro de todas as formas possíveis. Esta fase da paixão é denominada de “quente” justamente porque é nela que se desenvolvem as carências, os desejos são liberados, a libido está solta. Certamente é a melhor fase da vida de um casal. Geralmente este período ocorre durante o namoro, parte do noivado e estica-se por alguns anos até o casamento, mas é exatamente no matrimônio onde tudo começa a se complicar. A situação varia de casal para casal, alguns levam mais tempo apaixonados, outros vivem uma paixão curta, apesar de muito intensa, em suma, cada caso é um caso.
O que ocorre então, o que provoca este “esfriamento”? Existe um fator importante nesta mudança de comportamento do casal, mas é bom saber que isto não é uma crise particular e sim uma fase que todo casal passará. Nós já sabemos que tudo na vida envolve uma dinâmica de desenvolvimento que marca o nascimento, crescimento e morte. Não vou me ater aqui ao nascimento ou à morte, mas ao crescimento das coisas. As paixões também nascem, evoluem e tendem a morrer, mas oque nos poderia confortar nesta ordem é que o que sustenta a união não morre jamais. Aquilo que conhecemos como “gostar” nasce, evolui e morre, as paixões nascem, evoluem e morrem, mas o Amor não morre, acreditem! Não enquanto acreditarmos na sua existência.
O fato é que vivemos condicionados a acreditar que o amor está atrelado à paixão e que se a paixão acaba, o amor também perece junto com ela. Ai está o maior e mais absurdo erro do ser humano. Eu disse que paixões morriam, mas não que a convivência a dois morreria junto. Afirmar isto seria absurdo! A paixão sobrevive meramente do desejo físico, das relações sexuais, carícias, toques, beijos e afagos, mas o Amor sobrevive do respeito, do carinho, do afeto. O Amor nos constrange à honrar os compromissos, a dignidade, ao respeito, a confiança, ao fortalecimento da união e da imortalidade da relação.
De forma alguma poderíamos comparar o Amor com a paixão, até porque estão em esferas diferentes. Podemos hipoteticamente comparar o Amor aquele amigo que conhecemos e passamos a acreditar nele após sua aproximação justamente em um momento que mais precisávamos de alguém e todos nos abandonaram. Assim é o Amor quando acreditamos na sua existência. Ele precede a paixão e por isso aqueles que só acreditam na relação física, desconhecem ou desacreditam dele. Enquanto a paixão é fogo puro, o Amor é brando. A paixão desenfreada, o Amor sereno na sua mansidão e calma. Mas com a mesma velocidade que as paixões chegam, elas vão embora.
Para termos uma noção da diferença entre o Amor e a paixão, basta sabermos que enquanto um só conhece a linguagem dos corpos, o outro se encarrega da linguagem do coração. O desejo, a luxúria, a vontade descontrolada do prazer é um dos mais poderosos frutos da paixão e é responsável pela maior parte das dissoluções de relacionamentos. Enquanto o Amor prega a fidelidade, a paixão não respeita limites, apenas quer saciar sua vontade, mesmo que ela represente o risco de destruir uma relação sólida. A dificuldade talvez esteja em saber realmente o que é Amor e o que é paixão, mas existe uma equação simples e prática para percebermos a diferença: O amor produz atitudes nobres como fidelidade, respeito, dedicação, afabilidade, generosidade... Por sua vez a paixão é ótima quando em seu início e está associada ao cônjuge, mas é um veneno depois que esfria e passa a produzir seus efeitos voltados à outras pessoas. Ai o desejo deixa de ser pelo cônjuge e passa a ser de um terceiro, formando assim o perigoso triângulo amoroso.

Texto do Escritor Brasileiro Tony Casanova. Direitos Reservados ao autor. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer espécie ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte dele sem autorização expressa do autor sob pena de infração ás Leis Brasileiras de Proteção aos Direitos Autorais.
Copy Right 2014 by Brazilian Writer Tony Casanova.

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Relationship - When passion cools. [Tony Casanova]

It is clear that every couple knows what is "hot" in a relationship for two. Taken by passion, both feel the urge to provoke, seduce, have and give pleasure to each other in every possible way. This phase of passion is called "hot" precisely because it is here that develop the needs, desires are released, the libido is released. It is certainly the best stage of life of a couple. Usually this period occurs during courtship, engagement party and stretches for a few years until marriage, but it is exactly in marriage where it all starts to unravel. The situation varies from couple to couple, some take more time in love, others live a short passion, although very intense, in short, every case is different.
What happens then, what causes this "cooling off"? There is an important factor in this change of couple's behavior, but it is good to know that this is not a particular crisis but a phase that every couple will. We already know that everything in life involves a dynamic development that marks the birth, growth and death. I will limit myself here to the birth or death, but the growth of things. Passions are also born, evolve and tend to die, but what do we could comfort this order is that what sustains the union never dies. What we know as "like" is born, develops and dies, passions are born, evolve and die, but Love does not die, believe me! Not as long as we believe in its existence.
The fact is that we live conditioned to believe that love is related to passion and that passion is over, love also perish along with it. Ai is the largest and most absurd mistake of being human. I said that passions died, but not that the coexistence of two die together. To say this would be absurd! The passion survives merely of physical desire, intercourse, fondling, touching, kissing and cuddling, but Love survives respect, affection, affection. Love constrains in honor commitments, dignity only respect, trust, strengthening the union and the immortality of the relationship.
No way we could compare the Love with passion, because they are in different spheres. We can hypothetically compare the Love that friend we know and come to believe in him after his approach just when they most needed someone and all abandoned us. So is love when we believe in its existence. It precedes the passion and so those who only believe in the physical relationship, unaware or discredit it. While passion is pure fire, Love is mild. The unbridled passion, the serene Love in its gentleness and calm. But at the same speed that the passions come, they go away.
To get a sense of the difference between Love and passion, just knowing that while one knows the language of the body, the other takes care of the language of the heart. The desire, lust, uncontrolled will of pleasure is one of the most powerful fruits of passion and is responsible for most of the relationship breakups. While Love preaches loyalty, passion does not respect boundaries, just want to satisfy your will, even if it represents the risk of destroying a solid relationship. The difficulty may be in really know what is love and what is passion, but there is a simple equation and practice to realize the difference: Love produces noble attitudes as loyalty, respect, dedication, kindness, generosity ... In turn passion is great when at its inception and is associated with the spouse, but it is a poison after it cools and starts to produce its effects focused on other people. Ai desire ceases to be the spouse and becomes a third party, thus forming the dangerous love triangle.

