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Literatura | A violência contra a mulher | Escritora Luzia Couto

Hoje as mulheres tem uma vida corrida e ativa, muitas destas ainda sofrem com agressões físicas e verbais. Caladas em sua maioria por medo do próprio companheiro ou de se tornarem alvo de fofocas. Nos dias atuais elas são espancadas, maltratadas e escutam o que de pior uma mulher poderia ouvir, mas como sempre choram escondidas e sentem vergonha até mesmo de seus filhos, por estarem passando por isto e permanecerem caladas. Companheiros que deveriam ser, se revelam o contrario, mostrando o lado pior; o da violência.
Estas mulheres trabalham o dia todo, sofrem muitas vezes humilhações em seus locais de trabalho, voltam pra casa onde deveriam sentir-se protegidas, amadas, e o que acontece? São agredidas com palavras que ferem na profundidade de suas almas , isto quando não apanham, sofrendo lesões físicas e quando mais grave, precisando até de atendimento médico, mas suas almas sofrem mais as feridas que seus corpos violados. Seus ouvidos todos os dias ouvem humilhações e tais palavras que acabam por se tornar verdade pra elas. Sentem-se diminuídas perante a família e a sociedade.
Ao início de cada dia chegam aos seus recintos de trabalho deprimidas e tristes, mas precisam seguir a rotina do dia para garantirem um bom desempenho, pois o trabalho além de terapia, lhes é a única garantia de fuga do ambiente hostil que encontram no lar. Deste trabalho é que elas irão conseguir alguma independência financeira, já que um dos maiores fatores de escravização feminina, deve-se ao fato de que as mulheres não tem muito poder econômico dentro da relação. Muitas mulheres sonham com o dia em que conquistarão a liberdade deste tipo de relacionamento, mas para tristeza de algumas destas guerreiras, tal dia nunca chega e por tanto sofrerem acabam por desistir e se entregam de vez a depressão.
Algumas mulheres morrem vítimas da depressão, das agressões sofridas, dos maus tratos dos seus companheiros, boa parte delas ainda jovens. Ainda tem as que lutam com muito sacrifício, mas terminam tendo suas vidas ceifadas pelo próprio companheiro. Mulheres que nasceram para serem amadas, terminam vitimadas por quem lhes jurou amor e proteção. Maridos, namorados, companheiros, travestidos de algozes, carrascos cruéis que se acham donos das mulheres, como se estas fossem objetos; usam quando querem e precisam, dando-lhes as agressões como recompensa pela violação dos seus corpos. Infelizmente, o Brasil, dito um Estado Laico, cujos padrões machistas ainda determinam, apesar da Lei Maria da Penha, que mulheres agredidas devem estar caladas, porque se assim ocorreu, foi por merecimento. Fato que ocorre em muitos municípios brasileiros distantes das capitais, onde as autoridades fecham os olhos e garantem a impunidade dos agressores.
Apesar de todo aparato do Poder Judiciário, das Policias especializadas e das Leis, em diversos interiores brasileiros paira a Lei do marido agressor, onde muitas vezes com a conivência da própria família das mulheres agredidas, ainda praticam impunes os atos de agressão. Mandatários absolutos, fantasiados de coronéis, dão-se ao luxo de rir das faces da justiça e das autoridades locais, transformando a localidade em território sem lei. Uma mulher vítima de agressão e que vive no interior do estado onde o apadrinhamento e conluio entre autoridades e munícipes é fato comum, pensa duas vezes antes de fazer uma denúncia e tornar-se alvo de galhofadas em plena praça pública, quando não apanhar na volta a sua residência. Claro que muitas vão a luta e denunciam, fazem BO, mas como mas como tudo que envolve justiça e punição no Brasil acaba em pizza, elas saem de lá correndo o risco de serem mortas por seus agressores. Mulheres merecem flores e carinhos, não maus tratos. 
 Texto da escritora Luzia Couto. Direitos Autorais Reservados a autora. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte desta obra, sem autorização expressa da autora sob pena de violação das Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual.
Luzia Couto é autora do Romance "Uma prisão no paraíso", á venda nas livrarias Clube de Autores (Versão Impressa) e Amazon (Versão Digital)
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The mouth kissing me, the hand that slaps me. [Lucy Couto]

Today women have a running and active life, many of these still suffer from physical and verbal abuse. Mostly silent for fear fellow own or become the subject of gossip. Nowadays they are beaten, abused and listen to what worse could hear a woman, but as always cry hidden and even ashamed of their children, because they are going through it and remain silent. Companions that should be done indicate the opposite, showing the worst side; the violence.
These women work all day, often suffer humiliation in their workplaces, return home where they should feel protected, loved, and what happens? Are assaulted with words that hurt the depth of their souls, that when not found, suffering physical injuries and when more serious, needing to medical care, but their souls suffer more wounds than their bodies violated. His ears hear everyday humiliations and such words that end up becoming real to them. They feel diminished within the family and society.
At the beginning of each day reach their depressed and sad Workplaces, but must follow the routine of the day to ensure a good performance because the work beyond therapy, they are the only escape guarantee the hostile environment they find at home. This work is that they will get some financial independence, as one of the greatest female enslavement factors, due to the fact that women do not have much economic power within the relationship. Many women dream of the day we will gain the freedom of this kind of relationship, but sadly some of these warriors, that day never comes and therefore suffer eventually give up and surrender once depression.
Some women die from depression, of these abuses, ill-treatment of his companions, many of them young. Still has to struggle with a lot of sacrifice, but end up having their lives taken by the partner itself. Women who were born to be loved, complete victimized by those who swore them love and protection. Husbands, boyfriends, partners, disguised as executioners, cruel executioners who are owners of women, as if they were objects; use when they want and need, giving them the aggression as a reward for violation of their bodies. Unfortunately, Brazil, said a secular state, whose macho patterns still determine, despite the Maria da Penha Law, which battered women should be silent, because if it occurred, was by merit. Fact that occurs in many distant Brazilian state capitals, where the authorities turn a blind eye and ensure impunity for perpetrators.
For all apparatus of the judiciary, specialized cops and laws in several Brazilian interior hangs the aggressor husband Law, where often with the connivance of their own families of battered women, still practice unpunished acts of aggression. Absolute agents, disguised as colonels, give yourself the luxury of laughing faces of justice and local authorities, turning the town into lawless territory. A woman victim of aggression and who lives in the state where the sponsorship and collusion between authorities and citizens is common fact, think twice before making a complaint and become galhofadas target on a public square, if not caught in the back his residence. Of course many will fight and denounce, make BO, but as but as everything involving justice and punishment in Brazil ends with pizza, they come out of there at the risk of being killed by their abusers. Women deserve flowers and affection, not abuse.
Text of the author Luzia Couto. Copyright The author is reserved. No part of this work may be copied, collated, reproduced or reproduced in any medium without the express authorization of the author under penalty of violation of the Brazilian and International Laws for the Protection of Intellectual Property Rights.
Luzia Couto is the author of the novel "A Prison in Paradise", for sale at the Book Club Authors Club (Printed Version) and Amazon (Digital Version)

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El boca a besarme, la mano que me da una bofetada. [Lucy Couto]

Hoy en día las mujeres tienen una carrera y vida activa, muchos de ellos todavía sufren de abuso físico y verbal. Mayormente silencio por temor compañero poseer o ser objeto de chismes. Hoy en día son golpeados, maltratados y escuchan lo peor podría escuchar a una mujer, pero como siempre lloran oculto e incluso avergonzados de sus hijos, porque ellos van a través de él y permanecen en silencio. Compañeros que se deben hacer indican lo contrario, muestra la peor cara; la violencia.
Estas mujeres trabajan todo el día, a menudo sufren la humillación en sus lugares de trabajo, regresar a casa donde deben sentirse protegidos, amados, y qué sucede? Están asaltado con palabras que hieren la profundidad de su alma, que cuando no se ha encontrado, que sufren más graves lesiones físicas y cuando, necesidad de atención médica, pero sus almas sufren más heridas que sus cuerpos violados. Sus oídos oyen humillaciones cotidianas y esas palabras que terminan por convertirse en real para ellos. Se sienten disminuida dentro de la familia y la sociedad.
Al comienzo de cada día llegar a sus lugares de trabajo deprimidos y tristes, sino que debe seguir la rutina del día para asegurar un buen rendimiento, ya que el trabajo más allá de la terapia, son la única vía de escape garantiza el ambiente hostil que encuentran en casa. Esta obra es que va a conseguir un poco de independencia financiera, como uno de los mayores factores de la esclavización de mujeres, debido al hecho de que las mujeres no tienen mucho poder económico dentro de la relación. Muchas mujeres sueñan con el día en que vamos a ganar la libertad de este tipo de relación, pero por desgracia algunos de estos guerreros, ese día nunca llega y por lo tanto sufren finalmente se rinden y se entregan una vez que la depresión.
Algunas mujeres mueren a causa de la depresión, de estos abusos, el maltrato de sus compañeros, muchos de ellos jóvenes. Todavía tiene que luchar con mucho sacrificio, pero llegar a tener sus vidas tomadas por la propia pareja. Las mujeres que nacieron para ser amados, completa víctimas de aquellos que juraron los aman y protección. Los maridos, novios, parejas, disfrazado de verdugos, verdugos crueles que son propietarios de las mujeres, como si fueran objetos; utilizar cuando quieren y necesitan, dándoles la agresión como una recompensa por la violación de sus cuerpos. Desafortunadamente, Brasil, dijo un Estado laico, cuyo macho patrones aún determinar, a pesar de la Ley Maria da Penha, que azotaron las mujeres deben guardar silencio, porque si ocurrió, fue por mérito. Hecho que se produce en muchas capitales de los estados brasileños distantes, donde las autoridades hacen la vista gorda y garantizan la impunidad de los perpetradores.
Para todos los aparatos del poder judicial, policías especializados y leyes en varios interior de Brasil cuelga la Ley agresor marido, donde a menudo con la complicidad de sus propios familiares de las mujeres maltratadas, todavía practican actos impunes de agresión. Agentes absolutos, disfrazados de coroneles, date el lujo de reírse caras de la justicia y las autoridades locales, convirtiendo la ciudad en un territorio sin ley. Una mujer víctima de la agresión y que vive en el estado en el patrocinio y la colusión entre autoridades y ciudadanos es hecho común, piense dos veces antes de hacer una denuncia y se convierten en galhofadas objetivo en una plaza pública, si no se detecta en la espalda su residencia. Por supuesto, muchos luchará y denunciar, hacer BO, pero como, pero como todo lo relacionado con la justicia y el castigo en Brasil termina con la pizza, que salir de allí corriendo el riesgo de morir a manos de sus abusadores. Las mujeres merecen flores y afecto, no abuso.
Luzia Couto escritor del texto. Los derechos de autor reservado al autor. La copia, el collage, reproducción o divulgación de cualquier tipo en cualquier medio de todo o parte de este trabajo sin permiso del autor bajo pena de violación de la ley brasileña y Protección Internacional de los Derechos de Propiedad Intelectual.

