O desejo de Sara. [Tony Casanova]


O verão havia chegado forte no Nordeste do Brasil e a população sofria com o desconforto do calor. Os homens andavam sem camisa, apenas usando bermudas e as mulheres caprichavam nas saias. O fato é que muita gente aproveitava a deixa para fazer o que mais gostavam: lotar os rios, represas e açudes da região para banharem e se refrescarem naquele calor infernal. Em Mangabinha não era diferente, todos iam para a represa divertir-se e amenizar a sensação térmica do sol lhes torrando o corpo.
A população por ali não era grande, mas havia muito conforto na cidade, mais parecia uma cidade grande. Telefonia móvel e fixa, Internet Banda Larga, Sinal de TV Digital, saneamento básico, enfim Mangabinha era um exemplo de lugar para se viver. O comércio local não devia nada a nenhum grande centro, bem abastecido ele servia bem ás necessidades da população. Só faltava mesmo era ter uma praia, mas havia a represa da região, uma barragem na verdade que para muitos era uma riqueza, principalmente no verão.
Desde pequenina Sara gostava de ir banhar-se lá. Gostava do movimento das águas mansas, do barulho produzido por elas casado com o canto dos pássaros na mata. Era um lugar de sonho. Uma enorme clareira cercada de mata e com uma única entrada que também era a saída dali. Por sua beleza a represa era atração não só para os moradores de Mangabinha, mas atraia também muita gente de fora. Sara mergulhava e ficava o máximo de tempo que podia assim, mergulhada naquelas águas, ouvindo aqueles barulhos vindos sabe lá de onde.
Como não havia muito a fazer por ali, qualquer hora de qualquer dia servia para ir nadar na represa e assim fez Sara. Pôs seu biquini e rumou para seu local preferido da cidade. Chegou e logo percebeu que havia algumas pessoas desfrutando do lugar, apesar de ser ainda cedo, por volta das nove da manhã, todos estavam animados entre um e outro mergulho. A moça tirou o pequeno short e rumou para a água. Entrou devagar, sabia que estava um pouco fria. Pronto, a mulher de dezenove anos transformou-se em uma menina. Pulava, lançava água para o alto e mergulhava. Estava bem à vontade quando percebeu a presença de um estranho próximo a ela. Ele acenou e ela respondeu timidamente. Então de repente o moço jogou água nela que resolveu revidar e começaram a brincar os dois ali. Sara relaxou. O moço além de bonito parecia ser boa pessoa. Ficaram ali brincando até que de repente ela se desequilibrou e ele a segurou nos braços evitando sua queda. Ela sentiu aquele corpo forte colado no seu. Cada músculo foi sentido, inclusive o membro coberto apenas por aquela sunguinha de banho. Tudo foi muito rápido, mas demorou tempo suficiente para Sara nunca mais esquecer aquele abraço.
Para evitar contratempo eles resolveram abaixar-se, assim Sara não correria o risco de desequilibrar de novo. Agachados e com água quase no pescoço, eles jogavam água um no outro. De repente ficaram mudos, olharam-se fixamente e ele a beijou. Trêmula ela deixou-se envolver pelo rapaz. Sentiu sua mão lhe invadir o biquini. Seus dedos penetraram sua vulva que de tão úmida pulsava liberando líquido na água. Ela segurou o membro dele na mão e ouviu seu gemido rouco. Quase um urro de prazer. Ele introduzia os dedos lentamente na vagina de Sara e ela pulsava enquanto a moça se contorcia. Não sabia se abria as pernas ou fechava, em um desejo quase louco. Ela não resistiu, puxou o rapaz para si e segurando seu membro duro, introduziu na vagina quente. A penetração foi suave, carinhosa. Sara sentiu cada centímetro daquele membro inchado lhe invadindo. Iniciaram um vai-e-vem e ele entrava cada vez mais fundo.
Enquanto a penetrava o jovem introduziu um dedo no ânus da moça e ela revirou os olhos, louca. Puxando-o para dentro ela avisou que gozaria. Ele foi junto e ambos se apertaram, gozando e gemendo muito. Ficaram abraçadinhos ali, até que resolveram sair da água. Mãos dadas, trocaram muitos beijos ali. Depois ele a levara para casa e apresentou-se aos pais dela como namorado. Após o susto os pais receberam Daniel, como se chamava o rapaz. Um ano depois Mangabinha celebrou seu septuagésimo casamento na cidade. Agora foi a vez do casal Sara e Daniel trocarem as alianças.
Texto do Escritor Brasileiro Tony Casanova. Direitos Reservados ao autor. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer espécie ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte dele sem autorização expressa do autor sob pena de infração ás Leis Brasileiras de Proteção aos Direitos Autorais.
Copy Right 2014 by Brazilian Writer Tony Casanova.

