Conto | Memórias de um pequeno escritor | Tony Casanova

Sempre que podemos nos referimos aos tempos atuais como sendo maravilhosos, tecnologicamente perfeitos. Ganhamos muito com a evolução tecnológica, claro que se observarmos por um ângulo, mas se formos realmente pesar os acontecimentos veremos que se por um lado obtivemos um enorme ganho, por outro perdemos muito com a tal Alta Tecnologia. Se hoje temos a interação com pessoas de todas as partes do mundo, perdemos o contato com aqueles que absurdamente estão bem próximos de nós, principalmente se eles não usam redes sociais. Mas na verdade a matéria de hoje falará sobre o oposto de tudo que conhecemos hoje; a simplicidade da vida humana e as relações interpessoais.
Quando ainda criança fui levado por mamãe para um interior do Estado da Bahia chamado Candeias, onde moravam meus tios e meus primos e a história de hoje relata exatamente uma aventura que vivi com os filhos dos meus tios nesta cidadezinha. Como de costume, acordamos cedo e fomos ao terreiro da casa olhar as plantações que haviam ao redor. Era um lugar muito bonito e naquela hora da manhã o ar ainda estava frio, com a mata coberta pela névoa e aquele aroma forte de mato impregnando as narinas. Eu, garoto da capital, olhava tudo com admiração, encantado com as formas das plantas, as cores das flores, dos animais pequeninos como pequenos besouros, gafanhotos e calangos que corriam mato adentro. Tudo era novo para mim e aquele contato com a natureza me fazia um bem danado. Eu ouvia intrigado os sons que ouvia vindos da mata fechada e meus primos iam identificando para mim um-a-um cada som que ouvíamos.
Enquanto encantava-me com o canto dos pássaros olhei para o chão e vi que em meio ao capim, areias alvinhas pareciam dançar e fui me aproximando devagar enquanto meus primos me seguiam. Ah! Este é o minador. Disse um deles. De imediato quis saber o que era um minador e então ele explicou-me que ali a água brotava limpinha do chão e percorria as terras, indo formar um rio lá embaixo. Fiquei pasmo: Como podia aquele fio tão fininho de água dar origem a um rio? Meus primos então me convidaram a ir até o rio, mas devido a distância, teríamos que ir a cavalo porque o caminho era longo. Não sei o que era maior, minha curiosidade de ver o rio ou o medo de subir no cavalo. Acho que estavam empates. Eu subia naquele animal alto e deslizava pelo outro lado enquanto meus primos acabavam ás gargalhadas.
Passado o vexame, finalmente consegui subir no bicho e lá fomos nós em direção ao rio em meio aos solavancos e os sopapos que recebia das ancas do animal. Ao chegarmos eu não acreditei no que vi. Um longo e caudaloso rio à nossa frente. Lindo e ao que me parecia, revolto o suficiente para me fazer desistir da ideia de molhar o dedo do pé naquelas águas. Olhava tudo com muita curiosidade, ouvia tudo atentamente. Ali parecia que os pássaros estavam mais animados e cantavam alto enquanto voavam para lá e para cá. Eram muitos e de muitas espécies. Eu nunca havia visto tantos passarinhos bonitos soltos daquela forma. Foi uma aventura marcante de tal forma que esteve por todos estes anos guardada na minha memória. Penso então nos dias de hoje, em quantas crianças tem, como eu tive, a oportunidade de sentir de perto a natureza como senti naquele dia?. Quantas tem a chance de parar e sentir a brisa, olhar o rio e ouvir os pássaros alegres senão em vídeos do Youtube? Meus anfitriões também eram crianças, ou seja, eles do interior e eu da capital, abobado por tudo que estava vendo ali. Eu pergunto, quantas crianças perderam a interação familiar real por conta das redes sociais que transformaram este convívio em meros boa noite? Uma pena que a tecnologia nos tenha transformado em uma espécie de robô, agindo e reagindo de forma mecânica ao que poderia ser sentimento real. Uma pena mesmo.



