Texto | Como deixamos de amar? | Tony Casanova

Hoje farei uma abordagem sobre o amor de uma forma um tanto diferente daquelas feitas anteriormente, não que o assunto seja novo ou que eu venha trazer uma nova perspectiva, não é isso, mas irei colocar uma lógica simples e fácil de entendermos. Usei a palavra lógica e você talvez queira me perguntar: Ué, lógica porque se o amor é sentimento? É uma boa pergunta e a resposta é que não, o amor se resume ao que se pratica e não ao que se sente, portanto ele é racional e lógico sim. Através do amor nós praticamos e da paixão sentimos, não há meio termo no tocante a amar, ou ama-se ou não. Ai entra a questão da nossa matéria: “Quando deixamos de amar?”
O ideal para nossas vidas seria que amássemos o tempo inteiro, mas adquirir esta condição é quase que humanamente impossível. Ainda que consigamos conter as nuances de ódio, raiva, rancor, mágoas e coisas assim, derraparíamos em alguma outra situação que fatalmente nos faria momentaneamente deixar de amar. Mas como assim momentaneamente? Sim porque na vida não amamos em todo período, há tempos em que somos tomados de sentimentos opostos, mesmo em relação ás pessoas que amamos por muito tempo, as vezes até pela vida inteira. Quando tempo isto vai durar? Depende de cada um, isto varia de pessoa para pessoa. Na realidade, mesmo quando atingidos de forma profunda, ainda guardamos dentro nós fagulhas de amor por aquele que nos atingiu e esta pequenina centelha fica prestes a se reacender a qualquer momento, só depende de nós.
Li certa vez uma ilustração cujo autor e a origem não foi identificada, mas me parece ser uma lenda criada pela sabedoria Oriental que diz que dentro de nós existe dois lobos; um lobo bom e outro mau travando uma constante batalha pela sobrevivência. Obviamente que fica-nos a pergunta: Qual deles irá vencer? A resposta lógica: Aquele que alimentarmos. Esta é a resposta chave para a pergunta em nosso texto: “Quando deixamos de amar?” Quando alimentamos o lobo mau que há dentro de nós. A escolha é de cada um, alimentar a um ou ao outro e sempre que o lobo mau for alimentado, deixaremos de amar. Se você me perguntar se é possível amar todo tempo, eu te responderei que não, isto anularia o efeito do perdão a que temos Direito e nos deixaria sem a oportunidade do arrependimento das ações.
Diante do que escrevi, eu espero que você não conclua que é normal não amar o tempo inteiro. Não é normal, mas é comum. Como disse antes, o ideal é que amemos em tempo e fora de tempo, mas esta não é uma tarefa fácil devido a multidão de paixões humanas que trazemos dentro de nós. Mas se não é possível amarmos todo tempo, podemos tentar amar na maior parte dele. Isto logicamente requer um esforço grande, uma extrema força de vontade e uma entrega bem superior a que estamos habituados. É difícil pensar no outro quando na maioria do tempo estamos preocupados conosco. Nos achando superiores, nos enchendo de soberba e imaginando que somos especiais além dos outros.
O amor é um constante exercício de boas ações motivadas pela fé de que somos capazes de amar cada vez mais e sem esta fé, perdemos a motivação para amar. Jamais poderemos associar o amor ás questões físicas, confundi-lo com o desejo corpóreo ou mesmo com a paixão. São esferas diferentes, onde o amor é o refino da alma humana, algo tão poderoso que o torna semelhante a Deus. Através do amor nós podemos fazer coisas inimagináveis, praticamente impossíveis e somente ele pode nos motivar para a vida. O lobo bom, ou seja, o amor está dentro de cada um de nós, prontinho para libertar-se e só depende da nossa vontade. Se soubermos alimentá-lo, certamente ele sobreviverá e nos ajudará a conquistar nossos sonhos.


Texto do Escritor brasileiro Tony Casanova. Direitos Autorais reservados. Proibida a cópia, colagem, reprodução total ou parcial de qualquer espécie ou divulgação em qualquer meio sem autorização prévia e expressa do autor. A violação destes Direitos constitui-se em crime previsto nas Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos Autorais e Propriedade Intelectual e está passiva de punição legal cabível de acordo com a Legislação em vigor.     

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Text | As we fail to love? | Tony Casanova

Today I will make an approach to love in a way somewhat different from those made previously, not that it is new or I will bring a fresh perspective, is not it, but I will put a simple and easy to understand logic. I used the word logic and you might want to ask me: Why, logic because love is feeling? It's a good question and the answer is no, love comes down to what is practiced and not what you feel, so it is rational and logical yes. Through love we practice and passion we feel there is no middle ground in relation to love, or love or not. Ai comes the question of our subject: "When we fail to love?"
  The ideal would be for us to love our lives all the time, but getting this condition is almost humanly impossible. Yet we can contain the nuances of hatred, anger, bitterness, hurt and stuff like that, derraparíamos in any other situation that inevitably make us momentarily stop loving. But like so momentarily? Yes because in life we ​​do not love in every period, there are times when we are filled with mixed feelings, even compared to people who love long, sometimes even for life. How long will this last? It depends on each one, this varies from person to person. In fact, even when hit in profound ways, we still keep in sparks of love for the one who hit us and this little spark is about to reignite at any time, only depends on us.
   Lily once an illustration whose author and the source was not identified, but seem to be a legend created by Oriental wisdom says that within us there are two wolves; a good wolf and other bad waging a constant battle for survival. Obviously that gets us the question: Which one will win? The logical answer: who nourish. This is the key answer to the question in our text, "When we stop loving" When we feed the bad wolf within us. The choice is of each feed one or the other and when the big bad wolf is fed, cease to love. If you ask me if it's possible to love all the time, I will answer thee not, it would nullify the effect of the forgiveness we have law and leave us without the opportunity of repentance of the shares.
   At what I wrote, I hope you do not complete it's normal not to love the time. It is not normal, but it is common. As said before, the ideal is to love in season and out of time, but this is not an easy task due to the multitude of human passions that we carry within us. But if you can not love each other all the time, we try to love the most of it. This of course requires a lot of effort, an extreme willpower and a much higher delivery we are used to. It's hard to think of another time when most of us are concerned. In finding senior, filling in superbly and assume that we are special apart from the others.
   Love is a constant exercise of good deeds motivated by faith that we are able to love more and without this faith, we lose the motivation to love. We can never associate love ace physical issues, mistaking it for the bodily desire or even passion. Are different spheres, where love is the refinement of the human soul, something so powerful that it makes it like God. Through love we can do unimaginable things, almost impossible and only it can motivate us to life. Good wolf, that is, love is within each of us, all ready to free itself and only depends on our will. If we know how to feed him, surely it will survive and will help us achieve our dreams.

