Erótico - A insanidade da Loba. [Tony Casanova]


No seu dia a dia, uma pessoa comum. Dedicava-se ao trabalho e mergulhava nas tarefas de forma a preencher o dia que passava lentamente. Poderia dizer-se dela inocente, mas ela sabia que não. No auge da chamada meia-idade, tudo que não possuía mais era inocência. Não que fosse uma “leviana”, mas por dentro, seus desejos a queimavam, assim durante o dia ela os detinha, mas a noite permitia que viessem à tona e a tomassem sem pudores. Descobriu-se assim logo cedo e como se desconhecesse a si mesma, mergulhou em seus próprios segredos e a princípios não sabia lidar com eles. Sentia-se suja, impura e profana, mas o tempo lhe ensinara a ter domínio sobre seu próprio corpo, permitindo-lhe ter uma vida socialmente normal.
Não possuía muitos amigos, não aqueles em quem pudesse confiar seus segredos mais íntimos e em casa sentia-se livre para vivenciar seus desejos mais loucos. E ao chegar, quase num ritual, dirigia-se ao banho. Trocava-se e ficava a observar-se despida diante do espelho. Tocava seu corpo explorando todas as partes. Fazia isso lentamente, sentindo o fogo invadir-lhe as entranhas. Olhava seu reflexo com desejo, como se ali estivesse outra pessoa, tocando-a, desvendando seus mistérios ocultos, explorando seu corpo febril. Fechava os olhos para ver e sentir o toque do estranho, deixava-o acariciá-la com ousadia, oferecia-se a ele como nunca fizera a nenhum outro. Trocavam olhares cheios de paixão e desejo, envolviam-se. Suas mãos iam cada vez mais profundo em seu corpo e o calor era intenso, a vontade a possuía de tal forma que esquecia-se do mundo, de tudo e de todos, apenas vivia aquele momento seu, unicamente seu.
Seus olhos reviravam de prazer, suas faces deformavam, tocava-se de forma sôfrega, invasiva e já não dominava a ansiedade. Era difícil para Nora controlar a respiração, estava ofegante e seus batimentos acelerados como se o coração quisesse saltar do peito. Ela contorcia-se enquanto se tocava. Caminhou lentamente em direção ao chuveiro e ligou-o. Pegou um utensílio que batizara de “brinquedinho” e com ele continuo a acariciar-se nas partes mais íntimas. Quando o prazer a dominava, retesava o corpo enquanto lhe fugia um gemido contido. Seu brinquedinho invadia-lhe, habilmente manuseado pela moça que deliciava-se a cada invasão. Sentia-se possuída pelo estranho imaginário. Queimava de desejo por ele. Entregava-se sem culpa, sem medidas ou receios. Era o seu amante secreto, o realizador dos seus desejos íntimos. Viril e dominador, sempre descobria seus pontos mais guardados e brincava com eles, deixando-a louca de vontade de ser possuída. Nele ela tinha total confiança e sabia que jamais a decepcionaria, jamais seria traída, pelo contrário, ele estava sempre pronto e disposto para ela, para saciar sua fome, sua sede de amar.
Nora já não distinguia seus líquidos do óleo que usara para lubrificar-se. Seu corpo reagia expulsando fluídos generosamente. Ela se lambuzava com eles. Usava-os para facilitar a investida do brinquedo e assim deixar-se penetrar completamente, como se assim recebesse o seu estranho dentro de si. Sentia que estava por explodir e movia-se mais depressa enquanto revirava os olhos e gemia. Teve um orgasmo tão forte que seus joelhos dobraram colocando-a prostrada no piso do banheiro. Sentia a água fresca caindo sobre o corpo quente enquanto sua vulva ainda contraia em espasmos alucinados. Após alguns minutos, ergueu-se e continuou seu banho cantando. Terminou e foi deitar-se buscando a tranquilidade do sono para repousar seu corpo ainda em êxtase. O sono nunca demorava a chegar, sempre vinha após um bocejo e no dia seguinte, lá estava ela, pronta para mais um dia de rotina esquecendo a Loba e seus desejos deliciosamente insanos.

Texto do escritor brasileiro Tony Casanova . Direitos Autorais reservados ao autor. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte dele, sem autorização expressa do autor, sob pena de infração ás Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos Autorais.
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Erotic - The insanity of Loba. [Tony Casanova]

In its day to day, an ordinary person. He was engaged to work and plunged into tasks to fill the day passed slowly. You could say it innocent, but she knew better. At the height of middle-aged call, everything had no more was innocence. Not that it was a "frivolous", but inside, your desires to burn, so during the day it held them, but the night allowed to surface and take shamelessly. It turned out so early and as if unaware of herself, plunged into her own secrets and principles could not deal with. He was dirty, unclean and unholy, but the time taught him to have dominion over his own body, allowing you to have a socially normal life.
    Did not have many friends, not those he could trust their innermost secrets and at home felt free to live your wildest desires. And upon arriving, almost a ritual, he went to the bathroom. It changed and was watching up naked in the mirror. He played his body exploring all parties. He did it slowly, feeling the fire invade his insides. Watched her reflection with desire, as if there was someone else playing it, revealing its hidden mysteries, exploring his feverish body. I closed my eyes to see and feel the touch of the weird, let him pet her boldly, was offered to him as he had never done with any other. Exchanged glances full of passion and desire, involving up. His hands went deeper and deeper into your body and the heat was intense, the desire to possess so that he forgot the world, everything and everyone just lived that moment her, only her.
     They rolled their eyes in pleasure, their deformed faces, playing is greedy way, invasive and no longer dominated anxiety. It was difficult for Nora control breathing, was panting and its accelerated rate as if the heart wanted to jump out of the chest. She squirmed as he played. He walked slowly toward the shower and turned it on. He took an appliance that had named "toy" and he continued to stroke in the most private parts. As pleasure dominated, the body tensed as he fled a groan contained. Your toy invaded him, skillfully handled the girl who delighted to every invasion. He was possessed by the imaginary stranger. Burning with desire for him. Indulged without guilt, without measures or fears. It was his secret lover, the director of their intimate desires. Virile and domineering, always discovered their most points saved and played with them, leaving her crazy with desire to be possessed. In it she had full confidence and knew never to disappoint, would never be betrayed, however, he was always ready and willing for her to satisfy your hunger, your thirst for love.
      Nora no longer distinguished its net oil that had used to lubricate. His body reacted by expelling fluids generously. It is smeared with them. He used them to help the onslaught of the toy and so fail to penetrate completely, as if he received his strange inside. He felt what was to explode and moved faster as she rolled her eyes and groaned. Had such a strong orgasm that his knees buckled putting them prostrate on the bathroom floor. He felt the fresh water falling on the body warm while her vulva still contract by hallucinated spasms. After a few minutes, got up and continued singing her bath. Finished and went to bed looking for the tranquility of sleep to rest your body still ecstatic. Sleep never slow to arrive, always came after a yawn and the next day, there she was, ready for another day of routine forgetting the Loba and its delightfully insane desires.

