Conto erótico | Eu, você e o desejo. [Tony Casanova]


Eu não sabia ao certo que magia havia naquela figura feminina, que por vezes eu via como mulher, noutras tantas como menina, mas sabia que nela havia algo forte que me servia de pilar, de base, o meu norte. Era difícil explicar o que exatamente acontecia quando ela surgia na minha frente. Não sei descrever o que meu coração sentia; um misto de satisfação e alegria, um desejo forte de repente, uma gostosa agonia. Difícil esquecer a primeira vez que a vi desnuda, pele clara, olhar brilhante, sorriso desprendido. Foi como olhar a luz e sentir o ofuscar do brilho, uma visão inesquecível, uma menina tenra numa mulher incrível!
Olhei cada detalhe do corpo, cada pelo que arrepiava e quanto mais dela via, mais por ele me encantava. Seu corpo ligava-se diretamente ao meu, se por acaso arrepiava, meu corpo arrepiava-se com o seu. Havia naquela visão algo inquietante, uma loucura, um desejo de tocá-la, de tomá-la para mim. Aquela pele branquinha, a face linda de menina, a boca perfeita, o ardor que me fascina. Na ânsia para tocá-la, toquei-me e num sussurro me veio teu nome. Fechei os olhos, delirei e na mente me veio tua imagem, deitada comigo enlaçada em mim. Enlouqueci e naquele momento te vi enlouquecida também, era como se o mundo inteiro sumisse e nele não existisse ninguém. Dedo na boca, te vi provar de si mesma, olhando com paixão e desejo. Me veio a vontade súbita de te afogar em um beijo, destes devasso, impuro e insano.
Te olhava e não acreditava no que conseguia fazer comigo, me deixava agitado, ofegante e louco. Eu sabia que por mais que te tivesse, ainda assim seria pouco. Iria te querer sempre mais. De uma forma gostosa me sentia seduzido, dominado, completamente tomado e possuído. E quando te via exageradamente umedecida, flor molhada, aberta e intumescida, fixava meu olhar e sonhava tê-la, sonhava vê-la, te desejava na minha cama. Não como apenas pessoa, não apenas como mulher ou figura humana, mas te desejava com a fome e paixão de quem ama. Não apenas teu corpo me apetecia, mas teu coração me fascinava, teu pensamento me coloria, me fazia vibrar a alma. Teu corpo, e que corpo, era apenas parte do que havia em meus desejos, eu na verdade queria mais, muitos mais que teu beijos, que teus seios perfeitos, que tua barriga lisinha, mais que tua flor umedecida, era bem mais que sexo, mas uma vida que eu completamente fascinado, queria passar ao teu lado.
Lembro-me da ânsia que despertava-se nos nossos encontros e de como nosso olhar reagia num misto de agonia, era quando nos fugia o tédio e tínhamos ali veneno e remédio na mesma embalagem. Não era, nunca foi apenas sacanagem, mas amor puro e completo, amor por si só repleto de uma estranha pureza na alma. Era o saciar do corpo, das emoções e dos turbilhões da vida que após o êxtase, se acalma. Nosso prazer nos punha alegres, satisfeitos e sequiosos, a forma como nos achávamos entregues, puros, gostosos, refeitos dos hormônios que nos perseguiam. Acesos para a vida, tomados pelos mistérios e segredos que nos acobertavam. A plenitude dos nossos prazeres, o desmantelo das nossas consciências, o gostinho da imprudência, mas o gozo sufocando tudo, derrubando barreiras, vencendo distâncias na mais perfeita cumplicidade. Vê-la e ao mesmo tempo me expor, sem receios, sem barreiras, sem pudor me deixava excitado e te excitava. Naqueles momentos o mundo sumia, o tempo parava, nada mais importava. Só o amor, só o amar e depois de saciar nossos desejos, a despedida com beijos e a certeza da saudade que nos garantia um novo encontro, sempre na mesma disposição e sempre pronto a saciar as minhas e as tuas vontades.

