Erótico | Fantasias sexuais de um adolescente. | Tony Casanova

A adolescência é um período mágico na vida de qualquer pessoa. Quantas lembranças guardamos deste tempo maravilhoso. Em uma época em que não havia ainda a High Technology, nossa diversão eram as casas dançantes, namoro na praça, mãozinhas dadas, muito pega-pega e mela-mela. Podíamos andar tranquilamente madrugada afora sem temer os perigos tão habituais dos tempos de hoje. Ir à praia era sinônimo de azaração, beber muita cerveja gelada e divertir-se na água azarando alguma gatinha. Era uma vida divertida, cheia de emoções e alegrias.
Alguns fatos sempre marcam mais a gente por serem mais significativos de alguma forma. Destas minhas vivências na era da adolescência eu separei uma história que aconteceu comigo e alguns amigos. Todo adolescente possui fetiches, eu também tinha os meus; não resistia à imagem de uma enfermeira, aquela figura linda, vestida em roupas brancas, transparentes e coladinhas ao corpo. A fantasia com enfermeiras foi a que mais me consumiu neste período e eu tornei-me recordista em visitas ao banheiro e banhos demorados. Viajava imaginando aventuras com elas. Haviam noites em que eu sonhava e tinha orgasmos incríveis e acordava suado, sujo e com o travesseiro cravado entre as pernas.
Naquela época eu tinha uma vizinha enfermeira, negra linda e quando trajava-se de branco, ficava reluzente. Nem preciso dizer que ela era a maior razão dos meus orgasmos secretos, mas eu a respeitava, como era costume naqueles tempos. “Nada de ousadia com mais velhos”, dizia mamãe com ar de brava. A moça era adulta já, tinha por entre 27 e 30 anos, enquanto eu, pirralho, nem chegara aos 17. Lógico que ela percebia meus olhares, minha excitação quando a via, principalmente naquela calça justa que dividia-lhe o sexo, desenhando a flor de uma forma perfeita. Eu via e ficava suado, nervoso e corria pro banheiro onde mandava o popular cinco contra um.
Certo dia ela convidou a mim e um amigo para irmos à sua casa que ficava em outro bairro. Mamãe permitiu e fomos, cheios de malícia. A moça parecia querer nos maltratar, pois logo que chegamos, ela veio nos receber com um short que me fez arrepiar até os pelos dos dedos. Virou-se e entrou, mostrando aquele bumbum perfeito que encobria o tecido do shortinho. Meu amigo olhou para mim e sorriu, eu quase chorei. Era muita pressão. Enquanto ela nos dizia o que iriamos fazer, sim porque fomos até lá para ajudá-la em algumas tarefas de casa, nós observávamos suas pernas e eu mais ousadamente, entre elas. Comecei a sentir um forte calor, me deu aquela suadeira e senti o volume crescendo em mim, querendo rasgar minha cueca. Permaneci sentado e coloquei uma almofada que havia no sofá sobre meu colo. Dizendo que iria sair, ela trocou-se e despediu-se dizendo que voltaria logo.
Assim que ela saiu, eu e meu amigo fomos passear pela casa. Visitamos o banheiro e lá encontramos a minúscula tanga que ela acabara de usar. Meu amigo apossou-se do short e foi para o quarto, fazer sabe-se o que, quer dizer, eu sei o que, enquanto que fiquei ali, no banheiro segurando aquela minúscula tanga, ainda aquecida pelo corpo da moça. Fechei os olhos e levei aquela peça de roupa ao nariz e pude sentir o cheiro dela. Nem preciso dizer que tive uma ereção fenomenal! Tranquei a porta do banheiro e comecei a masturbar-me enquanto cheirava a calcinha dela. Foram duas vezes seguidas, num gozo tão louco e absurdo que lancei esperma na parede do banheiro. Refeitos, meu amigo e eu fizemos a devida limpeza do ambiente e assim que terminamos ela chegou. Mágica como uma diva, fenomenal e divina com seu rebolado inquietante. Nos despedimos e ela acenou para mim com um sorriso, o sorriso mais lindo que já pude ver em alguém. Mas se você pensa que a história acabou aqui, está enganado. A coisa pegou fogo mesmo foi em um outro dia, mas esta é uma outra história que talvez eu conte aqui.

