Autoritarismo e submissão - As maldições do século XXI. [Tony Casanova]


Durante todo o ano comemoramos datas nacionais e internacionais alusivas à Mulher e suas vitórias onde são lembradas suas importantes conquistas sociais. O século XXI traz para todas as mulheres Direitos e liberdades que antes eram apenas sonhos vividos por nossas bisavós. Já houve períodos negros na história das relações homem mulher e logicamente que a situação nestes tempos privilegiava o homem como sendo tutor familiar, “chefe de família”, mandatário absoluto. As famílias eram constituídas por indicação dos pais que ditavam com quem suas filhas deveriam casar. realizava-se o casamento, muitas vezes com o casal conhecendo-se naquele momento. A mulher então saía da submissão ao pai para ser entregue à submissão ao marido. Lógico que nem é preciso dizer que ela era submetida a todo tipo de tratamento desumano e sua liberdade era nenhuma. A mulher da época não expressava opinião, não tinha direito a reclamações e seu poder de decisão não existia. Quando fazia algo que contrariava o marido era vítima de agressões e recebia absurdos castigos.
A mulher do século XXI acumulou uma série de conquistas que conseguiu ao longo dos anos como direito a opinião, de ir e vir, acesso aos estudos, ao trabalho e maior autoridade na gestão familiar. De fato estas conquistas existem, mas ainda paira no ar o papel autoridade de alguns homens. O preconceito contra a mulher em sua área profissional e a luta pela igualdade de Direitos ainda é assunto de pauta e a submissão encontra-se presente em muitos lares de hoje. O autoritarismo é disfarçado “em nome do amor” e as vítimas geralmente são mulheres vetadas do seu acesso aos recursos financeiros da família, obrigando-a a solicitar permissão para obter algum dinheiro ou mesmo efetuar pequenas compras. Gostaria que o leitor percebesse que há uma diferença entre a submissão por consenso e a submissão por obrigação. Aquele que se submete a vontade de outro por obrigação torna-se dele um escravo sem vontades, senão as que são ordenadas por quem o submete.
Com o acesso à informação a mulher moderna buscou ampliar suas conquistas, obtendo Direitos e ganhando importância e vulto não só no ambiente familiar, mas também no ambiente social. Hoje temos Ministras, Presidentas, Gerentes, Empresárias, enfim as mulheres entraram de fato no mercado de trabalho provando que são tão ou mais capazes que alguns homens. Chegar até aqui não foi fácil, mas difícil mesmo será vencer o autoritarismo disfarçado nos lares, a escravidão fria, as agressões sofridas no silêncio da noite. Sempre vítimas de ameaças, muitas vezes maquiadas em conversas do casal, as mulheres sofrem a sobrecarga do autoritarismo engolindo em seco, inflando e segurando um grito que um dia explodirá. Já foi provado na prática diária de vários casais que é possível dividir a administração de finanças domésticas, afazeres, lazer e filhos sem que seja preciso atribuir funções apenas para as mulheres, mas procurando descarregá-las da multiplicidade de tarefas. Outra face importante é observar o casamento como uma sociedade produtiva onde todas as despesas e receitas, os ganhos e prejuízos devam ser divididos pelos sócios em partes iguais. Se a mulher produz, é justo que possua renda compatível com sua produção, caso não trabalhe, ainda assim deve ter liberdade de acesso ás finanças para usufruir do que foi produzido.
Independente da classe social, do nível de formação ou da condição financeira do casal, a submissão e o autoritarismo estão presentes em diversos lares. Tudo isto faz parte de uma herança genética e maldita deixada por nossos antepassados e que enraizou-se em nosso século, infelizmente. Muito embora o homem de hoje seja mais aberto, mais aceitativo quanto a presença da mulher no mercado de trabalho e a manifestação dos seus Direitos familiares, ainda não chegamos a extinção total da escravidão doméstica e da exploração profissional. Oxalá os homens abram os olhos e os corações e passem a enxergar e amar melhor suas mulheres neste século.