Luzia Couto es autor el romance "Una prisión en el paraíso", a la venta en las librerías Autores Club (Versión impresa) y Amazon (versión digital)
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Aujourd'hui, les femmes ont une course et la vie active, beaucoup d'entre eux souffrent encore de la violence physique et verbale. La plupart du temps le silence par crainte de son compatriote propriétaire ou devenir l'objet de ragots. Aujourd'hui, ils sont battus, maltraités et écoutent ce que la pire une femme pouvait entendre, mais comme toujours pleurer caché et même avoir honte de leurs enfants, parce qu'ils vont à travers elle et restent silencieux. Mates ils devraient être, pour révéler le contraire, montrant le plus mauvais côté; la violence.
Ces femmes travaillent toute la journée, souffrent souvent d'humiliations dans leurs lieux de travail, retour à la maison où ils doivent se sentir protégés, aimés, et ce qui se passe? Ils sont agressés avec des mots qui blessent la profondeur de leur âme, que si non trouvé, de subir des blessures physiques et plus grave, ayant besoin de soins médicaux, mais leurs âmes souffrent plus de blessures à leurs corps violés. Ses oreilles entendent toutes les humiliations de jour et de ces mots finissent par devenir vrai pour eux. Ils se sentent diminué au sein de la famille et la société.
Au début de chaque jour atteindre leurs lieux de travail déprimé et triste, mais doit suivre la routine de la journée pour assurer une bonne performance car le travail en plus du traitement, ils sont la seule échappatoire garantit l'environnement hostile, ils trouvent à la maison. Ce travail est qu'ils vont obtenir une certaine indépendance financière, comme l'un des plus grands facteurs de réduction en esclavage des femmes, en raison du fait que les femmes ne disposent pas de pouvoir économique au sein de la relation. Beaucoup de femmes rêvent de la journée qui va gagner la liberté de ce type de relation, mais malheureusement certains de ces guerriers, ce jour-là ne vient jamais et donc souffrent finalement abandonner et céder une fois la dépression.
Certaines femmes meurent victimes de la dépression, de ces abus, les mauvais traitements de ses compagnons, la plupart jeunes. a encore à lutter avec beaucoup de sacrifices, mais finissent par avoir leur vie prises par son compatriote lui-même. Les femmes qui sont nées d'être aimé, complète victime de ceux qui juraient les aiment et la protection. Les maris, amis, partenaires, habillé comme bourreaux, bourreaux cruels qui sont propriétaires des femmes, comme si elles étaient des objets; Ils utilisent quand ils veulent et ont besoin, en leur donnant l'agression comme une récompense pour violation de leurs corps. Malheureusement, le Brésil, a déclaré un État laïque, dont chauvine normes déterminent encore, en dépit de la loi Maria da Penha, qui les femmes battues devraient se taire, parce que si elle était, il était par le mérite. Fait qui se produit dans de nombreuses municipalités éloignées de la capitale, où les autorités ferment les yeux et assurer l'impunité des auteurs.
Malgré tous les appareils de la justice, les flics spécialisés et des lois dans plusieurs intérieur du Brésil pend la Loi agresseur mari, qui, souvent avec la complicité de sa propre famille de femmes battues pratiquent encore des actes impunis d'agression. représentants absolus, colonels costumés, abandonnent le luxe de rire les visages de la justice et les autorités locales, transformant la ville en territoire sans loi. Une femme victime d'agression et qui vit dans l'état où le patronage et la collusion entre les autorités et les citoyens est fait commun, réfléchir à deux fois avant de faire une plainte et devenir galhofadas cible sur une place publique, sinon pris dans le dos sa résidence. Bien sûr, beaucoup vont se battre et de dénoncer, faire BO, mais comme mais comme tout ce qui concerne la justice et de punition au Brésil se termine avec la pizza, ils sortiront de là, au risque d'être tués par leurs agresseurs. Les femmes méritent des fleurs et des caresses, pas d'abus.
 Luzia Couto auteur du texte. Droit d'auteur réservé à l'auteur. La copie, le collage, la reproduction ou la divulgation de toute nature sur tout support de tout ou partie de ce travail sans l'autorisation de l'auteur, sous peine de violation de la loi brésilienne et de la protection internationale des droits de propriété intellectuelle.

Luzia Couto est roman auteur "Une prison au paradis", en vente dans les librairies Auteurs Club (Version imprimable) et Amazon (Digital Version)


Conto | Ficção | O Reino de Formigópolis

   Estamos em Formigópolis, o paraíso secreto onde vivem as formigas com sua enorme quantidade de soldados, operários e a sua rainha. Neste reino todos são muito organizados, cada um com suas funções e todos trabalham na administração do formigueiro. Nora, a formiga rainha vive a descansar no reino na incumbência de manter a continuidade da espécie, imbuída de por ovos e mais ovos que são guardados sob os cuidados dos soldados, estes formigas mais fortes, valente e aguerridas, dispostas a dar a vida pela sua rainha e proteger o formigueiro a todo custo. Os operários cuidam do transporte de alimentos que serão consumidos por todos, inclusive pela rainha. 
   Assim é Formigópolis, onde todos trabalham e todos usufruem. Mas como em todos os reinos há atritos, ali estavam os soldados para manter a ordem sob o comando do General Torg, um formigão mal humorado e ordeiro, mas respeitado e querido por todos.  Ao lado do General está o Melk, Tenente da guarda e braço direito da rainha. Certo dia Torg recebe a visita apressada de Melk, que muito assustado, mal conseguia respirar:

- Senhor! Permissão!
- Concedida Tenente! Prossiga!
- Senhor tivemos baixas e estamos sendo atacados no front!
- Explique-me Tenente. Onde aconteceu?
- Na fronteira com a cerca Senhor! Estávamos invadindo uma residência e fomos recebidos com inseticida!
-Leve-me até lá imediatamente Tenente. Precisamos resgatar os vivos! Quantas baixas tivemos?
- Cerca de 800 dos nossos melhores homens Senhor. 150 soldados e o restante operários.
- Tenente reúna os soldados imediatamente e vamos seguir para o local de batalha!

  Seguiram cuidadosamente até a zona de confronto e lá se depararam com vários soldados e operários mortos. Endurecidos, jaziam ao chão com as feições crispadas. A visão fez o General Torg derramar uma lágrima, que logo foi enxugada. Melk também chorava enquanto aguardava as ordens do General.
- Tenente recolhamos nossos homens! Mande uma equipe de busca para resgatar possíveis sobreviventes e depois traçaremos uma estratégia de ataque!
- Sim Senhor! Melk bateu continência e seguiu com os outros para recolherem os mortos. Após árduo trabalho, finalmente tiveram a certeza de terem recolhido todos. Formaram então uma equipe de buscas para encontrarem companheiros ainda vivos e que porventura pudessem estar escondidos. Tiveram sorte. Grande parte do grupo conseguiu esconder-se no porão da casa e foram resgatados com vida. De volta ao formigueiro, foram ter com a rainha Nora. Contaram o que houve e a rainha chorou. Reuniu-se aos vivos e com eles choraram as perdas.

-Minha rainha, permissão para começar o contra-ataque imediatamente!
- Permissão negada General!
-Com todo respeito minha rainha, mas a senhora pode explicar porque nos tira o direito de vingarmos aqueles que se foram?
-Claro meu General, explicarei não só ao senhor, mas a todo povo de Formigópolis. Dito isto convocou a todos para reunirem-se no salão principal do formigueiro e lhes disse:

-Meu General, Meu Tenente da guarda, povo de Formigópolis! Hoje tivemos várias perdas importantes entre o nosso povo. Nossos soldados e operários foram mortos no cumprimento dos seus deveres. É uma notícia muito triste, lamentável. Eles não tiveram chance alguma de defesa e todos nós sabemos o poder dos inseticidas. Sabemos também que poderíamos ir até lá e conta-atacar nossos inimigos e vingar os nossos mortos, esta á a vontade do nosso General, mas que eu como rainha de Formigólis, não aprovei e agora explicarei o porque. Nós estamos dispostos para a guerra, mas não somos um povo de guerra. Estamos dispostos a vingança, mas não somos de vingança, estamos prontos para a luta, mas não iremos lutar e temos duas razões para isso; primeiro seríamos dizimados facilmente pelo inimigo com seu poderoso inseticida e a segunda é que temos Formigópolis para cuidar. Aqui estão os nossos filhos, nossos pais, nossos irmãos e toda nossa família e nós juramos protegê-los e ampará-los até o final de suas vidas. Como podemos protegê-los nos expondo ao perigo? Como ampará-los se os deixamos em casa e partimos para uma guerra? Quem cuidará deles em nossa ausência? Se após o que disse aqui vocês decidirem ir á guerra, podem partir, mas sem a permissão da sua rainha. 

-Perdão minha rainha. A senhora tem toda razão. Me perdoe pelo ímpeto de vingança!
-Perdoado meu General. Eu também pensei em vingança quando soube, mas meu coração de rainha pensou não só nos que se foram, mas ainda mais nos que ficaram.

