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Crianças | Os Perigos da Internet.

  Por uma questão não só de instinto, mas também de relação afetiva, nós cercamos nossos filhos de cuidados muitas vezes até depois que se tornam adultos e apesar de não conseguirmos evitar que eles cometam erros, nós tentamos de todas as formas evitar que eles sofram por consequência deste erros. Logicamente que depois de adultos, as nossas "crianças" já são capazes de cuidar-se, já conhecem o que é certo e errado e já tomam decisões sozinhos. De certa maneira os adultos, ainda que também cometam seus erros, conseguem discernir intenções maldosas, aproximações mau intencionadas e aliciações com intenções erradas, mas e as crianças? 

  O quadro que temos hoje referente ás nossas crianças é que seus corpos evoluíram, mas suas mentes continuam no limbo da ingenuidade que as conduz á inconsequência. Muitos pais estão incorrendo no erro de dar permissões aos seus filhos levando em consideração o tamanho dos seus corpos ou muitas vezes a clareza e articulação das suas falas, esquecendo-se do fato de que apesar de terem crescido, saberem falar como gente grande, ainda são crianças. Amadurecimento não é uma questão de falar bem o idioma, articular bem as frases, muito menos ter o corpo de um adulto. A permissividade dos pais que consideram estes fatores como prova de amadurecimento tem resultado em consequências trágicas para muitas crianças.

  É muito importante lembrar que a responsabilidade dos filhos cabe aos pais e não ao Estado, nem ás mídias com seus ensinamentos equivocados amparados por maus profissionais tendenciosos ou a quem quer que seja. A responsabilidade sobre os filhos é única e exclusiva dos pais. Aos pais cabe manter a integridade física, moral e psicológica dos filhos. É uma tarefa biologicamente natural, é dever dos pais e sempre que algo acontece aos seus filhos, não foi uma falha do Estado, dos Psicólogos ou quem quer que seja que tenha metido o bedelho na vida dos seus filhos, mas é falha dos pais que não estiveram atentos aos acontecimentos que cercam seus filhos. Quando seu filho é vítima de um crime, de um acidente ou fatalidade, não é o Estado que sofre, ninguém mais sofre a não ser aqueles que possuem vínculos afetivos com ele.

  A internet tem se revelado uma das maiores portas de entrada para a aliciação, corrupção e exploração de crianças que já houve em todos os tempos. Os crimes são inúmeros e os números alarmantes. Crianças e adolescentes estão se tornando vítimas de estupro, sendo aliciadas á prostituição infantil, exploração sexual, assédio de pedófilos, crimes passionais e toda sorte de ações que ferem o Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA. A pergunta que se faz é: - Onde estavam os pais enquanto estas crianças eram seduzidas em redes sociais, enquanto expunham seus corpos em trajes insinuantes ensaiando danças com conotação sexual? Porque estas crianças tiveram a liberdade de produzir e postar vídeos usando peças íntimas e dançar para atrair a atenção de homens cujos interesses são o sexo infantil? Onde estão os pais que não procuram saber o que seus filhos e filhas fazem enquanto utilizam as redes sociais?

  Logicamente que vai haver quem defenda a liberdade da criança. Que ela não pode ter liberdade vigiada. Que tem direito a ter sua própria privacidade. Aqueles que assim o dizem que façam isto com seus próprios filhos e filhas e vejam o resultado. É bom que se frise que estas pessoas que dão estes conselhos ou recomendações, foram criadas por seus pais em regime bem diferente do que pregam. Não estamos vivendo em um mundo poeticamente correto onde caiba a ação do Estado na forma como devemos educar e disciplinar nossos filhos, mesmo porque eles são nossa responsabilidade e cabe aos pais determinarem qual o grau de liberdade, até onde vão os limites que seus filhos devem ter afim de garantir a segurança deles.

  Pais irresponsáveis estão dando plena liberdade aos seus filhos na internet e estes estão sendo constantemente assediados por pedófilos, tarados, estupradores, aliciadores e exploradores de menores com a conivência deles. Pais que não observam que tipo de amigos fazem seus filhos e filhas, quais as postagens que curtem e compartilham, quais os vídeos e fotos que postam e o pior, não sabem sequer que os filhos são assediados diariamente nos comentários dos vídeos que postam. Vale lembrar que a responsabilidade é dos pais, sempre será e qualquer coisa que porventura possa ocorrer a um filho seu, pode ser evitada se você tomar uma atitude. Acorde e tome as rédeas dos seus filhos ou os criminosos farão isso por você.


Texto do Escritor e Autor Tony Casanova. Todos os Direitos Reservados e garantidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual. Proibida a cópia, colagem, reprodução ou divulgação de qualquer natureza, do todo ou parte dele, independente dos meios ou fins. A violação destes Direitos constitui-se crime e está passiva das punições legais cabíveis. 

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  Children | The Dangers of the Internet.

  For a matter not only of instinct but also of affective relationship, we surround our children with care many times until after they become adults and although we can not prevent them from making mistakes, we try in every way to prevent them from suffering for Consequences of these errors. Of course, after adults, our "children" are already able to take care of themselves, they already know what is right and wrong and they already make decisions on their own. In a sense, adults, even though they make their mistakes, can discern malicious intentions, ill-intentioned approaches, and enticements with wrong intentions, but what about children?

