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Erótico | Me dá uma carona? | Tony Casanova

Atalaia beach from Aracaju Sergipe Brasil -
Praia de Atalaia Monumento do arco da Orla
Era verão, o ano 1981 e como sempre é de se esperar de uma cidade nordestina do litoral, o sol castigava cabeças. Mas não havia o que reclamar, afinal a economia aquecia naquela época. Aumentava o movimento no comércio e as praias ficavam lotadas. O consumo de bebidas e refrigerantes fazia a alegria dos donos de bares e vendedores ambulantes que lucram com o aumento das vendas nesta época do ano. A cidade estava linda, colorida e ensolarada. As ruas estavam repletas de pessoas indo e vindo de suas compras, todas animadas com o verão. Tal uma cidade interiorana, a diversão na capital era mesmo a praia.
Naquele dia eu não estava muito interessado em sair e decidi procurar um programa de TV para assistir. A falta de opção me fez mudar de ideia. Decidi ir à praia. Troquei-me e me dispus a ir até a parada de ônibus. Lá cheguei e notei como estava demorando a passar um coletivo por ali e ainda por cima, dois que passaram estavam lotados. Pensei comigo: Toda população resolvera ir à praia junto comigo. Mas resignado, resolvi aguardar, foi então que percebi que um veículo havia parado um pouco à frente e estava dando ré. O carro parou do meu lado e uma jovem esticou-se perguntando-me se eu sabia como ir à praia. Respondi que sim e me propus a ensinar-lhe como chegar até lá.
De estalo me veio um pensamento: Por que não pedir uma carona, já que ela estava seguindo pra lá também? A ideia parecia boa, mas será que a moça aceitaria dar-me uma carona, porque além de ser um estranho, ela estava sozinha no veículo? Perguntei-lhe se estava indo mesmo à praia e ela respondeu que sim, então mandei a pergunta: Escuta, você se importaria de me dar uma carona, eu estou indo à praia também? Mas se for representar algum problema, tudo bem, espero o coletivo. Ela sorriu e disse que não era problema algum e me pediu que entrasse. Entrei e fiquei em silêncio, olhando à frente. A moça então sorrindo me disse: Você parece estar com mais medo que eu! Relaxe! Perguntou meu nome, nos apresentamos e seguimos conversando alegremente. Notei que ela tinha o hábito de falar e repousar a mão na minha coxa, o que estava me deixando nervoso.
Ao sentir a mão da moça deslizando em minha perna, comecei a suar e ela logo percebeu. Está nervoso Tony? Eu disse que não enquanto escondia o volume que crescera dentro da sunga. Ela voltou-se para mim e levando a mão um pouco mais para frente, disse-me: Está sim, olha aqui. Eu simplesmente delirei com o toque da mão macia. Ela apalpou e falou: Tenho que achar um local para estacionar, deste jeito não chegaremos à praia vivos. Enquanto ela manobrava em uma pequena rua deserta eu a bolinava entre as pernas e percebia que estava muito úmida. Ela sentia meus dedos e entreabria as coxas deixando minha mão livre para tocá-la. Reclinamos os bancos e ela me abocanhou e sorveu todo líquido que escorria do meu membro. Ficamos ali envoltos no prazer por quase uma hora.
Terminamos e seguimos à praia como combinado. Não me lembro de ter vivido uma aventura tão louca quanto aquela. Brincamos feito crianças na água, nos beijamos e ali sim, pudemos sentir um ao outro quando a penetrei. Estávamos ensandecidos, ela de pernas laçadas na minha cintura, enquanto me beijava cavalgava com vontade, deixando penetrar profundamente. Assim foram duas vezes seguidas, sempre com um prazer tão forte que tínhamos que nos abraçar fortemente para que o mar não nos levasse ao fundo. Ao final da tarde Érica levou-me até próximo de casa e só então fiquei sabendo que retornaria naquele mesmo dia a São Paulo, onde nascera. Lamentou só ter me conhecido no último dia de sua Estada em Sergipe. Foi triste, mas valeu a pena. Coisas que vivemos na adolescência e que ficam na nossa história.


Texto do Escritor brasileiro Tony Casanova. Direitos Autorais reservados. Proibida a cópia, colagem, reprodução total ou parcial de qualquer espécie ou divulgação em qualquer meio sem autorização prévia e expressa do autor. A violação destes Direitos constitui-se em crime previsto nas Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos Autorais e Propriedade Intelectual e está passiva de punição legal cabível de acordo com a Legislação em vigor. 

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Erotic | Give me a ride? | Tony Casanova

It was summer, the year 1981 and as is always to be expected from a northeastern coastal town, the sun beat heads. But there was nothing to complain about, after all the heated economy at that time. Increased movement in trade and the beaches were full. The consumption of soft drinks and had the joy of bar owners and street vendors who profit from the increase in sales this time of year. The city was beautiful, colorful and sunny. The streets were filled with people coming and going from their purchases, all excited about the summer. Such a provincial town, the fun in the capital was even the beach.
That day I was not very interested in going out and decided to look for a TV show to watch. The lack of choice made me change my mind. I decided to go to the beach. I changed and I was willing to go to the bus stop. I got there and noticed as he was slow to pass a collective around and on top, two that passed were crowded. I thought to myself: The entire population decided to go to the beach with me. But resigned, I decided to wait, it was then that I realized that a vehicle had stopped a little ahead and was backing up. The car stopped next to me and a young stretched asking me if I knew how to go to the beach. I said yes and I set out to teach you how to get there.
Popping came a thought: Why not ask for a ride, as it was following up there too? The idea seemed good, but does she accept to give me a ride, because besides being a stranger, she was alone in the vehicle? I asked him if he was even going to the beach and she said yes, so I sent the question: Listen, would you mind giving me a ride, I'm going to the beach as well? But if you represent a problem, all right, I hope the collective. She smiled and said it was no problem and asked me to come in. I went in and I was silent, staring ahead. She then told me smiling: You seem to be more afraid than I am! Relax! He asked my name, and we introduced ourselves chatting happily. I noticed that she had a habit of speaking and lay his hand on my thigh, which was making me nervous.
When he felt the girl's hand sliding into my leg, I began to sweat and she soon realized. Tony is nervous? I said no while hiding the volume that had grown inside the trunks. She turned to me and taking it up a little later, he told me, is yes, look here. I just raved at the touch of soft hand. She felt him and said, I have to find a place to park, that way we will not get to the beach alive. As she maneuvered in a small deserted street I bolinava between his legs and realized that was too wet. She felt my fingers and entreabria thighs leaving my free hand to touch her. We recline the seats and she grabbed me and sucked all liquid that dripped down my cock. We stood there wrapped in pleasure for almost an hour.
We finished and went to the beach as agreed. I do not remember having lived such a crazy adventure as that. We played like children in the water, we kissed and there yes, we could feel each other when I entered. We were crazed, we loop legs around my waist, as he kissed me rode with ease, leaving penetrate deeply. So were twice in a row, always a pleasure so strong that we had to hold on tightly to the sea does not take us to the bottom. In the evening Erica took me to the next house and only then I learned that he would return that day to São Paulo, where he was born. He regretted only having met me on the last day of his stay in Sergipe. It was sad, but it was worth. Things we live in adolescence and staying in our history.

Text Brazilian writer Tony Casanova. Copyright reserved. The copying, collage, total or partial reproduction of any kind or dissemination in any medium without prior written permission of the author. Violation of these rights constitutes a crime under Brazilian law and the protection of the International Copyright and Intellectual Property and is passive legal punishment applicable according to the legislation in force.

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Erótico | Dame un paseo? | De Tony Casanova

Era verano, el año 1981 y como siempre es de esperar de una ciudad costera del noreste, el sol hirió la cabeza. Pero no había nada de que quejarse, después de todo, la economía se calienta en ese momento. El aumento de movimiento en el comercio y las playas estaban llenas. El consumo de refrescos y tuvo la alegría de los propietarios de bares y vendedores ambulantes que se benefician del aumento de las ventas en esta época del año. La ciudad era hermosa, colorido y soleado. Las calles estaban llenas de gente entrando y saliendo de sus compras, todos entusiasmados con el verano. Tal una ciudad de provincias, la diversión en la capital era aún la playa.
Ese día yo no estaba muy interesado en salir y decidió buscar un programa de televisión para ver. La falta de opciones me hizo cambiar de opinión. Decidí ir a la playa. He cambiado y yo estaba dispuesto a ir a la parada de autobús. Llegué allí y me di cuenta que era lento para pasar un colectivo alrededor y en la parte superior, dos que pasó fueron amontonados. Me dije a mí mismo: Toda la población decidió ir a la playa conmigo. Pero renuncié, decidí esperar, fue entonces cuando me di cuenta de que un vehículo se había detenido un poco más adelante y fue la copia de seguridad. El coche se detuvo a mi lado y un joven estirado preguntándome si sabía cómo ir a la playa. Le dije que sí y me puse a enseñarte cómo llegar allí.
Popping vino un pensamiento: ¿Por qué no pedir un paseo, ya que seguía allí también? La idea parecía buena, pero no se acepta a darme un paseo, porque además de ser un desconocido, que estaba sola en el vehículo? Le pregunté si estaba siquiera va a la playa y me dijo que sí, así que envié a la pregunta: Oye, ¿te importaría darme un paseo, me voy a la playa, así? Pero si usted representa un problema, está bien, espero que el colectivo. Ella sonrió y dijo que no había problema y me pidió que entrara. Entré y me quedé en silencio, mirando al frente. Ella entonces me dijo sonriendo: Usted parece ser más miedo que yo! Relájese! Le preguntó mi nombre, y nos presentamos charlando alegremente. Me di cuenta de que ella tenía la costumbre de hablar y pondrá su mano sobre mi muslo, que fue lo que me hizo nervioso.
Cuando sintió la mano de la niña deslizándose en mi pierna, empecé a sudar y pronto se dio cuenta. Tony está nervioso? Le dije que no al tiempo que oculta el volumen que había crecido en el interior de los troncos. Se volvió hacia mí y llevándolo hasta un poco más tarde, me dijo, es que sí, mira aquí. Acabo elogiaron en el toque de la mano suave. Ella lo sintió y dijo, tengo que encontrar un lugar para aparcar, de esa manera no vamos a llegar a la playa con vida. Mientras ella maniobraba en una pequeña calle desierta me bolinava entre las piernas y me di cuenta de que era demasiado húmedo. Sintió los dedos y los muslos entreabria dejando mi mano libre para tocarla. Nos reclinar el asiento y ella me agarró y lo chupó todo el líquido que goteaba abajo de mi polla. Nos quedamos allí envueltos en el placer por casi una hora.
Terminamos y nos fuimos a la playa como se acordó. No recuerdo haber vivido una aventura tan loco como eso. Jugamos como niños en el agua, nos besamos y ahí sí, pudimos sentir el uno al otro cuando entré. Estábamos enloquecido, nosotros, las piernas de lazo alrededor de mi cintura, mientras besaba me monté con facilidad, dejando penetrar profundamente. Así eran dos veces seguidas, siempre es un placer tan fuerte que tuvimos que aferrarse firmemente a la mar no nos lleva a la parte inferior. Por la noche, Erica me llevó a la casa de al lado y sólo entonces me enteré de que iba a regresar ese día a São Paulo, donde nació. Se arrepintió de haber sólo me conoció en el último día de su estancia en Sergipe. Era triste, pero valió la pena. Cosas que viven en la adolescencia y permanecer en nuestra historia.