  Dito isto retomaram a vida em Formigópolis e graças a rainha, o formigueiro renovou-se duplicando a soma de baixas durante o ataque sofrido. Um ano depois todos comemoravam os vários nascimentos e a vida que seguia mais uma vez tranquila no paraíso das formigas.


  Texto do Escritor e Autor Tony Casanova. Todos os Direitos estão Reservados ao Autor assegurados pelas Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual.


   Tony Casanova é Autor das obras: Panorama Das Artes, O amor segundo a Bíblia, No Litoral das Relações - Aprendendo com os Erros, Relações Instáveis - Como Evitar Decepções e O Amor Fala Francês. Você poderá adquirir uma ou mais obras do autor acessando ESTE LINK 

 Atenção: O texto originalmente escrito no Idioma Português do Brasil foi traduzido automaticamente com a ajuda de aplicativos de terceiros.
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   Tale | Fiction | The Kingdom of Formigópolis

  We are in Formigópolis, the secret paradise where the ants live with their enormous amount of soldiers, workers and their queen. In this kingdom all are very organized, each with its functions and all work in the management of the anthill. Nora, the queen ant lives to rest in the kingdom in order to maintain the continuity of the species, imbued with eggs and more eggs that are kept under the care of the soldiers, these stronger ants, brave and brave, willing to give their lives for Your queen and protect the anthill at all costs. The workers take care of the transport of food that will be consumed by all, including by the queen.
   This is Formigópolis, where everyone works and everyone enjoys it. But as in all kingdoms there are quarrels, there were the soldiers to keep order under the command of General Torg, a grumpy and orderly formigão, but respected and loved by all. Next to the General is Melk, Lieutenant of the guard and right arm of the queen. One day Torg receives a hurried visit from Melk, who was very scared, could barely breathe:

- Sir! Permission!
- Granted Lieutenant! Proceed!
- Sir, we had casualties and we're being attacked on the front!
"Explain me, Lieutenant." Where did it happen?
- On the border with the Lord fence! We were invading a residence and we were received with insecticide!
"Take me there immediately, Lieutenant." We need to rescue the living! How many casualties have we had?
"About 800 of our best men, sir. 150 soldiers and the rest of the workers.
"Lieutenant, gather the soldiers immediately, and we'll go to the battle site!"

  They carefully followed to the confrontation zone and there they encountered several soldiers and dead workers. Hardened, they lay on the floor, their features tense. The sight made General Torg shed a tear, which was soon wiped away. Melk was also crying while he waited for the General's orders.
- Lieutenant, let's collect our men! Send a search party to rescue possible survivors and then plot an attack strategy!
- Yes sir! Melk saluted and went with the others to collect the dead. After hard work, they were finally sure that they had collected all of them. They then formed a search team to find companions who were still alive and who might be hiding. They were lucky. Much of the group managed to hide in the basement of the house and were rescued alive. Back to the anthill, they went to Queen Nora. They told what happened and the queen cried. He joined the living and wept with them.

"My queen, permission to start the counterattack immediately!"
- Permission Denied General!
"With all due respect, my queen, but can you explain why you take away the right to avenge those who are gone?"
"Of course, General, I will explain not only to you, but to all the people of Formigopolis. Having said this he summoned them all to meet in the main hall of the anthill and said to them:

"My General, My Lieutenant of the Guard, the people of Formigopolis!" Today we had several important losses among our people. Our soldiers and workers were killed in the performance of their duties. It is very sad news, regrettable. They had no chance of defense and we all know the power of insecticides. We also know that we could go there and tell our enemies to attack and avenge our dead, this is the will of our General, but that I, as the queen of Formigolis, did not approve and now I will explain why. We are ready for war, but we are not a people of war. We are ready for revenge, but we are not for revenge, we are ready for the fight, but we will not fight and we have two reasons for this; First we would be easily decimated by the enemy with its powerful insecticide and the second is that we have Formigópolis to take care of. Here are our children, our parents, our brothers and our whole family and we swear to protect and support them until the end of their lives. How can we protect them by exposing us to danger? How can we protect them if we leave them at home and go to war? Who will take care of them in our absence? If, after what you have said here, you decide to go to war, you may leave, but without the permission of your queen.

-Great, my queen. You're right. Forgive me for the impetus of revenge!
"Forgiven my General." I also thought of revenge when I heard, but my queen heart thought not only of those who had left but also of those who remained.

  Having said that they resumed life in Formigópolis and thanks to the queen, the anthill renewed itself by doubling the sum of casualties during the attack suffered. A year later everyone celebrated the various births and the life that once again was quiet in the paradise of the ants.


  Writer Text and Author Tony Casanova. All Rights Reserved to Authorized by the Brazilian and International Laws for the Protection of Intellectual Property Rights.

   Tony Casanova is an author of works: Panorama of the Arts, Love according to the Bible, On the Coast of Relationships - Learning from Mistakes, Unstable Relationships - How to Avoid Disappointments and Love French. You may purchase one or more of the author's works by accessing THIS LINK

  Attention: The text originally written in Portuguese language was translated automatically with the help of third-party applications. 
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  Cuento | Ficción | El Reino de Formigópolis

  Estamos en Formigópolis, el paraíso secreto donde las hormigas viven con su gran cantidad de soldados, obreros y su reina. En este reino todos ellos están muy organizados, cada uno con sus funciones y todo el trabajo en la administración hormiguero. Nora, la reina hormiga vive reposo en el reino en la tarea de mantener la continuidad de la especie, imbuidos de huevos y más huevos que se mantienen bajo el cuidado de los soldados, estas hormigas fuertes, valientes y guerreros, dispuestos a dar su vida por su reina y proteger el nido a toda costa. Los trabajadores se ocupan del transporte de alimentos que serán consumidos por todos, incluyendo a la reina.
   Así es Formigópolis donde todo el trabajo y todos disfrutan. Pero, como en todos los ámbitos hay fricción, estaban los soldados para mantener el orden bajo el mando del general Torg un hormigón de mal humor y ordenada, pero respetado y querido por todos. el lado del General es el Melk, guardia teniente y el brazo derecho de la reina. Un día Torg recibe la visita de Melk precipitada, que muy asustado, casi no podía respirar:

- Señor! Permiso!
- Por supuesto teniente! Un momento!
- Señor tenía baja y que están siendo atacados por delante!
- Dime teniente. ¿Dónde ocurrió?
- Al borde sobre Señor! Estábamos rompiendo en una residencia y nos recibieron con un insecticida!
Tome de mí no inmediatamente teniente. Tenemos que rescatar a los vivos! ¿Cuántas bajas que teníamos?
- Alrededor de 800 de nuestros mejores hombres Señor. 150 soldados y los trabajadores restantes.
- Teniente reunir las tropas de inmediato y vamos a seguir para el sitio de la batalla!

  Seguido cuidadosamente a la zona de la confrontación y no se encontraron con varios soldados y trabajadores muertos. Endurecido, yacía en el suelo con características apretados. La imagen hizo que la Torg general derramó una lágrima, pronto se secó. Melk también lloró a la espera de las órdenes del general.
- Teniente cosechar nuestros hombres! Enviar un grupo de búsqueda para rescatar a posibles supervivientes y luego vamos a trazar una estrategia de ataque!
- ¡Sí señor! Melk saludó y se fue con los otros para recoger a los muertos. Después de un trabajo duro finalmente tuvo que asegurarse de que han recogido todos. a continuación, se formó un grupo de búsqueda para encontrar compañeros siguen vivos y que posiblemente podrían estar escondidos. Tuvieron suerte. Gran parte del grupo logró esconderse en el sótano de la casa y fueron rescatados con vida. De vuelta al nido, que llegaron a la reina Nora. Ellos contaron lo que pasó y lloró la reina. Recogió los vivos y que lamentó la pérdida.

-Mi Reina, el permiso para iniciar el contraataque inmediato!
- Permiso denegado general!
-Con El debido respeto a mi reina, pero se puede explicar por qué tomamos el derecho de tomar la venganza a los que estaban?
señor Claro, explicar no sólo para usted, sino para todo el pueblo de Formigópolis. Dicho esto se llama todo el mundo para reunir en la sala principal del hormiguero y dijo:

-Mi General, mi teniente de la guardia, la gente Formigópolis! Hoy hemos tenido varias pérdidas importantes en nuestro pueblo. Nuestros soldados y trabajadores murieron en el ejercicio de sus funciones. Es un muy triste, lamentable noticia. No tenían ninguna posibilidad de defensa y que todos conocen el poder de insecticidas. También sabemos que podemos ir allí y decir a nuestros enemigos para atacar y vengar a nuestros muertos, esto hará la voluntad de nuestro general, pero me gusta la reina Formigólis no aprobado y ahora explicaremos por qué. Estamos listos para la guerra, pero no somos un pueblo de guerra. Estamos dispuestos a la venganza, pero no estamos de venganza, estamos listos para la lucha, pero no vamos a luchar y tenemos dos razones para esto; primera estaríamos fácilmente aniquiladas por el enemigo con su potente insecticida y la segunda es que tenemos que cuidar Formigópolis. Aquí están nuestros hijos, nuestros padres, nuestros hermanos y toda nuestra familia y nos comprometemos a protegerlos y apoyarlos hasta el final de sus vidas. ¿Cómo podemos proteger al exponer el peligro? ¿Cómo apoyar a ellos si los dejamos en casa y fuimos a la guerra? ¿Quién va a cuidar de ellos en nuestra ausencia? Si después de esto dicho aquí se decide ir a la guerra, que pueden ir, pero sin el permiso de su reina.

Perdone mi reina. Usted tiene razón. Perdóname por el impulso de venganza!
-Perdoado Sir. También pensé en la venganza cuando se enteró, pero mi corazón no reina sólo pensaba en que era, pero más en que estaban.

  Dicho esto, se reanuda la vida en Formigópolis y gracias a la reina, el hormiguero renovado duplicar la suma de bajas sufridas durante el ataque. Un año después de celebrar todos los diversos nacimientos y la vida que siguió a lo largo de un tiempo de silencio en las hormigas paraíso.