  The picture we have today regarding our children is that their bodies have evolved, but their minds remain in the limbo of naivety that leads them to inconsequence. Many parents are making the mistake of giving permission to their children, taking into account the size of their bodies or often the clarity and articulation of their speech, forgetting that despite having grown up, they are children. Maturing is not a matter of speaking the language well, articulating the sentences well, much less having the body of an adult. The permissiveness of parents who regard these factors as proof of maturity has resulted in tragic consequences for many children.

  It is very important to remember that the responsibility of the children lies with the parents, not with the State, nor with the media with their misguided teachings supported by bad biased professionals or anyone else. The responsibility for the children is unique and exclusive to the parents. It is up to parents to maintain the physical, moral and psychological integrity of their children. It is a biologically natural task, it is the duty of the parents and whenever something happens to their children, it was not a fault of the State, of the Psychologists or anyone who has put the buckle in the life of their children, but it is the fault of the parents who They were not attentive to the events surrounding their children. When your child is the victim of a crime, an accident or fatality, it is not the suffering state, no one else suffers but those who have affective attachments to it.

  The internet has proved to be one of the biggest doors of entry for the enticement, corruption and exploitation of children that has ever existed. The crimes are countless and the numbers alarming. Children and adolescents are becoming victims of rape, being incited to child prostitution, sexual exploitation, harassment of pedophiles, crimes of passion and all sorts of actions that violate the Statute of the Child and Adolescent - ECA. The question is asked: - Where were the parents while these children were seduced into social networks while exposing their bodies in insinuating costumes rehearsing dances with sexual connotations? Why did these children have the freedom to produce and post videos using intimate pieces and dance to attract the attention of men whose interests are child sex? Where are the parents who do not seek to know what their sons and daughters do while using social networks?

  Of course there will be some who defend the freedom of the child. That she can not have guarded freedom. That you have the right to have your own privacy. Those who say so, do this to their own sons and daughters, and see the result. It is good to be frightened that these people who give these advice or recommendations, were created by their parents in regime very different from what they preach. We are not living in a poetically correct world where the state's action should fit in the way we should educate and discipline our children, even though they are our responsibility and it is up to the parents to determine how much freedom they have, To ensure their safety.

  Irresponsible parents are giving their children complete freedom on the internet and these are constantly being harassed by pedophiles, pimps, rapists, enticing and exploiting minors with their connivance. Parents who do not observe what kind of friends their sons and daughters are doing, which posts they enjoy and share, which videos and pictures they post, and the worst, do not even know that children are harassed daily in the comments of the videos they post. It is worth remembering that the responsibility is of the parents, always will be and anything that may happen to your child, can be avoided if you take action. Wake up and take charge of your children or criminals will do it for you.


Writer Text and Author Tony Casanova. All Rights Reserved and guaranteed by the National and International Laws for the Protection of Intellectual Property Rights. No part of it may be copied, collated, reproduced or disseminated, regardless of its means or purpose. The violation of these Rights constitutes a crime and is passive of the applicable legal punishments.

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  Niños | Os Perigos da Internet.

  Por una razón, no solo de instinto, pero también de referencia afetiva, nosotros los árboles de los niños de muchas veces a las preguntas que se han tornado los adultos y el silencio de no conseguirmos evitar que ellos vengan errores, Consequência deste erros. Logicamente que depois de los adultos, ya que "nuestras" ya son las capacidades de cuidar-se, ya conoce el que es el verdadero y el solo tomamos los resultados. De cierto modo de los adultos, pero que también vienen sus errores, las discusiones de intenciones maldosas, las aproximaciones intenciones mal intencionadas y las intenciones erradas, mas e as crianças?

  O cuadro que tienes hoy referente a nuestras familias que son corpos evolutivos, mas sus mentes continúan no limbo de ingenuidad que como conducen a inconsequencia. Muchos paises están incorridos en el error de dar permisos a sus hijos, teniendo en cuenta el tamaño de sus corpos o muchas veces una clausura y la articulación de sus faldas, esquematizar el hecho de que el pesar de la cresta, saber hablar de la gente grande, todavía São crianças Amadurecimiento no es una cuestión de hablar bien el idioma, articular bien como frases, mucho menos el cuerpo de un adulto. A permissividade de los paises que consideran estos factores como prueba de amadurecimiento.

  Es muy importante recordar que la responsabilidad de los hijos de los padres y no el Estado, ni siquiera con sus ensenados equivocados amparados por maus tendenciosos profesionales o un quem quer que. Una responsabilidad sobre los hijos es única y exclusiva de los países. Aos pais cabe manter una integridad física, moral y psicológica de los hijos. Es una tarea biológicamente natural, es deber de los paises y es una cosa que no se puede ver en sus hijos, no es una falda del Estado, de los psicólogos o de los que quieren que sea un niño o un niño en la vida de sus hijos, No está en los acontecimientos que rodean a sus hijos. Cuando su hijo es víctima de un delito, de un accidente o de una fatalidad, no de un Estado que sufre, nadie más que un ser que no es un vínculo afectivo.