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The desire to Sara. [Tony Casanova]

  The summer had come strong in the Northeast of Brazil and the population suffered from the discomfort of the heat. The men were shirtless, only using shorts and skirts women outdone. The fact is that many people took advantage of the stops to do what most enjoyed: fill the rivers, reservoirs and dams in the region to bathe and cool off that infernal heat. In Mangabinha was no different, all went to the dam have fun and ease the sun windchill them roasting the body.
     The population around there was not great, but there was comfort in the city, more like a big city. Mobile and fixed telephony, broadband Internet, Digital TV Signal, sanitation, finally Mangabinha was an example of place to live. Local businesses owed nothing to any major center, well stocked he served well the needs of the population. All that remained was the same was to have a beach, but there was the catchment area, a dam in fact that for many was a wealth, especially in summer.
    Since little Sara liked to go bathe there. Like the movement of the calm waters, the noise produced by them married to the birds singing in the woods. It was a dream place. A huge clearing surrounded forest and with a single entry that was also the way out of there. For its beauty the dam was attraction not only for the residents of Mangabinha, but also attract a lot of people out. Sara sank and was the longest time it could so steeped in those waters, hearing those noises coming from who knows where.
     Since there was not much to do there, any time of any day served to go swimming in the dam and so did Sarah. She put her bikini and headed for his favorite place in town. Arrived and soon realized that there were some people enjoying the place, although it is still early, around nine in the morning, everyone was excited from one to another dive. The girl took the little short and headed for the water. Came slowly, knew he was a little cool. There, the nineteen year old woman turned into a girl. Jumped, threw water into the air and sank. He was at ease when he noticed the presence of a stranger next to her. He nodded and she replied shyly. Then suddenly the boy threw water on it that he decided to fight back and started playing the two there. Sara relaxed. The boy seemed to be beautiful beyond good person. They stood there playing until she suddenly lost his balance and he held her in his arms preventing his fall. She felt that strong body stuck in his. Each muscle was felt, including the covered member only for that bath litlle short. Everything was very fast, but it took long enough for Sara never forget that hug.
      To avoid mishap they decided to stoop so Sara would not run the risk of unbalancing again. Squatting and water nearly in the neck, they pour water on each other. Suddenly fell silent, looked up blankly and he kissed her. Trembling she left yourself in the boy. She felt his hand you invade bikini. His fingers penetrated her pussy so wet that pulsed releasing liquid in water. She held his cock in his hand and heard his husky groan. Almost a howl of pleasure. He introduced his fingers slowly in Sara's vagina and she throbbed as the girl squirmed. I did not know opened the legs or closed in an almost insane desire. She did not resist, pulled the boy to him and holding his hard member, introduced in hot vagina. The penetration was gentle, affectionate. Sara felt every inch of that swollen limb him trespassing. Began a back-and-forth and he went deeper and deeper.
      While penetrated the youngster a finger into the anus of the girl and she rolled her eyes, crazy. Pulling him into it warned that would enjoy. He was both together and tightened, enjoying and moaning a lot. Were there, until they decided to leave the water. Hands, exchanged many kisses there. After he had taken her home and introduced himself to her parents as boyfriend. After the scare parents received Daniel, it was called the boy. A year later Mangabinha celebrated his seventieth wedding in town. Now it was the turn of the couple Sara and Daniel exchange alliances.
     Text Writer Brazilian Tony Casanova. Copyright the author. The copying, collage, reproduction or disclosure of any kind in any medium, in whole or part without the express permission of the author under penalty of infringement ace Brazilian law for the Protection of Copyright.
    Copy Right 2014 by Brazilian Writer Tony Casanova.