  Escritor de texto y el autor, Tony Casanova. Todos los derechos están reservados al Autor garantizada por la legislación brasileña y la Protección Internacional de los Derechos de Propiedad Intelectual.  

  Tony Casanova es autor de obras: Panorama del arte, el amor, según la Biblia, Las Relaciones costeras - Aprender de los errores, relaciones inestables - Cómo evitar decepciones y Habla francés del amor. Usted puede comprar una o más obras del autor, visita ESTE ENLACE
 Nota: El texto escrito originalmente en Brasil de la Lengua Portuguesa fue traducido automáticamente con la ayuda de aplicaciones de terceros.
    

Conto | Amor | Romance na praia de Atalaia | Tony Casanova

Romance na praia de Atalaia
   Eram dez horas da manhã e Joyce nem havia decidido o que iria fazer num dia de domingo tão lindo.  As opções eram poucas, mas ainda assim a moça estava pensando se ficaria em casa vendo televisão ou um filme qualquer, se acessaria suas redes sociais ou iria dormir. Saiu e olhou o céu da pequena Aracaju e pensou na praia. Por que não? Claro, iria pegar aquele "bronze" que lhe faltava e á noite invetaria algo para se divertir.
    Escolheu um biquíni e tomou um banho, penteou os cabelos deixando-os molhados, pôs um shortinho acima do biquíni e fez um lanche. Saiu rumo á praia da Orla de Atalaia, considerada uma das mais bonitas do Nordeste.  Ao longo dos seus 22 anos, Joyce nunca perdeu a sensação de encantamento sempre que ia á praia. Contemplava boquiaberta aquela imensa faixa de mar, sentia o ar fresco e aquela multidão conversando animadamente ao som de alguma música que tocava ali. 
    Aracaju, a capital do Estado de Sergipe, apesar de ser uma cidade ainda moça comparada ás demais capitais, é considerada um exemplo de evolução e qualidade de vida. O Estado de Sergipe, um dos menores do Brasil, possuía atrativos que o tornavam gigante entre os Estados e seu povo, sempre alegre e hospitaleiro, recebia com alegria seus visitantes. Ali Joyce nascera e amava o lugar onde seus pais resolveram ficar após terem chegado da Bahia.
    Como a maioria das mulheres brasileiras, Joyce era do tipo pequena, mas o que lhe faltava em altura, sobrava-lhe em curvas. Com busto e quadris proporcionais, pernas grossas e um bumbum saliente, a moça arrancava suspiros dos rapazes mais afoitos que observavam enquanto caminhava pelas areias.  Aquilo fazia bem para o ego, mas não era algo com que se importasse muito.  Apesar do rosto bonito, ela namorara pouco, não era muito ligada em romances e paqueras. 
     Ainda distraída olhando a beleza do mar, ouviu quando chamaram seu nome e ao virar reconheceu Cristina, uma amiga e colega da escola em companhia de outras duas meninas e um rapaz. Ela cumprimentou a colega e foi apresentada ao grupo.  Percebeu que o rapaz, o Denis, irmão de Cris, não tirava os olhos dela. Moço bonito, educado e muito simpático, pensou Joyce.  Á convite de Cris, foram todos banhar-se. Ali começaram a brincar e aos poucos, Denis e Joyce ficaram um pouco isolados do grupo. 
     Ele perguntou-lhe a idade, o que fazia, coisas assim e ela respondia devolvendo-lhe a pergunta.  Quando em vez Denis fazia uma gracinha e ela sorria largamente enquanto o grupo mais afastado olhava e a Cris piscava o olho para Joyce.  Eles resolveram sair da água, mas o casal ficou.  A conversa entre eles parecia não ter fim e estavam tão felizes ali que resolveram ficar um pouco mais.  "Juízo hein!" Gritou para eles a Cris.  Joyce piscou para ela e sorriu fazendo sinal de positivo com o polegar enquanto Denis respondia: - Tá certo mana.
      Eles não haviam planejado aquela onda surgindo por trás dela e empurrando-a  em direção ao Denis.  Ao perceber a moça desequilibrada, ele a segurou forte pela cintura e seus corpos ficaram colados. Um sorriso meio sem jeito após perceber a proximidade, Joyce viu seu nariz quase tocar o de Denis e pela sua respiração, ele ficou tão nervoso quanto ela. Sim, ele estava nervoso, ela percebia isso em seu corpo reagindo. Ela não esboçou reação quando ele a olhou nos olhos e em seguida para sua boca e assim que notou Joyce fechando os olhos, beijou-a.
      Aquele beijo foi o primeiro de muitos. Felizes eles sorriam, brincavam com a água e beijavam-se apaixonadamente. Estavam naquele clima de romance quando perceberam que Cris estava na margem batendo palmas. Ela foi até eles e perguntou: - Joyce, eu só quero saber se agora você já pode me chamar de "cunhada".  A moça olhou para Denis enquanto ele sorria e respondeu:
- Claro, cunhada.
    Todos sorriram e voltaram até a barraca onde as meninas os esperavam.  

    *** Nota: A presente estória é obra de Ficção e qualquer semelhança com pessoas ou fatos reais terá sido mera coincidência.    
       Texto do Escritor brasileiro Tony Casanova. Direitos Autorais reservados. Proibida a cópia, colagem, reprodução total ou parcial de qualquer espécie ou divulgação em qualquer meio sem autorização prévia e expressa do autor. A violação destes Direitos constitui-se em crime previsto nas Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos Autorais e Propriedade Intelectual e está passiva de punição legal cabível de acordo com a Legislação em vigor.      
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Tale | love | Romance on the beach Watchtower | Tony Casanova

   It was ten o'clock in the morning and Joyce had not even decided what he would do in such a beautiful day Sunday. The options were few, yet the girl was thinking it would be at home watching TV or a movie any, you would access their social networks or would sleep. He went out and looked at the sky and thought little Aracaju on the beach. Why not? Of course, I would get that "bronze" he lacked and evening invetaria something for fun.
    Chose a bikini and took a bath, combed his hair leaving them wet, put a short up bikini and made a snack. Left towards the beach of Atalaia Orla, considered one of the most beautiful in the Northeast. Over its 22 years, Joyce never lost the sense of wonder every time I went to the beach. Watched openmouthed the huge strip of sea, felt the fresh air and the crowd talking animatedly to the sound of a song that was playing there.
    Aracaju, capital of Sergipe State, despite being a city still young compared to other capitals, is considered an example of progress and quality of life. The state of Sergipe, one of the lowest in Brazil, had attractions that made giant among States and its people, always cheerful and hospitable, received with joy your visitors. Ali Joyce was born and loved the place where his parents decided to stay after they arrived from Bahia.
    Like most Brazilian women, Joyce was the little guy, but what he lacked in height, was left to him in curves. Com bust and proportionate hips, thick legs and a protruding butt, the girl wrenched sighs of the most daring young men watched as he walked the sands. That was good for the ego, but it was not something I cared a lot. Despite the pretty face, she just had dated, it was not very connected in novels and flirt.
     Still distracted looking at the beauty of the sea, he heard when they called his name and recognized around Cristina, a friend and classmate other two girls and a boy company. She greeted a colleague and was presented to the group. He realized that the boy, Denis, Chris's brother, did not take his eyes off her. Young beautiful, polite and very friendly, thought Joyce. Á Cris invitation, were all bathing. Ali began to play and gradually Denis and Joyce were a little isolated from the group.
     He asked her age, she did, things like that and she responded by returning the question to her. When in time Denis was a cutie and she smiled wide as the farthest group looked and Cris winked at Joyce. They decided to leave the water, but the couple stayed. The conversation between them seemed to have no end and were so happy there that decided to stay a little longer. "Judgment huh!" He shouted for them to Cris. Joyce winked at her and smiled making positive sign with his thumb while Denis replied: - Okay mana.
      They had not planned that wave coming behind it and pushing it toward Denis. Realizing the unbalanced girl, he held strong by the waist and their bodies were glued. A smile awkwardly after realizing the proximity, Joyce saw his nose almost touching the Denis and his breath, he was so nervous about it. Yes, he was nervous, she realized that in her body reacting. She did not react when he looked into her eyes and then to his mouth and so noticed Joyce closing his eyes, he kissed her.
      That kiss was the first of many. Happy they were smiling, playing with water and kissed passionately. They were in that mood for romance when they realized that Cris was on the edge clapping. She went to them and asked: - Joyce, I just want to know if now you can call me "sister." She looked at Denis as he smiled and replied:
- Of course, sister.
    Everyone smiled and went back to the tent where the girls were waiting for them.

