Crônica | Voltando a ser criança | Tony Casanova

Pura Cultura
   De tanto me perguntar o que nos falta no mundo de hoje para sermos realmente felizes, cheguei a uma conclusão: Nos falta inocência, pureza, nos falta fé. Enquanto adultos estamos ás voltas com nossos problemas, tão envolvidos que nem percebemos a vida passar. Pensamos em tudo do bom e do melhor para nós e esquecemos que o melhor é ser feliz. Parei observando crianças brincando, lembrei-me da minha infância, de como tudo era simples, mas tão divertido. Havia pureza e inocência no olhar, no falar, havia a fé de que tudo poderia me fazer feliz e assim como todas as crianças eu me preocupava sim, mas em ser feliz. Fazia isso da melhor maneira, da única maneira que existe; sendo feliz com tudo. 
   Entre crianças não há o negro, o branco ou o amarelo, mas há colegas para brincar. Não há o belo, o feio, mas há colegas para brincar. Entre crianças o inexistente é a única coisa que não existe e tudo pode ser criado a partir do que há. Crianças gostam de brincar com a utopia e encontram no mundo dos sonhos um lugar firme para por os pés. Elas são livres de obrigações enquanto brincam, enquanto se divertem e cada brinquedo é um mundo novo. Não interessa o quanto custou aquilo, mas o importante para uma criança é que ela irá fazer muitas coisas divertidas do seu novo presentinho.
  Eu sempre achei maravilhosa a capacidade de transformar um cabo de vassouras em um belo cavalo alazão. Pneus velhos em um carro novo. Latas de óleo em caçambas. Aquela árvore do quintal virava uma casa na árvore e o quintal virava floresta. Assim é o mundo infantil. Mundo de correr, de gritar, de pintar, se sujar de tinta. Um mundo mágico sem preocupações onde a única meta é o divertimento. Lembro-me que nos meus tempos de criança eu já elaborava a "agenda" do dia e após a chegada da escola, corria para chamar os amigos para empinar pipas, ou papagaios como são chamados em algumas regiões.
   Hoje dou risadas da época em que quase me tornei um próspero empresário construindo pipas coloridas para a criançada. Acordava cedinho e corria para o coqueiral e lá escolhia nas palhas da árvore, os melhores palitos para a construção do esqueleto das pipas. Depois ia até o armazém comprar o papel manteiga e papel celofane colorido, tubo de cola e carretel de linha. Eu caprichava nos desenhos e fazia sob encomenda. Até ganhava um bom dinheirinho, que obviamente era entregue á mamãe para a compra dos pães do nosso jantar. Minhas brincadeiras preferidas eram o peão e as gudes, adorava aquilo. Era mamãe quem comprava o peão para mim.
   O que mais me encantava era ver o colorido dos armazéns da época. Eles vendiam bolas de gude, peões, papel manteiga e celofane, cola, além de outras coisas. Havia um comércio voltado á alegria e aos sonhos da criançada. O que poderia ser mais alegre que a Combi promocional onde aquele homem gordo, debruçado á porta do veículo, jogava vários pacotes de figurinhas coloridas para colarmos nos álbuns que eram comprados no armazém? Era aquele carro chegar e o homem anunciar no alto falante e as crianças saírem correndo de casa para ir atrás da Combi.  
   Enquanto os meninos corriam atrás das figurinhas, as meninas divertiam-se com suas bonecas de pano com cabelinho de cordão amarelo. Elas ganhavam pequenos fogões e panelinhas de plástico e bonecas com vestidinhos coloridos. Tudo isso compunha o mundo infantil, mágico, cheio de utopia e alegria. Um mundo que hoje nos faz falta para sermos felizes. As crianças olhavam o mundo de forma coletiva, com suas cores e variedades de tribos onde podiam se misturar e brincar, todos com o mesmo objetivo: simplesmente ser feliz. 

