Direitos Humanos - O pecado da intolerância.



Acerca de alguns assuntos eu tenho evitado opinar, principalmente quando envolvem política, mas nesta questão com a Comissão de Direitos Humanos, a cada novo entrave entre as partes eu engulo seco. Sobre a razão que motiva os debates, eu particularmente, nada tenho a declarar, mas me admiro e surpreendo com os comportamentos reprováveis de ambas as partes. De um lado as declarações públicas infelizes de um evangélico-parlamentar que mais alardeia como político que como cristão e consequentemente gera uma postura inesperada para um líder religioso. Do outro lado a agitação acintosa de um grupo que, indiferente do local onde esteja, propicia a desordem e o impedimento dos trabalhos da Comissão de Direitos Humanos(?). Como disse, não creio que nesta questão se enquadra a velha máxima de que os fins justificam os meios, mas sem entrar no mérito das questões expostas, ainda acredito que existam formas melhores e mais organizadas de chamar a atenção que os escândalos e porque não dizer "barracos" armados diante das câmaras e das autoridades. Acredito que se há dissídio, deve haver diálogo e que as autoridades presentes devem ser competentes e hábeis para que se estabeleça a conversação entre as partes, mantendo a ordem local. Lamentável é ver o estabelecimento de verdadeira muvuca oportunamente exibida pela mídia aos quatro cantos do mundo. Já não nos basta tantos títulos e records miseráveis que o País coleciona? Ora, ora, independente de com quem esteja a razão, os direitos, mas a ordem deve ser estabelecida. Quanto a questão dos Direitos Humanos, é certo e sabido que ninguém irá criar novidade alguma, eles já existem e estão presentes na constituição e inclusive na Bíblia que garante a todos os humanos a Liberdade de arbítrio. Ninguém conseguirá por Deus por mentiroso e impedir que a Palavra se cumpra e que os sinais se apresentem, portanto eu sinceramente espero que haja a consciência de que todos que tentam tornar-se maior no reino são reduzidos e que os menores são usados para confundir os grandes. O que tiver que ser será, com comissão ou sem comissão e não há humano algum capaz de refrear aquilo que já está escrito. A menos é claro que ao lermos as escrituras nós dermos uma parada antes do Apocalipse, mas do contrário se a ele formos veremos o que nos espera. Muito se conquista pelo fechar das bocas, ao sabor do silêncio, mas o alarde público, as agitações não produzem nada. Acreditar que a liberdade de arbítrio seja constituição divina é sábio e certamente é muito prudente respeitar isso, afinal de contas quem nos assegurou o maior dos direitos, que é o da vida, também nos garante a liberdade de escolha do caminho que devemos seguir, seja ele considerado certo ou errado, mas a salvação é sempre individual.

Texto de Tony Casanova - Direitos Autorais reservados ao autor.
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