Text Writer Brazilian Tony Casanova. Copyright the author. The copying, collage, reproduction or disclosure of any kind in any medium, in whole or part without the express permission of the author under penalty of infringement ace Brazilian law for the Protection of Copyright.
Copy Right 2014 by Brazilian Writer Tony Casanova.

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Relación - Cuando la pasión se enfría. [A Tony Casanova]

Está claro que cada pareja sabe lo que es "caliente" en una relación de dos. Tomado por la pasión, tanto sentir la necesidad de provocar, seducir, tener y dar placer el uno al otro en todas las formas posibles. Esta fase de la pasión se llama "caliente", precisamente porque es aquí donde se desarrollan las necesidades, los deseos son liberados, se libera la libido. Sin duda, es la mejor etapa de la vida de una pareja. Por lo general, este periodo se produce durante el cortejo, fiesta de compromiso y se extiende por unos años hasta el matrimonio, pero es exactamente en el matrimonio donde todo comienza a desmoronarse. La situación varía de pareja a pareja, algunos toman más tiempo en el amor, otros viven a poca pasión, aunque muy intenso, en fin, cada caso es diferente.
¿Qué sucede entonces, lo que causa esta "reflexión"? Hay un factor importante en este cambio de comportamiento de la pareja, pero es bueno saber que esto no es una crisis particular, sino una fase que cada pareja hará. Ya sabemos que todo en la vida implica un desarrollo dinámico que marca el nacimiento, crecimiento y muerte. Me limitaré aquí para el nacimiento o la muerte, pero el crecimiento de las cosas. Las pasiones también nacen, evolucionan y tienden a morir, pero ¿qué es lo que podríamos consolar a este fin es que lo que sostiene el sindicato nunca muere. Lo que conocemos como "me gusta" nace, se desarrolla y muere, pasiones nacen, evolucionan y mueren, pero el amor no muere, créeme! No mientras creemos en su existencia.
El hecho es que vivimos condicionados a creer que el amor tiene que ver con la pasión y la pasión que es más, el amor también se pierden junto con él. Ai es el error más grande y más absurdo del ser humano. Dije que las pasiones murieron, pero no que la coexistencia de dos mueren juntos. Decir esto sería absurdo! La pasión sobrevive sólo del deseo físico, el coito, caricias, caricias, los besos y caricias, pero el amor sobrevive el respeto, el cariño, el afecto. Amor constriñe en compromisos de honor, la dignidad sólo el respeto, la confianza, el fortalecimiento de la unión y la inmortalidad de la relación.
De ninguna manera podríamos comparar el amor con pasión, porque están en diferentes esferas. Podemos comparar hipotéticamente el amor de ese amigo que conocemos y llegar a creer en él después de su enfoque justo cuando más lo necesitaban a alguien y todos nos abandonaron. Así es el amor cuando creemos en su existencia. Precede a la pasión y lo que aquellos que sólo creen en la relación física, inconsciente o desacreditarlo. Mientras que la pasión es puro fuego, El amor es leve. La pasión desenfrenada, el amor sereno en su dulzura y calma. Pero a la misma velocidad que las pasiones vienen, se van.
Para tener una idea de la diferencia entre el amor y la pasión, el hecho de saber que mientras se conoce el lenguaje del cuerpo, el otro se encarga del lenguaje del corazón. El deseo, la lujuria, la voluntad incontrolada de placer es uno de los más poderosos frutos de la pasión y es responsable de la mayor parte de las rupturas de pareja. Mientras Amor predica la lealtad, la pasión no respeta fronteras, sólo quieren satisfacer su voluntad, incluso si representa el riesgo de destruir una relación sólida. La dificultad puede estar en saber realmente lo que es el amor y lo que es la pasión, pero hay una ecuación simple y práctica para darse cuenta de la diferencia: El amor produce actitudes nobles como la lealtad, el respeto, la dedicación, la bondad, la generosidad ... A su vez pasión es grande cuando en sus inicios y se asocia con el cónyuge, pero es un veneno después se enfría y comienza a producir sus efectos se centraron en otras personas. Ai deseo deja de ser el cónyuge y se convierte en un tercero, formando así el peligroso triángulo amoroso.

Escritor Texto brasileño de Tony Casanova. Derechos de autor de su autor. La copia, collage, reproducción o divulgación de cualquier tipo en cualquier medio, total o parcialmente, sin el permiso expreso del autor, bajo pena de la ley brasileña as infracción para la Protección de los Derechos de Autor.
Copy Right 2014 por el escritor brasileño, Tony Casanova.

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