   Texto do escritor brasileiro Tony Casanova. Todos os Direitos Reservados. É permitido o compartilhamento para sites ou redes sociais desde que o texto, o crédito e imagens utilizadas nele não sejam alterados, devendo assim ser todos mantidos na íntegra.    Não é permitida a alteração de nenhuma parte contida aqui, a saber, texto, imagem ou crédito através de cópia seguida de colagem, divulgação fracionada desautorizada, reprodução do todo ou parte dele sem que haja garantias de preservação dos Direitos do autor.   Os Direitos Autorais são assegurados por Legislação Nacional e Internacional de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual e qualquer desrespeito será considerado crime previsto e passivo das medidas legais cabíveis.
   Tony Casanova é autor dos livros
Panorama das Artes (Clube de Autores e Livraria Amazon) – E-book e Impresso
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   Chronicle | Going back to childhood. | Tony Casanova

 From time to ask me what we lack in today's world to be truly happy, I came to a conclusion: We lack innocence, purity, we lack faith. As adults we are dealing with our problems, so involved that not perceive life through. We think of all the good and the best for us and we forget that it is best to be happy. I stopped watching children playing, I remembered from my childhood, how everything was simple, but so much fun. There was purity and innocence in his eyes, in speaking, had faith that everything would make me happy and like all children I cared yes, but to be happy. I did this in the best way, the only way that exists; I am happy with everything.
   Among children there is no black, white or yellow, but there are colleagues to play. There are the beautiful, the ugly, but there are colleagues to play. Among children the non-existent is the only thing that does not exist and everything can be created from there. Kids love to play with utopia and are in dreamland a firm place to put your feet. They are obligations of free while playing, as you play and each toy is a new world. No matter how much it cost it, but the important thing for a child is that it will do lots of fun things your new little gift.
  I always found wonderful ability to turn a broom handle in a beautiful sorrel horse. Old tires on a new car. oil cans in buckets. That backyard tree turned a tree house and the yard turned forest. So is the children's world. World of running, screaming, to paint, soiling of paint. A magical world with no worries where the only goal is fun. I remember that in my childhood I have elaborated the "agenda" of the day and after the arrival of school, ran to call friends to fly kites or kites as they are called in some regions.
   Today I laugh the time when almost became a prosperous businessman building colorful kites for the children. He would wake up early and ran to the coconut trees and there chose the tree of straw, the best toothpicks to build the skeleton of kites. After going to the store to buy the parchment paper and colored cellophane, glue tube and thread spool. I caprichava in the drawings and made to order. To earning a good buck, who was obviously delivered will mom to buy the bread from our dinner. My favorite games were the pawn and gudes, loved it. It was mom who bought the pawn to me.
   What I was most delighted to see the color of the warehouses of the time. They sold marbles, pedestrians, parchment paper and cellophane, glue, and other things. There was a trade will come back joy and pile of dreams. What could be more cheerful than the promotional Combi where the fat man leaning will vehicle door, threw several colored figurines packages to paste them in albums that were bought in the store? It was that car arrived and the man announcing the loudspeaker and the children leave home to go running behind the Combi.
   While the boys ran behind the figures, the girls were having fun with their rag dolls with yellow cord little hair. They earned small stoves and plastic cliques and dolls with colorful dresses. All this composed the children's world, magical, full of utopia and joy. A world that today we lack to be happy. Children watched the world collectively, with their colors and varieties of tribes where they could mingle and play, all with the same goal: to simply be happy.

   Text Brazilian writer Tony Casanova. All rights reserved. It allowed for the sharing sites or social networks since the text, credit and images used in it are not changed, so should all be kept in its entirety. It is not allowed to change any part contained herein, namely, text, image or credit through then collage copy unauthorized fractional disclosure, reproduction in whole or part without preservation of guarantees of the author's rights. Copyrights are provided by National Legislation and International Protection of Intellectual Property Rights and any breach will be considered provided crime and liabilities of the legal action.
   Tony Casanova is author of the books
Panorama of Arts (Club Authors Bookstore and Amazon) - E-book and printed
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   Crónica | Volviendo a la infancia. | tony Casanova