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El deseo de Sara. [A Tony Casanova]

  El verano había llegado fuerte en el noreste de Brasil y la población sufría de la incomodidad del calor. Los hombres estaban sin camisa, sólo con pantalones cortos y faldas mujer aventajado. El hecho es que muchas personas aprovecharon las paradas para hacer lo que más le gustaba: llenan los ríos, embalses y presas en la región para bañarse y refrescarse que el calor infernal. En Mangabinha no fue diferente, todos fueron a la presa divertirse y aliviar el sol Windchill ellos asar el cuerpo.
     La población por allí no era grande, pero no había consuelo en la ciudad, más como una gran ciudad. La telefonía móvil y fija, Internet de banda ancha, TV digital de señal, el saneamiento, finalmente Mangabinha fue un ejemplo de lugar para vivir. Las empresas locales no debía nada a cualquier centro importante, bien equipados se desempeñó bien las necesidades de la población. Todo lo que quedaba era la misma iba a tener una playa, pero no era la zona de captación, una presa, de hecho, que para muchos fue una gran riqueza, sobre todo en verano.
    Desde la pequeña Sara le gustaba ir bañarse allí. Al igual que el movimiento de las aguas tranquilas, el ruido producido por ellos casado con los pájaros cantando en el bosque. Era un lugar de ensueño. Un amplio claro, rodeado de bosques y con una sola entrada que fue también la forma de salir de allí. Por su belleza la presa era la atracción no sólo para los residentes de Mangabinha, sino también atraer a un montón de gente ahí fuera. Sara se hundió y fue el tiempo más largo que podría tan inmerso en esas aguas, al oír esos ruidos que vienen de no se sabe dónde.
     Dado que no había mucho que hacer allí, a cualquier hora de cualquier día sirvió para ir a nadar en la presa y también lo hizo Sarah. Ella puso su bikini y se dirigió a su lugar favorito en la ciudad. Llegaron y pronto se dieron cuenta que había algunas personas disfrutando del lugar, aunque todavía es temprano, alrededor de las nueve de la mañana, todo el mundo estaba emocionado de una a otra inmersión. La chica tomó el poco corto y se dirigió hacia el agua. Llegó lentamente, sabía que era un poco fría. Allí, la mujer de diecinueve años se convirtió en una chica. Saltó, echó agua en el aire y se hundió. Estaba a gusto cuando se dio cuenta de la presencia de un extraño a su lado. Él asintió con la cabeza y ella respondió con timidez. Entonces, de repente el muchacho arrojó agua sobre él que decidió luchar y empezó a jugar los dos allí. Sara se relajó. El muchacho parecía ser hermoso más allá de buena persona. Se quedaron allí jugando hasta que de repente perdió el equilibrio y la sostenía en sus brazos para impedir su caída. Sintió que el cuerpo fuerte pegada en la suya. Se consideró Cada músculo, incluyendo el miembro de cubierta sólo para que sunguinha baño. Todo fue muy rápido, pero tomó el tiempo suficiente para Sara nunca olvidar que abrazo.
      Para evitar contratiempos decidieron caer tan Sara no correría el riesgo de desequilibrar de nuevo. Eyacular y el agua casi en el cuello, que vierten agua en sí. De repente se quedó en silencio, miró fijamente y él la besó. Temblando dejó a sí mismo en el niño. Ella sintió que su mano se invade bikini. Sus dedos penetraron en el coño tan mojado que latía liberando líquido diluido en agua. Ella sostuvo su polla en la mano y escuchó su gemido ronco. Casi un aullido de placer. Introdujo los dedos lentamente en la vagina de Sara y ella latía como la chica se retorció. Yo no sabía que abrí las piernas o cerrado en un deseo casi una locura. Ella no se resistió, sacó al chico a él y la celebración de su miembro duro, introducido en la vagina caliente. La penetración fue gentil, cariñoso. Sara se sentía cada centímetro de esa extremidad hinchada le traspasar. Comenzó un ida y vuelta y se fue cada vez más profundo.
      Si bien penetrado el joven con un dedo en el ano de la chica y ella puso los ojos, loco. Tirando de él en ella advirtió que iba a disfrutar. Era a la vez juntos y apretados, disfrutando y gimiendo mucho. Abraçadinhos estaban allí, hasta que decidieron salir del agua. Manos, intercambiaron muchos besos allí. Después de que él había llevado a su casa y se presentó a sus padres como novio. Después de que los padres de miedo recibieron Daniel, que se llamaba el chico. Un año más tarde Mangabinha celebró su septuagésimo boda en la ciudad. Ahora fue el turno de la pareja Sara y Daniel alianzas de cambio.
     Escritor Texto brasileño de Tony Casanova. Derechos de autor de su autor. La copia, collage, reproducción o divulgación de cualquier tipo en cualquier medio, total o parcialmente, sin el permiso expreso del autor, bajo pena de la ley brasileña as infracción para la Protección de los Derechos de Autor.
    Copy Right 2014 por el escritor brasileño, Tony Casanova.

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