Texto do Escritor brasileiro Tony Casanova. Direitos Autorais reservados. Proibida a cópia, colagem, reprodução total ou parcial de qualquer espécie ou divulgação em qualquer meio sem autorização prévia e expressa do autor. A violação destes Direitos constitui-se em crime previsto nas Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos Autorais e Propriedade Intelectual e está passiva de punição legal cabível de acordo com a Legislação em vigor.
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Tale | Memories of a small writer | Tony Casanova

Whenever we refer to the current times as wonderful, technologically perfect. We won a lot with the technological evolution, of course if you look for an angle, but if we really regret the events we see that on the one hand we got a huge gain on the other lost a lot with such High Technology. If today we have the interaction with people from all over the world, we lose touch with those who absurdly are very close to us, especially if they do not use social networks. But actually matter today will talk about the opposite of everything we know today; the simplicity of life and interpersonal relationships.
As a child I was taken by Mama for the state of Bahia called Candeias, where they lived my uncles and my cousins ​​and the story today reports exactly an adventure that lived with the children of my uncles in this town. As usual, we woke up early and went to the yard of the house to look at the crops they had around. It was a very beautiful and at that hour of the morning the air was still cold place with the forest covered by fog and that strong smell of bush impregnating the nostrils. I, the capital boy looked all in awe, enthralled by the shapes of plants, the colors of flowers, little animals like small beetles, grasshoppers and lizards that ran into the bush. Everything was new to me and that contact with nature made me a darn good. I heard puzzled sounds she heard coming from the dense forest and my cousins ​​were identified to me one-on-one every sound we heard.
While charmed me with birdsong looked at the floor and saw that amid the grass, alvinhas sands seemed to dance and I approached slowly while my cousins ​​followed me. Ah! This is the miner. She said one. Immediately wanted to know what was a miner and then he explained to me that there the water flowed quite clean the floor and walked the grounds, going to form a river below. I was stunned: How could that thread so thin water give rise to a river? My cousins ​​then invited me to go to the river, but due to distance, we would have to go on horseback because the road was long. I do not know what was more, my curiosity to see the river or afraid to get on the horse. I think they were draws. I climbed that high feed and slid the other way while my cousins ​​had just ace laughter.
After the embarrassment, I finally managed to get on the animal and off we went to the river amid the bumps and blows it received the animal's hips. When we arrived I did not believe what I saw. A long, flowing river in front of us. Beautiful and it seemed to me, rough enough to make me give up the idea of ​​soaking the toe in those waters. I watched everything with great curiosity, listened intently. Ali seemed the birds were more animated and sang loudly as they flew to and fro. It was many and many species. I had never seen so many beautiful birds loose like that. It was a remarkable adventure so it has been for all these years stored in my memory. I think so these days, how many children have, as I had the opportunity to feel close to nature as I felt that day ?. How many have the chance to stop and feel the breeze, looking at the river and hear the cheerful birds but in Youtube videos? My hosts were also children, meaning they from the inside and I the capital, dumbfounded by everything he was seeing there. I ask, how many children lost their real family interaction due to the social networks that have turned this living in mere good night? A pity that technology has transformed us into a kind of robot, acting and reacting mechanically to what might be real feeling. A pity it.

Text Brazilian writer Tony Casanova. Copyright reserved. The copying, collage, total or partial reproduction of any kind or dissemination in any medium without prior written permission of the author. Violation of these rights constitutes a crime under Brazilian law and the protection of the International Copyright and Intellectual Property and is passive legal punishment applicable according to the legislation in force.