 De vez en preguntarme lo que nos falta en el mundo de hoy para ser verdaderamente feliz, llegué a una conclusión: Nos falta la inocencia, la pureza, nos falta fe. Como adultos estamos tratando con nuestros problemas, por lo complicado que no percibe la vida a través. Pensamos en todo lo bueno y lo mejor para nosotros y nos olvidamos de que lo mejor es ser feliz. Dejé de ver a los niños jugando, que recordaba de mi infancia, cómo todo era sencillo, pero muy divertido. No era la pureza y la inocencia en sus ojos, al hablar, tenía fe en que todo me haría feliz y como todos los niños que me importaba sí, pero para ser feliz. Hice esto de la mejor manera, la única manera que existe; Estoy contento con todo.
   Entre los niños que no hay negro, blanco o amarillo, pero hay colegas para jugar. Hay lo bello, lo feo, pero hay compañeros para jugar. Entre los niños lo que no existe es la única cosa que no existe y todo lo que se puede crear a partir de ahí. Los niños les encanta jugar con la utopía y la tierra de los sueños están en un lugar firme para poner los pies. Son obligaciones del libre durante el juego, a medida que juega y cada juguete es un nuevo mundo. No importa cuánto cuesta, pero lo importante para un niño es que va a hacer un montón de cosas divertidas que su nuevo pequeño regalo.
  Siempre me pareció maravillosa capacidad de convertir un palo de escoba en un hermoso caballo alazán. neumáticos viejos en un coche nuevo. latas de aceite en cubos. Ese árbol del patio trasero se volvió una casa del árbol y el patio se volvió bosque. Así es el mundo de los niños. Mundial de correr, gritar, para pintar, manchar de pintura. Un mundo mágico sin preocupaciones, donde el único objetivo es divertido. Recuerdo que en mi niñez he elaborado la "agenda" del día y después de la llegada de la escuela, corrió a llamar a sus amigos a volar cometas o papalotes como se les llama en algunas regiones.
   Hoy me río el momento en que casi se convirtió en un próspero hombre de negocios la construcción de cometas de colores para los niños. Se levantaba temprano y corrió a los árboles de coco y no eligió el árbol de la paja, los mejores palillos para construir el esqueleto de cometas. Después de ir a la tienda a comprar el papel de pergamino y celofán de colores, tubo de pegamento y carrete de hilo. Me caprichava en los dibujos ya la orden. Para ganar un buen dinero, que fue entregado, obviamente, mamá va a comprar el pan de nuestra cena. Mis juegos favoritos eran el peón y gudes, encantó. Fue madre que compró el peón para mí.
   Lo que más me complace ver el color de los almacenes de la época. Vendieron mármoles, los peatones, papel de pergamino y papel de celofán, pegamento, y otras cosas. Hubo un comercio va a volver la alegría y la pila de sueños. ¿Qué podría ser más alegre que el Combi promocional donde el gordo se inclina puerta del vehículo voluntad, lanzó varios paquetes de figuritas de colores para pegarlos en álbumes que fueron comprados en la tienda? Fue ese coche llegó y el hombre que anuncia el altavoz y los niños salir de casa para ir a correr detrás de la Combi.
   Mientras que los chicos corrieron detrás de las cifras, las niñas se divierten con sus muñecas de trapo con cable de color amarillo poco pelo. Se ganaron pequeñas estufas y camarillas de plástico y muñecas con vestidos de colores. Todo esto compone mundo de los niños, mágico, lleno de utopía y la alegría. Un mundo que hoy nos falta para ser feliz. Los niños miraban el mundo en conjunto, con sus colores y variedades de tribus donde podían mezclarse y juegan, todos con el mismo objetivo: ser simplemente feliz.

   Texto escritor brasileño, Tony Casanova. Todos los derechos reservados. Se permitió a los sitios para compartir o redes sociales desde el texto, el crédito y las imágenes que se utilizan en ella no se cambian, por lo que todos deben tener en su totalidad. No está permitido cambiar cualquier parte contenida en el mismo, a saber, texto, imagen o crédito a través de la divulgación fraccionada a continuación, la copia no autorizada del collage, la reproducción total o parcial sin la preservación de las garantías de los derechos del autor. Los derechos de autor son proporcionados por la legislación nacional y la Protección Internacional de los Derechos de Propiedad Intelectual así como la lesión se tendrán en cuenta siempre la delincuencia y pasivos de la acción legal.
   Tony Casanova es autor de los libros
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