Conto | Ficção | O Reino de Formigópolis

   Estamos em Formigópolis, o paraíso secreto onde vivem as formigas com sua enorme quantidade de soldados, operários e a sua rainha. Neste reino todos são muito organizados, cada um com suas funções e todos trabalham na administração do formigueiro. Nora, a formiga rainha vive a descansar no reino na incumbência de manter a continuidade da espécie, imbuída de por ovos e mais ovos que são guardados sob os cuidados dos soldados, estes formigas mais fortes, valente e aguerridas, dispostas a dar a vida pela sua rainha e proteger o formigueiro a todo custo. Os operários cuidam do transporte de alimentos que serão consumidos por todos, inclusive pela rainha. 
   Assim é Formigópolis, onde todos trabalham e todos usufruem. Mas como em todos os reinos há atritos, ali estavam os soldados para manter a ordem sob o comando do General Torg, um formigão mal humorado e ordeiro, mas respeitado e querido por todos.  Ao lado do General está o Melk, Tenente da guarda e braço direito da rainha. Certo dia Torg recebe a visita apressada de Melk, que muito assustado, mal conseguia respirar:

- Senhor! Permissão!
- Concedida Tenente! Prossiga!
- Senhor tivemos baixas e estamos sendo atacados no front!
- Explique-me Tenente. Onde aconteceu?
- Na fronteira com a cerca Senhor! Estávamos invadindo uma residência e fomos recebidos com inseticida!
-Leve-me até lá imediatamente Tenente. Precisamos resgatar os vivos! Quantas baixas tivemos?
- Cerca de 800 dos nossos melhores homens Senhor. 150 soldados e o restante operários.
- Tenente reúna os soldados imediatamente e vamos seguir para o local de batalha!

  Seguiram cuidadosamente até a zona de confronto e lá se depararam com vários soldados e operários mortos. Endurecidos, jaziam ao chão com as feições crispadas. A visão fez o General Torg derramar uma lágrima, que logo foi enxugada. Melk também chorava enquanto aguardava as ordens do General.
- Tenente recolhamos nossos homens! Mande uma equipe de busca para resgatar possíveis sobreviventes e depois traçaremos uma estratégia de ataque!
- Sim Senhor! Melk bateu continência e seguiu com os outros para recolherem os mortos. Após árduo trabalho, finalmente tiveram a certeza de terem recolhido todos. Formaram então uma equipe de buscas para encontrarem companheiros ainda vivos e que porventura pudessem estar escondidos. Tiveram sorte. Grande parte do grupo conseguiu esconder-se no porão da casa e foram resgatados com vida. De volta ao formigueiro, foram ter com a rainha Nora. Contaram o que houve e a rainha chorou. Reuniu-se aos vivos e com eles choraram as perdas.

-Minha rainha, permissão para começar o contra-ataque imediatamente!
- Permissão negada General!
-Com todo respeito minha rainha, mas a senhora pode explicar porque nos tira o direito de vingarmos aqueles que se foram?
-Claro meu General, explicarei não só ao senhor, mas a todo povo de Formigópolis. Dito isto convocou a todos para reunirem-se no salão principal do formigueiro e lhes disse:

-Meu General, Meu Tenente da guarda, povo de Formigópolis! Hoje tivemos várias perdas importantes entre o nosso povo. Nossos soldados e operários foram mortos no cumprimento dos seus deveres. É uma notícia muito triste, lamentável. Eles não tiveram chance alguma de defesa e todos nós sabemos o poder dos inseticidas. Sabemos também que poderíamos ir até lá e conta-atacar nossos inimigos e vingar os nossos mortos, esta á a vontade do nosso General, mas que eu como rainha de Formigólis, não aprovei e agora explicarei o porque. Nós estamos dispostos para a guerra, mas não somos um povo de guerra. Estamos dispostos a vingança, mas não somos de vingança, estamos prontos para a luta, mas não iremos lutar e temos duas razões para isso; primeiro seríamos dizimados facilmente pelo inimigo com seu poderoso inseticida e a segunda é que temos Formigópolis para cuidar. Aqui estão os nossos filhos, nossos pais, nossos irmãos e toda nossa família e nós juramos protegê-los e ampará-los até o final de suas vidas. Como podemos protegê-los nos expondo ao perigo? Como ampará-los se os deixamos em casa e partimos para uma guerra? Quem cuidará deles em nossa ausência? Se após o que disse aqui vocês decidirem ir á guerra, podem partir, mas sem a permissão da sua rainha. 

