Vida | A escolha dos caminhos certos | Tony Casanova

   A vida nos oferece tantos caminhos a seguir que as vezes nos confundimos com o que temos que escolher. Em alguns momentos surgem tantas bifurcações apontando destinos que a nossa mente não consegue raciocinar qual a melhor escolha a fazer. Nem todos os caminhos nos conduzem onde queremos chegar e muitas vezes aquele que escolhemos nos leva a lugar nenhum. Para sermos bem sucedidos não só na escolha de um caminho, mas em qualquer escolha que façamos, é preciso que primeiramente tenhamos certeza de onde queremos ir. Não basta ir trilhando todos os caminhos que surgem, mas buscar a certeza de qual deles realmente nos interessa. 
   Antes mesmo de sermos objetivos devemos ter objetivos, assim saberemos que escolha fazer quando surgirem caminhos variados. Uma das coisas que devemos evitar é escolher um caminho apenas porque ele está ali, antes de decidir é preciso saber onde ele nos levará e se é realmente aquilo que desejamos. É preciso saber se o preço a ser pago ao percorrê-lo não é alto demais comparado ao seu destino final. Quando falo em caminhos me refiro ás opções de escolha que variam quando temos que tomar uma decisão importante para nós. Vou ilustrar esta matéria com um fato que ocorreu com um amigo há alguns anos e que se encaixa neste tema de hoje.

-Certa vez fui visitar um amigo e o encontrei triste, pensativo. Perguntei-lhe o que havia ocorrido e ele me disse que havia chegado a hora de tomar uma decisão difícil na sua vida. Ele teria recebido um convite da sua empresa para ir trabalhar no exterior, mas para isso teria que deixar a esposa e a filha pequenina no Brasil, pois a empresa não pagava para levá-los e mantê-los lá nos Estados Unidos. Ele teria que ir sozinho. Por conta da difícil decisão, a diretoria concordou em dar-lhe um tempo para decidir e este prazo terminaria no dia seguinte. Desde que recebera a notícia até então ele não conseguia dormir, pensativo e triste. Sabia que precisava muito daquela oportunidade, mas ela lhe custaria o distanciamento da família que tanto amava. 
  Começamos a conversar e eu lhe disse que ficaria com ele o tempo necessário para que se decidisse e que falaríamos exaustivamente sobre o assunto até que ele tomasse uma decisão. Deixei claro que a decisão era dele, exclusivamente dele e que só iríamos pesar prós e contras para avaliar a situação. Naquele momento estavam dois caminhos e ele teria que optar, sendo que qualquer escolha lhe traria tristeza. O primeiro ponto foi avaliar a que grau de tristeza ele seria submetido em cada uma das situações. O que ele estaria preparado para suportar; a perca de uma oportunidade única ou o distanciamento de sua esposa e filha. Pedi a ele que ligasse para a diretoria e perguntasse por quanto tempo ele teria que ficar no exterior. Cinco anos, foi a resposta. Então eu lhe disse: -Serão cinco longos anos afastado do amor da sua esposa e da convivência com sua filha, esta com três aninhos de idade. No seu retorno ela estará com oito anos e terá passado um longo período sem a proximidade do pai. A carência afetiva não seria só sua, mas de todos, mas principalmente da criança, acostumada ao carinho, afeto e afagos dos pais. Você estaria preparado para isso? A decisão é sua, mas afeta diretamente o eixo familiar. Sua família está preparada para isto?
  Sugeri que ele chamasse a esposa e conversasse com ela sobre o assunto e juntos descobririam se eles estavam preparados para aquela oportunidade. Ele fez isso e eu parti, deixei-os á sós para conversarem. No dia seguinte ele me ligou e informou que havia desistido da oferta da empresa e ainda havia conseguido uma promoção de cargo. O RH da empresa havia avaliado as condições da oferta e percebeu que se ele decidisse aceitar a oferta não estaria em condições psicológicas para manter seu desempenho profissional por estar distante da família, por isso resolveram indicar outro profissional e promovê-lo na sua função.
   Ás vezes os caminhos que surgem são cheios de armadilhas e se não analisarmos bem, acabaremos decidindo pelo que nos parece melhor. É importante termos noção do grau de sacrifício que estamos fazendo apenas para escolher um caminho e não só isso, quanto de quem amamos estará sendo sacrificado junto. Todas as nossas decisões implicam em consequências e nem sempre estas consequências são só para nós, por isso é preciso analisarmos bem qual o nosso objetivo e qual o preço que teremos que pagar para alcançá-lo. 