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Texto do Escritor brasileiro Tony Casanova. Direitos Autorais reservados. Proibida a cópia, colagem, reprodução total ou parcial de qualquer espécie ou divulgação em qualquer meio sem autorização prévia e expressa do autor. A violação destes Direitos constitui-se em crime previsto nas Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos Autorais e Propriedade Intelectual e está passiva de punição legal cabível de acordo com a Legislação em vigor.   

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Erotic | Sexual fantasies of a teenager | Tony Casanova

Adolescence is a magical period in the life of any person. How many memories keep this wonderful time. In a time when there was still the High Technology, our fun were the dancing houses, dating in the square, holding little hands, much catch-up and mela-mela. We could walk quietly around the dawn without fearing the dangers as usual of today's times. Going to the beach was synonymous with curse, drink plenty of cold beer and have fun in the water hexing some kitten. It was a fun life, full of emotions and joy.
Some facts always more mark us to be more significant in some way. These my experiences in the age of adolescence I separated a story that happened to me and some friends. Every teenager has fetishes, I also had my; could not resist the image of a nurse, that beautiful figure, dressed in white clothes, transparent and coladinhas the body. Fantasy with nurses was the most consumed me this time and I became record for visits to the bathroom and long baths. Traveled imagining adventures with them. There were nights I dreamed and had incredible orgasms and wake up sweaty, dirty and spiked with a pillow between your legs.
At that time I had a neighbor nurse, beautiful black and when was dressed in white, stood gleaming. Needless to say, she was the main reason of my secret orgasms, but I respected her, as was the custom in those days. "Nothing daring with older," said Mom with air angry. She was an adult already, had between 27 and 30 years, while I, brat, or come to 17. Of course she perceived my looks, my excitement when I saw, especially in that tight pants she shared her sex, drawing the flower in a perfect way. I saw and was sweaty, nervous and ran into the bathroom where he sent the popular five against one.
One day she invited me and a friend to go to his house which was in another neighborhood. Mom allowed and were full of malice. She seemed to mistreat us, as soon as we arrived, we came to greet us with a short that made me shiver until the finger. He turned and went, showing that perfect butt that covered the fabric of the shorts. My friend looked at me and smiled, I almost cried. It was a lot of pressure. As they told us what we would do, but because we were there to help her in some homework, we watched her legs and I more boldly among them. I began to feel a strong heat, gave me that suadeira and felt the volume growing on me, wanting to tear my underwear. I sat and put a cushion that was on the couch on my lap. Saying he would leave, she was exchanged and fired up saying back soon.
As soon as she left, I and my friend were walking around the house. We visited the bathroom and there we find the tiny thong she had just used. My friend took possession of the shorts and went to the bedroom, do you know yourself what I mean, I know that while I was there, in the bathroom holding the tiny thong, still warmed by the body of the girl. I closed my eyes and took one piece of clothing to the nose and I could smell her. Needless to say I had a phenomenal erection! I locked the bathroom door and started masturbating me as he sniffed her panties. They were twice in a row, a joy so crazy and absurd that launched sperm on the bathroom wall. Remade, my friend and I did the proper cleaning of the environment and how she ended up arrived. Magic like a diva, phenomenal and divine with her disturbing hump. We said goodbye and she waved at me with a smile, the most beautiful smile I could already see someone. But if you think the story is over here, think again. The thing caught fire it was at a later date, but this is another story that maybe I tell here.


Text Brazilian writer Tony Casanova. Copyright reserved. The copying, collage, total or partial reproduction of any kind or dissemination in any medium without prior written permission of the author. Violation of these rights constitutes a crime under Brazilian law and the protection of the International Copyright and Intellectual Property and is passive legal punishment applicable according to the legislation in force.