       Text Brazilian writer Tony Casanova. Copyright reserved to the author. The copying, collage, reproduction or disclosure of any kind in any medium, in whole or part without the express permission of the author, under penalty of infringement ace Brazilian Laws and International Protection of Copyright.
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Erótico - La locura de Loba. [A Tony Casanova]

En su día a día, una persona común. Fue contratado para trabajar y se sumergió en las tareas para llenar el día transcurrió lentamente. Se podría decir que inocente, pero ella sabía mejor. En el apogeo de la llamada de mediana edad, todo lo tenía no más era la inocencia. No es que fuera una "frívola", pero por dentro, sus deseos para el fuego, por lo que durante el día en que los mantuvo, pero la noche permitió a la superficie y tomar descaradamente. Resultó tan temprano y como si desconocen a sí misma, sumido en sus propios secretos y principios no podían tratar. Estaba sucio, inmundo y lo profano, pero el tiempo le enseñó a tener dominio sobre su propio cuerpo, que le permite tener una vida social normal.
    No tenía muchos amigos, no a los que podía confiar sus secretos más íntimos y en la casa se sentía libre para vivir sus deseos más salvajes. Y al llegar, casi un ritual, se fue al baño. Se cambió y estaba viendo desnuda en el espejo. Jugó su cuerpo explorando todas las partes. Lo hizo lentamente, sintiendo el fuego invaden sus entrañas. Miró su reflejo con el deseo, como si había alguien más jugando, revelando sus misterios ocultos, explorando su cuerpo febril. Cerré los ojos para ver y sentir el toque de lo extraño, lo dejó a su mascota con valentía, se le ofreció a él como nunca lo había hecho con ninguna otra. Miradas intercambiadas llenos de pasión y deseo, que afecta. Sus manos fueron más y más en su cuerpo y el calor era intenso, el deseo de poseer lo que se olvidó del mundo, todo y todo el mundo sólo vivió ese momento ella, sólo ella.
     Ellos pusieron los ojos en el placer, sus rostros deformados, jugar es manera codiciosa, invasor y la ansiedad no dominado por más tiempo. Era difícil para el control de la respiración Nora, jadeaba y su ritmo acelerado, como si el corazón quería salirse del pecho. Ella se retorció mientras jugaba. Caminó lentamente hacia la ducha y lo encendió. Tomó un aparato que había llamado "juguete" y él seguía acariciando en las partes más privadas. Como placer dominado, el cuerpo se tensó cuando huía un gemido contenida. Su juguete le invadió, manejó hábilmente la chica que deleitó a toda invasión. Estaba poseído por el extraño imaginario. Ardiendo de deseo por él. Consentido sin culpa, sin medidas ni temores. Era su amante secreto, el director de sus deseos íntimos. Viril y dominante, siempre descubren sus más puntos guardan y jugaron con ellos, dejando a su loco de deseo por poseer. En lo que tenía plena confianza y sabía que nunca defrauda, que nunca sería traicionado, sin embargo, él siempre estaba listo y dispuesto para ella para satisfacer su hambre, su sed de amor.
      Nora ya no distingue su neto de petróleo que se había utilizado para lubricar. Su cuerpo reaccionó expulsando fluidos generosamente. Se unta con ellos. Los usó para ayudar a la embestida del juguete y así dejar de penetrar por completo, como si él recibió su extraña dentro. Sintió que lo que iba a explotar y se movió más rápido como ella puso los ojos y gimió. Tenía un corre tan fuerte que sus rodillas se doblaron ponerlos postrado en el piso del baño. Sintió el agua dulce que cae sobre el cuerpo caliente mientras que su vulva todavía contraiga espasmos alucinados. Después de unos minutos, se levantó y siguió cantando su baño. Terminó y se fue a la cama en busca de la tranquilidad de dormir para descansar su cuerpo aún en éxtasis. El sueño nunca tardan en llegar, siempre se produjo después de un bostezo y al día siguiente, allí estaba ella, listo para otro día de rutina olvidar la Loba y sus deseos deliciosamente dementes.

       Texto escritor brasileño, Tony Casanova. Derechos de autor reservados al autor. La copia, collage, reproducción o divulgación de cualquier tipo en cualquier medio, total o parcialmente, sin el permiso expreso del autor, bajo pena de infracción as leyes brasileñas y Protección Internacional de los Derechos de Autor.

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