  A internet se ha revelado una de las mayores puertas de entrada para una aliciación, la corrupción y la explotación de los niños que ya había en todos los tiempos. Los crímenes son inúmeros y los números alarmantes. Las niñas y los adolescentes son víctimas de estupro, siendo víctimas de la prostitución infantil, sexual sexual, asesinato de pedófilos, crímenes pasionales y toda la suerte de las acciones que ferman el Estatuto del Niño y el Adolescente - ECA. Una pregunta que se hace: - ¿Dónde están los niños que han sido seducidos en sus redes sociales, mientras que sus corazones en trajes insinuantes ensayando danzas con conotação sexual? ¿Por qué los niños tienen la libertad de producir y postar videos utilizando las materias primas y dánganse para atraer a la atención de los hombres cuyos intereses son el sexo infantil? ¿Dónde están los países que no procuram saber qué sus hijos y filas se utilizan como redes sociales?

  Logicamente que va a tener defensor de la libertad de la infancia. Que no puede tener libertad vigiada. Que derecho a tener su propia privacidad. Aqueles que se asemejan a los que se hacen con sus propios hijos y filas y vejam el resultado. Éste es el tema de que estas personas que se encuentran en estos consortes o recomendaciones, han sido criadas por sus paises en régimen bien diferente. No está viviendo en un mundo poéticamente correcto en una situación como el estado en la forma como es educar y disciplinar a los estudiantes, también porque ellos son los responsables de los estándares de los paises que califican el grado de la libertad, Ter afim de garantizar una seguridad.

  Pais irresponsables están dando la plena libertad a sus hijos en Internet y estos están en constante assediados por los pedófilos, tarados, estupradores, aliciadores y exploradores de menores con una conivencia. Los paises que no observan que tipo de amigos son sus hijos y filas, los cuales son postagens que curten y comparten, los cuales son los videos y las fotos que poseen y no se saben. Vale lembrar que una responsabilidad es de los paises, todo el ser y cualquier cosa que porventura puede hacer a un hijo de su, puede ser evitado que se tome tomar una atitud. Acorde e tome como rédeas de sus hijos o sus criminosos farão isso por tuyo.


Texto del Escritor y Autor Tony Casanova. Todos los derechos Reservados y garantizados en Leis Nacionales y Internacionales de Protección a los Derechos de Propiedad Intelectual. Proibida una copia, una recopilación, una reproducción o una divulgación de toda la naturaleza, hace o parte el dele, independiente dos medios o aletas. A principios de los derechos constituyen el crimen y está pasiva de las puniciones legais cabíveis.

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Crônica | Voltando a ser criança | Tony Casanova

Pura Cultura
   De tanto me perguntar o que nos falta no mundo de hoje para sermos realmente felizes, cheguei a uma conclusão: Nos falta inocência, pureza, nos falta fé. Enquanto adultos estamos ás voltas com nossos problemas, tão envolvidos que nem percebemos a vida passar. Pensamos em tudo do bom e do melhor para nós e esquecemos que o melhor é ser feliz. Parei observando crianças brincando, lembrei-me da minha infância, de como tudo era simples, mas tão divertido. Havia pureza e inocência no olhar, no falar, havia a fé de que tudo poderia me fazer feliz e assim como todas as crianças eu me preocupava sim, mas em ser feliz. Fazia isso da melhor maneira, da única maneira que existe; sendo feliz com tudo. 
   Entre crianças não há o negro, o branco ou o amarelo, mas há colegas para brincar. Não há o belo, o feio, mas há colegas para brincar. Entre crianças o inexistente é a única coisa que não existe e tudo pode ser criado a partir do que há. Crianças gostam de brincar com a utopia e encontram no mundo dos sonhos um lugar firme para por os pés. Elas são livres de obrigações enquanto brincam, enquanto se divertem e cada brinquedo é um mundo novo. Não interessa o quanto custou aquilo, mas o importante para uma criança é que ela irá fazer muitas coisas divertidas do seu novo presentinho.
  Eu sempre achei maravilhosa a capacidade de transformar um cabo de vassouras em um belo cavalo alazão. Pneus velhos em um carro novo. Latas de óleo em caçambas. Aquela árvore do quintal virava uma casa na árvore e o quintal virava floresta. Assim é o mundo infantil. Mundo de correr, de gritar, de pintar, se sujar de tinta. Um mundo mágico sem preocupações onde a única meta é o divertimento. Lembro-me que nos meus tempos de criança eu já elaborava a "agenda" do dia e após a chegada da escola, corria para chamar os amigos para empinar pipas, ou papagaios como são chamados em algumas regiões.
   Hoje dou risadas da época em que quase me tornei um próspero empresário construindo pipas coloridas para a criançada. Acordava cedinho e corria para o coqueiral e lá escolhia nas palhas da árvore, os melhores palitos para a construção do esqueleto das pipas. Depois ia até o armazém comprar o papel manteiga e papel celofane colorido, tubo de cola e carretel de linha. Eu caprichava nos desenhos e fazia sob encomenda. Até ganhava um bom dinheirinho, que obviamente era entregue á mamãe para a compra dos pães do nosso jantar. Minhas brincadeiras preferidas eram o peão e as gudes, adorava aquilo. Era mamãe quem comprava o peão para mim.
   O que mais me encantava era ver o colorido dos armazéns da época. Eles vendiam bolas de gude, peões, papel manteiga e celofane, cola, além de outras coisas. Havia um comércio voltado á alegria e aos sonhos da criançada. O que poderia ser mais alegre que a Combi promocional onde aquele homem gordo, debruçado á porta do veículo, jogava vários pacotes de figurinhas coloridas para colarmos nos álbuns que eram comprados no armazém? Era aquele carro chegar e o homem anunciar no alto falante e as crianças saírem correndo de casa para ir atrás da Combi.  
   Enquanto os meninos corriam atrás das figurinhas, as meninas divertiam-se com suas bonecas de pano com cabelinho de cordão amarelo. Elas ganhavam pequenos fogões e panelinhas de plástico e bonecas com vestidinhos coloridos. Tudo isso compunha o mundo infantil, mágico, cheio de utopia e alegria. Um mundo que hoje nos faz falta para sermos felizes. As crianças olhavam o mundo de forma coletiva, com suas cores e variedades de tribos onde podiam se misturar e brincar, todos com o mesmo objetivo: simplesmente ser feliz. 

