Relacionamento - Quando o fim se aproxima.


Relacionamento conjugal - O fim
Relacionamento – Quando o fim se aproxima.

Todo relacionamento em seu início é ótimo. O casal busca suprir as carências um do outro de forma plena e satisfatória . O que acontece após isso é uma espécie de acomodação, quando a ferida da rotina começa a consumir os cônjuges. É possível, para aquele que tem certa tolerância e uma boa dose de paciência., contornar o problema e até vencer o desconforto causado pela situação. Tudo começa pelas rotinas diárias onde a mulher precisa acordar cedo, aprontar o café da manhã, acordar crianças e levá-las à escola. Após isso ela ainda tem que enfrentar a jornada diária de trabalho. Na chegada, mais trabalho doméstico e sobra pouco tempo para estar em contato mais íntimo com o marido.
A rotina do marido também não é fácil. O trabalho consome quase todo tempo e lhe sobra pouco espaço para dedicar-se ao lar e a família. A questão com o homem é que apesar de ter uma rotina tão cheia quanto a da mulher, o pouco tempo que lhe sobra é ocupado com lazer pessoal que não inclui a família. Ele diverte-se com colegas e amigos e peca ao esquecer a família. Mas este não é o ponto de impasse do casal, apenas um começo para a sucessão de turbulências conjugais. Cansada, a mulher passa a exigir a ajuda e a tenção do marido que, aos poucos vai tornando-se mais ausente nos períodos após o trabalho. Sempre chega em casa cansado e impaciente e ai dá-se início ao tiro de misericórdia de todo relacionamento: A falta de libido. Quebra-se o clima que os mantinha aquecidos na cama e as relações íntimas passam a ser obrigatórias, como sendo uma espécie de “média” apenas para satisfazer o desejo do outro. A falta do desejo por sua vez gera a desconfiança e a crise está formada.
Começa a frase dos atritos, cobranças, discussões e acusações. Um sempre culpando o outro pelo “esfriamento” da relação. A paciência já esgotada dá lugar a irritação. O carinho é substituído pela agressividade e as palavras já surgem dosadas com agressão e desrespeito. Enfim já é possível ouvir a temida palavra “separação” presente em cada discussão. Alguns casais até tentam. Sentam e conversam na busca de resolver as questões. Muitos conseguem, outros porém ficam entre a decisão de continuar vivendo o “inferno diário” ou dar o golpe mortal de um pedido de divórcio. Quando há filhos envolvidos, eles logo percebem que a coisa não está bem e sentem a falta da alegria costumeira do casal. Se antes viviam a brincar e rir, agora quase se pegam em homéricas discussões à frente das crianças.
O melhor a ser feito é cada um pensar em sua responsabilidade dentro do casamento e antes de apontar a culpa do outro, procurar descobrir o que pode ser feito para salvá-lo. Se você realmente quer salvar seu relacionamento esqueça o que o outro fez de errado e passe a corrigir seus próprios erros. Não adianta ficar culpando, culpando e culpando, achando que está livre se culpa, numa relação a dois, ambos erram e ambos são responsáveis e por isso cabe aos dois corrigir seus erros. Sente-se para um diálogo bem aberto, sem agressividade, sem rodeios. Não precisa xingar, reclamar, apenas dizer que não está bom, que ambos não conseguem ser felizes daquela forma e que precisam unir-se para mudar e voltar a caminhar lado a lado como marido e mulher. Fazendo isso já é um indicador de que vocês estão com o mesmo pensamento e preocupação, então basta dar as mãos e tentar.
Reflita bastante, tome a decisão correta, convide o outro para a conversa e seja amável, encha-se de educação, de carinho e respeito e mansamente converse. Um beijo carinhoso, espero que tenha gostado e que esta matéria possa lhe ser útil. Tudo de bom e obrigado por ter vindo.

Texto de Tony Casanova – Direitos Autorais Reservados ao autor – Proibida a cópia, colagem, reprodução ou divulgação de qualquer espécie e em qualquer meio sem autorização expressa do autor sob pena de infração das Leis Brasileiras de Proteção aos Direitos Autorais.
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