Texto escritor brasileño, Tony Casanova. Derechos de autor reservados. La copia, el collage, la reproducción total o parcial de cualquier tipo o difusión en cualquier medio sin permiso previo y por escrito del autor. La violación de estos derechos constituye un delito según la legislación brasileña y la protección de la Internacional de Autor y Propiedad Intelectual y es castigo legal pasiva aplicables según la legislación vigente.

Erótico | Fantasias sexuais de um adolescente. | Tony Casanova

A adolescência é um período mágico na vida de qualquer pessoa. Quantas lembranças guardamos deste tempo maravilhoso. Em uma época em que não havia ainda a High Technology, nossa diversão eram as casas dançantes, namoro na praça, mãozinhas dadas, muito pega-pega e mela-mela. Podíamos andar tranquilamente madrugada afora sem temer os perigos tão habituais dos tempos de hoje. Ir à praia era sinônimo de azaração, beber muita cerveja gelada e divertir-se na água azarando alguma gatinha. Era uma vida divertida, cheia de emoções e alegrias.
Alguns fatos sempre marcam mais a gente por serem mais significativos de alguma forma. Destas minhas vivências na era da adolescência eu separei uma história que aconteceu comigo e alguns amigos. Todo adolescente possui fetiches, eu também tinha os meus; não resistia à imagem de uma enfermeira, aquela figura linda, vestida em roupas brancas, transparentes e coladinhas ao corpo. A fantasia com enfermeiras foi a que mais me consumiu neste período e eu tornei-me recordista em visitas ao banheiro e banhos demorados. Viajava imaginando aventuras com elas. Haviam noites em que eu sonhava e tinha orgasmos incríveis e acordava suado, sujo e com o travesseiro cravado entre as pernas.
Naquela época eu tinha uma vizinha enfermeira, negra linda e quando trajava-se de branco, ficava reluzente. Nem preciso dizer que ela era a maior razão dos meus orgasmos secretos, mas eu a respeitava, como era costume naqueles tempos. “Nada de ousadia com mais velhos”, dizia mamãe com ar de brava. A moça era adulta já, tinha por entre 27 e 30 anos, enquanto eu, pirralho, nem chegara aos 17. Lógico que ela percebia meus olhares, minha excitação quando a via, principalmente naquela calça justa que dividia-lhe o sexo, desenhando a flor de uma forma perfeita. Eu via e ficava suado, nervoso e corria pro banheiro onde mandava o popular cinco contra um.
Certo dia ela convidou a mim e um amigo para irmos à sua casa que ficava em outro bairro. Mamãe permitiu e fomos, cheios de malícia. A moça parecia querer nos maltratar, pois logo que chegamos, ela veio nos receber com um short que me fez arrepiar até os pelos dos dedos. Virou-se e entrou, mostrando aquele bumbum perfeito que encobria o tecido do shortinho. Meu amigo olhou para mim e sorriu, eu quase chorei. Era muita pressão. Enquanto ela nos dizia o que iriamos fazer, sim porque fomos até lá para ajudá-la em algumas tarefas de casa, nós observávamos suas pernas e eu mais ousadamente, entre elas. Comecei a sentir um forte calor, me deu aquela suadeira e senti o volume crescendo em mim, querendo rasgar minha cueca. Permaneci sentado e coloquei uma almofada que havia no sofá sobre meu colo. Dizendo que iria sair, ela trocou-se e despediu-se dizendo que voltaria logo.
Assim que ela saiu, eu e meu amigo fomos passear pela casa. Visitamos o banheiro e lá encontramos a minúscula tanga que ela acabara de usar. Meu amigo apossou-se do short e foi para o quarto, fazer sabe-se o que, quer dizer, eu sei o que, enquanto que fiquei ali, no banheiro segurando aquela minúscula tanga, ainda aquecida pelo corpo da moça. Fechei os olhos e levei aquela peça de roupa ao nariz e pude sentir o cheiro dela. Nem preciso dizer que tive uma ereção fenomenal! Tranquei a porta do banheiro e comecei a masturbar-me enquanto cheirava a calcinha dela. Foram duas vezes seguidas, num gozo tão louco e absurdo que lancei esperma na parede do banheiro. Refeitos, meu amigo e eu fizemos a devida limpeza do ambiente e assim que terminamos ela chegou. Mágica como uma diva, fenomenal e divina com seu rebolado inquietante. Nos despedimos e ela acenou para mim com um sorriso, o sorriso mais lindo que já pude ver em alguém. Mas se você pensa que a história acabou aqui, está enganado. A coisa pegou fogo mesmo foi em um outro dia, mas esta é uma outra história que talvez eu conte aqui.

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Texto do Escritor brasileiro Tony Casanova. Direitos Autorais reservados. Proibida a cópia, colagem, reprodução total ou parcial de qualquer espécie ou divulgação em qualquer meio sem autorização prévia e expressa do autor. A violação destes Direitos constitui-se em crime previsto nas Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos Autorais e Propriedade Intelectual e está passiva de punição legal cabível de acordo com a Legislação em vigor.   

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Erotic | Sexual fantasies of a teenager | Tony Casanova

Adolescence is a magical period in the life of any person. How many memories keep this wonderful time. In a time when there was still the High Technology, our fun were the dancing houses, dating in the square, holding little hands, much catch-up and mela-mela. We could walk quietly around the dawn without fearing the dangers as usual of today's times. Going to the beach was synonymous with curse, drink plenty of cold beer and have fun in the water hexing some kitten. It was a fun life, full of emotions and joy.
Some facts always more mark us to be more significant in some way. These my experiences in the age of adolescence I separated a story that happened to me and some friends. Every teenager has fetishes, I also had my; could not resist the image of a nurse, that beautiful figure, dressed in white clothes, transparent and coladinhas the body. Fantasy with nurses was the most consumed me this time and I became record for visits to the bathroom and long baths. Traveled imagining adventures with them. There were nights I dreamed and had incredible orgasms and wake up sweaty, dirty and spiked with a pillow between your legs.
At that time I had a neighbor nurse, beautiful black and when was dressed in white, stood gleaming. Needless to say, she was the main reason of my secret orgasms, but I respected her, as was the custom in those days. "Nothing daring with older," said Mom with air angry. She was an adult already, had between 27 and 30 years, while I, brat, or come to 17. Of course she perceived my looks, my excitement when I saw, especially in that tight pants she shared her sex, drawing the flower in a perfect way. I saw and was sweaty, nervous and ran into the bathroom where he sent the popular five against one.
One day she invited me and a friend to go to his house which was in another neighborhood. Mom allowed and were full of malice. She seemed to mistreat us, as soon as we arrived, we came to greet us with a short that made me shiver until the finger. He turned and went, showing that perfect butt that covered the fabric of the shorts. My friend looked at me and smiled, I almost cried. It was a lot of pressure. As they told us what we would do, but because we were there to help her in some homework, we watched her legs and I more boldly among them. I began to feel a strong heat, gave me that suadeira and felt the volume growing on me, wanting to tear my underwear. I sat and put a cushion that was on the couch on my lap. Saying he would leave, she was exchanged and fired up saying back soon.
As soon as she left, I and my friend were walking around the house. We visited the bathroom and there we find the tiny thong she had just used. My friend took possession of the shorts and went to the bedroom, do you know yourself what I mean, I know that while I was there, in the bathroom holding the tiny thong, still warmed by the body of the girl. I closed my eyes and took one piece of clothing to the nose and I could smell her. Needless to say I had a phenomenal erection! I locked the bathroom door and started masturbating me as he sniffed her panties. They were twice in a row, a joy so crazy and absurd that launched sperm on the bathroom wall. Remade, my friend and I did the proper cleaning of the environment and how she ended up arrived. Magic like a diva, phenomenal and divine with her disturbing hump. We said goodbye and she waved at me with a smile, the most beautiful smile I could already see someone. But if you think the story is over here, think again. The thing caught fire it was at a later date, but this is another story that maybe I tell here.


Text Brazilian writer Tony Casanova. Copyright reserved. The copying, collage, total or partial reproduction of any kind or dissemination in any medium without prior written permission of the author. Violation of these rights constitutes a crime under Brazilian law and the protection of the International Copyright and Intellectual Property and is passive legal punishment applicable according to the legislation in force.