Texto do Escritor brasileiro Tony Casanova – Direitos Autorais reservados ao autor. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer espécie ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte dele, sem autorização expressa do autor sob pena de infração ás Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual. O uso da presente obra sem respeito aos créditos devidos ao autor incorrem em Crime de Plágio.
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Authoritarianism and submission - The curses of the twenty-first century - [Tony Casanova]

 Throughout the year we celebrate national and international dates alluding to the woman and her victories are remembered where your important social achievements. The twenty-first century brings to all women rights and freedoms that were just dreams experienced by our great-grandparents. There have been periods in the history of the black man woman relationships and logically that the situation in these times favored man as family tutor, "head of household" absolute representative. The families consisted of parents indicated that dictate who their daughters should marry. marriage, often with the couple knowing that time was realized. The woman then left the submission to the father to be delivered to submission to her husband. Of course it goes without saying that she was subjected to all kinds of inhuman treatment and their freedom was none. The woman of the time did not express opinion, was not entitled to claims and their power of decision does not exist. When did something that was against the husband was the victim of assault and received absurd punishments.
   The woman of the twenty-first century accumulated a series of conquests that managed over the years as the right to opinion, to come and go, access to study, work and greater authority in family management. In fact these achievements there, but still hangs in the air the role authority of some men. Prejudice against women in their professional area and the struggle for equal rights is still agenda issue and submission is present in many homes today. Authoritarianism is disguised "in the name of love" and the victims are usually women vetoed their access to financial resources of the family, forcing her to ask permission to get some money or even make small purchases. I would like the reader to realize that there is a difference between the submission by consensus and submission of obligation. One who submits to the will of another by bond will become a slave without his will, but those who ordered by the subjects.
    With access to information the modern woman sought to expand their achievements, obtaining rights and gaining importance and figure not only in the family environment, but also in the social environment. Today we have Ministers, Presidents, Managers, Entrepreneurs, short women entered the labor market in fact proving to be equally or more capable than some men. Getting here was not easy, but it will be difficult to overcome disguised authoritarianism at home, the cold slavery, aggression suffered in the dead of night. Always subject to threats, often disguised as a couple of conversations, women suffer the burden of authoritarianism swallowing, inflating and holding a crying one day explode. It has been proven in daily practice of several couples that you can split the management of household finances, chores, leisure and children without having to assign roles only for women, but looking unload them from multiple tasks. Another important facet is to look at marriage as a productive society in which all expenses and income, gains and losses are to be divided equally by the partners. If a woman produces, is just having income compatible with their output if does not work, you should still have freedom of access to finance to take advantage of what was produced.
   Regardless of social class, level of education or the financial condition of the couple, submission and authoritarianism are present in many homes. All this is part of a genetic inheritance and damn left by our ancestors and that took root in our century, unfortunately. Although the man of today is more open, more aceitativo as the presence of women in the labor market and the manifestation of their family rights, have not reached the total extinction of domestic slavery and business use. May the men open their eyes and hearts and start to see and love better their women in this century.

    Brazilian Writer Text Tony Casanova - Copyright reserved to the author. The copying, collage, reproduction or disclosure of any kind in any medium, in whole or part without the express permission of the author under penalty of infringement ace Brazilian Laws and International Protection of Intellectual Property Rights. The use of this work without respect for due credit to the author incur Plagiarism Crime.