-Perdão minha rainha. A senhora tem toda razão. Me perdoe pelo ímpeto de vingança!
-Perdoado meu General. Eu também pensei em vingança quando soube, mas meu coração de rainha pensou não só nos que se foram, mas ainda mais nos que ficaram.

  Dito isto retomaram a vida em Formigópolis e graças a rainha, o formigueiro renovou-se duplicando a soma de baixas durante o ataque sofrido. Um ano depois todos comemoravam os vários nascimentos e a vida que seguia mais uma vez tranquila no paraíso das formigas.


  Texto do Escritor e Autor Tony Casanova. Todos os Direitos estão Reservados ao Autor assegurados pelas Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual.


   Tony Casanova é Autor das obras: Panorama Das Artes, O amor segundo a Bíblia, No Litoral das Relações - Aprendendo com os Erros, Relações Instáveis - Como Evitar Decepções e O Amor Fala Francês. Você poderá adquirir uma ou mais obras do autor acessando ESTE LINK 

 Atenção: O texto originalmente escrito no Idioma Português do Brasil foi traduzido automaticamente com a ajuda de aplicativos de terceiros.
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   Tale | Fiction | The Kingdom of Formigópolis

  We are in Formigópolis, the secret paradise where the ants live with their enormous amount of soldiers, workers and their queen. In this kingdom all are very organized, each with its functions and all work in the management of the anthill. Nora, the queen ant lives to rest in the kingdom in order to maintain the continuity of the species, imbued with eggs and more eggs that are kept under the care of the soldiers, these stronger ants, brave and brave, willing to give their lives for Your queen and protect the anthill at all costs. The workers take care of the transport of food that will be consumed by all, including by the queen.
   This is Formigópolis, where everyone works and everyone enjoys it. But as in all kingdoms there are quarrels, there were the soldiers to keep order under the command of General Torg, a grumpy and orderly formigão, but respected and loved by all. Next to the General is Melk, Lieutenant of the guard and right arm of the queen. One day Torg receives a hurried visit from Melk, who was very scared, could barely breathe:

- Sir! Permission!
- Granted Lieutenant! Proceed!
- Sir, we had casualties and we're being attacked on the front!
"Explain me, Lieutenant." Where did it happen?
- On the border with the Lord fence! We were invading a residence and we were received with insecticide!
"Take me there immediately, Lieutenant." We need to rescue the living! How many casualties have we had?
"About 800 of our best men, sir. 150 soldiers and the rest of the workers.
"Lieutenant, gather the soldiers immediately, and we'll go to the battle site!"

  They carefully followed to the confrontation zone and there they encountered several soldiers and dead workers. Hardened, they lay on the floor, their features tense. The sight made General Torg shed a tear, which was soon wiped away. Melk was also crying while he waited for the General's orders.
- Lieutenant, let's collect our men! Send a search party to rescue possible survivors and then plot an attack strategy!
- Yes sir! Melk saluted and went with the others to collect the dead. After hard work, they were finally sure that they had collected all of them. They then formed a search team to find companions who were still alive and who might be hiding. They were lucky. Much of the group managed to hide in the basement of the house and were rescued alive. Back to the anthill, they went to Queen Nora. They told what happened and the queen cried. He joined the living and wept with them.

