O filme da vida. [Tony Casanova]


Século XXI e eu sentado diante de mim, como em uma poltrona de cinema, assistia a um filme tenebroso em que via cenas que jamais esquecerei. Vi a estranha sabedoria dos sábios que em reinado absoluto, dominavam as mentes mais fracas lhes alimentando com profecias macabras e promessas de solução para os males que eles mesmos causavam. Vi a confissão ceder espaço para acusações, o arrependimento sendo seduzido pela vingança e o perdão substituído pela mágoa eterna. Triste assisti o tombar dos valores, dos princípios e da moral social e familiar, o apodrecimento da sociedade. Percebi toda fragilidade e covardia humana enquanto apontavam seus dedos ao espelho em julgamento e condenação a si mesmo.
Foi duro ter que perceber que muitos se viram e morrem, outros se viram e correm, apenas alguns se viram e lutam. Vi humanos tombando, fulminados pela própria condição da sua espécie. Vi gente se transformando em animal, pensando como animal, agindo como animal. Cheguei ao ponto de confundir-me querendo descobrir a racionalidade que até agora não consegui. Foi o filme mais terrível que já vi. Talvez não haja outro e se houver, não irei querer assisti-lo. Distorcida, a realidade ali era mostrada crua, quase como em prenúncio ao que os tempos iriam trazer. Chorei ao ver uma humanidade sombria, dominada, prisioneira de suas próprias vontades, dos seus desejos. Vi uma humanidade se achando sábia nos seus discursos, nos seus projetos, mas tola nas suas ações. Perdi totalmente, naquele momento, todo o conceito que tinha sobre crimes e criminosos por ter descoberto que este conceito e as variava de acordo com quem os praticava. Vi um mundo com dois pesos e duas medidas.
Todos os meus conceitos foram derrubados semelhantes a uma velha árvore que tomba sob o castigo da moto serra. Jamais desejei assistir filme igual a este, mas me bastou fechar os olhos e abrir a mente para que minha sessão iniciasse. O conteúdo assustador me levou a pensar em mim e nos meus e descobrir que nem mesmo eu era meu. A cena antes em tomada de esterna, fechou-se para a célula familiar, como se não bastasse ver a dissolução da sociedade sendo dizimada e conduzida ao caos, vi a origem do câncer social. A localização exata de onde nasciam todas as dores mostradas; a família. Um-a-um foram substituídos os valores que protegiam os indivíduos do grupo familiar. Foram introduzidos novos conceitos e deu-se início à quebra dos valores já existentes. Os princípios ruíram por falta de exemplos dos administradores que foram recompensados com a extinção da responsabilidades de serem “heróis” e a chance de serem “vilões”. O egoísmo passou a ser o sentimento predominante e o individualismo, a prática mais frequente. Vi que no filme havia a repetição da cena em que a responsabilidade de ser “chefe”, “capitão de equipe” ou mesmo de protetor das crias extinguiu-se e já não havia mais obrigatoriedade de ações disciplinares.
Em si, o filme era podre, não pelo fato de exibir fielmente a realidade, mas pela repulsa que causava na crueza de cada cena exibida. Mas o golpe duro, a maior dor em tê-lo assistido foi não ter podido contestá-lo, negá-lo, afirmar com veemência que se tratava apenas de mais uma obra de ficção científica. O duro foi ter visto a minha face sendo exibida ali no rosto de cada ator, vivendo cada tomada, presenciando cada ângulo. Duro foi admitir que cada membro familiar se auto-destruiu e que a sociedade ao perder seus pilares, foi ao chão misturar-se ao pó. Ao final restou a poeira sendo soprada pelo vento e apenas aquilo que não tinha vida, permaneceu de pé.

Texto do escritor brasileiro Tony Casanova . Direitos Autorais reservados ao autor. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte dele, sem autorização expressa do autor, sob pena de infração ás Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos Autorais.
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The film of life. [Tony Casanova]

Century XXI and I sat in front of me, as in an armchair cinema, watching a dark movie scenes he saw will never forget. I saw the strange wisdom of the wise that in absolute reign, dominated the weakest minds feeding them with macabre prophecies and promises solution to the ills that they themselves caused. I saw the confession to make room charges, repentance being seduced by revenge and forgiveness replaced by eternal sorrow. Sad watched the fall of values, principles and social and family morality, the rotting of society. I realized all human weakness and cowardice while pointing his fingers to the mirror in trial and conviction yourself.
     It was hard to have to realize that many turn and die, others turn and run, just turn and fight. I saw human tumbling, thunderstruck by the condition of its kind. I saw people turning into animals, thinking like animal, acting as animal. Got to the point of confusing myself wanting to discover the rationality that until now could not. It was the most terrible movie I've ever seen. Perhaps there is no other and if there is, I will not want to watch it. Distorted reality there was shown raw, almost like portent of the times would bring. I cried at the sight of a dark humanity, dominated, prisoner of their own will, their desires. I saw a humanity wise thinking in his speeches in their projects, but foolish in their actions. Totally lost at that moment, the whole concept that was on crimes and criminals have discovered that this concept and the varied according to who practiced them. I saw a world with two weights and two measures.
     All my ideas were shot down like an old tree that falls under the penalty of the chainsaw. I never wanted to watch movie like this, but all it took was me close my eyes and open your mind to my session initiated. Scary content led me to think of me and my and find that even I was mine. The scene before in esterna outlet, closed to the family unit, as if that was not enough to see the dissolution of the company being decimated and led to chaos, I saw the source of the social cancer. The exact location from which sprang all shown pains; family. One-on-one values that protected individuals of the family group were replaced. New concepts and was initiated to break the existing values were introduced. The principles collapsed for lack of examples of directors who were rewarded with the extinction of the responsibilities of being "heroes" and the chance to be "villains". Selfishness has become the predominant feeling and individualism, the most common practice. I saw that the film had a repeat of the scene in which the responsibility to be "boss", "team captain" or even guard the offspring became extinct and there was no longer mandatory disciplinary action.
     In itself, the film was rotten, not because faithfully display the reality, but the disgust that caused the rawness of each displayed scene. But the blow, the greatest pain to have you witnessed was not able to challenge it, deny it, say firmly that this was just another work of science fiction. Hard was seeing my face displayed there in the face of every actor, living each outlet, witnessing every angle. Duro was possible for each family member self-destructed and society to lose its pillars, went down to blend the powder. At the end left the dust being blown by the wind and just what was not life, remained standing.