    *** Note: This story is a work of fiction and any resemblance to people or real events is entirely coincidental.
       Text Brazilian writer Tony Casanova. Copyright reserved. The copying, collage, total or partial reproduction of any kind or dissemination in any medium without the express prior permission of the author. Violation of these rights constitutes a crime under the Brazilian law and protection of the International Copyright and Intellectual Property and is passive legal punishment applicable according to the legislation in force.
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Cuento | amor | Pareja en la playa Atalaya | tony Casanova

   Eran las diez en punto de la mañana y Joyce ni siquiera se había decidido lo que haría en un día tan hermoso domingo. Las opciones eran pocos, sin embargo, la chica estaba pensando que sería estar en casa viendo la televisión o una película cualquiera, usted podrá acceder a sus redes sociales, o si dormir. Él salió y miró al cielo y pensó poco Aracaju en la playa. ¿Porque no? Por supuesto, me gustaría tener que "bronce" que le faltaba y por la noche invetaria algo para la diversión.
    Eligió un bikini y se dio un baño, se peinó dejándolos mojado, poner un corto arriba del bikini y hecho un bocadillo. A la izquierda hacia la playa de Atalaia Orla, considerado uno de los más bellos en el noreste. Durante sus 22 años, Joyce nunca perdió la capacidad de asombro cada vez que iba a la playa. Mirado la boca abierta de la enorme franja de mar, sintió el aire fresco y la multitud hablando animadamente con el sonido de una canción que estaba tocando allí.
    Aracaju, capital del estado de Sergipe, a pesar de ser una ciudad aún es joven en comparación con otras capitales, se considera un ejemplo de progreso y calidad de vida. El estado de Sergipe, uno de los más bajos en Brasil, tenía atracciones que hicieron gigante entre los Estados y su gente, siempre alegre y hospitalario, recibió con alegría a sus visitantes. Ali Joyce nació y me encantó el lugar donde sus padres decidieron quedarse después de que llegaron desde Bahía.
    Como la mayoría de las mujeres brasileñas, Joyce era el pequeño, pero lo que le faltaba de altura, se dejó a él en las curvas. com busto y las caderas proporcionadas, piernas gruesas y un trasero que sobresale, la chica arrancaron suspiros de los jóvenes más atrevidos visto mientras caminaba por las arenas. Eso era bueno para el ego, pero no era algo que me importaba mucho. A pesar de la cara bonita, que acababa de fecha, no fue muy conectado en novelas y ligar.
     Aún distraída mirando la belleza del mar, escuchó cuando llamaron su nombre y reconocidos en todo Cristina, un amigo y compañero otras dos chicas y un chico empresa. Saludó a un colega y se presentó al grupo. Se dio cuenta de que el chico, Denis, el hermano de Chris, no le quitaba los ojos de encima. Joven y bella, educado y muy amable, pensó Joyce. Una invitación Cris, eran todos de baño. Ali empezó a jugar y poco a poco Denis y Joyce eran un poco aislado del grupo.
     Le pidió a su edad, ella hizo, cosas por el estilo y ella respondió devolviendo la pregunta a ella. Cuando en el tiempo Denis era una chica y ella sonrió amplia como el grupo más alejado se veía y Cris hizo un guiño a Joyce. Decidieron salir del agua, pero la pareja se quedaron. La conversación entre ellos parecía no tener fin y eran tan feliz allí que decidió quedarse un poco más. "Eh Juicio!" Gritó para que Cris. Joyce le guiñó un ojo y sonrió, haciendo la señal positiva con su pulgar mientras que Denis respondió: - Está bien maná.
      No habían previsto que la ola que viene detrás de él y empujándolo hacia Denis. Al darse cuenta de la chica desequilibrada, que se mantuvo fuerte por la cintura y estaban pegados a sus cuerpos. Una sonrisa torpemente después de darse cuenta de la proximidad, Joyce vio su nariz casi tocando el Denis y su aliento, estaba tan nervioso por ello. Sí, estaba nervioso, se dio cuenta de que en su cuerpo reaccionar. Ella no reaccionó cuando la miraba a los ojos y luego a la boca y así se dio cuenta de Joyce cerrando los ojos, la besó.
      Ese beso fue el primero de muchos. Feliz estaban sonriendo, jugando con el agua y se besaron apasionadamente. Se encontraban en ese estado de ánimo para el romance cuando se dieron cuenta de que Cris estaba en el borde aplaudiendo. Ella fue a ellos y les preguntó: - Joyce, sólo quiero saber si ahora me puede llamar "hermana". Miró a Denis como él sonrió y respondió:
- Por supuesto, hermana.
    Todo el mundo sonrió y volvió a la tienda donde las chicas estaban esperando para ellos.

    *** Nota: Esta historia es una obra de ficción y cualquier parecido con personas o eventos reales es pura coincidencia.
       Texto escritor brasileño, Tony Casanova. Los derechos de autor reservados. La copia, el collage, la reproducción total o parcial de cualquier tipo o difusión en cualquier medio sin la previa autorización expresa del autor. La violación de estos derechos constituye un crimen bajo la ley brasileña y la protección de la Internacional de Autor y la Propiedad Intelectual y es castigo legal pasiva aplicables de acuerdo con la legislación vigente.

      

Conto | Memórias de um pequeno escritor | Tony Casanova

Sempre que podemos nos referimos aos tempos atuais como sendo maravilhosos, tecnologicamente perfeitos. Ganhamos muito com a evolução tecnológica, claro que se observarmos por um ângulo, mas se formos realmente pesar os acontecimentos veremos que se por um lado obtivemos um enorme ganho, por outro perdemos muito com a tal Alta Tecnologia. Se hoje temos a interação com pessoas de todas as partes do mundo, perdemos o contato com aqueles que absurdamente estão bem próximos de nós, principalmente se eles não usam redes sociais. Mas na verdade a matéria de hoje falará sobre o oposto de tudo que conhecemos hoje; a simplicidade da vida humana e as relações interpessoais.
Quando ainda criança fui levado por mamãe para um interior do Estado da Bahia chamado Candeias, onde moravam meus tios e meus primos e a história de hoje relata exatamente uma aventura que vivi com os filhos dos meus tios nesta cidadezinha. Como de costume, acordamos cedo e fomos ao terreiro da casa olhar as plantações que haviam ao redor. Era um lugar muito bonito e naquela hora da manhã o ar ainda estava frio, com a mata coberta pela névoa e aquele aroma forte de mato impregnando as narinas. Eu, garoto da capital, olhava tudo com admiração, encantado com as formas das plantas, as cores das flores, dos animais pequeninos como pequenos besouros, gafanhotos e calangos que corriam mato adentro. Tudo era novo para mim e aquele contato com a natureza me fazia um bem danado. Eu ouvia intrigado os sons que ouvia vindos da mata fechada e meus primos iam identificando para mim um-a-um cada som que ouvíamos.
Enquanto encantava-me com o canto dos pássaros olhei para o chão e vi que em meio ao capim, areias alvinhas pareciam dançar e fui me aproximando devagar enquanto meus primos me seguiam. Ah! Este é o minador. Disse um deles. De imediato quis saber o que era um minador e então ele explicou-me que ali a água brotava limpinha do chão e percorria as terras, indo formar um rio lá embaixo. Fiquei pasmo: Como podia aquele fio tão fininho de água dar origem a um rio? Meus primos então me convidaram a ir até o rio, mas devido a distância, teríamos que ir a cavalo porque o caminho era longo. Não sei o que era maior, minha curiosidade de ver o rio ou o medo de subir no cavalo. Acho que estavam empates. Eu subia naquele animal alto e deslizava pelo outro lado enquanto meus primos acabavam ás gargalhadas.
Passado o vexame, finalmente consegui subir no bicho e lá fomos nós em direção ao rio em meio aos solavancos e os sopapos que recebia das ancas do animal. Ao chegarmos eu não acreditei no que vi. Um longo e caudaloso rio à nossa frente. Lindo e ao que me parecia, revolto o suficiente para me fazer desistir da ideia de molhar o dedo do pé naquelas águas. Olhava tudo com muita curiosidade, ouvia tudo atentamente. Ali parecia que os pássaros estavam mais animados e cantavam alto enquanto voavam para lá e para cá. Eram muitos e de muitas espécies. Eu nunca havia visto tantos passarinhos bonitos soltos daquela forma. Foi uma aventura marcante de tal forma que esteve por todos estes anos guardada na minha memória. Penso então nos dias de hoje, em quantas crianças tem, como eu tive, a oportunidade de sentir de perto a natureza como senti naquele dia?. Quantas tem a chance de parar e sentir a brisa, olhar o rio e ouvir os pássaros alegres senão em vídeos do Youtube? Meus anfitriões também eram crianças, ou seja, eles do interior e eu da capital, abobado por tudo que estava vendo ali. Eu pergunto, quantas crianças perderam a interação familiar real por conta das redes sociais que transformaram este convívio em meros boa noite? Uma pena que a tecnologia nos tenha transformado em uma espécie de robô, agindo e reagindo de forma mecânica ao que poderia ser sentimento real. Uma pena mesmo.



Texto do Escritor brasileiro Tony Casanova. Direitos Autorais reservados. Proibida a cópia, colagem, reprodução total ou parcial de qualquer espécie ou divulgação em qualquer meio sem autorização prévia e expressa do autor. A violação destes Direitos constitui-se em crime previsto nas Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos Autorais e Propriedade Intelectual e está passiva de punição legal cabível de acordo com a Legislação em vigor.
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Tale | Memories of a small writer | Tony Casanova

Whenever we refer to the current times as wonderful, technologically perfect. We won a lot with the technological evolution, of course if you look for an angle, but if we really regret the events we see that on the one hand we got a huge gain on the other lost a lot with such High Technology. If today we have the interaction with people from all over the world, we lose touch with those who absurdly are very close to us, especially if they do not use social networks. But actually matter today will talk about the opposite of everything we know today; the simplicity of life and interpersonal relationships.
As a child I was taken by Mama for the state of Bahia called Candeias, where they lived my uncles and my cousins ​​and the story today reports exactly an adventure that lived with the children of my uncles in this town. As usual, we woke up early and went to the yard of the house to look at the crops they had around. It was a very beautiful and at that hour of the morning the air was still cold place with the forest covered by fog and that strong smell of bush impregnating the nostrils. I, the capital boy looked all in awe, enthralled by the shapes of plants, the colors of flowers, little animals like small beetles, grasshoppers and lizards that ran into the bush. Everything was new to me and that contact with nature made me a darn good. I heard puzzled sounds she heard coming from the dense forest and my cousins ​​were identified to me one-on-one every sound we heard.
While charmed me with birdsong looked at the floor and saw that amid the grass, alvinhas sands seemed to dance and I approached slowly while my cousins ​​followed me. Ah! This is the miner. She said one. Immediately wanted to know what was a miner and then he explained to me that there the water flowed quite clean the floor and walked the grounds, going to form a river below. I was stunned: How could that thread so thin water give rise to a river? My cousins ​​then invited me to go to the river, but due to distance, we would have to go on horseback because the road was long. I do not know what was more, my curiosity to see the river or afraid to get on the horse. I think they were draws. I climbed that high feed and slid the other way while my cousins ​​had just ace laughter.
After the embarrassment, I finally managed to get on the animal and off we went to the river amid the bumps and blows it received the animal's hips. When we arrived I did not believe what I saw. A long, flowing river in front of us. Beautiful and it seemed to me, rough enough to make me give up the idea of ​​soaking the toe in those waters. I watched everything with great curiosity, listened intently. Ali seemed the birds were more animated and sang loudly as they flew to and fro. It was many and many species. I had never seen so many beautiful birds loose like that. It was a remarkable adventure so it has been for all these years stored in my memory. I think so these days, how many children have, as I had the opportunity to feel close to nature as I felt that day ?. How many have the chance to stop and feel the breeze, looking at the river and hear the cheerful birds but in Youtube videos? My hosts were also children, meaning they from the inside and I the capital, dumbfounded by everything he was seeing there. I ask, how many children lost their real family interaction due to the social networks that have turned this living in mere good night? A pity that technology has transformed us into a kind of robot, acting and reacting mechanically to what might be real feeling. A pity it.

