Comportamento | Como crescem os nossos filhos.


Quando olhamos um bebê frágil e meigo, nem imaginamos que aquela criaturinha tão sensível irá crescer e ganhar força. O desejo oculto dos pais é os filhos permaneçam pequeninos, sempre alegres, sorridentes e ternos, mas eles crescem. E como crescem. O desenvolvimento das atitudes humanas iniciais se dá por espelho, onde os filhos vão assimilando as ações cotidianas dos pais e tomando-as para si. É uma fase de observações e vínculos pais e filho onde a relação é de fragilidade e superproteção. Nesta fase ainda não encontram-se as preocupações disciplinares e os pimpolhos alimentam-se de cuidados, carinho e muita dedicação. Naturalmente este vínculo vai evoluindo à medida que o filho vai crescendo, já sabe articular bem a fala e organizar as palavras. Surge então a fase do encanto em que os pais vibram a cada novo passo. Ficam surpresos com a capacidade de inteligência do filho, com a percepção de que eles já são capazes de exprimir opiniões e fazer questionamentos.
Inicia-se então a fase disciplinar onde eles, os pais, começam a aconselhar os filhos sobre diversas situações. Sem que tenha sido definitivamente extinta, a fase do espelho ainda é importante, apesar de que desta vez, a criança não espelha-se apenas nos pais, mas no mundo que a cerca. Antes sem contato externo e vivendo em meio familiar, todo exemplo recebido provinha dos pais, agora com o acesso à escola e a capacidade de opinar se desenvolvendo, o filho começa a abrir asas para o mundo. Ele passa a ver atitudes e questioná-las consigo mesmo, a compará-las com aquelas de sua origem e estabelecer um juízo sobre elas. Surge então mais uma capacidade que irá desenvolver-se no filho; a de estabelecer juízo sobre as ações que toma conhecimento. Ele já não é mais desprovido de atitudes, pelo contrário, começa a criar suas próprias ações baseadas nas sua observações.
A esta altura, a criança começa a sofrer mudanças físicas e comportamentais, alcançando sua adolescência. Esta já é a fase crucial da formação do caráter, que chega com a rebeldia de afirmar, não só aos pais, mas ao mundo, que ele já é capaz de tomar decisões e agir por conta própria. Esta é a fase de distanciamento familiar, onde o filho, ainda que mantenha um contato razoável com os pais, tende a ocultar suas decisões para evitar o confronto e as possibilidades de um questionamento. Não é um período agradável aos pais, principalmente para os conservadores e super protetores, que ainda teimam em manter a disciplina dos seus filhos. Não são grandes as hipóteses de obediência neste período tendo em vista que é a época em que os filhos querem gritar liberdade, influir no meio à sua volta e demonstrar plena capacidade de ações. Pais inexperientes e que não evoluíram junto com os filhos sofrem muito durante esta fase. Surgem os conflitos, os atritos e as tentativas dos pais de impor autoridade sobre eles. Infelizmente há uma máxima da vida que nos impõe como regra que autoridade é uma concessão, não um Direito e aquele que concebeu, pode retirá-la, ainda que sejam nossos filhos.
Pode parecer estranho, mas nós somos “responsáveis” por nossas crianças, mas não proprietários. Geramos e cuidamos com amor, sentimos nossos e sobre eles temos autoridade, mas até que tenham condições de decidir sobre si mesmos, ai acaba a nossa concessão e com ela os Direitos de questionar, permanecendo apenas o Dever de aconselhar e manter-se próximo para um eventual socorro necessário. Parece injusto, mas é real. Evidentemente que isto não significa que não exista amor ou que ele tenha diminuído, apenas evoluiu a dinâmica na maneira de amar. Tanto pais quanto filhos continuam amando-se, curtindo-se e dedicando-se uns aos outros, mas com um respeito mais profundo sobre as decisões do outro. Sempre existe a possibilidade do diálogo, desde que os pais saibam que as decisões finais caberão sempre a eles: nosso eternos e amados filhos.