   Texto do escritor brasileiro Tony Casanova. Todos os Direitos Reservados. É permitido o compartilhamento para sites ou redes sociais desde que o texto, o crédito e imagens utilizadas nele não sejam alterados, devendo assim ser todos mantidos na íntegra.    Não é permitida a alteração de nenhuma parte contida aqui, a saber, texto, imagem ou crédito através de cópia seguida de colagem, divulgação fracionada desautorizada, reprodução do todo ou parte dele sem que haja garantias de preservação dos Direitos do autor.   Os Direitos Autorais são assegurados por Legislação Nacional e Internacional de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual e qualquer desrespeito será considerado crime previsto e passivo das medidas legais cabíveis.
   Tony Casanova é autor dos livros
Panorama das Artes (Clube de Autores e Livraria Amazon) – E-book e Impresso
No litoral das Relações (Clube de Autores e Livraria Amazon) E-book e Impresso
O amor segundo a Bíblia (Clube de Autores e Livraria Amazon) -- E-book e Impresso
Relações Instáveis-Como vencer decepções (Livraria Amazon) – E-book
O amor fala Francês (Clube de Autores e Livraria Saraiva) - E-book e Impresso
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   Chronicle | Going back to childhood. | Tony Casanova

 From time to ask me what we lack in today's world to be truly happy, I came to a conclusion: We lack innocence, purity, we lack faith. As adults we are dealing with our problems, so involved that not perceive life through. We think of all the good and the best for us and we forget that it is best to be happy. I stopped watching children playing, I remembered from my childhood, how everything was simple, but so much fun. There was purity and innocence in his eyes, in speaking, had faith that everything would make me happy and like all children I cared yes, but to be happy. I did this in the best way, the only way that exists; I am happy with everything.
   Among children there is no black, white or yellow, but there are colleagues to play. There are the beautiful, the ugly, but there are colleagues to play. Among children the non-existent is the only thing that does not exist and everything can be created from there. Kids love to play with utopia and are in dreamland a firm place to put your feet. They are obligations of free while playing, as you play and each toy is a new world. No matter how much it cost it, but the important thing for a child is that it will do lots of fun things your new little gift.
  I always found wonderful ability to turn a broom handle in a beautiful sorrel horse. Old tires on a new car. oil cans in buckets. That backyard tree turned a tree house and the yard turned forest. So is the children's world. World of running, screaming, to paint, soiling of paint. A magical world with no worries where the only goal is fun. I remember that in my childhood I have elaborated the "agenda" of the day and after the arrival of school, ran to call friends to fly kites or kites as they are called in some regions.
   Today I laugh the time when almost became a prosperous businessman building colorful kites for the children. He would wake up early and ran to the coconut trees and there chose the tree of straw, the best toothpicks to build the skeleton of kites. After going to the store to buy the parchment paper and colored cellophane, glue tube and thread spool. I caprichava in the drawings and made to order. To earning a good buck, who was obviously delivered will mom to buy the bread from our dinner. My favorite games were the pawn and gudes, loved it. It was mom who bought the pawn to me.
   What I was most delighted to see the color of the warehouses of the time. They sold marbles, pedestrians, parchment paper and cellophane, glue, and other things. There was a trade will come back joy and pile of dreams. What could be more cheerful than the promotional Combi where the fat man leaning will vehicle door, threw several colored figurines packages to paste them in albums that were bought in the store? It was that car arrived and the man announcing the loudspeaker and the children leave home to go running behind the Combi.
   While the boys ran behind the figures, the girls were having fun with their rag dolls with yellow cord little hair. They earned small stoves and plastic cliques and dolls with colorful dresses. All this composed the children's world, magical, full of utopia and joy. A world that today we lack to be happy. Children watched the world collectively, with their colors and varieties of tribes where they could mingle and play, all with the same goal: to simply be happy.