"My queen, permission to start the counterattack immediately!"
- Permission Denied General!
"With all due respect, my queen, but can you explain why you take away the right to avenge those who are gone?"
"Of course, General, I will explain not only to you, but to all the people of Formigopolis. Having said this he summoned them all to meet in the main hall of the anthill and said to them:

"My General, My Lieutenant of the Guard, the people of Formigopolis!" Today we had several important losses among our people. Our soldiers and workers were killed in the performance of their duties. It is very sad news, regrettable. They had no chance of defense and we all know the power of insecticides. We also know that we could go there and tell our enemies to attack and avenge our dead, this is the will of our General, but that I, as the queen of Formigolis, did not approve and now I will explain why. We are ready for war, but we are not a people of war. We are ready for revenge, but we are not for revenge, we are ready for the fight, but we will not fight and we have two reasons for this; First we would be easily decimated by the enemy with its powerful insecticide and the second is that we have Formigópolis to take care of. Here are our children, our parents, our brothers and our whole family and we swear to protect and support them until the end of their lives. How can we protect them by exposing us to danger? How can we protect them if we leave them at home and go to war? Who will take care of them in our absence? If, after what you have said here, you decide to go to war, you may leave, but without the permission of your queen.

-Great, my queen. You're right. Forgive me for the impetus of revenge!
"Forgiven my General." I also thought of revenge when I heard, but my queen heart thought not only of those who had left but also of those who remained.

  Having said that they resumed life in Formigópolis and thanks to the queen, the anthill renewed itself by doubling the sum of casualties during the attack suffered. A year later everyone celebrated the various births and the life that once again was quiet in the paradise of the ants.


  Writer Text and Author Tony Casanova. All Rights Reserved to Authorized by the Brazilian and International Laws for the Protection of Intellectual Property Rights.

   Tony Casanova is an author of works: Panorama of the Arts, Love according to the Bible, On the Coast of Relationships - Learning from Mistakes, Unstable Relationships - How to Avoid Disappointments and Love French. You may purchase one or more of the author's works by accessing THIS LINK

  Attention: The text originally written in Portuguese language was translated automatically with the help of third-party applications. 
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  Cuento | Ficción | El Reino de Formigópolis

  Estamos en Formigópolis, el paraíso secreto donde las hormigas viven con su gran cantidad de soldados, obreros y su reina. En este reino todos ellos están muy organizados, cada uno con sus funciones y todo el trabajo en la administración hormiguero. Nora, la reina hormiga vive reposo en el reino en la tarea de mantener la continuidad de la especie, imbuidos de huevos y más huevos que se mantienen bajo el cuidado de los soldados, estas hormigas fuertes, valientes y guerreros, dispuestos a dar su vida por su reina y proteger el nido a toda costa. Los trabajadores se ocupan del transporte de alimentos que serán consumidos por todos, incluyendo a la reina.
   Así es Formigópolis donde todo el trabajo y todos disfrutan. Pero, como en todos los ámbitos hay fricción, estaban los soldados para mantener el orden bajo el mando del general Torg un hormigón de mal humor y ordenada, pero respetado y querido por todos. el lado del General es el Melk, guardia teniente y el brazo derecho de la reina. Un día Torg recibe la visita de Melk precipitada, que muy asustado, casi no podía respirar:

- Señor! Permiso!
- Por supuesto teniente! Un momento!
- Señor tenía baja y que están siendo atacados por delante!
- Dime teniente. ¿Dónde ocurrió?
- Al borde sobre Señor! Estábamos rompiendo en una residencia y nos recibieron con un insecticida!
Tome de mí no inmediatamente teniente. Tenemos que rescatar a los vivos! ¿Cuántas bajas que teníamos?
- Alrededor de 800 de nuestros mejores hombres Señor. 150 soldados y los trabajadores restantes.
- Teniente reunir las tropas de inmediato y vamos a seguir para el sitio de la batalla!