Texto do escritor Tony Casanova . Direitos Autorais Reservados ao autor. Estão proibidas as cópias, colagens, divulgação em qualquer meio ou reprodução de qualquer natureza, do todo ou parte desta obra , sem a autorização expressa do autor sob pena de transgressão ás Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos Intelectuais. O desrespeito implicará na aplicação das Sanções Penais cabíveis de acordo com a Legislação em vigor.

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Behavior | As our children grow.

When we look at a fragile and sweet baby, nor imagine that this little creature so sensitive will grow and gain strength. The hidden desire of parents is the children remain little, always happy, smiling and suits, but they grow. And as they grow. The development of early human attitudes is by mirror, where the children will assimilate the everyday actions of parents and taking them to you. It is a phase of observations and links parents and son where the relationship is fragile and overprotection. In this phase are not yet-disciplinary concerns and pimpolhos feed on care, affection and dedication. Of course this relationship evolves as the child grows, you know and articulate speech and organize words. Then comes the charm of the stage where parents vibrate at each new step. They are surprised by his son's intelligence capacity, with the perception that they are already able to express opinions and to ask questions.
    Then comes the disciplinary stage where they, the parents begin to advise their children about different situations. Without being definitively extinct, the mirror phase is still important, although this time, the child does not reflect only the parents, but in the world around. Before without external contact and living in family environment, every instance received came from parents, now with access to school and the ability to opine developing, the child begins to open wings to the world. He comes to see attitudes and question them himself, comparing them with those of their origin and establish a judgment about them. Then comes another capability that will develop in the child; to establish judgment on the actions it takes knowledge. He is no longer devoid of attitudes, however, begins to create its own shares based on their observations.
    At this point, the child begins to suffer physical and behavioral changes, reaching his teens. This is already the crucial phase of the formation of character that comes with the rebellion to assert, not only to parents but to the world, he is already able to make decisions and act on their own. This is the familiar distancing phase, where the child shall retain a reasonable contact with the parents, tend to hide their decisions to avoid confrontation and the possibility of questioning. Not a pleasant period for parents, especially for conservative and overprotective, still insist on maintaining discipline their children. There are great chances of obedience at this time considering that is the time when children want to scream freedom, influence the environment around them and demonstrate full capacity actions. Inexperienced parents and did not evolve along with the children suffer a lot during this phase. Conflicts arise, the friction and the attempts of parents to impose authority over them. Unfortunately there is a maximum of life that imposes a rule that authority is a concession, not a right and that she conceived, she can pull it off, even if they are our children.
    It may seem strange, but we are "responsible" for our children, but not owners. Generate and take care with love, we feel our on them and have authority, but until they are able to decide on themselves, there ends our award and with it the Rights of questioning, just remaining the duty to advise and remain close to a possible need help. It seems unfair, but it is real. Of course this does not mean that there is no love or it has subsided, only evolved the dynamics in the way of love. Both parents and children continue to love, if enjoying and dedicating themselves to each other, but with a deeper respect for the decisions of the other. There is always the possibility of dialogue as long as the parents know that the final decisions always fit them, our eternal and beloved children.

   Text writer Tony Casanova. Copyright reserved to the author. Prints, collages, disclosure or reproduction in any medium whatsoever, of all or part of this work without the express permission of the author under penalty of transgression ace Brazilian law and International Protection to Intellectual Rights are prohibited. Failure to comply will result in the application of appropriate criminal penalties in accordance with the legislation in force.

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Comportamiento | A medida que crecen nuestros hijos.