     Texto do escritor brasileiro Tony Casanova. Todos os Direitos Reservados. É permitido o compartilhamento para sites ou redes sociais desde que o texto, o crédito e imagens utilizadas nele não sejam alterados, devendo assim ser todos mantidos na íntegra.    Não é permitida a alteração de nenhuma parte contida aqui, a saber, texto, imagem ou crédito através de cópia seguida de colagem, divulgação fracionada desautorizada, reprodução do todo ou parte dele sem que haja garantias de preservação dos Direitos do autor.   Os Direitos Autorais são assegurados por Legislação Nacional e Internacional de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual e qualquer desrespeito será considerado crime previsto e passivo das medidas legais cabíveis.
   Tony Casanova é autor dos livros Panorama das Artes (Clube de Autores), No litoral das Relações, O amor segundo a Bíblia e Relações Instáveis-Como vencer decepções, além do Romance,  O amor fala Francês (Editora Amazon) 

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Life | Choosing the right paths | Tony Casanova

  Life offers us so many paths to follow that sometimes get confused with what we have to choose. Sometimes arise many bifurcations pointing destinations that our mind can not think what is the best choice to make. Not all paths lead us where we want to and many times that we have chosen takes us nowhere. To be successful not only in choosing a path, but in any choice we make, we must first be certain where we want to go. Do not just go treading all paths that arise, but seek certainty which of them really interests us.
   Before even be objective we must have goals, so we will know what choice do when experiencing different ways. One of the things we should avoid is choosing a path just because it is there, before you decide you need to know where it will take us and if it is really what we want. We need to know if the price to be paid to travel it is not too high compared to its final destination. When I talk about ways I refer ace options to choose from that range when we have to make an important decision for us. I will illustrate this article with a fact that occurred with a friend a few years ago and it fits this topic today.

-Certa Time I went to visit a friend and found it sad, thoughtful. I asked him what had happened and he told me that the time had come to make a difficult decision in his life. He would have received an invitation from his company to go to work abroad, but that would have to leave his wife and little daughter in Brazil because the company did not pay to get them and keep them there in the United States. He would have to go alone. Due to the difficult decision, the board agreed to give him time to decide and this deadline would end the next day. Since receiving the news until then he could not sleep, thoughtful and sad. I knew he needed a lot of that opportunity, but it would cost the distancing of the family he loved.
  We started talking and I told him I would stay with him the necessary time to be decided and that we would talk extensively about it until he made a decision. I made it clear that the decision was his, only his and that would only weigh pros and cons to assess the situation. At that time there were two ways and he would have to choose, and that any choice would bring sadness. The first point was to evaluate to what degree of sadness it would be subjected in each situation. What he would be prepared to support; to miss a single opportunity or distance from his wife and daughter. I asked him to call to the office and asked how long he would have to stay abroad. Five years was the answer. So I told him: -Will five long years away from the love of his wife and living with her daughter, this three aninhos old. On his return it will be eight years and have spent a long time without his father's closeness. The lack of affection would not only yours, but of all people, especially the child used to the warmth, affection and cuddles parents. Would you be prepared for it? The decision is yours, but directly affects the family axis. Is your family ready for this?
  I suggested that he call his wife and talk to her about it and together discover if they were prepared for that opportunity. He did and I left, I left them alone to talk. The next day he called me and said it had withdrawn the offer of the company and had also gotten a job promotion. The company's HR was assessed the conditions of the offer and realized that if he decided to accept the offer would not be in psychological conditions to maintain their professional performance to be away from his family, so decided to appoint another professional and promote it in its function.
   Sometimes the paths that arise are full of traps and not analyze well, we will end up deciding it seems better. It is important to have notion of the degree of sacrifice that we are doing just to choose a path and not only that, how much we love is being sacrificed together. All our decisions involve consequences and these consequences are not always just for us, so we must analyze well what is our aim and what price we have to pay to achieve it.

     Text Brazilian writer Tony Casanova. All rights reserved. It allowed for the sharing sites or social networks since the text, credit and images used in it are not changed, so should all be kept in its entirety. It is not allowed to change any part contained herein, namely, text, image or credit through then collage copy unauthorized fractional disclosure, reproduction in whole or part without preservation of guarantees of the author's rights. Copyrights are provided by National Legislation and International Protection of Intellectual Property Rights and any breach will be considered provided crime and liabilities of the legal action.
   Tony Casanova is author of Panorama of Arts (Authors Club) On the coast of Relationships, Love according to the Bible and Unstable How-relations win disappointments, besides Romance, Love speaks French (Amazon Publishing)

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La vida | La elección de los caminos correctos | Tony Casanova

