Separação: Um tapa em nossos filhos.

Como um um alicerce está para a edificação, assim está a família para a sociedade, que logicamente é composta de várias famílias reunidas. Quando alguém de uma destas famílias dá-se em casamento a alguém de outra, forma então uma nova geração familiar. Mas para que esta base seja firme e perpetue, precisa-se de um terceiro elo nesta corrente, talvez o mais importante da perpetuação da espécie humana: O filho. Personagens chave, as crianças são a esperança de continuação, a prova da união entre duas famílias e a criação de mais uma geração. Quando um casamento é desfeito, quebra-se um elo nesta corrente, como se fosse retirada a pedra base, fundamental para a solidez da nova geração. Uma relação desfeita, quando há filhos, é como se dessemos um tapa em suas faces. É como tentar buscar numa equação de resultado inexato, um número par. A separação é a grande dízima periódica da relação conjugal. Não há sofrimento comparável ao de filhos que tem seus pais separados, fora do convívio familiar. O próprio conceito da palavra é bastante claro: Separação. Algo que divide, não só ao casal, mas os filhos principalmente. Não há separação sem dor ou perdas, apesar de cada lado tentar justificar-se, tentando encobrir a própria intolerância e a falta de senso ao tomar a decisão. Mas os filhos crescerão e erguerão bases fundamentadas no que creram, no que presenciaram. Suas feridas serão abertas sempre que pensarem numa relação que supostamente possa culminar em casamento ou envolvimento sério. Casamento é uma Instituição falível? Sim, se pensarmos com preceitos humanos. Humanamente o casamento é uma instituição falível, mas não diante dos preceitos daquele que instituiu o matrimônio. Enquanto houver fé, os dias passarão e a fé e a esperança não cessarão, trazendo a certeza e a garantia de que o grande instituidor do matrimônio cuide para que ele não seja falível diante dos homens, mas infalível diante de Deus.
Authentic Blog, featured by BlogUpp

Seguidores do Google