   Text Brazilian writer Tony Casanova. All rights reserved. It allowed for the sharing sites or social networks since the text, credit and images used in it are not changed, so should all be kept in its entirety. It is not allowed to change any part contained herein, namely, text, image or credit through then collage copy unauthorized fractional disclosure, reproduction in whole or part without preservation of guarantees of the author's rights. Copyrights are provided by National Legislation and International Protection of Intellectual Property Rights and any breach will be considered provided crime and liabilities of the legal action.
   Tony Casanova is author of the books
Panorama of Arts (Club Authors Bookstore and Amazon) - E-book and printed
On the coast of Relations (Club Authors Bookstore and Amazon) E-book and printed
Love according to the Bible (Club Authors Bookstore and Amazon) - E-book and printed
Unstable-How to overcome disappointments Relations (Amazon Bookstore) - E-book
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   Crónica | Volviendo a la infancia. | tony Casanova

 De vez en preguntarme lo que nos falta en el mundo de hoy para ser verdaderamente feliz, llegué a una conclusión: Nos falta la inocencia, la pureza, nos falta fe. Como adultos estamos tratando con nuestros problemas, por lo complicado que no percibe la vida a través. Pensamos en todo lo bueno y lo mejor para nosotros y nos olvidamos de que lo mejor es ser feliz. Dejé de ver a los niños jugando, que recordaba de mi infancia, cómo todo era sencillo, pero muy divertido. No era la pureza y la inocencia en sus ojos, al hablar, tenía fe en que todo me haría feliz y como todos los niños que me importaba sí, pero para ser feliz. Hice esto de la mejor manera, la única manera que existe; Estoy contento con todo.
   Entre los niños que no hay negro, blanco o amarillo, pero hay colegas para jugar. Hay lo bello, lo feo, pero hay compañeros para jugar. Entre los niños lo que no existe es la única cosa que no existe y todo lo que se puede crear a partir de ahí. Los niños les encanta jugar con la utopía y la tierra de los sueños están en un lugar firme para poner los pies. Son obligaciones del libre durante el juego, a medida que juega y cada juguete es un nuevo mundo. No importa cuánto cuesta, pero lo importante para un niño es que va a hacer un montón de cosas divertidas que su nuevo pequeño regalo.
  Siempre me pareció maravillosa capacidad de convertir un palo de escoba en un hermoso caballo alazán. neumáticos viejos en un coche nuevo. latas de aceite en cubos. Ese árbol del patio trasero se volvió una casa del árbol y el patio se volvió bosque. Así es el mundo de los niños. Mundial de correr, gritar, para pintar, manchar de pintura. Un mundo mágico sin preocupaciones, donde el único objetivo es divertido. Recuerdo que en mi niñez he elaborado la "agenda" del día y después de la llegada de la escuela, corrió a llamar a sus amigos a volar cometas o papalotes como se les llama en algunas regiones.
   Hoy me río el momento en que casi se convirtió en un próspero hombre de negocios la construcción de cometas de colores para los niños. Se levantaba temprano y corrió a los árboles de coco y no eligió el árbol de la paja, los mejores palillos para construir el esqueleto de cometas. Después de ir a la tienda a comprar el papel de pergamino y celofán de colores, tubo de pegamento y carrete de hilo. Me caprichava en los dibujos ya la orden. Para ganar un buen dinero, que fue entregado, obviamente, mamá va a comprar el pan de nuestra cena. Mis juegos favoritos eran el peón y gudes, encantó. Fue madre que compró el peón para mí.
   Lo que más me complace ver el color de los almacenes de la época. Vendieron mármoles, los peatones, papel de pergamino y papel de celofán, pegamento, y otras cosas. Hubo un comercio va a volver la alegría y la pila de sueños. ¿Qué podría ser más alegre que el Combi promocional donde el gordo se inclina puerta del vehículo voluntad, lanzó varios paquetes de figuritas de colores para pegarlos en álbumes que fueron comprados en la tienda? Fue ese coche llegó y el hombre que anuncia el altavoz y los niños salir de casa para ir a correr detrás de la Combi.
   Mientras que los chicos corrieron detrás de las cifras, las niñas se divierten con sus muñecas de trapo con cable de color amarillo poco pelo. Se ganaron pequeñas estufas y camarillas de plástico y muñecas con vestidos de colores. Todo esto compone mundo de los niños, mágico, lleno de utopía y la alegría. Un mundo que hoy nos falta para ser feliz. Los niños miraban el mundo en conjunto, con sus colores y variedades de tribus donde podían mezclarse y juegan, todos con el mismo objetivo: ser simplemente feliz.

   Texto escritor brasileño, Tony Casanova. Todos los derechos reservados. Se permitió a los sitios para compartir o redes sociales desde el texto, el crédito y las imágenes que se utilizan en ella no se cambian, por lo que todos deben tener en su totalidad. No está permitido cambiar cualquier parte contenida en el mismo, a saber, texto, imagen o crédito a través de la divulgación fraccionada a continuación, la copia no autorizada del collage, la reproducción total o parcial sin la preservación de las garantías de los derechos del autor. Los derechos de autor son proporcionados por la legislación nacional y la Protección Internacional de los Derechos de Propiedad Intelectual así como la lesión se tendrán en cuenta siempre la delincuencia y pasivos de la acción legal.
   Tony Casanova es autor de los libros
Panorama de las Artes (Club de Autores librería y Amazon) - E-libros e impresos
En la costa de Relaciones Autores (Club de librería y Amazonas) y E-libro impreso
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Crônica | Eu era feliz sem internet. | Tony Casanova