Text Brazilian writer Tony Casanova. Copyright reserved. The copying, collage, total or partial reproduction of any kind or dissemination in any medium without prior written permission of the author. Violation of these rights constitutes a crime under Brazilian law and the protection of the International Copyright and Intellectual Property and is passive legal punishment applicable according to the legislation in force.

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Conto | Recuerdos de un pequeño escritor | De Tony Casanova

Cuando nos referimos a los tiempos que corren tan maravilloso, tecnológicamente perfecto. Hemos ganado mucho con la evolución tecnológica, por supuesto, si usted busca un ángulo, pero si realmente lamentamos los acontecimientos que vemos que por un lado tenemos una enorme ganancia en la otra perdimos mucho con tal de Alta Tecnología. Si hoy tenemos la interacción con la gente de todo el mundo, perder el contacto con los que absurdamente están muy cerca de nosotros, especialmente si no se utilizan las redes sociales. Pero en realidad importa hoy hablará de lo contrario de todo lo que conocemos hoy en día; la simplicidad de la vida y las relaciones interpersonales.
Cuando era niño me llevaron por Mama para el estado de Bahía llamada Candeias, donde vivían mis tíos y mis primos y los informes actuales de la historia exactamente una aventura que vivió con los hijos de mis tíos en esta ciudad. Como de costumbre, nos despertamos temprano y fuimos al patio de la casa para mirar los cultivos que tenían alrededor. Fue un muy bonito y en esa hora de la mañana, el aire estaba quieto lugar frío con el bosque cubierto por la niebla y que el fuerte olor de la zarza impregnación de las fosas nasales. Yo, el chico de capital miraba todo con asombro, cautivado por las formas de las plantas, los colores de las flores, pequeños animales como pequeños escarabajos, saltamontes y lagartijas que corrían hacia el monte. Todo era nuevo para mí y que el contacto con la naturaleza me hizo un bueno. Oí perplejo sonidos que oyó que vienen del bosque denso y mis primos fueron identificados a mí uno-a-uno cada sonido que escuchamos.
Aunque me encantaba con canto de los pájaros miró al suelo y vio que en medio de la hierba, alvinhas arenas parecían bailar y yo nos acercamos lentamente mientras mis primos me siguieron. ¡Ah! Este es el minero. Ella dijo una. Inmediatamente quería saber lo que era un minero y luego él me explicó que allí el agua fluyó bastante limpio el piso y caminaron los terrenos, va a formar un río abajo. Me quedé de piedra: ¿Cómo pudo ese hilo para que el agua delgada dar lugar a un río? Mis primos y luego me invitó a ir al río, pero debido a la distancia, que tendrían que ir a caballo, porque el camino era largo. No sé lo que era más, mi curiosidad para ver el río o miedo de subirse al caballo. Creo que fueron empates. Subí que la alta alimentación y deslicé hacia otro lado mientras mis primos acababan as risas.
Después de la vergüenza, finalmente me las arreglé para conseguir en el animal y nos fuimos al río en medio de los golpes y golpes que recibió caderas del animal. Cuando llegamos no creía lo que veía. Un largo, que fluye río en frente de nosotros. Hermoso y me pareció, lo suficientemente áspera para hacerme renunciar a la idea de sumergir el dedo del pie en esas aguas. Vi todo con gran curiosidad, escuchaba atentamente. Ali parecía que las aves eran más animada y cantaron en voz alta mientras volaban de aquí para allá. Pasaron muchos y muchas especies. Yo nunca había visto tantas hermosas aves pierden así. Fue una aventura extraordinaria por lo que ha sido durante todos estos años almacenados en la memoria. Yo creo que en estos días, cuántos hijos tienen, ya que tuve la oportunidad de sentirse cerca de la naturaleza como me sentí ese día?. ¿Cuántos tienen la oportunidad de parar y sentir la brisa, mirando el río y oír a los pájaros alegres, pero en los videos de Youtube? Mis anfitriones fueron también los niños, lo que significa que desde el interior y la capital, estupefacto por todo lo que estaba viendo allí. Me pregunto, ¿cuántos niños perdieron su interacción familiar real debido a las redes sociales que han convertido a este vivir en la mera buena noche? Una lástima que la tecnología nos ha transformado en una especie de robot, actuar y reaccionar mecánicamente a lo que podría ser la sensación real. Una lástima.

Texto escritor brasileño, Tony Casanova. Derechos de autor reservados. La copia, el collage, la reproducción total o parcial de cualquier tipo o difusión en cualquier medio sin permiso previo y por escrito del autor. La violación de estos derechos constituye un delito según la legislación brasileña y la protección de la Internacional de Autor y Propiedad Intelectual y es castigo legal pasiva aplicables según la legislación vigente.

Conto | Ficção | Sonhos de Analice. | Tony Casanova

  Para finalizar o ano, hoje trago para vocês uma estória interessante de uma mocinha sonhadora, que sonhava tantas coisas, até em virar doutora. Tudo se passa num pequeno vilarejo que bem poderia se chamar paraíso, tamanha beleza do lugar, mas o nome mesmo era Marilândia, lugar próprio pra sonhar. Apesar de pequena, a cidade era bonita, bem organizada e tranquila, com poucas ruas calçadas e o restante era de terra. A mocinha da nossa estória vivia cantarolando, achando a vida bacana, mas queria mesmo era voar, conhecer cidade grande, poder se sustentar, dar conforto pra família. Pensava em se casar, ter apenas uma filha e assim como sua mãe fizera, dedicar-se a cuidar dela até a vida acabar. Analice era seu nome, tinha 21 anos e possuía belos cabelos cachados. Orgulho de pai e mãe, dedicada nos estudos, a moça também cuidava da casa onde fazia de tudo.
  Certo dia chegara em casa, tomada de euforia, contando aos pais que havia uma chance de partir e trabalhar na capital. Tristeza de uma lado, alegria do outro, rolaram as lágrimas da velha mãe que sabia que aquele era o sonho da menina e ninguém a deteria. Com o coração gigante apertado, disse a mãe para a filha: Vá meu amor, se tem que ser assim que seja, mas não esqueça de nós e mande notícias suas. Eu não queria que partisse, mas se é para o teu bem, que vá e se dedique, realize teu sonho e siga tua sina. Sei que Deus está do teu lado e nada de mal haverá e Ele te ajudará a conquistar os teus sonhos. Eu e teu pai ficaremos tristonhos, mas haverá de passar. Chorando Analice partira, levando de um lado a alegria e por outro a dor da saudade, mas contudo a euforia de viver uma nova vida.
  Muitos anos se passaram com a moça na capital, mandava dinheiro e notícias, mas não podia voltar, muito menos visitar, os pais que esperavam para rever a filha querida. Foi com enorme surpresa que um dia, Analice disse a mãe que iria poder abraçá-la de novo. Estava casada e traria a neta Anabel para que conhecesse a vovó que ansiosa a aguardava. Seu Nicolau, pai de Analice, homem duro de chorar, sentiu a lágrima rolar, diante de tão boa notícia. A moça disse que seu marido Ricardo queria morar por ali, naquela cidade pacata e tranquila que conhecera pelas histórias contadas pela esposa. O moço era fazendeiro e um grande pai de família, vivia a dedicar-se ao trabalho e Analice, sem esquecer-se da filha e quando lhe perguntavam, ele solenemente dizia: Minha família, meu bem maior, presente que Deus me deu.
  Finalmente chegou o dia do reencontro e ninguém aguentava a ansiedade. Era um misturado de alegria, amor e muita saudade. Dona Mazé se tremia, olhando o tempo inteiro no relógio, passou a noite acordada, naquela ansiedade malvada que o coração lhe trazia. Como era linda Anabel, com seus olhinhos de cristal, aquele jeitinho de criança que conquistava Mazé. Seu Nicolau vô coruja, andava pra cima e pra baixo, não tirava a menina dos braços. Abraçada com Ricardo, Analice agora sonhava com suas raízes locais, pensava consigo mesma: dali não sairia mais. O moço era só alegria pra todo lado que olhava, perdera cedo a família, mas agora recuperava. Encontrara nos pais de Analice, a família que precisava.
  Um dia enquanto Analice cuidava da casa, surgiu o carteiro na porta. Era uma carta que cehgava trazendo novo convite para ir trabalhar fora. Ricardo entristeceu, Mazé o acompanhou, Nicolau emudecu e até Anabel chorou, mas Analice respondeu: Mesmo sendo a proposta muito boa, eu não vou aceitar. Nasci aqui em Marilândia e aqui é meu lugar. Meus tesouros aqui estão, meus bens mais preciosos. A minha família querida, minha filha, minha vida e o meu pai adorado. Meu esposo, meu grande amor, que este lugar adotou como seu, são razões suficientes para dizer não a tal proposta e ficar no que é meu. Dito isto, rasgou a carta e abraçou a família feliz, todos emocionados com a proeza da moça. Daquele dia em diante, nunca mais Analice voltou para a capital.


  Texto do Escritor brasileiro Tony Casanova. Direitos Autorais reservados. Proibida a cópia, colagem, reprodução total ou parcial de qualquer espécie ou divulgação em qualquer meio sem autorização prévia e expressa do autor. A violação destes Direitos constitui-se em crime previsto nas Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos Autorais e Propriedade Intelectual e está passiva de punição legal cabível de acordo com a Legislação em vigor.   