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Erótico | Las fantasías sexuales de un adolescente | De Tony Casanova

La adolescencia es un periodo mágico en la vida de cualquier persona. ¡Cuántos recuerdos mantener este maravilloso momento. En un momento en que todavía existía la Alta Tecnología, nuestra diversión eran las casas de baile, que data de la plaza, la celebración de pequeñas manos, mucho para ponerse al día y mela-mela. Podíamos caminar en silencio alrededor de la madrugada sin temer los peligros como de costumbre de los tiempos de hoy. Ir a la playa fue sinónimo de maldición, beber mucha cerveza fría y divertirse en el agua hechizar algún gatito. Era una vida divertida, llena de emociones y alegría.
Algunos datos cada vez más nos marcan a ser más significativa de alguna manera. Estos mis experiencias en la edad de la adolescencia que separan una historia que me pasó a mí y algunos amigos. Cada adolescente tiene fetiches, también tuve mi; no pudo resistir la imagen de una enfermera, esa hermosa figura, vestida con ropa blanca, transparente y coladinhas el cuerpo. Fantasía con las enfermeras era la más consumida mí esta vez y me convirtió en récord de visitas al baño y baños largos. Viajó imaginando aventuras con ellos. Había noches soñé y tenía orgasmos increíbles y despertar sudoroso, sucio y pinchos con una almohada entre las piernas.
En ese momento tuve una enfermera vecina, hermoso negro y cuando estaba vestida de blanco, de pie reluciente. Huelga decir que ella era la razón principal de mis orgasmos secretos, pero yo la respetaba, como era costumbre en aquellos días. "Nada atreverse con mayor", dijo la mamá con aire enojado. Ella era un adulto ya, tenía entre 27 y 30 años, mientras que yo, palo de golf, o vengo a 17. Por supuesto que ella percibía mi aspecto, mi emoción cuando me vio, sobre todo en que los pantalones ajustados que compartía su sexo, llamando la flor a la perfección. Vi y estaba sudoroso, nervioso y corrí al cuarto de baño donde se envió la famosa cinco contra uno.
Un día me y un amigo invitó a ir a su casa, que estaba en otro barrio. Mamá permitido y estaban llenos de malicia. Parecía que nos maltratan, tan pronto como llegamos, nos vino a saludarnos con un corto que me hizo temblar hasta que el dedo. Se dio la vuelta y se fue, lo que demuestra que el trasero perfecto que cubría la tela de los pantalones cortos. Mi amigo me miró y sonrió, casi lloré. Era mucha presión. Como nos dijeron lo que haríamos, pero porque estábamos allí para ayudarla de alguna tarea, nos miraban las piernas y yo con más audacia en medio de ellos. Comencé a sentir un fuerte calor, me dio que suadeira y sentí el creciente volumen de mí, con ganas de romper mi ropa interior. Me senté y me puse un cojín que estaba en el sofá en mi regazo. Diciendo que iba a salir, ella se cambió y disparó diciendo volver pronto.
Tan pronto como se fue, mi amiga y yo estábamos caminando alrededor de la casa. Visitamos el baño y allí encontramos la diminuta tanga que acababa de usar. Mi amigo tomó posesión de los pantalones cortos y se fue a la habitación, ¿te conoces a ti mismo lo que quiero decir, sé que mientras yo estaba allí, en el baño la celebración de la diminuta tanga, siendo calentado por el cuerpo de la chica. Cerré los ojos y tomé una pieza de ropa a la nariz y pude oler su. No hace falta decir que tuve una erección fenomenal! Cerré la puerta del baño y empecé me masturbándose mientras él olfateó sus bragas. Eran dos veces seguidas, una alegría tan loco y absurdo que lanzó esperma en la pared del baño. Remade, mi amigo y yo hicimos la limpieza adecuada del medio ambiente y cómo terminó llegaron. Magia como una diva, fenomenal y divina con su inquietante joroba. Nos despedimos y ella me saludó con una sonrisa, la sonrisa más hermosa que ya podía ver a alguien. Pero si usted piensa que la historia es por aquí, se equivoca. La cosa se incendió fue en una fecha posterior, pero esto es otra historia que tal vez yo digo aquí.


Texto escritor brasileño, Tony Casanova. Derechos de autor reservados. La copia, el collage, la reproducción total o parcial de cualquier tipo o difusión en cualquier medio sin permiso previo y por escrito del autor. La violación de estos derechos constituye un delito según la legislación brasileña y la protección de la Internacional de Autor y Propiedad Intelectual y es castigo legal pasiva aplicables según la legislación vigente.
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Conto erótico | Eu, você e o desejo. [Tony Casanova]


Eu não sabia ao certo que magia havia naquela figura feminina, que por vezes eu via como mulher, noutras tantas como menina, mas sabia que nela havia algo forte que me servia de pilar, de base, o meu norte. Era difícil explicar o que exatamente acontecia quando ela surgia na minha frente. Não sei descrever o que meu coração sentia; um misto de satisfação e alegria, um desejo forte de repente, uma gostosa agonia. Difícil esquecer a primeira vez que a vi desnuda, pele clara, olhar brilhante, sorriso desprendido. Foi como olhar a luz e sentir o ofuscar do brilho, uma visão inesquecível, uma menina tenra numa mulher incrível!
Olhei cada detalhe do corpo, cada pelo que arrepiava e quanto mais dela via, mais por ele me encantava. Seu corpo ligava-se diretamente ao meu, se por acaso arrepiava, meu corpo arrepiava-se com o seu. Havia naquela visão algo inquietante, uma loucura, um desejo de tocá-la, de tomá-la para mim. Aquela pele branquinha, a face linda de menina, a boca perfeita, o ardor que me fascina. Na ânsia para tocá-la, toquei-me e num sussurro me veio teu nome. Fechei os olhos, delirei e na mente me veio tua imagem, deitada comigo enlaçada em mim. Enlouqueci e naquele momento te vi enlouquecida também, era como se o mundo inteiro sumisse e nele não existisse ninguém. Dedo na boca, te vi provar de si mesma, olhando com paixão e desejo. Me veio a vontade súbita de te afogar em um beijo, destes devasso, impuro e insano.
Te olhava e não acreditava no que conseguia fazer comigo, me deixava agitado, ofegante e louco. Eu sabia que por mais que te tivesse, ainda assim seria pouco. Iria te querer sempre mais. De uma forma gostosa me sentia seduzido, dominado, completamente tomado e possuído. E quando te via exageradamente umedecida, flor molhada, aberta e intumescida, fixava meu olhar e sonhava tê-la, sonhava vê-la, te desejava na minha cama. Não como apenas pessoa, não apenas como mulher ou figura humana, mas te desejava com a fome e paixão de quem ama. Não apenas teu corpo me apetecia, mas teu coração me fascinava, teu pensamento me coloria, me fazia vibrar a alma. Teu corpo, e que corpo, era apenas parte do que havia em meus desejos, eu na verdade queria mais, muitos mais que teu beijos, que teus seios perfeitos, que tua barriga lisinha, mais que tua flor umedecida, era bem mais que sexo, mas uma vida que eu completamente fascinado, queria passar ao teu lado.
Lembro-me da ânsia que despertava-se nos nossos encontros e de como nosso olhar reagia num misto de agonia, era quando nos fugia o tédio e tínhamos ali veneno e remédio na mesma embalagem. Não era, nunca foi apenas sacanagem, mas amor puro e completo, amor por si só repleto de uma estranha pureza na alma. Era o saciar do corpo, das emoções e dos turbilhões da vida que após o êxtase, se acalma. Nosso prazer nos punha alegres, satisfeitos e sequiosos, a forma como nos achávamos entregues, puros, gostosos, refeitos dos hormônios que nos perseguiam. Acesos para a vida, tomados pelos mistérios e segredos que nos acobertavam. A plenitude dos nossos prazeres, o desmantelo das nossas consciências, o gostinho da imprudência, mas o gozo sufocando tudo, derrubando barreiras, vencendo distâncias na mais perfeita cumplicidade. Vê-la e ao mesmo tempo me expor, sem receios, sem barreiras, sem pudor me deixava excitado e te excitava. Naqueles momentos o mundo sumia, o tempo parava, nada mais importava. Só o amor, só o amar e depois de saciar nossos desejos, a despedida com beijos e a certeza da saudade que nos garantia um novo encontro, sempre na mesma disposição e sempre pronto a saciar as minhas e as tuas vontades.

Texto do escritor Tony Casanova . Direitos Autorais Reservados ao autor. Estão proibidas as cópias, colagens, divulgação em qualquer meio ou reprodução de qualquer natureza, do todo ou parte desta obra , sem a autorização expressa do autor sob pena de transgressão ás Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos Intelectuais. O desrespeito implicará na aplicação das Sanções Penais cabíveis de acordo com a Legislação em vigor.

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Erotic tale - I, you and desire. [Tony Casanova]

I was not sure that magic was that female figure, sometimes I saw as a woman, as many other girl, but she knew it was something strong that served me pillar base, my north. It was difficult to explain what exactly happened when she appeared in front of me. I can not describe what my heart felt; a mixture of satisfaction and joy, a strong desire suddenly a hot agony. Hard to forget the first time I saw her naked, pale skin, bright eyes, smile detached. It was like looking at the light and feel the dim brightness, a sight to behold, a young girl in an amazing woman!
   Looked every body detail, every so ruffled and the more it saw, more for it fascinated me. His body linked directly to the mine, in case shivered, my body was ruffled with yours. There was something unsettling in that vision, madness, a desire to touch her, to take her to me. That bright white skin, the girl beautiful face, perfect mouth, the ardor that fascinates me. Eager to touch her, I touched me and whispered came thy name. I closed my eyes, raved and mind me come your image, lying with me ensnared me. Lost it and at that moment I saw you crazy too, it was as if the whole world would go away and it did not exist anyone. Finger in his mouth, I saw you prove herself, looking with passion and desire. I came the sudden urge to drown you in a kiss, these fornicator, unclean and insane.
    I looked and could not believe he could do to me, made me restless, breathless and crazy. I knew that however much you had, it would still be little. I would want you more and more. A pleasant way felt seduced, dominated completely taken and possessed. And when you via overly moist, wet flower, open and numb, fixed my eyes and dreamed of having her dreamed to see her, I wanted you in my bed. Not only as a person, not just as a woman or human figure, but wanted you to hunger and passion of those who love. Not just your body felt like me, but your heart fascinated me, your thoughts colored me, made me vibrate the soul. Your body, and that body was only part of what was in my desires, I actually wanted more, a lot more than your kisses, that your perfect breasts, which lisinha your belly rather than your wet flower, was much more than sex but a life that I completely fascinated, wanted to spend at your side.
    I remember the anxiety that woke us our meetings and how we look reacted with a mixture of agony, was when we fled boredom and had there poison and medicine in the same package. It was not, it was never just kidding, but pure and complete love, love alone filled with a strange purity of soul. It was the sate of the body, emotions and eddies of life after the rapture, calm down. Our pleasure to put happy, satisfied and eager, the way we thought we delivered, pure, delicious, remade the hormones that we pursued. Lit for life, taken by the mysteries and secrets we acobertavam. The fullness of our pleasures, the dismantle of our consciences, the taste of recklessness, but the enjoyment suffocating all, breaking down barriers, winning distances in perfect complicity. Seeing her while exposing myself, without fear, without barriers, without shame made me excited and aroused you. In those moments the world disappeared, time stood still, nothing else mattered. Only love, only love and then to indulge our desires, the farewell with kisses and sure of nostalgia that we guarantee to meet again, always in the same disposition and always ready to indulge my and your wills.