Texto do escritor Tony Casanova . Direitos Autorais Reservados ao autor. Estão proibidas as cópias, colagens, divulgação em qualquer meio ou reprodução de qualquer natureza, do todo ou parte desta obra , sem a autorização expressa do autor sob pena de transgressão ás Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos Intelectuais. O desrespeito implicará na aplicação das Sanções Penais cabíveis de acordo com a Legislação em vigor.

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Erotic tale - I, you and desire. [Tony Casanova]

I was not sure that magic was that female figure, sometimes I saw as a woman, as many other girl, but she knew it was something strong that served me pillar base, my north. It was difficult to explain what exactly happened when she appeared in front of me. I can not describe what my heart felt; a mixture of satisfaction and joy, a strong desire suddenly a hot agony. Hard to forget the first time I saw her naked, pale skin, bright eyes, smile detached. It was like looking at the light and feel the dim brightness, a sight to behold, a young girl in an amazing woman!
   Looked every body detail, every so ruffled and the more it saw, more for it fascinated me. His body linked directly to the mine, in case shivered, my body was ruffled with yours. There was something unsettling in that vision, madness, a desire to touch her, to take her to me. That bright white skin, the girl beautiful face, perfect mouth, the ardor that fascinates me. Eager to touch her, I touched me and whispered came thy name. I closed my eyes, raved and mind me come your image, lying with me ensnared me. Lost it and at that moment I saw you crazy too, it was as if the whole world would go away and it did not exist anyone. Finger in his mouth, I saw you prove herself, looking with passion and desire. I came the sudden urge to drown you in a kiss, these fornicator, unclean and insane.
    I looked and could not believe he could do to me, made me restless, breathless and crazy. I knew that however much you had, it would still be little. I would want you more and more. A pleasant way felt seduced, dominated completely taken and possessed. And when you via overly moist, wet flower, open and numb, fixed my eyes and dreamed of having her dreamed to see her, I wanted you in my bed. Not only as a person, not just as a woman or human figure, but wanted you to hunger and passion of those who love. Not just your body felt like me, but your heart fascinated me, your thoughts colored me, made me vibrate the soul. Your body, and that body was only part of what was in my desires, I actually wanted more, a lot more than your kisses, that your perfect breasts, which lisinha your belly rather than your wet flower, was much more than sex but a life that I completely fascinated, wanted to spend at your side.
    I remember the anxiety that woke us our meetings and how we look reacted with a mixture of agony, was when we fled boredom and had there poison and medicine in the same package. It was not, it was never just kidding, but pure and complete love, love alone filled with a strange purity of soul. It was the sate of the body, emotions and eddies of life after the rapture, calm down. Our pleasure to put happy, satisfied and eager, the way we thought we delivered, pure, delicious, remade the hormones that we pursued. Lit for life, taken by the mysteries and secrets we acobertavam. The fullness of our pleasures, the dismantle of our consciences, the taste of recklessness, but the enjoyment suffocating all, breaking down barriers, winning distances in perfect complicity. Seeing her while exposing myself, without fear, without barriers, without shame made me excited and aroused you. In those moments the world disappeared, time stood still, nothing else mattered. Only love, only love and then to indulge our desires, the farewell with kisses and sure of nostalgia that we guarantee to meet again, always in the same disposition and always ready to indulge my and your wills.

     Text writer Tony Casanova. Copyright reserved to the author. Prints, collages, disclosure or reproduction in any medium whatsoever, of all or part of this work without the express permission of the author under penalty of transgression ace Brazilian law and International Protection to Intellectual Rights are prohibited. Failure to comply will result in the application of appropriate criminal penalties in accordance with the legislation in force.