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Conto | Recuerdos de un pequeño escritor | De Tony Casanova

Cuando nos referimos a los tiempos que corren tan maravilloso, tecnológicamente perfecto. Hemos ganado mucho con la evolución tecnológica, por supuesto, si usted busca un ángulo, pero si realmente lamentamos los acontecimientos que vemos que por un lado tenemos una enorme ganancia en la otra perdimos mucho con tal de Alta Tecnología. Si hoy tenemos la interacción con la gente de todo el mundo, perder el contacto con los que absurdamente están muy cerca de nosotros, especialmente si no se utilizan las redes sociales. Pero en realidad importa hoy hablará de lo contrario de todo lo que conocemos hoy en día; la simplicidad de la vida y las relaciones interpersonales.
Cuando era niño me llevaron por Mama para el estado de Bahía llamada Candeias, donde vivían mis tíos y mis primos y los informes actuales de la historia exactamente una aventura que vivió con los hijos de mis tíos en esta ciudad. Como de costumbre, nos despertamos temprano y fuimos al patio de la casa para mirar los cultivos que tenían alrededor. Fue un muy bonito y en esa hora de la mañana, el aire estaba quieto lugar frío con el bosque cubierto por la niebla y que el fuerte olor de la zarza impregnación de las fosas nasales. Yo, el chico de capital miraba todo con asombro, cautivado por las formas de las plantas, los colores de las flores, pequeños animales como pequeños escarabajos, saltamontes y lagartijas que corrían hacia el monte. Todo era nuevo para mí y que el contacto con la naturaleza me hizo un bueno. Oí perplejo sonidos que oyó que vienen del bosque denso y mis primos fueron identificados a mí uno-a-uno cada sonido que escuchamos.
Aunque me encantaba con canto de los pájaros miró al suelo y vio que en medio de la hierba, alvinhas arenas parecían bailar y yo nos acercamos lentamente mientras mis primos me siguieron. ¡Ah! Este es el minero. Ella dijo una. Inmediatamente quería saber lo que era un minero y luego él me explicó que allí el agua fluyó bastante limpio el piso y caminaron los terrenos, va a formar un río abajo. Me quedé de piedra: ¿Cómo pudo ese hilo para que el agua delgada dar lugar a un río? Mis primos y luego me invitó a ir al río, pero debido a la distancia, que tendrían que ir a caballo, porque el camino era largo. No sé lo que era más, mi curiosidad para ver el río o miedo de subirse al caballo. Creo que fueron empates. Subí que la alta alimentación y deslicé hacia otro lado mientras mis primos acababan as risas.
Después de la vergüenza, finalmente me las arreglé para conseguir en el animal y nos fuimos al río en medio de los golpes y golpes que recibió caderas del animal. Cuando llegamos no creía lo que veía. Un largo, que fluye río en frente de nosotros. Hermoso y me pareció, lo suficientemente áspera para hacerme renunciar a la idea de sumergir el dedo del pie en esas aguas. Vi todo con gran curiosidad, escuchaba atentamente. Ali parecía que las aves eran más animada y cantaron en voz alta mientras volaban de aquí para allá. Pasaron muchos y muchas especies. Yo nunca había visto tantas hermosas aves pierden así. Fue una aventura extraordinaria por lo que ha sido durante todos estos años almacenados en la memoria. Yo creo que en estos días, cuántos hijos tienen, ya que tuve la oportunidad de sentirse cerca de la naturaleza como me sentí ese día?. ¿Cuántos tienen la oportunidad de parar y sentir la brisa, mirando el río y oír a los pájaros alegres, pero en los videos de Youtube? Mis anfitriones fueron también los niños, lo que significa que desde el interior y la capital, estupefacto por todo lo que estaba viendo allí. Me pregunto, ¿cuántos niños perdieron su interacción familiar real debido a las redes sociales que han convertido a este vivir en la mera buena noche? Una lástima que la tecnología nos ha transformado en una especie de robot, actuar y reaccionar mecánicamente a lo que podría ser la sensación real. Una lástima.

Texto escritor brasileño, Tony Casanova. Derechos de autor reservados. La copia, el collage, la reproducción total o parcial de cualquier tipo o difusión en cualquier medio sin permiso previo y por escrito del autor. La violación de estos derechos constituye un delito según la legislación brasileña y la protección de la Internacional de Autor y Propiedad Intelectual y es castigo legal pasiva aplicables según la legislación vigente.

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