     Text writer Tony Casanova. Copyright reserved to the author. Prints, collages, disclosure or reproduction in any medium whatsoever, of all or part of this work without the express permission of the author under penalty of transgression ace Brazilian law and International Protection to Intellectual Rights are prohibited. Failure to comply will result in the application of appropriate criminal penalties in accordance with the legislation in force.

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Cuento erótico - I, y el deseo. [A Tony Casanova]

No estaba seguro de que la magia era que figura femenina, a veces me vi como una mujer, como muchos otra chica, pero ella sabía que era algo fuerte, que me sirvió de base pilar, mi norte. Era difícil de explicar qué es exactamente lo que ocurrió cuando ella apareció en frente de mí. No puedo describir lo que sintió mi corazón; una mezcla de satisfacción y alegría, un fuerte deseo de repente una agonía caliente. Difícil de olvidar la primera vez que vi su piel desnuda, pálida, con los ojos brillantes, sonrisa separan. Era como mirar a la luz y sentir el brillo tenue, un espectáculo para la vista, una chica joven en una mujer asombrosa!
   Mirado cada detalle del cuerpo, cada cierto alborotó y cuanto más se vio, más por ello me fascinó. Su cuerpo vinculado directamente a la mina, en caso de que se estremeció, mi cuerpo se agitaba con la tuya. Había algo inquietante en esa visión, la locura, el deseo de tocarla, para llevarla a mí. Esa piel de color blanco brillante, la hermosa muchacha de la cara, boca perfecta, el ardor que me fascina. Deseoso de tocarla, me toqué y le susurré llegó tu nombre. Cerré los ojos, elogiaron y me importa que yo vaya a su imagen, acostado conmigo me atrapados. Perdido y en ese momento me vi loco también, era como si el mundo entero se iría y no existe nadie. Dedo en la boca, vi a probar a sí misma, mirando con pasión y deseo. Llegué el repentino deseo de que se ahogan en un beso, éstos fornicario, sucio e insano.
    Miré y no podía creer que podía hacer para mí, me hizo inquieto, sin aliento y loco. Yo sabía que, por mucho que tenía, todavía sería poco. Me gustaría que más y más. Una manera agradable sintió seducido, dominado completamente tomada y poseía. Y cuando a través excesivamente húmeda, flor mojada, abierta y entumecido, fijo mis ojos y soñaba con tener su soñó a verla, yo que quería en mi cama. No sólo como persona, no sólo como mujer o la figura humana, pero quería el hambre y la pasión de los amantes. No sólo su cuerpo se sentía como yo, pero tu corazón me fascinó, tus pensamientos me coloreé, me hizo vibrar el alma. Su cuerpo, y ese cuerpo era sólo una parte de lo que estaba en mis deseos, yo en realidad quería más, mucho más que sus besos, que sus pechos perfectos, que lisinha su vientre en lugar de su flor mojada, era mucho más que sexo pero una vida que estoy totalmente fascinada, quería pasar a su lado.
    Recuerdo la ansiedad que nos despertó a nuestras reuniones y cómo nos vemos reaccionó con una mezcla de agonía, fue cuando huyeron el aburrimiento y tenía allí el veneno y la medicina en el mismo paquete. No fue, nunca fue bromeando, pero el amor puro y completo, sólo el amor lleno de una extraña pureza del alma. Fue el ESTADO de los cuerpo, las emociones y los remolinos de la vida después del rapto, cálmate. Nuestro placer de poner feliz, satisfecho y con ganas, la forma en que pensamos que nos entregamos, puro, delicioso, rehechos las hormonas que nos persigue. Iluminada por la vida, tomada por los misterios y secretos que acobertavam. La plenitud de nuestros placeres, el desmonte de nuestras conciencias, el sabor de la imprudencia, pero el disfrute sofocando todo, romper barreras, distancias en perfecta complicidad ganar. Al verla, mientras que la exposición de mí mismo, sin miedo, sin barreras, sin vergüenza me hizo emocionado y excitado. En esos momentos el mundo desapareció, el tiempo se detuvo, nada más importaba. Sólo el amor, sólo el amor y luego a complacer nuestros deseos, la despedida de besos y seguro de nostalgia que le garantizamos a reunirse de nuevo, siempre en la misma disposición y siempre dispuesto a complacer mis y tus voluntades.

     Escritor del texto de Tony Casanova. Derechos de autor reservados al autor. Estampas, collages, divulgación o reproducción en cualquier medio que sea, de la totalidad o parte de este trabajo sin el permiso expreso del autor, bajo pena de la ley brasileña as transgresión y la Protección Internacional de los Derechos Intelectuales están prohibidos. El incumplimiento dará lugar a la aplicación de sanciones penales correspondientes, de conformidad con la legislación vigente.

Erótico - A insanidade da Loba. [Tony Casanova]


No seu dia a dia, uma pessoa comum. Dedicava-se ao trabalho e mergulhava nas tarefas de forma a preencher o dia que passava lentamente. Poderia dizer-se dela inocente, mas ela sabia que não. No auge da chamada meia-idade, tudo que não possuía mais era inocência. Não que fosse uma “leviana”, mas por dentro, seus desejos a queimavam, assim durante o dia ela os detinha, mas a noite permitia que viessem à tona e a tomassem sem pudores. Descobriu-se assim logo cedo e como se desconhecesse a si mesma, mergulhou em seus próprios segredos e a princípios não sabia lidar com eles. Sentia-se suja, impura e profana, mas o tempo lhe ensinara a ter domínio sobre seu próprio corpo, permitindo-lhe ter uma vida socialmente normal.
Não possuía muitos amigos, não aqueles em quem pudesse confiar seus segredos mais íntimos e em casa sentia-se livre para vivenciar seus desejos mais loucos. E ao chegar, quase num ritual, dirigia-se ao banho. Trocava-se e ficava a observar-se despida diante do espelho. Tocava seu corpo explorando todas as partes. Fazia isso lentamente, sentindo o fogo invadir-lhe as entranhas. Olhava seu reflexo com desejo, como se ali estivesse outra pessoa, tocando-a, desvendando seus mistérios ocultos, explorando seu corpo febril. Fechava os olhos para ver e sentir o toque do estranho, deixava-o acariciá-la com ousadia, oferecia-se a ele como nunca fizera a nenhum outro. Trocavam olhares cheios de paixão e desejo, envolviam-se. Suas mãos iam cada vez mais profundo em seu corpo e o calor era intenso, a vontade a possuía de tal forma que esquecia-se do mundo, de tudo e de todos, apenas vivia aquele momento seu, unicamente seu.
Seus olhos reviravam de prazer, suas faces deformavam, tocava-se de forma sôfrega, invasiva e já não dominava a ansiedade. Era difícil para Nora controlar a respiração, estava ofegante e seus batimentos acelerados como se o coração quisesse saltar do peito. Ela contorcia-se enquanto se tocava. Caminhou lentamente em direção ao chuveiro e ligou-o. Pegou um utensílio que batizara de “brinquedinho” e com ele continuo a acariciar-se nas partes mais íntimas. Quando o prazer a dominava, retesava o corpo enquanto lhe fugia um gemido contido. Seu brinquedinho invadia-lhe, habilmente manuseado pela moça que deliciava-se a cada invasão. Sentia-se possuída pelo estranho imaginário. Queimava de desejo por ele. Entregava-se sem culpa, sem medidas ou receios. Era o seu amante secreto, o realizador dos seus desejos íntimos. Viril e dominador, sempre descobria seus pontos mais guardados e brincava com eles, deixando-a louca de vontade de ser possuída. Nele ela tinha total confiança e sabia que jamais a decepcionaria, jamais seria traída, pelo contrário, ele estava sempre pronto e disposto para ela, para saciar sua fome, sua sede de amar.
Nora já não distinguia seus líquidos do óleo que usara para lubrificar-se. Seu corpo reagia expulsando fluídos generosamente. Ela se lambuzava com eles. Usava-os para facilitar a investida do brinquedo e assim deixar-se penetrar completamente, como se assim recebesse o seu estranho dentro de si. Sentia que estava por explodir e movia-se mais depressa enquanto revirava os olhos e gemia. Teve um orgasmo tão forte que seus joelhos dobraram colocando-a prostrada no piso do banheiro. Sentia a água fresca caindo sobre o corpo quente enquanto sua vulva ainda contraia em espasmos alucinados. Após alguns minutos, ergueu-se e continuou seu banho cantando. Terminou e foi deitar-se buscando a tranquilidade do sono para repousar seu corpo ainda em êxtase. O sono nunca demorava a chegar, sempre vinha após um bocejo e no dia seguinte, lá estava ela, pronta para mais um dia de rotina esquecendo a Loba e seus desejos deliciosamente insanos.