Crônica
    Naquela manhã o dia para mim começara cedo. Na noite de sexta-feira eu demorei a dormir tamanha a euforia pela chegada de mais um final de semana. Enfim o sábado! Pensava com alegria. Eu tinha vários compromissos, muita coisa á resolver e estava ansioso por começar. 
   Finalmente o sol brotou entre os morros e com seus lindos raios dourados, mostrou ao mundo como se faz uma criança feliz, aliás uma não, várias. Comigo resolveram levantar-se cedo aqueles que faziam parte da minha cavalaria de amigos, todos malucos de vontade de começar a pauta do dia; o tão popular esporte conhecido no Brasil como futebol. Ninguém conhece não é mesmo? Pois é, quase que em uma rotina semanal, tomamos nosso banho,fizemos nossas ceias, escovamos os dentes e colocamos algumas guloseimas na mochila. Beijinho na mamãe e #PartiuFutebol, como dizem hoje. .
   Claro que todo sábado tínhamos que explicar para nossas mães o porque da saída, onde íamos, quando voltaríamos, coisas assim que deixam os pais sossegados quando sabem onde e com quem estamos. Algo que deixou de existir nos dias de hoje, principalmente depois da explosão digital e dos jovens em redes sociais. Naquela época nós não entendíamos porque nossas mães tinham que perguntar sempre as mesmas coisas se fazíamos as mesmas coisas todo sábado, mas mãe é mãe, sempre foi e sempre será, então contávamos tudo. Algumas até acompanhavam os filhos para assistir a partida. Quem já teve uma mãe coruja assistindo seu jogo de futebol, sabe como é; - Ai, foi falta! Derrubaram meu filho! Vai filhão, mamãe está aqui! Gol do meu filhote!
   Enfim terminada a tão esperada partida de futebol, retornávamos para nossas casas e partíamos para a espera do almoço, porque á tarde havia mais compromissos. Nova rotina, almoço, banho, descanso e arrumação de mochila com estilingue, bornal, pedaços de couro, barbante, tesoura, faquinha de serra. Estes eram os artefatos para a caçada de passarinhos, que na maioria das vezes era abandonada e decidíamos ir brincar no areal. Gostávamos de escorregar naqueles imensos morros de areia branquinha. Era uma festa só.  
   Na volta é claro que tínhamos que dar um monte de explicações, afinal estávamos todos sujos de areia e nossas mães, não sabíamos porque, não gostavam muito das nossas roupas com os bolsos pesados e cheios de areia alva. Era então tomar banho, ver televisão em preto e branco, a sensação da época, os maravilhosos televisores PB com seletor de canais múltiplo, uma beleza!  Chegava a noite finalmente. Hora das mães assistirem seus programas e nós..., bem nós ainda tínhamos um compromisso na pauta do dia; brincar na rua. Ai fazíamos aquela roda amigos, todos misturados, meninos e meninas para decidir qual seria a brincadeira ou as brincadeiras da noite. Pinbarra, Salve a latinha, Soldado pega o Ladrão, Esconde-Esconde, Gude, enfim eram várias opções. Todas as brincadeiras exigiam esforço e habilidades físicas, ou seja, nada de sedentarismo. Ninguém ficava no vazio da inércia.
   Ser criança na época era ser voluntário a correr, pular, saltar, sujar-se de areia, gritar sem supervisores monitorando. Era ser livre porque se tinha a liberdade de fazer o saudável por escolha própria, sempre com a observação dos pais, claro, mas com a garantia de que seríamos nós que decidíamos com que brincar, com quem brincar. Era uma época em que criança dava exemplo de como ser criança e fazia escolhas como criança, aprendendo a tomar decisões importantes para crianças. Tudo isto nos idos da minha infância onde eu era feliz sem internet.

    Texto do escritor brasileiro Tony Casanova. Todos os Direitos Reservados. É permitido o compartilhamento para sites ou redes sociais desde que o texto, o crédito e imagens utilizadas nele não sejam alterados, devendo assim todos serem mantidos na íntegra. 
    Não é permitida a alteração de nenhuma parte contida aqui, a saber texto, imagem ou crédito através de cópia seguida de colagem, divulgação fracionada desautorizada, reprodução do todo ou parte dele sem que haja garantias de preservação dos Direitos do autor.
    Os Direitos Autorais são assegurados por Legislação Nacional e Internacional de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual e qualquer desrespeito será considerado crime previsto e passivo das medidas legais cabíveis.

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Chronicle | I was happy without internet. | Tony Casanova