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El autoritarismo y sumisión - Las maldiciones del siglo XXI - [a Tony Casanova]

 A lo largo del año celebramos fechas nacionales e internacionales que aluden a la mujer y sus victorias se recordó dónde sus importantes logros sociales. El siglo XXI trae a todos los derechos de la mujer y de las libertades que fueron sólo los sueños experimentados por nuestros bisabuelos. Ha habido períodos en la historia de las relaciones hombre mujer negro y lógicamente que la situación en estos tiempos favorecido hombre como tutor de la familia, "jefe de familia" representante absoluta. Las familias consistieron padres indican que dictan que sus hijas se casen. matrimonio, a menudo con se dio cuenta de que la pareja sabiendo que el tiempo. Entonces la mujer dejó la sumisión al Padre para ser entregados a la sumisión a su marido. Por supuesto no hace falta decir que fue sometida a todo tipo de trato inhumano y su libertad había ninguno. La mujer de las veces no expresó opinión, no tenía derecho a reclamos y su poder de decisión no existe. Cuando hizo algo que estaba en contra de que el marido fue víctima de asalto y recibió castigos absurdos.
   La mujer del siglo XXI acumuló una serie de conquistas que lograron en los últimos años como el derecho a la opinión, de ir y venir, el acceso a los estudios, el trabajo y una mayor autoridad en la gestión de la familia. De hecho, estos logros allí, pero aún queda en el aire la autoridad papel de algunos hombres. Los prejuicios contra las mujeres en su área profesional y la lucha por la igualdad de derechos es todavía tema del orden del día y la sumisión está presente en muchos hogares hoy en día. El autoritarismo se disfraza "en el nombre del amor" y las víctimas suelen ser mujeres vetado su acceso a los recursos financieros de la familia, obligándola a pedir permiso para obtener algo de dinero o incluso hacer pequeñas compras. Me gustaría que el lector se dé cuenta de que hay una diferencia entre la presentación por el consenso y la presentación de la obligación. Uno que se somete a la voluntad de otro por bonos se convertirá en un esclavo sin su voluntad, pero los que ordenaron por los sujetos.
    Con el acceso a la información a la mujer moderna trató de ampliar sus logros, la obtención de derechos y ganando importancia y la figura no sólo en el ámbito familiar, sino también en el entorno social. Hoy tenemos ministros, presidentes, gerentes, empresarios, mujeres cortas entró en el mercado de trabajo, de hecho, demostrando ser igual o más capaces que algunos hombres. Llegar aquí no fue fácil, pero va a ser difícil de superar el autoritarismo disfrazado en el hogar, la esclavitud frío, la agresión sufrida en la oscuridad de la noche. Siempre bajo amenazas, a menudo disfrazados de un par de conversaciones, las mujeres sufren la carga de autoritarismo tragar, inflando y la celebración de una día llorando explotar. Se ha demostrado en la práctica diaria de varias parejas que se puede dividir la gestión de las finanzas del hogar, las tareas, el ocio y los niños sin tener que asignar funciones sólo para las mujeres, pero mirando descargarlas de múltiples tareas. Otra faceta importante es mirar el matrimonio como una sociedad productiva en la que todos los gastos e ingresos, de las pérdidas y ganancias se dividirán en partes iguales por los socios. Si una mujer produce, es sólo tener ingresos compatibles con su salida si no funciona, usted debe tener la libertad de acceso a la financiación para tomar ventaja de lo que se producía.
   Sin importar la clase social, el nivel educativo o la situación financiera de la pareja, la sumisión y el autoritarismo están presentes en muchos hogares. Todo esto es parte de una herencia genética y maldita dejado por nuestros antepasados ​​y que se radicó en nuestro siglo, por desgracia. Aunque el hombre de hoy es más abierto, más aceitativo como la presencia de las mujeres en el mercado laboral y la manifestación de sus derechos familiares, no han llegado a la extinción total de la esclavitud doméstica y el uso del negocio. Que los hombres que abran sus ojos y corazones y empezar a ver y amar mejor a sus mujeres en este siglo.

    Escritor Texto brasileño de Tony Casanova - Copyright reservado al autor. La copia, collage, reproducción o divulgación de cualquier tipo en cualquier medio, total o parcialmente, sin el permiso expreso del autor bajo pena de infracción ace leyes brasileñas y Protección Internacional de los Derechos de Propiedad Intelectual. El uso de este trabajo sin respetar el debido crédito al autor incurrir en plagio Delito.

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