Texto do escritor brasileiro Tony Casanova . Direitos Autorais reservados ao autor. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte dele, sem autorização expressa do autor, sob pena de infração ás Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos Autorais.
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Erotic - The insanity of Loba. [Tony Casanova]

In its day to day, an ordinary person. He was engaged to work and plunged into tasks to fill the day passed slowly. You could say it innocent, but she knew better. At the height of middle-aged call, everything had no more was innocence. Not that it was a "frivolous", but inside, your desires to burn, so during the day it held them, but the night allowed to surface and take shamelessly. It turned out so early and as if unaware of herself, plunged into her own secrets and principles could not deal with. He was dirty, unclean and unholy, but the time taught him to have dominion over his own body, allowing you to have a socially normal life.
    Did not have many friends, not those he could trust their innermost secrets and at home felt free to live your wildest desires. And upon arriving, almost a ritual, he went to the bathroom. It changed and was watching up naked in the mirror. He played his body exploring all parties. He did it slowly, feeling the fire invade his insides. Watched her reflection with desire, as if there was someone else playing it, revealing its hidden mysteries, exploring his feverish body. I closed my eyes to see and feel the touch of the weird, let him pet her boldly, was offered to him as he had never done with any other. Exchanged glances full of passion and desire, involving up. His hands went deeper and deeper into your body and the heat was intense, the desire to possess so that he forgot the world, everything and everyone just lived that moment her, only her.
     They rolled their eyes in pleasure, their deformed faces, playing is greedy way, invasive and no longer dominated anxiety. It was difficult for Nora control breathing, was panting and its accelerated rate as if the heart wanted to jump out of the chest. She squirmed as he played. He walked slowly toward the shower and turned it on. He took an appliance that had named "toy" and he continued to stroke in the most private parts. As pleasure dominated, the body tensed as he fled a groan contained. Your toy invaded him, skillfully handled the girl who delighted to every invasion. He was possessed by the imaginary stranger. Burning with desire for him. Indulged without guilt, without measures or fears. It was his secret lover, the director of their intimate desires. Virile and domineering, always discovered their most points saved and played with them, leaving her crazy with desire to be possessed. In it she had full confidence and knew never to disappoint, would never be betrayed, however, he was always ready and willing for her to satisfy your hunger, your thirst for love.
      Nora no longer distinguished its net oil that had used to lubricate. His body reacted by expelling fluids generously. It is smeared with them. He used them to help the onslaught of the toy and so fail to penetrate completely, as if he received his strange inside. He felt what was to explode and moved faster as she rolled her eyes and groaned. Had such a strong orgasm that his knees buckled putting them prostrate on the bathroom floor. He felt the fresh water falling on the body warm while her vulva still contract by hallucinated spasms. After a few minutes, got up and continued singing her bath. Finished and went to bed looking for the tranquility of sleep to rest your body still ecstatic. Sleep never slow to arrive, always came after a yawn and the next day, there she was, ready for another day of routine forgetting the Loba and its delightfully insane desires.

       Text Brazilian writer Tony Casanova. Copyright reserved to the author. The copying, collage, reproduction or disclosure of any kind in any medium, in whole or part without the express permission of the author, under penalty of infringement ace Brazilian Laws and International Protection of Copyright.
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Erótico - La locura de Loba. [A Tony Casanova]

En su día a día, una persona común. Fue contratado para trabajar y se sumergió en las tareas para llenar el día transcurrió lentamente. Se podría decir que inocente, pero ella sabía mejor. En el apogeo de la llamada de mediana edad, todo lo tenía no más era la inocencia. No es que fuera una "frívola", pero por dentro, sus deseos para el fuego, por lo que durante el día en que los mantuvo, pero la noche permitió a la superficie y tomar descaradamente. Resultó tan temprano y como si desconocen a sí misma, sumido en sus propios secretos y principios no podían tratar. Estaba sucio, inmundo y lo profano, pero el tiempo le enseñó a tener dominio sobre su propio cuerpo, que le permite tener una vida social normal.
    No tenía muchos amigos, no a los que podía confiar sus secretos más íntimos y en la casa se sentía libre para vivir sus deseos más salvajes. Y al llegar, casi un ritual, se fue al baño. Se cambió y estaba viendo desnuda en el espejo. Jugó su cuerpo explorando todas las partes. Lo hizo lentamente, sintiendo el fuego invaden sus entrañas. Miró su reflejo con el deseo, como si había alguien más jugando, revelando sus misterios ocultos, explorando su cuerpo febril. Cerré los ojos para ver y sentir el toque de lo extraño, lo dejó a su mascota con valentía, se le ofreció a él como nunca lo había hecho con ninguna otra. Miradas intercambiadas llenos de pasión y deseo, que afecta. Sus manos fueron más y más en su cuerpo y el calor era intenso, el deseo de poseer lo que se olvidó del mundo, todo y todo el mundo sólo vivió ese momento ella, sólo ella.
     Ellos pusieron los ojos en el placer, sus rostros deformados, jugar es manera codiciosa, invasor y la ansiedad no dominado por más tiempo. Era difícil para el control de la respiración Nora, jadeaba y su ritmo acelerado, como si el corazón quería salirse del pecho. Ella se retorció mientras jugaba. Caminó lentamente hacia la ducha y lo encendió. Tomó un aparato que había llamado "juguete" y él seguía acariciando en las partes más privadas. Como placer dominado, el cuerpo se tensó cuando huía un gemido contenida. Su juguete le invadió, manejó hábilmente la chica que deleitó a toda invasión. Estaba poseído por el extraño imaginario. Ardiendo de deseo por él. Consentido sin culpa, sin medidas ni temores. Era su amante secreto, el director de sus deseos íntimos. Viril y dominante, siempre descubren sus más puntos guardan y jugaron con ellos, dejando a su loco de deseo por poseer. En lo que tenía plena confianza y sabía que nunca defrauda, que nunca sería traicionado, sin embargo, él siempre estaba listo y dispuesto para ella para satisfacer su hambre, su sed de amor.
      Nora ya no distingue su neto de petróleo que se había utilizado para lubricar. Su cuerpo reaccionó expulsando fluidos generosamente. Se unta con ellos. Los usó para ayudar a la embestida del juguete y así dejar de penetrar por completo, como si él recibió su extraña dentro. Sintió que lo que iba a explotar y se movió más rápido como ella puso los ojos y gimió. Tenía un corre tan fuerte que sus rodillas se doblaron ponerlos postrado en el piso del baño. Sintió el agua dulce que cae sobre el cuerpo caliente mientras que su vulva todavía contraiga espasmos alucinados. Después de unos minutos, se levantó y siguió cantando su baño. Terminó y se fue a la cama en busca de la tranquilidad de dormir para descansar su cuerpo aún en éxtasis. El sueño nunca tardan en llegar, siempre se produjo después de un bostezo y al día siguiente, allí estaba ella, listo para otro día de rutina olvidar la Loba y sus deseos deliciosamente dementes.

       Texto escritor brasileño, Tony Casanova. Derechos de autor reservados al autor. La copia, collage, reproducción o divulgación de cualquier tipo en cualquier medio, total o parcialmente, sin el permiso expreso del autor, bajo pena de infracción as leyes brasileñas y Protección Internacional de los Derechos de Autor.

Erótica - Uma carona para o prazer. [Tony Casanova]


Quando menino minha mãe sempre dizia como conselho que eu nunca deveria aceitar carona de estranhos. Um bom conselho que lembrei bem até aquela noite de sexta-feira, logo após o final do meu expediente de trabalho. Era Verão, o calor estava demais e aquele foi um dia movimentado. Atendi diversas pessoas, mas uma me chamou a atenção. Era uma mulher de aproximadamente uns quarenta anos, muito bonita, educada e bem vestida. Durante o atendimento mostrou-se falante e após uma conversa inicial despediu-se, mas antes confessou-me que tinha escolhido minha empresa, apesar do preço mais alto que a concorrente porque adorou a minha voz e queria conhecer o dono dela. Agradeci com um sorriso e ela se foi prometendo voltar no dia seguinte. Cumpriu a promessa e pontualmente lá estava ela, desta vez com uma saia esvoaçante que permitia ver o detalhe das suas pernas grossas e bem torneadas. Perguntei-lhe se ela “malhava”, respondeu-me que sim. Notou que eu a observava e quando em vez me provocava cruzando e descruzando as pernas. Começou então um jogo de cumplicidade e passamos a trocar olhares e sorrisos.
Como era cliente procurei conter-me, não queria arriscar meu emprego submetendo a empresa a um possível escândalo, procurei então concentrar-me no trabalho. Mas como? Ela não ajudava e deixou-me louco quando me deixou ver sua calcinha vermelha no momento em que descruzou um pouco mais demoradamente as pernas. Eu suava bicas, não sei porque o calor havia aumentado e muito! Tanto que eu nem me arriscava a sair de trás do balcão para que não vissem o meu “estado” de alegria interna. Ela sorriu com um brilhinho malicioso nos olhos e eu já estava a ponto de partir pra cima ali mesmo! Pensei: - Calma Tony, pode não ser nada disso. Pode ser apenas fruto da sua mente e produto da sua carência. Calma! Ela veio até mim, despediu-se com um sorriso e rebolou até o carro. Tudo ocorria no tempo de uma hora aproximadamente, sempre no mesmo horário quando ela tinha que conduzir a filha até a empresa e levá-la de volta para casa após o seu curso.
Ficamos nesta cumplicidade até que o curso da filha terminou. Pensei então: Ufa! Acabou a agonia! Nada, no dia seguinte quando eu estava indo pegar o coletivo, em plena sexta-feira, ouvi quando ela me chamava de dentro do carro. Fui até lá e ela ofereceu-me uma carona. Agradeci e aceitei. Entrei no veículo e seguimos. Notei seu vestido curto e suas pernas levemente entreabertas enquanto pisava nos pedais de comando. Não consegui tirar o olho. Ela percebeu e disse: - Minhas pernas te incomodam? Eu nervoso respondi que não. Ela então subiu mais o vestido e exibiu um fio dental branco. Eu engoli seco. Ela segurou minha mão e a conduziu entre as pernas abertas. Notei que apesar do ar condicionado ligado, o calor me consumia. Nem preciso dizer que minha cueca precisava de uma lavagem de urgência, aliás estava a ponto de ser rasgada à força.
Pedi que ela parasse o carro, ela preferiu continuar conduzindo até um Motel. Ao entrarmos no apartamento percebi que ela estava mais louca que eu e que não era só minha cueca que precisava de lavagem, a calcinha dela estava em pior situação. Puxei-a para mim e a beijei e lentamente retirei sua roupa enquanto caminhávamos lentamente até a banheira de hidromassagem. Liguei a banheira e comecei a tocá-la suavemente.Olhos fechados ela arrepiava-se a cada toque, deixava-se envolver, dominar pelo desejo. Esfregava seu corpo em mim como se fosse uma serpente e de mansinho mergulhou a cabeça na banheira erguendo-a entre minhas pernas. Abocanhou-me e me arrancou um gemido. Arrepiei-me inteiro sentindo a maciez dos seus lábios massageando meu sexo. Não aguentei e puxei para perto penetrando-a com virilidade. Iniciamos um vai-e-vem cadenciado, harmônico. Não sei quem gemia mais, mas ambos iríamos explodir juntinhos. Ela começou a rebolar mais rápido e sussurrou baixinho no meu ouvido: - Vem! Eu fui e juntinhos explodimos. Foi mágico e muito inesquecível. Trocamos um beijo e ela finalmente me levou até pertinho de casa. Bela carona e nem desobedeci mamãe, afinal nem era uma estranha.