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Tale | Fiction | Marialice dreams. | Tony Casanova

 To end the year, today I bring to you an interesting story of a dreamy girl who dreamed so many things, even in turning doctor. Everything takes place in a small village that could well be called paradise, such beauty of the place, but the name was even Maryland, proper place to dream. Although small, the town was beautiful, well organized and quiet, with few sidewalks and the rest was dirt streets. The girl of our story lived humming, finding a nice life, but really wanted to fly, knowing big city, able to support, give comfort to the family. Thinking about getting married, have only one daughter and just as her mother had done, dedicate yourself to take care of her until life is over. Analice was his name, was 21 and had beautiful hair cachados. Father and mother proud, dedicated in studies, she also took care of the house where he did everything.
  One day come home, making euphoria, telling his parents he had a chance to go and work in the capital. Sadness of a hand, the joy of the other, rolled down the old mother's tears he knew that was the dream girl and no one would stop. With a sinking giant heart, her mother said to her daughter: Go my love, one has to be so is, but do not forget us and send us your news. I did not want him to leave, but if it's for your own good, you go and dedicate yourself, realize your dream and follow your destiny. I know that God is on your side and nothing bad will and He will help you achieve your dreams. Me and your father we will be sorrowful, but there will be spending. Analice crying gone, leading from one side to the other joy and the pain of longing, but yet the euphoria of living a new life.
  Many years passed with the girl in the capital, sent money and news, but could not go back, much less visit, parents waiting to review the beloved daughter. It was with great surprise that one day, Analice said her mother would be able to hold her again. He was married and would bring Anabel granddaughter to know that Grandma anxiously awaited. Your Nicholas, father of Analice, hard man to cry, felt the tears roll, before such good news. She said her husband Ricardo wanted to live there, in that quiet, peaceful town known by the stories told by his wife. The boy was a farmer and father of a large family, he lived to devote themselves to work and Analice, without forgetting the daughter and when asked, he solemnly said: My family, my greater good gift that God gave me.
  Finally came the day of reunion and no one could stand anxiety. It was a mixed joy, love and lots of nostalgia. Dona Mazé trembling, looking all the time on the clock, spent the night awake, that evil anxiety that his heart brought him. As Anabel was beautiful, with her crystal eyes, that knack of child conquered Mazé. Your Nicholas Grandpa owl, walked back and forth down, did not take arms girl. Embraced with Ricardo, Analice now dreaming of their local roots, thought to herself, there would not leave more. The boy was only joy for everywhere he looked, soon lost his family, but now recovering. Met the parents of Analice, the family needed.
  One day while Analice kept house, the postman at the door came. It was a letter that cehgava bringing new invitation to work out. Ricardo saddened, Mazé accompanied Nicholas emudecu and even Anabel cried, but Analice replied: Although a very good proposal, I will not accept. I was born here in Maryland and here is my place. Here are my treasures, my most precious possessions. My dear family, my daughter, my life and my father worshiped. My husband, my great love, this place has adopted as his own, are enough reasons to say no to such a proposal and get what's mine. That said, he tore the letter and embraced the happy family, all thrilled with the achievement of the girl. From that day on, never Analice returned to the capital.

  Text Brazilian writer Tony Casanova. Copyright reserved. The copying, collage, total or partial reproduction of any kind or dissemination in any medium without prior written permission of the author. Violation of these rights constitutes a crime under Brazilian law and the protection of the International Copyright and Intellectual Property and is passive legal punishment applicable according to the legislation in force.

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      Tale | Ficción | Sueños Marialice. | De Tony Casanova

 Para finalizar el año, hoy os traemos una interesante historia de una chica de ensueño que soñaba con tantas cosas, incluso en convertir médico. Todo tiene lugar en un pequeño pueblo que bien podría llamarse el paraíso, tal belleza del lugar, pero el nombre fue aún Maryland, lugar que le corresponde al sueño. Aunque pequeña, la ciudad era hermosa, bien organizado y tranquilo, con pocas aceras y el resto era calles de tierra. La chica de nuestra historia vivida tarareando, la búsqueda de una vida agradable, pero realmente quería volar, a sabiendas de la gran ciudad, capaz de apoyar, dar consuelo a la familia. Pensando en casarse, tener sólo una hija y al igual que su madre había hecho, dedicarse a cuidar de ella hasta que la vida ha terminado. Analice era su nombre, era 21 y tenía unas cachados pelo. Padre y madre orgullosa, dedicado en los estudios, también se hizo cargo de la casa donde se hizo todo.
  Un día vino a casa, por lo que la euforia, diciendo a sus padres que él tuvo la oportunidad de ir a trabajar a la capital. Tristeza de un lado, la alegría de la otra, rodó por las lágrimas de la vieja madre sabía que era la chica de los sueños y nadie le detendrá. Con un corazón gigante que se hunde, su madre dijo a su hija: Vaya mi amor, uno tiene que ser también lo es, pero no te olvides de nosotros y envíenos sus noticias. Yo no quería que se fuera, pero si es por tu propio bien, que voy y dedico a ti mismo, realizar su sueño y seguir su destino. Yo sé que Dios está de su lado y nada mala voluntad y Él te ayudará a alcanzar sus sueños. Yo y tu padre estaremos tristes, pero habrá gastos. Analice llanto desaparecido, lo que lleva de un lado a otro la alegría y el dolor de la nostalgia, pero sin embargo, la euforia de vivir una nueva vida.
  Pasaron muchos años con la chica en la capital, enviaron dinero y noticias, pero no podían volver atrás, mucho menos la visita, los padres a la espera de revisar la amada hija. Fue con gran sorpresa que un día, Analice dijo su madre sería capaz de abrazarla de nuevo. Estaba casado y traería Anabel nieta saber que la abuela esperaba ansiosamente. Sus Nicholas, padre de Analice, hombre duro para llorar, sentía el rollo de las lágrimas, antes de tan buenas noticias. Ella dijo que su esposo Ricardo quería vivir allí, en esa ciudad tranquila, pacífica conocida por las historias contadas por su esposa. El niño era un agricultor y padre de una familia numerosa, vivió para dedicarse a trabajar y Analice, sin olvidar la hija y cuando se le preguntó, él solemnemente dijo: Mi familia, mi bien mayor regalo que Dios me dio.
  Finalmente llegó el día de la reunión y nadie podía soportar la ansiedad. Fue una alegría mezclada, amor y mucha nostalgia. Dona Mazé temblando, mirando todo el tiempo en el reloj, pasó la noche en vela, que la ansiedad mal que su corazón le trajo. Como Anabel era hermosa, con sus ojos de cristal, que don de niño conquistó laberinto. Su búho Nicholas abuelo, iba y venía abajo, no tomó muchacha de los brazos. Abrazado con Ricardo, Analice ahora soñando con sus raíces locales, pensó para sí misma, no dejaría mucho más. El muchacho fue sólo alegría por todas partes se veía, pronto perdió a su familia, pero ahora en recuperación. Conoció a los padres de Analice, la familia necesita.
  Un día, mientras Analice mantuvo casa, el cartero en la puerta vino. Era una carta que cehgava trayendo nueva invitación a hacer ejercicio. Ricardo entristecido, Mazé acompañado Nicholas emudecu e incluso Anabel lloró, pero Analice respondió: A pesar de una muy buena propuesta, no voy a aceptar. Yo nací aquí en Maryland y aquí es mi lugar. Aquí están mis tesoros, mis posesiones más preciadas. Mi querida familia, mi hija, mi vida y mi padre adoraba. Mi marido, mi gran amor, este lugar ha adoptado como propia, son suficientes razones para decir que no a una propuesta de este tipo, y obtener lo que es mío. Dicho esto, rasgó la carta y abrazó la familia feliz, todos encantados con el logro de la chica. Desde ese día, nunca se Analice regresó a la capital.

  Texto escritor brasileño, Tony Casanova. Derechos de autor reservados. La copia, el collage, la reproducción total o parcial de cualquier tipo o difusión en cualquier medio sin permiso previo y por escrito del autor. La violación de estos derechos constituye un delito según la legislación brasileña y la protección de la Internacional de Autor y Propiedad Intelectual y es castigo legal pasiva aplicables según la legislación vigente.

Conto | Um verão á dois. [Tony Casanova]