  La vida nos ofrece, para muchos caminos a seguir que a veces se confunden con lo que tenemos que elegir. A veces surgen muchas bifurcaciones apuntando destinos que nuestra mente no puede pensar en cuál es la mejor opción para hacer. No todos los caminos nos donde queremos y muchas veces que hemos elegido nos lleva a ninguna parte conducen. Para tener éxito no sólo en la elección de un camino, pero en cualquier elección que hacemos, primero debemos estar seguros de hacia dónde queremos ir. No sólo tiene que ir pisando todos los caminos que se presentan, sino buscar certeza cuál de ellos realmente nos interesa.
   Antes incluso de ser objetivo debemos tener metas, por lo que vamos a saber qué hacer cuando desee experimentar diferentes maneras. Una de las cosas que debemos evitar es la elección de un camino sólo porque es allí, antes de decidir lo que necesita saber a dónde nos va a tomar y si es realmente lo que queremos. Necesitamos saber si el precio a pagar para viajar no es demasiado alta en comparación a su destino final. Cuando hablo de formas me refiero opciones as a elegir de ese rango cuando tenemos que tomar una decisión importante para nosotros. Voy a ilustrar este artículo con un hecho que se ha producido con un amigo hace unos años y que se adapta a este tema en la actualidad.

-Certa Vez que fui a visitar a un amigo y lo encontró triste, pensativa. Le pregunté qué había pasado y me dijo que había llegado el momento de tomar una decisión difícil en su vida. Que habría recibido una invitación de su empresa para ir a trabajar en el extranjero, pero que tendría que dejar a su esposa y su pequeña hija en Brasil porque la empresa no pagó para conseguirlos y mantenerlos allí en los Estados Unidos. Tendría que ir solo. Debido a la difícil decisión, la junta acordó darle tiempo para decidir y este plazo terminaría el día siguiente. Desde que recibió la noticia hasta entonces no podía dormir, reflexivo y triste. Yo sabía que necesitaba una gran cantidad de esa oportunidad, pero que le costaría al distanciamiento de la familia que amaba.
  Empezamos a hablar y yo le dije que se quedara con él el tiempo necesario para decidir y que se suele hablar mucho sobre él hasta que se tome una decisión. Me dejó en claro que la decisión era suya, sólo suya y que sólo pesaría pros y los contras para evaluar la situación. En ese momento había dos maneras y él tendrían que escoger, y que cualquier decisión se produce tristeza. El primer punto era evaluar hasta qué grado de tristeza que sería sometido en cada situación. Lo que él estaría dispuesto a apoyar; que se pierda una sola oportunidad o la distancia de su esposa e hija. Le pedí que llamar a la oficina y le preguntó cuánto tiempo tendría que permanecer en el extranjero. Cinco años fue la respuesta. Así que le dije: -Will cinco largos años lejos del amor de su esposa y que vive con su hija, esto tres aninhos de edad. A su regreso será de ocho años y han pasado mucho tiempo sin la cercanía de su padre. La falta de afecto, no sólo la suya, sino de todas las personas, especialmente los niños se acostumbren a la calidez, afecto y cariños padres. ¿Estaría preparado para ello? La decisión es suya, sino que afecta directamente al eje de la familia. ¿Está su familia preparada para esto?
  Le sugerí que llamar a su esposa y hablar con ella sobre eso y juntos descubrir si estaban preparados para esa oportunidad. Lo hizo y me fui, dejé solos para hablar. Al día siguiente me llamó y dijo que había retirado de la oferta de la empresa y también había conseguido un ascenso en el trabajo. De recursos humanos de la empresa se evaluó las condiciones de la oferta y se dio cuenta que si decide aceptar la oferta no estaría en condiciones psicológicas para mantener su desempeño profesional para estar lejos de su familia, por lo que decidió nombrar a otro profesional y promoverlo en su función.
   A veces los caminos que se presentan están llenos de trampas y no analizan bien, vamos a terminar decidiendo parece mejor. Es importante tener noción del grado de sacrificio que estamos haciendo sólo para elegir un camino y no sólo eso, cuánto amamos está siendo sacrificado juntos. Todas nuestras decisiones implican consecuencias y estas consecuencias no siempre son sólo para nosotros, así que debemos analizar bien lo que es nuestro objetivo y qué precio que tenemos que pagar para lograrlo.

     Texto escritor brasileño, Tony Casanova. Todos los derechos reservados. Se permitió a los sitios para compartir o redes sociales desde el texto, el crédito y las imágenes que se utilizan en ella no se cambian, por lo que todos deben tener en su totalidad. No está permitido cambiar cualquier parte contenida en el mismo, a saber, texto, imagen o crédito a través de la divulgación fraccionada a continuación, la copia no autorizada del collage, la reproducción total o parcial sin la preservación de las garantías de los derechos del autor. Los derechos de autor son proporcionados por la legislación nacional y la Protección Internacional de los Derechos de Propiedad Intelectual así como la lesión se tendrán en cuenta siempre la delincuencia y pasivos de la acción legal.
   Tony Casanova es autor de Panorama de las Artes (Autores Club) En la costa de relaciones, el amor, según la Biblia e inestable How-ganar las relaciones decepciones, además de romance, amor habla francés (Amazon Publishing)

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