Texto do escritor brasileiro Tony Casanova . Direitos Autorais reservados ao autor. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte dele, sem autorização expressa do autor, sob pena de infração ás Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos Autorais.
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Erotic - A ride for pleasure. [Tony Casanova]

As a boy my mother always said as advice I should never accept rides from strangers. Good advice that I remembered well into the night Friday, shortly after the end of my working hours. It was summer, the heat was too much and that it was a busy day. Attended several people, but one caught my attention. It was a woman in her forties, very beautiful, polite and well dressed. During the service proved to be talkative and after a conversation starter fired up, but before he confessed to me that I had chosen my company, despite the higher price that the competitor because loved my voice and wanted to know its owner. I thanked him with a smile and she was promising to return the next day. Fulfilled the promise and on time there she was, this time with a flowing skirt that allowed see the details of their thick and shapely legs. I asked her if she "worked out", he replied yes. Noticed that I was watching and when instead teased me crossing and uncrossing her legs. Then began a game of complicity and we started exchanging glances and smiles.
     How was client tried to restrain myself, not want to risk my job subjecting the company to a possible scandal, so I tried to concentrate on the work. But how? It did not help and let me mad when let me see her red panties at the time unfolded a little more length legs. I was sweating profusely, I do not know because the heat had increased a lot! So much that I even dared me to come out from behind the counter to not see my "state" of inner joy. She smiled with a mischievous SHINY eyes and I was already about to leave for up right there! I thought: - Calm Tony, can not be any of that. It could be just a figment of your mind and product of his grace. Calm! She came to me, took his leave with a smile and rolled to the car. All occurred within one hour of time about, always at the same time when she had to drive her daughter to the company and take it back home after their course.
     We stayed at this complicity until the daughter of the course ended. Then I thought, phew! No more agony! Nothing, the next day when I was going to get the collective, in full Friday, I heard she called me in the car. I went there and she offered me a ride. I thanked him and accepted. I got into the vehicle and followed. I noticed her short dress and her legs slightly ajar as she stepped on the foot switches. I could not save the eye. She noticed and said: - My legs bother you? I said no nervous. She then went over the dress and showed a white thong. I swallowed hard. She held my hand and led her between her legs open. I noticed that despite the air conditioning on, the heat consumed me. Needless to say, my underwear needed urgent wash indeed was about to be torn by force.
    I asked her to stop the car, she chose to continue leading to a Motel. As we enter the apartment realized she was crazier than me and it was not just my underwear that needed washing, her underwear was worse off. I pulled her to me and kissed her and slowly removed his clothes as we walked slowly to the hot tub. I turned on the shower and began to touch her closed suavemente.Olhos she shivered to every touch, let yourself in, overcome by desire. Rubbed his body on me like a snake and softly dipped his head in the tub holding it up between my legs. Grabbed me and pulled me out a groan. Shivered me whole feeling the softness of his lips massaging my gender. I could not stand and pulled him closer penetrating her with virility. Began a back-and-forth rhythmic, harmonic. Do not know who moaned more, but both would explode close together. She started rolling faster and whispered softly in my ear: - Come! I went and blew up close together. It was magical and very memorable. We exchanged a kiss and she finally took me home to close. Beautiful ride and not disobeyed Mom, after all or was a stranger.

     Text Brazilian writer Tony Casanova. Copyright reserved to the author. The copying, collage, reproduction or disclosure of any kind in any medium, in whole or part without the express permission of the author, under penalty of infringement ace Brazilian Laws and International Protection of Copyright.
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Erótica - Un paseo por placer. [A Tony Casanova]

Cuando era niño mi madre siempre decía como consejo Nunca debí aceptar paseos de extraños. Un buen consejo que yo recordaba bien entrada la noche del viernes, poco después del final de mis horas de trabajo. Era verano, el calor era demasiado y que se trataba de un día ajetreado. Asistió a varias personas, pero uno me llamó la atención. Era una mujer de unos cuarenta años, muy bonito, educado y bien vestido. Durante el servicio resultó ser hablador y después de una conversación de arranque encendido para arriba, pero antes de que me confesó que había elegido mi compañía, a pesar del precio más alto que el competidor porque amaba a mi voz y quería saber su propietario. Le di las gracias con una sonrisa y ella estaba prometiendo volver al día siguiente. Cumplida la promesa ya tiempo allí estaba ella, esta vez con una falda que fluye que permitía ver los detalles de sus piernas gruesas y bien formadas. Yo le pregunté si ella "funcionó", él respondió que sí. Di cuenta de que yo estaba viendo y cuando en vez me burlé de cruzar y descruzar las piernas. Entonces comenzó un juego de complicidad y empezamos a intercambiar miradas y sonrisas.
     ¿Cómo era cliente trató de contenerme, no quiero arriesgar mi trabajo sometiendo a la empresa a un posible escándalo, así que trató de concentrarse en el trabajo. Pero, ¿cómo? No sirvió de nada y me dejó loco cuando me deja ver sus bragas rojas en el momento desplegó un poco más las piernas de longitud. Estaba sudando profusamente, no sé porque el calor se había incrementado mucho! Tanto que incluso me atreví a salir de detrás del mostrador para no ver a mi "estado" de alegría interior. Ella sonrió con ojos traviesos BRILLANTES y yo ya estaba a punto de salir de allí mismo! Pensé: - Calma, Tony, no puede ser nada de eso. Podría ser sólo un producto de la mente y el producto de su gracia. Calma! Ella vino a mí, se despidió con una sonrisa y rodó hasta el coche. Todo ocurrió dentro de una hora de tiempo alrededor, siempre en el mismo momento en el que tenía que llevar a su hija a la empresa y llevarlo de vuelta a casa después de su curso.
     Nos alojamos en este complicidad hasta que la hija del curso terminado. Entonces pensé, ¡uf! No más dolor! Nada, al día siguiente, cuando me iba a conseguir lo colectivo, en pleno Viernes, oí que me llamó en el coche. Fui allí y ella me ofreció un paseo. Le agradecí y acepté. Me metí en el vehículo y la seguí. Me di cuenta de su vestido corto y las piernas ligeramente entreabierta mientras entraba en los interruptores de pie. No pude salvar el ojo. Ella se dio cuenta y dijo: - Mis piernas le molestan? Le dije que no nervioso. A continuación, pasó sobre el vestido y mostró un tanga blanco. Tragué saliva. Ella me cogió la mano y la llevó entre sus piernas abiertas. Me di cuenta de que a pesar de que el aire acondicionado encendido, el calor me consumía. Huelga decir que mi ropa interior necesitaba lavado urgente de hecho estaba a punto de ser demolido por la fuerza.
    Le pedí que parar el coche, ella optó por continuar llevando a un Motel. Al entrar en el apartamento cuenta de que estaba más loco que yo y no era sólo mi ropa interior que necesita lavarse, su ropa interior estaba peor. La atraje hacia mí y la besé y lentamente se quitó la ropa mientras caminábamos lentamente a la bañera de hidromasaje. Encendí la ducha y me puse a tocar sus suavemente.Olhos cerrados Se estremeció a cada toque, déjese en, vencido por el deseo. Se frota su cuerpo sobre mí como una serpiente y suavemente mete la cabeza en la bañera sosteniéndola entre las piernas. Me agarró y me sacó un gemido. Me estremeció todo sentir la suavidad de sus labios masajeando mi género. Yo no podía ponerse de pie y tiró de él más cerca de penetrarla con la virilidad. Comenzó un ida y vuelta rítmica, armónica. No sé quién se quejó más, pero ambos serían explotar juntos. Ella comenzó a rodar más rápido y le susurró en voz baja al oído: - ¡Venga! Fui y explotó cerca. Fue mágico y muy memorable. Intercambiamos un beso y ella finalmente me llevó a casa para cerrar. Hermoso paseo y no desobedecieron mamá, después de todo, ¿o era un extraño.

     Texto escritor brasileño, Tony Casanova. Derechos de autor reservados al autor. La copia, collage, reproducción o divulgación de cualquier tipo en cualquier medio, total o parcialmente, sin el permiso expreso del autor, bajo pena de infracción as leyes brasileñas y Protección Internacional de los Derechos de Autor.

Erótico - O orvalho da Orquídea. [Tony Casanova]


Eu estava ali, atônito, quase que petrificado a contemplar teu olhar. Sabe aquele olhar de desejo, destes que miram a boca, clamam um beijo, dizem mais que as palavras poderiam dizer? Assim vi você, ali na minha frente, olhar fatal, boca carente. Meus olhos percorreram teu corpo devagar, como num transe, era olhar, olhar, sonhar. Tua nuca se exibia entre os cabelos finos, um convite a um beijo lento, destes que causam tormento só de lembrar. Vi tua orelha perfeita, brinco pequeno, brilhante, desejei-lhe fazer desfeita; sussurrar mansinho ao teu ouvido, dizer quase nada, só fazer um carinho com a boca naquela nuca tão desejada.
Voltei a contemplar tua boca e ao vê-la, aquela sensação louca de quem sente o toque antes de tocar. Os lábios entreabriam e quando eles sorriam, não havia beleza maior. Senti vontade de tocá-los, experimentar a maciez e a textura, saciar de uma vez toda loucura, a vontade de beijá-la sem parar. Um beijo destes que acendem todo corpo e conduzem a loucura, que desviam mesmo a alma mais pura e a fazem entregar-se por inteiro. Vi teus olhos seguindo os meus, cúmplices, pedindo que não parasse aquela vistoria minuciosa. Senti vontade de xingá-la, dizer-te devaneios, chamar de gostosa. Me contive e me dispus a contemplá-la mansamente. Deixei a vontade apenas na mente que aquecida, me fazia viajar em pensamentos profanos.
Ao mirar-te os seios, duas lindas peras bicudas, quase foi um Deus nos acuda, o desejo tomou conta de mim. Vi os frutos suculentos, fresquinhos, delicadamente arrepiados, bicos já preparados, quase a me furar os olhos. Lindo pomos enrijecidos, belas formas, pedindo o toque sutil dos meus dedos, assim, bem devagar pela delicadeza, pelo medo de machucar. Duas torres entumescidas, como armas apontadas na minha direção, atiçou-me o desejo, a vontade louca, o tesão. Deslizei meu olhar ao umbigo, pequeno e lindo furo que encheu-me a boca d'água. Senti a língua dançando na boca, uma vontade de cobri-lo de beijos macios, na minha pele me veio arrepio que antes era só teu. Não sei ao certo o que me deu, mas meu corpo reagia enchendo-se de calor, desejo e sangue.
Por fim mirei-te a flor. Linda, terna e delicada, que exibia belas pétalas molhadas e um brilho natural que a tornava encantadora. Detive ali meu olhar e quanto mais olhava, mais molhada aquela Orquídea ficava. Pétalas abertas, de cor avermelhada, de uma rigidez amaciada, tanto mais era macia, quanto mais ela molhava. Levei meu dedo a tocar o néctar que escorria, viscoso e inodoro, pela visão tão pura, quase choro, ante tanta poesia contida numa imagem. Senti o contorcer do corpo após o toque lento do meu dedo e de tanta singeleza, confesso que tive medo de tocando machucá-la. Senti que a flor já pulsava, inquieta, chorava seu choro de prazer e eu, ali sem poder me conter, beijei-lhe a flor encantada.
Parte de mim ardia em fogo louco, meu sexo rijo, de tão duro me parecia um pedaço de borracha. Pedaço de ferro quente, em brasa viva a desejar tua flor. Entrei entre as pétalas com cuidado, fui mais carinho que tesão, senti a vontade crescer. No teu olhar a paixão. Encaixamos pensamentos, fantasias e corpos. Senti teu corpo estremecer, apertei tua e beijei-lhe a linda boca. Ouvi teus gemidos, sussurros e pedidos, vi teu olhar revertido, tua flor se aquecer. Agora tuas pétalas me vestiam e tua flor me mastigava o ferro duro, um momento fenomenal, tão sujo e tão puro. Foi um cúmplice final, um casamento perfeito entre dois corpos aquecidos que agora adormecidos, descansam do seu amor.