  Seguido cuidadosamente a la zona de la confrontación y no se encontraron con varios soldados y trabajadores muertos. Endurecido, yacía en el suelo con características apretados. La imagen hizo que la Torg general derramó una lágrima, pronto se secó. Melk también lloró a la espera de las órdenes del general.
- Teniente cosechar nuestros hombres! Enviar un grupo de búsqueda para rescatar a posibles supervivientes y luego vamos a trazar una estrategia de ataque!
- ¡Sí señor! Melk saludó y se fue con los otros para recoger a los muertos. Después de un trabajo duro finalmente tuvo que asegurarse de que han recogido todos. a continuación, se formó un grupo de búsqueda para encontrar compañeros siguen vivos y que posiblemente podrían estar escondidos. Tuvieron suerte. Gran parte del grupo logró esconderse en el sótano de la casa y fueron rescatados con vida. De vuelta al nido, que llegaron a la reina Nora. Ellos contaron lo que pasó y lloró la reina. Recogió los vivos y que lamentó la pérdida.

-Mi Reina, el permiso para iniciar el contraataque inmediato!
- Permiso denegado general!
-Con El debido respeto a mi reina, pero se puede explicar por qué tomamos el derecho de tomar la venganza a los que estaban?
señor Claro, explicar no sólo para usted, sino para todo el pueblo de Formigópolis. Dicho esto se llama todo el mundo para reunir en la sala principal del hormiguero y dijo:

-Mi General, mi teniente de la guardia, la gente Formigópolis! Hoy hemos tenido varias pérdidas importantes en nuestro pueblo. Nuestros soldados y trabajadores murieron en el ejercicio de sus funciones. Es un muy triste, lamentable noticia. No tenían ninguna posibilidad de defensa y que todos conocen el poder de insecticidas. También sabemos que podemos ir allí y decir a nuestros enemigos para atacar y vengar a nuestros muertos, esto hará la voluntad de nuestro general, pero me gusta la reina Formigólis no aprobado y ahora explicaremos por qué. Estamos listos para la guerra, pero no somos un pueblo de guerra. Estamos dispuestos a la venganza, pero no estamos de venganza, estamos listos para la lucha, pero no vamos a luchar y tenemos dos razones para esto; primera estaríamos fácilmente aniquiladas por el enemigo con su potente insecticida y la segunda es que tenemos que cuidar Formigópolis. Aquí están nuestros hijos, nuestros padres, nuestros hermanos y toda nuestra familia y nos comprometemos a protegerlos y apoyarlos hasta el final de sus vidas. ¿Cómo podemos proteger al exponer el peligro? ¿Cómo apoyar a ellos si los dejamos en casa y fuimos a la guerra? ¿Quién va a cuidar de ellos en nuestra ausencia? Si después de esto dicho aquí se decide ir a la guerra, que pueden ir, pero sin el permiso de su reina.

Perdone mi reina. Usted tiene razón. Perdóname por el impulso de venganza!
-Perdoado Sir. También pensé en la venganza cuando se enteró, pero mi corazón no reina sólo pensaba en que era, pero más en que estaban.

  Dicho esto, se reanuda la vida en Formigópolis y gracias a la reina, el hormiguero renovado duplicar la suma de bajas sufridas durante el ataque. Un año después de celebrar todos los diversos nacimientos y la vida que siguió a lo largo de un tiempo de silencio en las hormigas paraíso.


  Escritor de texto y el autor, Tony Casanova. Todos los derechos están reservados al Autor garantizada por la legislación brasileña y la Protección Internacional de los Derechos de Propiedad Intelectual.  

  Tony Casanova es autor de obras: Panorama del arte, el amor, según la Biblia, Las Relaciones costeras - Aprender de los errores, relaciones inestables - Cómo evitar decepciones y Habla francés del amor. Usted puede comprar una o más obras del autor, visita ESTE ENLACE
 Nota: El texto escrito originalmente en Brasil de la Lengua Portuguesa fue traducido automáticamente con la ayuda de aplicaciones de terceros.
    

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