Durante aquele verão Nicole estava obstinada a viajar e conhecer pessoas e lugares diferentes. Estava com um certo enfado de estar sempre vendo as mesmas pessoas, mesmas paisagens e ouvir sempre os mesmos assuntos. Em Coronel Bilac, um pequeno município do Estado de Sergipe, a vida transcorria como em todas as cidades interioranas do Brasil; nem mesmo as fofocas variavam e tudo acontecia em uma mesmice de fazer dó. Nicole estava com 21 anos recém completados e havia juntado algum dinheiro com as economias que vinha fazendo com aquilo que sobrava do seu magro salário como balconista na panificação do seu Quincas. Não ganhava muito, mas dava para viver em uma cidade de custo de vida baixo como era Coronel Bilac.
A moça estava resolvida, iria passar suas férias no Rio de Janeiro, na casa de sua tia Joalice. Comprou as passagens e seguiu rumo à cidade maravilhosa. O encontro com a tia fora festivo. Assim puderam colocar a conversa em dia. Já na casa de Joalice ela conheceu seus primos Rafael e Fábio, os dois únicos filhos da tia. Conversaram bastante animados enquanto bebiam cervejas que antecipadamente a tia havia comprado especialmente para a ocasião. O primo mais velho, Rafael tinha 20 anos e o Fábio apenas 14 anos, mas ambos eram muito alegres e falantes, divertidos. Nasceram no Rio de Janeiro por ocasião do segundo casamento de Joalice que cansada da vida no interior, resolvera largar tudo e ir viver em uma capital. Escolhera o Rio porque na sua ida havia conhecido João, o caminhoneiro que lhe dera carona até lá e durante o caminho se envolveram em um namoro que terminou em casamento.
Em uma tarde, Rafael e Nicole estavam conversando à porta da casa e entre uma conversa e outra se olharam e sentiram vontade de trocar um beijo. Como estavam desimpedidos, não hesitaram em levar adiante seus instintos e beijaram-se longamente. Passada uma semana e eles repetiam sempre o mesmo ritual; após o almoço sentavam-se à porta e ficavam namorando enquanto Fábio e Joalice dormiam Como de hábito. Um dia porém o casal não resistiu e começou a namorar dentro de casa mesmo. Nicole sabia que se Rafael não se controlasse ela não resistiria e iria se entregar ao rapaz, mas o jovem estava muito excitado e ao abraçá-la fez com que a moça sentisse o volume do seu membro inchado dentro do short. Ela tentou controlar-se, resistir, mas sentia que sua vulva estava tão aquecida e úmida que o líquido já lhe molhava as pernas. Seu corpo inteiro tremia e por mais que tentasse manter as pernas fechadas, elas teimavam em abrir-se para sentir o membro de Rafael roçando-lhe os lábios.
Estavam à porta do quarto e Rafael empurrou a porta com o pé sem que Nicole esboçasse qualquer reação. Estavam tomados de desejo. Já não controlavam mais a respiração que ofegava. No corpo pareciam haver brasas. Beijaram-se novamente atrás da porta e ali começaram a despir-se como se estivessem com o corpo em chamas. Quando Nicole tirou a calcinha Rafael enlouqueceu. Fitava o sexo dela e abaixou-se, beijando nos grandes lábios fazendo Nicole tremer. Ela abria as pernas e ele a sugava lentamente enquanto se tocava. Pôs de pé e a abraçou, desta vez nú e com o membro ereto. Nicole tocou aquele enorme pedaço de carne quente que pulsava e esfregou na vulva. Gemia enquanto rebolava. Ansiava a penetração, quase que implorava olhando nos olhos dele.
Por fim Rafael a penetrou e começaram a fazer movimentos de vai-e-vem, primeiro devagar e aos poucos acelerando até que não aguentaram e chegaram ao orgasmo juntos. Eles jamais conseguiriam esquecer aquela tarde de verão. Estavam exaustos e foram tomar banho. Logo depois acordaram Joalice e Fábio, que obviamente de nada suspeitaram.

Texto do escritor Tony Casanova . Direitos Autorais Reservados ao autor. Estão proibidas as cópias, colagens, divulgação em qualquer meio ou reprodução de qualquer natureza, do todo ou parte desta obra , sem a autorização expressa do autor sob pena de transgressão ás Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos Intelectuais. O desrespeito implicará na aplicação das Sanções Penais cabíveis de acordo com a Legislação em vigor.  

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Tale | A Summer to two. [Tony Casanova]

During that summer Nicole was clinging to travel and meet different people and places. I was with a certain boredom of always seeing the same people, same landscapes and always hear the same issues. Coronel Bilac, a small city in the state of Sergipe, the life went on as all the inner cities of Brazil; even the gossip varied and everything happened in a sameness to make pity. Nicole was recently completed 21 years and had collected some money from the savings that had been doing with what was left of his meager salary as a clerk at the bakery of your Quincas. I did not earn much, but enough to live in a city of low cost of living as was Colonel Bilac.
She was determined, would spend your holidays in Rio de Janeiro, the home of his aunt Joalice. He bought the tickets and went towards the wonderful city. The encounter with the outside festive aunt. So could to catch up day. In the Joalice house she met her cousins ​​Rafael and Fabio, the only two children of her aunt. They talked very excited as they drank beers that advance the aunt had bought especially for the occasion. The older cousin, Rafael was 20 and Fabio only 14, but both were very cheerful and speakers, fun. Born in Rio de Janeiro at the second Joalice of wedding tired of life on the inside, decided to drop everything and go live in a capital. Chose Rio because in his departure had known John the trucker who had given him a ride over there and along the way have engaged in a courtship that ended in marriage.
One afternoon, Raphael and Nicole were talking at the house door and enter a conversation and looked at each other and felt desire to exchange a kiss. How were unimpeded, they did not hesitate to carry out your instincts and kissed at length. After a week and they always repeated the same ritual; after lunch they sat at the door and were dating while Fabio and Joalice slept as usual. One day though the couple did not resist and started dating at home even. Nicole knew that if Rafael is not controlled it would not resist and would deliver the boy, but the young man was very excited and embracing it made the girl feel the volume of his swollen member within short. She tried to control himself, to resist, but felt that her pussy was so warm and wet that liquid has soaked her legs. Her whole body was shaking and try as he might keep her legs closed, they insisted on opening up to feel Rafael's member brushing her lips.
They were on the bedroom door and Rafael pushed the door open with his foot without Nicole sketched any reaction. They were filled with desire. No longer controlled the breath panted. The body seemed to have embers. They kissed again behind the door and there he began to undress as if his body on fire. When Nicole took off her panties Rafael went crazy. He stared at her sex and bent down, kissing labia making Nicole shake. She opened her legs and he sucked slowly as he played. He stood up and hugged her, this time naked and with erection. Nicole played that huge chunk of warm flesh throbbing and rubbed the vulva. Moaned as she strutted. Longed penetration, almost begged looking into his eyes.
Finally Rafael entered her and began to make moves back-and-forth, slowly at first and gradually accelerating until there endured and reached orgasm together. They could never forget that summer afternoon. They were exhausted and were bathing. Soon after they agreed Joalice and Fabio, which obviously suspected nothing.
Text writer Tony Casanova. Copyright reserved to the author. Prints, collages, disclosure or reproduction in any medium whatsoever, of all or part of this work without the express permission of the author under penalty of trespass ace Brazilian law and International Protection to Intellectual Rights are prohibited. Failure to comply will result in the application of appropriate criminal penalties in accordance with the legislation in force.

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Tale | Un verano a dos. [A Tony Casanova]

Durante ese verano Nicole se aferraba a viajar y conocer diferentes personas y lugares. Yo estaba con un cierto aburrimiento de ver siempre las mismas personas, los mismos paisajes y siempre escuchar los mismos temas. Coronel Bilac, una pequeña ciudad en el estado de Sergipe, la vida siguió como todas las ciudades del interior del Brasil; incluso el chisme variado y todo lo que ocurrió en una igualdad de hacer lástima. Nicole se completó recientemente 21 años y había recogido dinero de los ahorros que había estado haciendo con lo que quedaba de su magro salario como empleado en la panadería de su Quincas. Yo no gano mucho, pero lo suficiente para vivir en una ciudad de bajo costo de vida como era coronel Bilac.
Estaba decidida, sería pasar sus vacaciones en Río de Janeiro, la casa de su tía Joalice. Compró los boletos y se fue hacia la maravillosa ciudad. El encuentro con el tía festivo exterior. Así pudo para ponerse al día. En la casa Joalice conoció a sus primos Rafael y Fabio, los únicos dos hijos de su tía. Hablaron muy emocionado mientras bebían cervezas que avance la tía había comprado especialmente para la ocasión. El primo mayor, Rafael fue de 20 y Fabio sólo el 14, pero ambos eran muy alegre y altavoces, diversión. Nacido en Río de Janeiro en el segundo Joalice de boda cansado de la vida en el interior, decidió dejarlo todo e irse a vivir en una capital. Elija Río porque en su partida había conocido a Juan el camionero que le había dado un paseo por allí y en el camino se han involucrado en un noviazgo que terminó en matrimonio.
Una tarde, Rafael y Nicole estaban hablando en la puerta de la casa y entrar en una conversación y se miraron entre sí y sintió el deseo de intercambiar un beso. ¿Cómo fueron sin obstáculos, que no dudaron en llevar a cabo sus instintos y se besaron largamente. Después de una semana y siempre repiten el mismo ritual; después del almuerzo se sentaban a la puerta y eran novios, mientras que Fabio y Joalice dormían como de costumbre. Un día, a pesar de que la pareja no se resistió y empezó a salir en casa, incluso. Nicole sabía que si Rafael no se controla que no se resistiría y entregaría al niño, pero el joven estaba muy emocionado y abrazando hizo que la chica se sienta el volumen de su miembro hinchado dentro de poco. Trató de controlarse a sí mismo, para resistir, pero sintió que su coño era tan cálido y húmedo que el líquido ha empapado las piernas. Todo su cuerpo temblaba y tratar como podría mantener las piernas cerradas, insistieron en la apertura de sentirse miembro de Rafael cepillarse los labios.
Estaban en la puerta del dormitorio y Rafael empujó la puerta con el pie sin Nicole esbozó alguna reacción. Estaban llenos de deseo. Ya no controla la respiración jadeante. El cuerpo parecía tener brasas. Se besaron de nuevo detrás de la puerta y allí comenzó a desnudarse como si su cuerpo en llamas. Cuando Nicole se quitó las bragas Rafael se volvió loco. Miró a su sexo y se inclinó, besando los labios haciendo Nicole agitar. Ella abrió las piernas y chupaba lentamente mientras jugaba. Se puso de pie y la abrazó, esta vez desnuda y con la erección. Nicole jugó ese enorme trozo de carne palpitante caliente y se frotó la vulva. Gimió mientras se pavoneaba. Penetración anhelado, casi rogado mirándole a los ojos.
Finalmente Rafael entró en ella y comenzó a hacer movimientos hacia atrás adelante y hacia atrás, lentamente al principio y acelerando gradualmente hasta que no soportó y alcanzó el orgasmo juntos. Ellos nunca pudieron olvidar aquella tarde de verano. Estaban agotados y eran de baño. Poco después de que acordaron Joalice y Fabio, lo que obviamente no sospechaba nada.
Escritor del texto de Tony Casanova. Derechos de autor reservados al autor. Estampas, collages, divulgación o reproducción en cualquier medio que sea, de la totalidad o parte de este trabajo sin el permiso expreso del autor, bajo pena de la ley brasileña as por la culpa y la Protección Internacional de los Derechos Intelectuales están prohibidos. El incumplimiento dará lugar a la aplicación de sanciones penales correspondientes, de conformidad con la legislación vigente.