Texto do escritor brasileiro Tony Casanova. Direitos Autorais Reservados ao autor. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte dele, sem autorização prévia e expressa do autor sob pena de infração ás Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos Autorais.
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O desejo de Sara. [Tony Casanova]


O verão havia chegado forte no Nordeste do Brasil e a população sofria com o desconforto do calor. Os homens andavam sem camisa, apenas usando bermudas e as mulheres caprichavam nas saias. O fato é que muita gente aproveitava a deixa para fazer o que mais gostavam: lotar os rios, represas e açudes da região para banharem e se refrescarem naquele calor infernal. Em Mangabinha não era diferente, todos iam para a represa divertir-se e amenizar a sensação térmica do sol lhes torrando o corpo.
A população por ali não era grande, mas havia muito conforto na cidade, mais parecia uma cidade grande. Telefonia móvel e fixa, Internet Banda Larga, Sinal de TV Digital, saneamento básico, enfim Mangabinha era um exemplo de lugar para se viver. O comércio local não devia nada a nenhum grande centro, bem abastecido ele servia bem ás necessidades da população. Só faltava mesmo era ter uma praia, mas havia a represa da região, uma barragem na verdade que para muitos era uma riqueza, principalmente no verão.
Desde pequenina Sara gostava de ir banhar-se lá. Gostava do movimento das águas mansas, do barulho produzido por elas casado com o canto dos pássaros na mata. Era um lugar de sonho. Uma enorme clareira cercada de mata e com uma única entrada que também era a saída dali. Por sua beleza a represa era atração não só para os moradores de Mangabinha, mas atraia também muita gente de fora. Sara mergulhava e ficava o máximo de tempo que podia assim, mergulhada naquelas águas, ouvindo aqueles barulhos vindos sabe lá de onde.
Como não havia muito a fazer por ali, qualquer hora de qualquer dia servia para ir nadar na represa e assim fez Sara. Pôs seu biquini e rumou para seu local preferido da cidade. Chegou e logo percebeu que havia algumas pessoas desfrutando do lugar, apesar de ser ainda cedo, por volta das nove da manhã, todos estavam animados entre um e outro mergulho. A moça tirou o pequeno short e rumou para a água. Entrou devagar, sabia que estava um pouco fria. Pronto, a mulher de dezenove anos transformou-se em uma menina. Pulava, lançava água para o alto e mergulhava. Estava bem à vontade quando percebeu a presença de um estranho próximo a ela. Ele acenou e ela respondeu timidamente. Então de repente o moço jogou água nela que resolveu revidar e começaram a brincar os dois ali. Sara relaxou. O moço além de bonito parecia ser boa pessoa. Ficaram ali brincando até que de repente ela se desequilibrou e ele a segurou nos braços evitando sua queda. Ela sentiu aquele corpo forte colado no seu. Cada músculo foi sentido, inclusive o membro coberto apenas por aquela sunguinha de banho. Tudo foi muito rápido, mas demorou tempo suficiente para Sara nunca mais esquecer aquele abraço.
Para evitar contratempo eles resolveram abaixar-se, assim Sara não correria o risco de desequilibrar de novo. Agachados e com água quase no pescoço, eles jogavam água um no outro. De repente ficaram mudos, olharam-se fixamente e ele a beijou. Trêmula ela deixou-se envolver pelo rapaz. Sentiu sua mão lhe invadir o biquini. Seus dedos penetraram sua vulva que de tão úmida pulsava liberando líquido na água. Ela segurou o membro dele na mão e ouviu seu gemido rouco. Quase um urro de prazer. Ele introduzia os dedos lentamente na vagina de Sara e ela pulsava enquanto a moça se contorcia. Não sabia se abria as pernas ou fechava, em um desejo quase louco. Ela não resistiu, puxou o rapaz para si e segurando seu membro duro, introduziu na vagina quente. A penetração foi suave, carinhosa. Sara sentiu cada centímetro daquele membro inchado lhe invadindo. Iniciaram um vai-e-vem e ele entrava cada vez mais fundo.
Enquanto a penetrava o jovem introduziu um dedo no ânus da moça e ela revirou os olhos, louca. Puxando-o para dentro ela avisou que gozaria. Ele foi junto e ambos se apertaram, gozando e gemendo muito. Ficaram abraçadinhos ali, até que resolveram sair da água. Mãos dadas, trocaram muitos beijos ali. Depois ele a levara para casa e apresentou-se aos pais dela como namorado. Após o susto os pais receberam Daniel, como se chamava o rapaz. Um ano depois Mangabinha celebrou seu septuagésimo casamento na cidade. Agora foi a vez do casal Sara e Daniel trocarem as alianças.
Texto do Escritor Brasileiro Tony Casanova. Direitos Reservados ao autor. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer espécie ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte dele sem autorização expressa do autor sob pena de infração ás Leis Brasileiras de Proteção aos Direitos Autorais.
Copy Right 2014 by Brazilian Writer Tony Casanova.

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The desire to Sara. [Tony Casanova]

  The summer had come strong in the Northeast of Brazil and the population suffered from the discomfort of the heat. The men were shirtless, only using shorts and skirts women outdone. The fact is that many people took advantage of the stops to do what most enjoyed: fill the rivers, reservoirs and dams in the region to bathe and cool off that infernal heat. In Mangabinha was no different, all went to the dam have fun and ease the sun windchill them roasting the body.
     The population around there was not great, but there was comfort in the city, more like a big city. Mobile and fixed telephony, broadband Internet, Digital TV Signal, sanitation, finally Mangabinha was an example of place to live. Local businesses owed nothing to any major center, well stocked he served well the needs of the population. All that remained was the same was to have a beach, but there was the catchment area, a dam in fact that for many was a wealth, especially in summer.
    Since little Sara liked to go bathe there. Like the movement of the calm waters, the noise produced by them married to the birds singing in the woods. It was a dream place. A huge clearing surrounded forest and with a single entry that was also the way out of there. For its beauty the dam was attraction not only for the residents of Mangabinha, but also attract a lot of people out. Sara sank and was the longest time it could so steeped in those waters, hearing those noises coming from who knows where.
     Since there was not much to do there, any time of any day served to go swimming in the dam and so did Sarah. She put her bikini and headed for his favorite place in town. Arrived and soon realized that there were some people enjoying the place, although it is still early, around nine in the morning, everyone was excited from one to another dive. The girl took the little short and headed for the water. Came slowly, knew he was a little cool. There, the nineteen year old woman turned into a girl. Jumped, threw water into the air and sank. He was at ease when he noticed the presence of a stranger next to her. He nodded and she replied shyly. Then suddenly the boy threw water on it that he decided to fight back and started playing the two there. Sara relaxed. The boy seemed to be beautiful beyond good person. They stood there playing until she suddenly lost his balance and he held her in his arms preventing his fall. She felt that strong body stuck in his. Each muscle was felt, including the covered member only for that bath litlle short. Everything was very fast, but it took long enough for Sara never forget that hug.
      To avoid mishap they decided to stoop so Sara would not run the risk of unbalancing again. Squatting and water nearly in the neck, they pour water on each other. Suddenly fell silent, looked up blankly and he kissed her. Trembling she left yourself in the boy. She felt his hand you invade bikini. His fingers penetrated her pussy so wet that pulsed releasing liquid in water. She held his cock in his hand and heard his husky groan. Almost a howl of pleasure. He introduced his fingers slowly in Sara's vagina and she throbbed as the girl squirmed. I did not know opened the legs or closed in an almost insane desire. She did not resist, pulled the boy to him and holding his hard member, introduced in hot vagina. The penetration was gentle, affectionate. Sara felt every inch of that swollen limb him trespassing. Began a back-and-forth and he went deeper and deeper.
      While penetrated the youngster a finger into the anus of the girl and she rolled her eyes, crazy. Pulling him into it warned that would enjoy. He was both together and tightened, enjoying and moaning a lot. Were there, until they decided to leave the water. Hands, exchanged many kisses there. After he had taken her home and introduced himself to her parents as boyfriend. After the scare parents received Daniel, it was called the boy. A year later Mangabinha celebrated his seventieth wedding in town. Now it was the turn of the couple Sara and Daniel exchange alliances.
     Text Writer Brazilian Tony Casanova. Copyright the author. The copying, collage, reproduction or disclosure of any kind in any medium, in whole or part without the express permission of the author under penalty of infringement ace Brazilian law for the Protection of Copyright.
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El deseo de Sara. [A Tony Casanova]