      Text Brazilian writer Tony Casanova. Copyright reserved to the author. The copying, collage, reproduction or disclosure of any kind in any medium, in whole or part without the express permission of the author, under penalty of infringement ace Brazilian Laws and International Protection of Copyright.
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La película de la vida. [A Tony Casanova]

Siglo XXI y yo nos sentamos delante de mí, como en un sillón de cine, ver una película escenas oscuras que vio nunca olvidará. Vi la extraña sabiduría de los sabios que en el reinado absoluto, dominó las mentes más débiles alimentan con profecías y promesas macabros solución a los males que ellos mismos causado. Vi la confesión que hacer recargo por la estancia, el arrepentimiento ser seducido por la venganza y el perdón reemplazado por el dolor eterno. Triste vieron la caída de los valores, los principios y la moral social y familiar, la putrefacción de la sociedad. Me di cuenta de toda debilidad humana y la cobardía mientras señala los dedos al espejo en el juicio y la condena a sí mismo.
     Fue duro tener que darse cuenta de que muchos recurren y mueren, otros dan vuelta y correr, sólo a su vez y luchar. Vi volteo humana, Estupefacto por la condición de su tipo. Vi a la gente convertirse en animales, a pensar como animal, en calidad de animal. Llegamos al punto de confundir a mí mismo que quieran descubrir la racionalidad que hasta ahora no podían. Era la más terrible película que he visto en mi vida. Tal vez no hay otro y si hay, yo no quería verlo. Realidad distorsionada no se demostró en bruto, casi como presagio de los tiempos traería. Lloré al ver a una humanidad oscura, dominada, prisionero de su propia voluntad, sus deseos. Vi una humanidad pensamiento sabio en sus discursos en sus proyectos, pero tonto en sus acciones. Totalmente perdido en ese momento, todo el concepto que estaba sobre delitos y delincuentes han descubierto que este concepto y el variado según quien las practica. Vi un mundo con dos pesos y dos medidas.
     Todas mis ideas fueron derribados como un árbol viejo que cae bajo la pena de la motosierra. Nunca quise ver la película como esta, pero todo lo que hizo era yo cierro los ojos y abre tu mente a mi sesión iniciada. Contenido Scary me llevó a pensar en mí y mi y encontrar que incluso yo era la mía. La escena antes en esterna salida, cerrada a la unidad familiar, como si eso no fuera suficiente para ver la disolución de la sociedad siendo diezmada y condujo al caos, vi la fuente del cáncer social. La ubicación exacta de la que saltó todos los dolores que se muestran; familia. Los valores de uno-a-uno que protegían a las personas del grupo familiar fueron reemplazados. Nuevos conceptos y se inició a romper se introdujeron los valores existentes. Los principios colapsaron por falta de ejemplos de directores que fueron recompensados con la extinción de las responsabilidades de ser "héroes" y la oportunidad de ser "villanos". El egoísmo se ha convertido en la sensación y el individualismo predominante, la práctica más común. Vi que la película tenía una repetición de la escena en la que la responsabilidad de ser "jefe", "capitán del equipo" o incluso guardan la descendencia se extinguió y ya no había acción disciplinaria obligatoria.
     En sí, la película estaba podrido, no porque fielmente mostrar la realidad, pero el disgusto que causó la crudeza de cada muestra escena. Pero el golpe, el mayor dolor de tener que fue testigo no fue capaz de desafiar, negarlo, dice con firmeza que se trataba de otra obra de ciencia ficción. Duro estaba viendo mi cara aparece allí en el rostro de cada actor, que vive cada punto de venta, siendo testigo de todos los ángulos. Duro era posible para cada miembro de la familia se autodestruyó y la sociedad a perder sus pilares, bajó a mezclar el polvo. Al final dejó el polvo está soplado por el viento y justo lo que no estaba la vida, se quedó de pie.

      Texto escritor brasileño, Tony Casanova. Derechos de autor reservados al autor. La copia, collage, reproducción o divulgación de cualquier tipo en cualquier medio, total o parcialmente, sin el permiso expreso del autor, bajo pena de infracción as leyes brasileñas y Protección Internacional de los Derechos de Autor.

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