Cuando miramos a un bebé frágil y dulce, ni imaginar que esta pequeña criatura tan sensible va a crecer y ganar fuerza. El deseo oculto de los padres es que los niños siguen siendo poco, siempre feliz, sonriente y trajes, pero que crecen. Y a medida que crecen. El desarrollo de actitudes humanas tempranas es por el espejo, donde los niños van a asimilar las acciones cotidianas de los padres y llevarlos a usted. Es una fase de observaciones y Enlaces padres e hijo, donde la relación es frágil y la sobreprotección. En esta fase no son preocupaciones todavía-disciplinarios y pimpolhos alimentan de atención, cariño y dedicación. Por supuesto esta relación evoluciona a medida que el niño crece, usted sabe y lenguaje articulado y organizar palabras. Luego viene el encanto de la etapa en la que los padres vibran en cada nuevo paso. Están sorprendidos por la capacidad de la inteligencia de su hijo, con la percepción de que ya son capaces de expresar opiniones y hacer preguntas.
    Luego viene la etapa disciplinaria donde, los padres comienzan a aconsejar a sus hijos sobre diferentes situaciones. Sin ser definitivamente extinguido, la fase del espejo sigue siendo importante, aunque esta vez, el niño no refleja solamente los padres, pero en el mundo que los rodea. Antes, sin contacto externo y de vivir en un entorno familiar, cada instancia recibida provino de los padres, ahora con el acceso a la escuela y la capacidad de opinar en desarrollo, el niño comienza a abrir las alas para el mundo. Él viene a ver actitudes y preguntarles si mismo, comparándolos con los de su origen y establecer un juicio sobre ellos. Luego viene otra capacidad que va a desarrollar en el niño; para establecer un juicio sobre las acciones que toma conocimiento. Él ya no está desprovista de actitudes, sin embargo, comienza a crear sus propias acciones en base a sus observaciones.
    En este punto, el niño comienza a sufrir cambios físicos y de comportamiento, alcanzando su adolescencia. Esto ya es la fase crucial de la formación del carácter que viene con la rebelión de afirmar, no sólo a los padres, sino para el mundo, que ya es capaz de tomar decisiones y actuar por su cuenta. Esta es la fase de distanciamiento familiar, donde el niño conservará un contacto razonable con los padres, tienden a ocultar sus decisiones para evitar la confrontación y la posibilidad de cuestionamiento. No es un período agradable para los padres, especialmente para los conservadores y sobreprotector, todavía insisten en mantener la disciplina a sus hijos. Hay grandes posibilidades de que la obediencia en este momento teniendo en cuenta que es el momento en que los niños quieren gritar libertad, influir en el entorno que les rodea y demostrar acciones plena capacidad. Padres inexpertos y no evolucionaron junto con los niños sufren mucho durante esta fase. Surgen conflictos, la fricción y los intentos de los padres para imponer autoridad sobre ellos. Lamentablemente hay un máximo de vida que impone una norma que la autoridad es una concesión, no un derecho, y que ella concibió, puede llevarlo a cabo, incluso si son nuestros hijos.
    Puede parecer extraño, pero que son "responsables" de nuestros hijos, pero no propietarios. Generar y cuidar con amor, sentimos nuestra en ellos y tienen la autoridad, pero hasta que son capaces de decidir sobre sí mismas, no termina nuestro premio y con ello los derechos de las preguntas, solo queda el deber de asesorar y permanecer cerca de una posible ayuda necesitan. Me parece injusto, pero es real. Por supuesto, esto no quiere decir que no hay amor o ha disminuido, solamente evolucionado la dinámica en el camino del amor. Tanto los padres como los niños siguen amor, si disfrutara y dedicarse el uno al otro, pero con un profundo respeto por las decisiones de la otra. Siempre existe la posibilidad de diálogo, siempre y cuando los padres saben que las decisiones finales siempre encajan ellos, nuestros hijos eternos y amados.

   Escritor del texto de Tony Casanova. Derechos de autor reservados al autor. Estampas, collages, divulgación o reproducción en cualquier medio que sea, de la totalidad o parte de este trabajo sin el permiso expreso del autor, bajo pena de la ley brasileña as transgresión y la Protección Internacional de los Derechos Intelectuales están prohibidos. El incumplimiento dará lugar a la aplicación de sanciones penales correspondientes, de conformidad con la legislación vigente.

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