  El verano había llegado fuerte en el noreste de Brasil y la población sufría de la incomodidad del calor. Los hombres estaban sin camisa, sólo con pantalones cortos y faldas mujer aventajado. El hecho es que muchas personas aprovecharon las paradas para hacer lo que más le gustaba: llenan los ríos, embalses y presas en la región para bañarse y refrescarse que el calor infernal. En Mangabinha no fue diferente, todos fueron a la presa divertirse y aliviar el sol Windchill ellos asar el cuerpo.
     La población por allí no era grande, pero no había consuelo en la ciudad, más como una gran ciudad. La telefonía móvil y fija, Internet de banda ancha, TV digital de señal, el saneamiento, finalmente Mangabinha fue un ejemplo de lugar para vivir. Las empresas locales no debía nada a cualquier centro importante, bien equipados se desempeñó bien las necesidades de la población. Todo lo que quedaba era la misma iba a tener una playa, pero no era la zona de captación, una presa, de hecho, que para muchos fue una gran riqueza, sobre todo en verano.
    Desde la pequeña Sara le gustaba ir bañarse allí. Al igual que el movimiento de las aguas tranquilas, el ruido producido por ellos casado con los pájaros cantando en el bosque. Era un lugar de ensueño. Un amplio claro, rodeado de bosques y con una sola entrada que fue también la forma de salir de allí. Por su belleza la presa era la atracción no sólo para los residentes de Mangabinha, sino también atraer a un montón de gente ahí fuera. Sara se hundió y fue el tiempo más largo que podría tan inmerso en esas aguas, al oír esos ruidos que vienen de no se sabe dónde.
     Dado que no había mucho que hacer allí, a cualquier hora de cualquier día sirvió para ir a nadar en la presa y también lo hizo Sarah. Ella puso su bikini y se dirigió a su lugar favorito en la ciudad. Llegaron y pronto se dieron cuenta que había algunas personas disfrutando del lugar, aunque todavía es temprano, alrededor de las nueve de la mañana, todo el mundo estaba emocionado de una a otra inmersión. La chica tomó el poco corto y se dirigió hacia el agua. Llegó lentamente, sabía que era un poco fría. Allí, la mujer de diecinueve años se convirtió en una chica. Saltó, echó agua en el aire y se hundió. Estaba a gusto cuando se dio cuenta de la presencia de un extraño a su lado. Él asintió con la cabeza y ella respondió con timidez. Entonces, de repente el muchacho arrojó agua sobre él que decidió luchar y empezó a jugar los dos allí. Sara se relajó. El muchacho parecía ser hermoso más allá de buena persona. Se quedaron allí jugando hasta que de repente perdió el equilibrio y la sostenía en sus brazos para impedir su caída. Sintió que el cuerpo fuerte pegada en la suya. Se consideró Cada músculo, incluyendo el miembro de cubierta sólo para que sunguinha baño. Todo fue muy rápido, pero tomó el tiempo suficiente para Sara nunca olvidar que abrazo.
      Para evitar contratiempos decidieron caer tan Sara no correría el riesgo de desequilibrar de nuevo. Eyacular y el agua casi en el cuello, que vierten agua en sí. De repente se quedó en silencio, miró fijamente y él la besó. Temblando dejó a sí mismo en el niño. Ella sintió que su mano se invade bikini. Sus dedos penetraron en el coño tan mojado que latía liberando líquido diluido en agua. Ella sostuvo su polla en la mano y escuchó su gemido ronco. Casi un aullido de placer. Introdujo los dedos lentamente en la vagina de Sara y ella latía como la chica se retorció. Yo no sabía que abrí las piernas o cerrado en un deseo casi una locura. Ella no se resistió, sacó al chico a él y la celebración de su miembro duro, introducido en la vagina caliente. La penetración fue gentil, cariñoso. Sara se sentía cada centímetro de esa extremidad hinchada le traspasar. Comenzó un ida y vuelta y se fue cada vez más profundo.
      Si bien penetrado el joven con un dedo en el ano de la chica y ella puso los ojos, loco. Tirando de él en ella advirtió que iba a disfrutar. Era a la vez juntos y apretados, disfrutando y gimiendo mucho. Abraçadinhos estaban allí, hasta que decidieron salir del agua. Manos, intercambiaron muchos besos allí. Después de que él había llevado a su casa y se presentó a sus padres como novio. Después de que los padres de miedo recibieron Daniel, que se llamaba el chico. Un año más tarde Mangabinha celebró su septuagésimo boda en la ciudad. Ahora fue el turno de la pareja Sara y Daniel alianzas de cambio.
     Escritor Texto brasileño de Tony Casanova. Derechos de autor de su autor. La copia, collage, reproducción o divulgación de cualquier tipo en cualquier medio, total o parcialmente, sin el permiso expreso del autor, bajo pena de la ley brasileña as infracción para la Protección de los Derechos de Autor.
    Copy Right 2014 por el escritor brasileño, Tony Casanova.

A represa do prazer. [Tony Casanova]


O ano era Mil Novecentos e Noventa e Cinco, o Nordeste brasileiro reclamava um dos mais quentes verões da sua história. Na pequena cidade do interior sergipano chamada Litorânea, o sol parecia ser o mais quente do Brasil. O lugar não era diferente de outras cidades interioranas do País com suas casas humildes, povo alegre e hospitaleiro. Com uma entrada principal em pavimentação asfáltica e as demais em paralelepípedo, ali parecia ser onde a calma resolvera firmar sua morada. Conhecida pela tranquilidade, Litorânea de tão tranquila já havia quem sugerisse mudar seu nome para tranquilidad. Os dois policiais que faziam a segurança local nada faziam a não ser bater papo, os atendimentos médicos eram poucos e o Prefeito vivia a prosear na casa dos compadres. Assim era a vida naquela pacata cidade.
Entre os moradores mais antigos estava Dona Joana e Seu Zequinha, casados por coisa de trinta anos, eles tinham quatro filhos, três homens e um menina. Os rapazes tinham na sequência 24, 25 e 26 anos, a menina tinha 20. Formavam uma família feliz. Os rapazes já haviam casado, a Célia estava namorando ainda. Seu namorado chamava-se Luiz Carlos, filho do Prefeito, Seu Domingos. Célia e Luiz haviam combinado ir para a represa onde passariam o dia pescando e divertindo-se. Marcaram para dali a dois dias, que seria uma sexta-feira. Eles namoravam a um ano e meio, mas sem muitas chances de ficarem sozinhos, saírem, namorarem em paz sem os olhares do casal a todo instante. Seu Zequinha finalmente permitiu que saíssem sozinhos, afinal já era tempo e o rapaz era um bom moço, filho de boa gente, por isso sem muitas implicâncias deixou que fossem.
A sexta-feira finalmente chegou. Com as recomendações dos pais, Célia aguardava a chegada do Luiz que viria buscá-la em casa. Ao chegar ele cumprimentou o casal e beijou rapidamente a namorada. Ouviu um “Não demorem e cuidado na estrada, vão com Deus.” Partiram no carro dirigido por Luiz. Durante o caminho trocavam olhares e sorrisos apaixonados, quase não acreditando que finalmente estariam sozinhos. Ele segurava a mão dela e a afagava. Estavam muito felizes. Finalmente chegaram á represa. Viram que não havia muita gente por ali, apenas poucos casais que mal perceberam a chegada delas, cada um procurando aproveitar o momento a sós e usufruir da paz e da beleza do local. Eles buscaram um cantinho isolado e colocaram a toalha para deitarem-se. Luiz retirou a bermuda que estava vestido e logo percebeu que Célia havia tirado o Jeans que vestia. A moça aos 20 anos exibia um corpo escultural. Quadris largos, cintura fina, um bumbum empinado que chamava a atenção do jovem. Estava usando um biquini composto, mas pequeno o suficiente para fazer o olhar de Luiz cravarem abaixo da sua cintura.
Deitaram na toalha, à sombra dos arbustos e trocaram um longo beijo. Por mais que se esforçasse, Célia não conseguia esconder a excitação, seus seios estavam enrijecidos e os bicos pareciam querem furar o soutien do biquini. Os corpos se aproximaram e ela percebeu um enorme volume surgindo dentro do calção de banho de Luiz. Sentiu quando ele a puxou e apertou-a mais para si. Ela estava suada, sua vulva ensopara inteira com a sensação do membro dele encostado em sua vagina. De repente ela sentiu que ele segurava sua mão e a conduzia em direção ao membro duro. Não resistiu, na verdade estava louca por isso. Seu sexo parecia incendiar naquele biquini. Toda molhada ela sentiu aquele volume imenso na mão e começou a alisá-lo. O rapaz gemeu ao toque e introduziu a mão dentro do seu biquini. Bastou para que Célia se contorcesse. Seus olhos fecharam e seu coração parecia querer sair do peito. Abriu as pernas e deixou que ele a invadisse com os dedos enquanto ela rebolava lentamente. Gemeu e sentiu o gozo chegar de forma espetacular. Molhou a mão inteira de Luiz que ejaculara enquanto ela continuava a masturbar-lhe o membro.
Resolveram ir mais para dentro da mata e ao encontrarem um local mais reservado, entregaram-se sem reservas. Célia puxou-o e beijou com a mão segurando seu membro rijo, abaixou-se e beijou a glande, deslizando a língua suavemente. Tentava engoli-lo sem sucesso e deixava o rapaz maluco com os movimentos que fazia com os lábios. Já sem aguentar ele a colocou de quatro e a penetrou. Era possível ouvir ao longe os gemidos do casal, mas como tudo ali eram gemidos, ninguém importava-se com mais um. Gozaram mais uma vez e assim fizeram durante toda a tarde daquela sexta-feira. Já em casa, Luiz recebeu a benção do Seu Zequinha, que fingindo-se não entender o que havia ocorrido, deu um sorriso na direção de Luiz e abençoou o rapaz para que fosse para casa. Os olhinhos de Célia estavam radiantes e o sorriso não cabia nas faces de tanto contentamento da moça. Experiente, Dona Joana já havia percebido o que houvera e tratou de abraçar a filha sem lhe fazer pergunta alguma, apenas disse-lhe que torcia para que continuasse feliz. Seis meses depois Luiz pediu Célia em noivado e mais tarde a pedira em casamento. Era impossível saber quem estava mais feliz; o noivo, a noiva ou os pais. O casamento marcou a rotina de Litorânea com um grandioso evento dado pelos pais que unindo esforços, patrocinaram a maior festa que aquela região já tivera.

Texto do Escritor Brasileiro Tony Casanova – Direitos Autorais Reservados ao autor. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer espécie ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte dele sem autorização expressa do autor sob pena de infração ás Leis Brasileiras de Proteção aos Direitos Autorais.
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