      Text Brazilian writer Tony Casanova. Copyright reserved. The copying, collage, total or partial reproduction of any kind or dissemination in any medium without prior written permission of the author. Violation of these rights constitutes a crime under Brazilian law and the protection of the International Copyright and Intellectual Property and is passive legal punishment applicable according to the legislation in force.

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Texto | Como no somos capaces de amar? | De Tony Casanova

Hoy voy a hacer una aproximación a amar de una manera un tanto diferente a las realizadas anteriormente, no es que sea nuevo o voy a traer una perspectiva fresca, no lo es, pero voy a poner una lógica simple y fácil de entender. Utilicé la palabra lógica y usted puede ser que quiera preguntarme: ¿Por qué, la lógica, porque el amor se siente? Es una buena pregunta y la respuesta es no, el amor se reduce a lo que se practica y no lo que se siente, por lo que es sí racionales y lógicos. A través del amor que practicamos y la pasión que sentimos no hay término medio en relación con el amor, o el amor o no. Ai viene la pregunta de nuestro tema: "Cuando dejamos de amar?"
  Lo ideal sería que nosotros amamos nuestras vidas todo el tiempo, pero conseguir esta condición es casi humanamente imposible. Sin embargo, podemos contener los matices de odio, la ira, la amargura, el dolor y cosas por el estilo, derraparíamos en cualquier otra situación que inevitablemente nos hacen momentáneamente deja de querer. Pero al igual que por un momento? Sí, porque en la vida no nos amamos en cada período, hay momentos en que estamos llenos de sentimientos encontrados, incluso en comparación con las personas que aman mucho, a veces incluso de por vida. ¿Cuánto tiempo va a durar esto? Depende de cada uno, esto varía de persona a persona. De hecho, incluso cuando golpeó de manera profunda, todavía nos mantenemos en chispas de amor por el que nos golpeó y esta pequeña chispa está a punto de encender de nuevo en cualquier momento, sólo depende de nosotros.
   Lily vez una ilustración cuyo autor y la fuente no fue identificada, pero parece ser una leyenda creada por la sabiduría oriental dice que dentro de nosotros hay dos lobos; un buen lobo y otra mala librar una batalla constante por la supervivencia. Obviamente que nos lleva a la pregunta: ¿Cuál va a ganar? La respuesta lógica: que nutrir. Esta es la respuesta clave a la pregunta en nuestro texto: "Cuando dejamos de amar" Cuando alimentamos el lobo malo en nosotros. La elección es de cada salto de uno o el otro y cuando se alimenta el lobo feroz, dejará de amor. Si usted me pregunta si es posible amar todo el tiempo, te no responder, se anularía el efecto del perdón que tenemos derecho y nos dejamos sin la oportunidad de arrepentimiento de las acciones.
   En lo que escribí, espero que no completa es normal no amar el tiempo. No es normal, pero es común. Como se dijo antes, el ideal es amar a tiempo y fuera de tiempo, pero esto no es una tarea fácil debido a la multitud de las pasiones humanas que llevamos dentro de nosotros. Pero si no se puede amar a los demás todo el tiempo, tratamos de amar a la mayor parte de ella. Por supuesto, esto requiere mucho esfuerzo, una voluntad extrema y una entrega mucho más alto que estamos acostumbrados. Es difícil pensar en otro momento cuando la mayoría de nosotros estamos preocupados. En la búsqueda de mayor, rellenando magníficamente y asumimos que somos especiales, aparte de los demás.
   El amor es un ejercicio constante de buenas acciones motivadas por la fe que somos capaces de amar más y sin esta fe, perdemos la motivación para el amor. Nunca podremos asociar problemas físicos amor ace, confundiéndolo con el deseo corporal o incluso la pasión. ¿Son diferentes esferas, donde el amor es el refinamiento del alma humana, algo tan poderoso que hace que sea como Dios. A través del amor que podemos hacer cosas inimaginables, casi imposible y sólo nos podemos motivar a la vida. Bueno lobo, es decir, el amor está dentro de cada uno de nosotros, todo listo para liberarse y sólo depende de nuestra voluntad. Si sabemos cómo darle de comer, seguramente sobrevivirá y nos ayudará a alcanzar nuestros sueños.

      Texto escritor brasileño, Tony Casanova. Derechos de autor reservados. La copia, el collage, la reproducción total o parcial de cualquier tipo o difusión en cualquier medio sin permiso previo y por escrito del autor. La violación de estos derechos constituye un delito según la legislación brasileña y la protección de la Internacional de Autor y Propiedad Intelectual y es castigo legal pasiva aplicables según la legislación vigente.

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