A falência do matrimônio moderno.

Todo ser humano tem um nobre sonho cultivado desde a sua infância, casar-se e constituir uma família. Lindo isso. Este é sem dúvida um sonho universal, não há fronteiras para sonhar em casar-se e existem locais em que pode-se casar com mais de um cônjuge. Na atual conjuntura, parafraseando os técnicos em economia, vivemos períodos onde a inversão de valores e a quebra de princípios resultem na falência da instituição casamento. Quando em outras épocas se acreditava que havia muita honra naquele que casava-se e formava uma família, hoje a visão é outra. Sexo, traição, partilha de bens, brigas judiciais, litígio, discussões e crimes oriundos de separações mal resolvidas. O sexo fácil ameaça a célula familiar e destroça a credibilidade na instituição matrimonial. A ambição, a avareza, a perca dos valores morais, promiscuidade, prostituição são a máxima desta era moderna. Uma nova era certamente. Rica na sua tecnologia, pobre nos seus princípios sociais básicos. A família antes fundamenta na cooperação e mutualidade do casal, hoje sobrevive individualizada, desacreditada e sem autoridade nenhuma. Lutou-se tanto pela liberdade, conquistou-se objetivos, mas agora que a conta chegou, todos se eximem da culpa pela destruição da solidez do matrimônio. A separação não possui mais regras básicas de execução, qualquer motivo é motivo e a traição tornou-se tão frequente que já existem aqueles que dividem para não perder. São permutas de casais, exposição e oferta, exibicionismo, prostituição oficializada dentro do matrimônio. Nada pode reclamar a humanidade, pois esta foi a opção que buscou. Inconsequentes, pagamos o preço das nossas próprias atitudes e o pior, quem realmente é conservador, paga a conta em parcelas iguais. Família? Felizes aqueles que preservam este maravilhoso patrimônio, pois das atitudes que agora tomamos, depende o futuro da humanidade que teremos a seguir. por: Tony Casanova.
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