That morning the day for me started early. On the night of Friday it took me to sleep such euphoria by the arrival of another weekend. Finally Saturday! I thought with joy. I had several appointments, a lot will settle and was looking forward to it.
   Finally the sun sprang up between the hills and its beautiful golden rays showed the world how to make a child happy, in fact, one not several. Me decided to get up early those who were part of my cavalry of friends, all crazy to want to get the agenda of the day; as the popular sport known as football in Brazil. Nobody knows is not it? Well, almost on a weekly routine, we take our bath, we made our suppers, brush our teeth and put some goodies in the bag. Peck on Mom and #PartiuFutebol, as they say today. .
   Of course every Saturday we had to explain to our mothers because the exit, where we were going when we would go back, things like that leave the parents at ease when they know where and with whom we are. Something that no longer exists today, especially after the digital explosion and young people in social networks. At that time we did not understand why our mothers had to always ask the same things we were doing the same things every Saturday, but mother is a mother, always was and always will be, so we told all. Some even accompanied the children to watch the match. Anyone who has had a mother owl watching your football game, you know; - Oh, it was missing! They overthrew my son! Will filhão, Mommy's here! Goal of my puppy!
   Finally completed the long-awaited football, we returned to our homes and we were leaving for lunch waiting because the afternoon was more appointments. New routine, lunch, bath, rest and backpack storage with sling, satchel, leather pieces, string, scissors, saw little knife. These were the artifacts for hunting birds, which in most cases was abandoned and we decided to go play in the sand. We'd like to slip in those huge hills of white sand. It was a party only.
   In the back of course we had to give a lot of explanations, after all we were all dirty sand and our mothers, we did not know because they did not like a lot of our clothes with heavy pockets and filled with sand morning. It was then bathing, watching television in black and white, the feeling of the time, the wonderful PB televisions with multiple channel selector, a beauty! The night came at last. Time mothers watch their programs and we ... and we still had an appointment on the agenda of the day; play outside. Ai did that wheel friends, all mixed, boys and girls to decide what would be the joke or the evening games. Pinbarra, Save the can, Soldier takes the Thief, Hide and Seek, Gude finally were several options. All games required effort and physical abilities, that is, nothing physical inactivity. No one was in the void of inertia.
   Being a child at the time was to volunteer to run, jump, jump, dirtying up of sand, screaming without supervisors monitoring. It was to be free because he had the freedom to make healthy by choice, always with the observation of the parents, of course, but with the assurance that we would be us that we decided to play with, to play with. It was a time when children gave example of how to be a child and made choices as a child, learning to make important decisions for children. All this on the Ides of my childhood where I was happy without internet.

    Text Brazilian writer Tony Casanova. All rights reserved. It allowed for the sharing sites or social networks since the text, credit and images used in it are not changed, so all should be maintained in full.
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Crónica | Yo estaba feliz sin internet. | tony Casanova

Esa mañana del día para mí comenzó temprano. En la noche del viernes que me llevó a dormir tal euforia por la llegada de otro fin de semana. Por último sábado! Pensé con alegría. Tenía varias citas, mucho va a establecerse y estaba esperando a él.
   Finalmente el sol surgió entre las colinas y la belleza de sus rayos de oro mostró al mundo cómo hacer felices a un niño, de hecho, uno no varios. Me decidí a levantarse temprano los que formaban parte de mi caballería de amigos, todos locos que quieren conseguir la agenda del día; como el deporte popular conocido como el fútbol en Brasil. Nadie sabe ¿verdad? Bueno, casi en una rutina semanal, tomamos nuestro baño, hicimos nuestras cenas, cepillarse los dientes y poner algunas cosas en la bolsa. Beso en la mama y #PartiuFutebol, como se dice hoy en día. .
   Por supuesto, todos los sábados que tenía que explicar a nuestras madres ya la salida, donde íbamos cuando nos gustaría volver, cosas como que dejan los padres a gusto cuando saben dónde y con quién estamos. Algo que ya no existe hoy en día, especialmente después de la explosión digital y los jóvenes en las redes sociales. En ese momento no teníamos entender por qué nuestras madres tenían que pedir siempre las mismas cosas que estábamos haciendo las mismas cosas todos los sábados, pero la madre es una madre, siempre ha sido y siempre será, por lo que dicho todo. Algunos incluso acompañó a los niños a ver el partido. Cualquiera que haya tenido un búho madre viendo el partido de fútbol, ​​sabes; - Oh, que faltaba! Derrocaron a mi hijo! Se filhão, mamá está aquí! Objetivo de mi perrito!
   Finalmente completado el fútbol largamente esperada, regresamos a nuestras casas y nos íbamos para el almuerzo de espera debido a que la tarde era más citas. Nueva rutina, el almuerzo, el baño, el descanso y el almacenamiento mochila con la honda, taleguilla, piezas de cuero, hilo, tijeras, cuchillo vieron poco. Estos fueron los artefactos para la caza de aves, que en la mayoría de los casos fue abandonado y decidimos ir a jugar en la arena. Nos gustaría deslizarse en esos enormes colinas de arena blanca. Fue sólo un partido.
   En la parte posterior, por supuesto, hemos tenido que dar muchas explicaciones, después de todo, todos estábamos arena sucia y nuestras madres, que no sabían porque no les gustaba mucho la ropa con bolsillos pesados ​​y llenos de arena por la mañana. Fue entonces bañarse, ver la televisión en blanco y negro, la sensación del tiempo, los maravillosos televisores PB con selector de canales múltiples, una belleza! La noche llegó por fin. madres de tiempo ver sus programas y que ... y todavía teníamos una cita en la agenda del día; jugar al aire libre. Ai hizo que los amigos de ruedas, todos mezclados, los niños y niñas para decidir cuál sería la broma o los juegos nocturnos. Pinbarra, ahorra la lata, soldado lleva el ladrón, las escondidas, Gude finalmente había varias opciones. Todos los juegos se requiere esfuerzo y capacidades físicas, es decir, nada falta de actividad física. No había nadie en el vacío de la inercia.
   Siendo un niño en el momento era voluntario para correr, saltar, saltar, ensuciando de arena, gritando sin control de los supervisores. Iba a ser libre, porque él tenía la libertad de hacer saludable por elección, siempre con la observación de los padres, por supuesto, pero con la seguridad de que nosotros sería que decidimos jugar, a jugar. Era un momento en que los niños dieron ejemplo de cómo ser un niño y hacen las elecciones como un niño, aprender a tomar decisiones importantes para los niños. Todo esto en los idus de mi infancia donde era feliz sin internet.