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Cuento erótico - I, y el deseo. [A Tony Casanova]

No estaba seguro de que la magia era que figura femenina, a veces me vi como una mujer, como muchos otra chica, pero ella sabía que era algo fuerte, que me sirvió de base pilar, mi norte. Era difícil de explicar qué es exactamente lo que ocurrió cuando ella apareció en frente de mí. No puedo describir lo que sintió mi corazón; una mezcla de satisfacción y alegría, un fuerte deseo de repente una agonía caliente. Difícil de olvidar la primera vez que vi su piel desnuda, pálida, con los ojos brillantes, sonrisa separan. Era como mirar a la luz y sentir el brillo tenue, un espectáculo para la vista, una chica joven en una mujer asombrosa!
   Mirado cada detalle del cuerpo, cada cierto alborotó y cuanto más se vio, más por ello me fascinó. Su cuerpo vinculado directamente a la mina, en caso de que se estremeció, mi cuerpo se agitaba con la tuya. Había algo inquietante en esa visión, la locura, el deseo de tocarla, para llevarla a mí. Esa piel de color blanco brillante, la hermosa muchacha de la cara, boca perfecta, el ardor que me fascina. Deseoso de tocarla, me toqué y le susurré llegó tu nombre. Cerré los ojos, elogiaron y me importa que yo vaya a su imagen, acostado conmigo me atrapados. Perdido y en ese momento me vi loco también, era como si el mundo entero se iría y no existe nadie. Dedo en la boca, vi a probar a sí misma, mirando con pasión y deseo. Llegué el repentino deseo de que se ahogan en un beso, éstos fornicario, sucio e insano.
    Miré y no podía creer que podía hacer para mí, me hizo inquieto, sin aliento y loco. Yo sabía que, por mucho que tenía, todavía sería poco. Me gustaría que más y más. Una manera agradable sintió seducido, dominado completamente tomada y poseía. Y cuando a través excesivamente húmeda, flor mojada, abierta y entumecido, fijo mis ojos y soñaba con tener su soñó a verla, yo que quería en mi cama. No sólo como persona, no sólo como mujer o la figura humana, pero quería el hambre y la pasión de los amantes. No sólo su cuerpo se sentía como yo, pero tu corazón me fascinó, tus pensamientos me coloreé, me hizo vibrar el alma. Su cuerpo, y ese cuerpo era sólo una parte de lo que estaba en mis deseos, yo en realidad quería más, mucho más que sus besos, que sus pechos perfectos, que lisinha su vientre en lugar de su flor mojada, era mucho más que sexo pero una vida que estoy totalmente fascinada, quería pasar a su lado.
    Recuerdo la ansiedad que nos despertó a nuestras reuniones y cómo nos vemos reaccionó con una mezcla de agonía, fue cuando huyeron el aburrimiento y tenía allí el veneno y la medicina en el mismo paquete. No fue, nunca fue bromeando, pero el amor puro y completo, sólo el amor lleno de una extraña pureza del alma. Fue el ESTADO de los cuerpo, las emociones y los remolinos de la vida después del rapto, cálmate. Nuestro placer de poner feliz, satisfecho y con ganas, la forma en que pensamos que nos entregamos, puro, delicioso, rehechos las hormonas que nos persigue. Iluminada por la vida, tomada por los misterios y secretos que acobertavam. La plenitud de nuestros placeres, el desmonte de nuestras conciencias, el sabor de la imprudencia, pero el disfrute sofocando todo, romper barreras, distancias en perfecta complicidad ganar. Al verla, mientras que la exposición de mí mismo, sin miedo, sin barreras, sin vergüenza me hizo emocionado y excitado. En esos momentos el mundo desapareció, el tiempo se detuvo, nada más importaba. Sólo el amor, sólo el amor y luego a complacer nuestros deseos, la despedida de besos y seguro de nostalgia que le garantizamos a reunirse de nuevo, siempre en la misma disposición y siempre dispuesto a complacer mis y tus voluntades.

     Escritor del texto de Tony Casanova. Derechos de autor reservados al autor. Estampas, collages, divulgación o reproducción en cualquier medio que sea, de la totalidad o parte de este trabajo sin el permiso expreso del autor, bajo pena de la ley brasileña as transgresión y la Protección Internacional de los Derechos Intelectuales están prohibidos. El incumplimiento dará lugar a la aplicación de sanciones penales correspondientes, de conformidad con la legislación vigente.

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