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Erótico | Las fantasías sexuales de un adolescente | De Tony Casanova

La adolescencia es un periodo mágico en la vida de cualquier persona. ¡Cuántos recuerdos mantener este maravilloso momento. En un momento en que todavía existía la Alta Tecnología, nuestra diversión eran las casas de baile, que data de la plaza, la celebración de pequeñas manos, mucho para ponerse al día y mela-mela. Podíamos caminar en silencio alrededor de la madrugada sin temer los peligros como de costumbre de los tiempos de hoy. Ir a la playa fue sinónimo de maldición, beber mucha cerveza fría y divertirse en el agua hechizar algún gatito. Era una vida divertida, llena de emociones y alegría.
Algunos datos cada vez más nos marcan a ser más significativa de alguna manera. Estos mis experiencias en la edad de la adolescencia que separan una historia que me pasó a mí y algunos amigos. Cada adolescente tiene fetiches, también tuve mi; no pudo resistir la imagen de una enfermera, esa hermosa figura, vestida con ropa blanca, transparente y coladinhas el cuerpo. Fantasía con las enfermeras era la más consumida mí esta vez y me convirtió en récord de visitas al baño y baños largos. Viajó imaginando aventuras con ellos. Había noches soñé y tenía orgasmos increíbles y despertar sudoroso, sucio y pinchos con una almohada entre las piernas.
En ese momento tuve una enfermera vecina, hermoso negro y cuando estaba vestida de blanco, de pie reluciente. Huelga decir que ella era la razón principal de mis orgasmos secretos, pero yo la respetaba, como era costumbre en aquellos días. "Nada atreverse con mayor", dijo la mamá con aire enojado. Ella era un adulto ya, tenía entre 27 y 30 años, mientras que yo, palo de golf, o vengo a 17. Por supuesto que ella percibía mi aspecto, mi emoción cuando me vio, sobre todo en que los pantalones ajustados que compartía su sexo, llamando la flor a la perfección. Vi y estaba sudoroso, nervioso y corrí al cuarto de baño donde se envió la famosa cinco contra uno.
Un día me y un amigo invitó a ir a su casa, que estaba en otro barrio. Mamá permitido y estaban llenos de malicia. Parecía que nos maltratan, tan pronto como llegamos, nos vino a saludarnos con un corto que me hizo temblar hasta que el dedo. Se dio la vuelta y se fue, lo que demuestra que el trasero perfecto que cubría la tela de los pantalones cortos. Mi amigo me miró y sonrió, casi lloré. Era mucha presión. Como nos dijeron lo que haríamos, pero porque estábamos allí para ayudarla de alguna tarea, nos miraban las piernas y yo con más audacia en medio de ellos. Comencé a sentir un fuerte calor, me dio que suadeira y sentí el creciente volumen de mí, con ganas de romper mi ropa interior. Me senté y me puse un cojín que estaba en el sofá en mi regazo. Diciendo que iba a salir, ella se cambió y disparó diciendo volver pronto.
Tan pronto como se fue, mi amiga y yo estábamos caminando alrededor de la casa. Visitamos el baño y allí encontramos la diminuta tanga que acababa de usar. Mi amigo tomó posesión de los pantalones cortos y se fue a la habitación, ¿te conoces a ti mismo lo que quiero decir, sé que mientras yo estaba allí, en el baño la celebración de la diminuta tanga, siendo calentado por el cuerpo de la chica. Cerré los ojos y tomé una pieza de ropa a la nariz y pude oler su. No hace falta decir que tuve una erección fenomenal! Cerré la puerta del baño y empecé me masturbándose mientras él olfateó sus bragas. Eran dos veces seguidas, una alegría tan loco y absurdo que lanzó esperma en la pared del baño. Remade, mi amigo y yo hicimos la limpieza adecuada del medio ambiente y cómo terminó llegaron. Magia como una diva, fenomenal y divina con su inquietante joroba. Nos despedimos y ella me saludó con una sonrisa, la sonrisa más hermosa que ya podía ver a alguien. Pero si usted piensa que la historia es por aquí, se equivoca. La cosa se incendió fue en una fecha posterior, pero esto es otra historia que tal vez yo digo aquí.


Texto escritor brasileño, Tony Casanova. Derechos de autor reservados. La copia, el collage, la reproducción total o parcial de cualquier tipo o difusión en cualquier medio sin permiso previo y por escrito del autor. La violación de estos derechos constituye un delito según la legislación brasileña y la protección de la Internacional de Autor y Propiedad Intelectual y es castigo legal pasiva aplicables según la legislación vigente.
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