    Texto escritor brasileño, Tony Casanova. Todos los derechos reservados. Se permitió a los sitios para compartir o redes sociales desde el texto, el crédito y las imágenes utilizadas en ella no se cambian, por lo que todo se debe mantener en su totalidad.
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A influência do progresso na vida infantil. [Tony Casanova]


Quando lembro da década de 70 me vem à mente as crianças brincando. Como tudo era tão diferente, desde a maneira como se educava as crianças até os brinquedos que elas utilizavam. As ruas tinham menos trânsito e muitas não estavam com pavimentação asfáltica ou mesmo de paralelepípedos, assim era possível jogar de bola nas ruas. Lembro-me que colocávamos duas latinhas cheias de terra para fazer a marcação das traves e formávamos times com quatro ou seis amigos de cada lado. Ali se passavam nossas manhãs ou tardes, sempre após a escola e nos finais de semana, a pelada era a atração entre a garotada. O futebol era um esporte típico de meninos na época e as meninas brincavam de cola-descola, pimbarra ou de cozinhar.
Era algo parecido com o que descreve o magnífico e genial Mauricio de Sousa com seus personagens Mônica, Cascão, Magali e Cebolinha, crianças que brincavam e estudavam com a mesma intensidade. As características foram habilmente transportadas aos personagens e eles arremetem à infância aqueles que viveram nas décadas de 70 e 80. Nesta época as crianças podiam estar nas ruas e tinham liberdade para brincar, correr, divertir-se de modo geral. A tecnologia ainda não possuía força para “prender” as crianças em casa sob a influência de novos brinquedos e jogos. Se hoje nossas crianças não desgrudam de um celular conectado a uma rede social, outrora nosso divertimento eram os gibis, as figurinhas, as brincadeiras coletivas.
Na minha concepção hoje é fácil perceber o quanto éramos submetidos à matemática enquanto brincávamos. Se observarmos atentamente veremos que durante um jogo de bolas de gude, por exemplo, tínhamos que por uma quantidade de bolas dentro de um triângulo riscado no chão e cada vez tínhamos que contar as bolinhas, não só as do triângulo como as que restavam nos bolsos ou no saquinho. O desenho do triângulo, uma figura geométrica. Os círculos que traçávamos, as linhas, a contagem dos amigos que participavam, tudo era ensinamento prático dentro das atividades que participávamos. Brincar não era só divertido, mas educativo também. Lógico sem falar nas atividades físicas contida nas brincadeiras de cola-descola, pimbarra ou soldado pega o ladrão.
Talvez o melhor de todas estas brincadeiras seja mesmo a expressão da liberdade estampada no sorriso de cada criança ao encontrar-se com outros colegas. A sociabilidade, a interação, a troca de experiências, enfim para os pais, na época, tudo era brincadeira, mas hoje eu percebo o quanto eram sérias aquelas oportunidades de ser feliz. Cada vez que ali nos reuníamos ali, muitas vezes pela manhã, à tarde ou mesmo pela noite, era aquela festa, uma explosão de alegria. A criança não era submetida a pesadas cargas de deveres de casa, cada pai instruía seus filhos a terem um horário previamente combinado para fazerem o dever e nos quais eles auxiliavam. Mudaram as rotinas de diversão, de trabalho da família, onde pai e mãe se obrigam a trabalhar para manterem em dia as contas domésticas e as crianças ficaram resumidas ás brincadeiras coletivas de escola, quando não estão grudadas em seus smartphones conectadas em redes sociais.
Já não temos mais ruas para nossas crianças brincarem, restam pequenas e inseguras praças repletas de malfeitores na espreita dos nossos filhos. Os espaços coletivos são disputados na Lei do mais forte. Já não temos o pião girando e as enfieiras nos dedos, os carrinhos de lata de óleo, os de madeira com rodas de pau, os bate-bates feitos de vasilhames de água sanitária ou os carrinhos de pneus velhos com cabos de vassouras atravessados. O convívio social resume-se ás redes sociais e as brincadeiras muitas vezes são bullying cibernético ou tentativas de aliciação de nossas crianças. Nada de correr, hoje o maior lazer coletivo é a praia seguida do cinema no shopping ou uma ida ao pesque-pague, se houver. Imaginar que ganhamos com tudo isso é esquecer de tudo que já tivemos na infância e que hoje já não temos para oferecer ás nossas crianças.

Texto do Escritor brasileiro Tony Casanova – Direitos Autorais reservados ao autor. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer espécie ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte dele, sem autorização expressa do autor sob pena de infração ás Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual. O uso da presente obra sem respeito aos créditos devidos ao autor incorrem em Crime de Plágio.