Aprendendo a amar. [Tony Casanova]


Ainda adolescente, eu queria provar o amor, mas tinha medo e durante muitos anos, este era o meu segredo; o medo de não ser capaz de amar. Achava grande quem amava e me pegava chorando quando via alguém de verdade amando. Me veio então o primeiro amor. Me senti estranho querendo ter a companhia de alguém e disposto a tudo para conseguir. Em alguns momentos passei a chorar em lugar de rir, haviam barreiras me impedindo de amar, mas amei assim mesmo. Um amor não de toques, de desejo físico, de sexo, mas um amor sem ordem, sem receio, sem nexo. Algo que me fazia voar só em pensamento e planos. Algo que se apresentava no olhar de ambos, na lágrima que rolava pela distância que nos separava e que nos unia pelo amor que havíamos acabado de conhecer. Era um amor que nos fazia olhar e olhar uma fotografia e simplesmente acariciá-la, tocá-la para sentir sua reação, fazê-la provar do que sentíamos.
Interrompida, a relação fora cortada e transformada em dor e sofrimento. Muito choro em silêncio, muita tristeza na alma. Mas o tempo se passou e conheci outros amores. Estes menores na pureza, sem a magia do primeiro, mas que me ensinaram a percorrer caminhos e a aprender a amar. A cada envolvimento eu sentia que era capaz, principalmente de errar nas escolhas e sofrer por elas, mas o medo, aquele que era o meu segredo, já não existia. Me veio a coragem em lugar da covardia e o sofrimento, agora meu aliado, andei com ele a braços dados, aprendendo a crescer. Sofrer já não me assustava. Eu sabia que fazia parte de um processo e que para amar, seria preciso mais que sorrir. Eu teria que aprender também a chorar e provar emoções que eu talvez nem conhecesse. Descobri que meus sonhos, eram meus sonhos e que para amar de verdade, eu precisaria construir novas metas e aprender a sonhar sonhos junto. Descobri que a dois não se sonha o próprio sonho, abre-se mão dele para construir novos e sonhar com o outro.
Meu maior medo fora vencido. Eu já não tinha receio de mergulhar nas emoções e estar mergulhando sozinho, de estar vivendo um sonho apenas meu. Cada mergulho me deu, nos momentos de decepção, a certeza de que ainda que eu mergulhasse sozinho nas pedras, caísse sobre elas sozinho, encontraria alguém que recolhesse meus cacos e me fizesse sorrir em meios ás dores. E incrível como aprendi a dar mergulhos ousados, sem preocupação de ter outra mão segurando na minha, porque a certeza que eu tinha é que fazendo minha parte no amor, eu sempre teria um sorriso ao final da queda e começo da dor. O amor ensinou-me a ser assim, igualzinho aos que tanto admirei por amar. Assim como eles eu penei, sofri, me quebrei, mas jamais convivi novamente com o medo de amar. Cada decepção que sofri ou mesmo aquelas que causei, eu cresci e encarei como lição de vida. Arrependimento? Sim, porque na ideia ambiciosa de amar e amar melhor, provoquei decepções, vi muitas lágrimas rolando e muita dor. Mas aprendi que não preciso amar e amar, aprendi que tudo que o amor me fez, foi me mostrar que basta amar uma só vez de cada vez.
E o tempo foi fazendo assim comigo, enquanto amava ia descobrindo que era também ser amado, me tornar especial, mas para isso eu precisava amar alguém de verdade e fazer deste alguém um ser tão especial como nunca ninguém houvesse feito. Destacar a qualidade, tolerar o defeito, crescer junto e sonhar junto, fazendo do impossível a única possibilidade, buscando crer onde todos perderam a fé, não só ensinando, mas também aprendendo como é ser humano e amar, como é ter alguém que não só me fizesse sorrir, mas também me fizesse chorar, mas principalmente alguém que eu estivesse disposto a perdoar. Enfim, descobri, o amor é assim.

Texto do escritor brasileiro Tony Casanova . Direitos Autorais reservados ao autor. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte dele, sem autorização expressa do autor, sob pena de infração ás Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos Autorais.
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Learning to love. [Tony Casanova]

  As a teenager, I wanted to prove love, but was afraid and for many years this was my secret; the fear of not being able to love. Great thought he loved and found myself crying when I saw someone really loving. I then came the first love. I felt weird wanting to have the company of someone and will do anything to get it. At times I started to cry instead of laugh, had barriers preventing me from love, but loved it anyway. A love not touches of physical desire, sex, but love without order, without fear, without connection. Something that made me fly only in thought and plans. Something that appeared in the eyes of both the tear that rolled the distance between us and the love that united us we had just met. It was a love that made us look and look at a photo and just caress her, touch her to feel his reaction, make it taste than felt.
    Interrupted, the relationship had been cut and turned into pain and suffering. Very weeping in silence, much sadness in the soul. But time has passed and met other loves. These smaller in purity, without the magic of the first, but they taught me ways to go and learn to love. Every involvement I felt I was able mainly to err on the choices and suffer for them, but fear, that it was my secret, no longer existed. I came to courage instead of cowardice and suffering, now my ally, walked with him arm in arm, learning to grow. Suffer no longer scared me. I knew I was part of a process and to love, it would take more to smile. I would also have to learn to cry and prove emotions I may not know. I found that my dreams were my dreams and to truly love, I need to build new goals and learn to dream dreams together. I discovered that the two did not dream the dream itself, opens his hand to build new and dream of another.
    My biggest fear had been vanquished. I was no longer afraid to dive into the emotions and be diving alone, to be living a dream just mine. Each dive gave me in moments of disappointment, rest assured that even if I dive alone on the rocks, fall on them alone, find someone to gather my pieces and make me smile in media ace pain. And amazing how I learned to take bold dives without worry of having another hand holding mine, because sure I had is that doing my part in love, I would always have a smile at the end of fall and beginning of the pain. Love taught me to be, just like those who so admired by love. Like them I sieve, suffered, broke me, but never lived again with fear to love. Each disappointment suffered or even those that caused, as I grew up and faced life lesson. Repentance? Yes, because the ambitious idea of love and love better, teased disappointments, I saw many tears rolling and pain. But I learned that I need love and love, I learned that everything that made me love, show me that was enough to love once at a time.
     And time was doing well with me, while loved was discovering that it was also to be loved, to become special, but for that I needed someone to love truth and make this one a be as special as no one had done. Highlight the quality, tolerate the defect, grow together and dream together, making impossible the only possibility, seeking believe where everyone lost faith not only teaching but also learning how to be human and love, like to have someone who not only made me smile, but also made me cry, but especially someone I was willing to forgive. Anyway, I found, love is like that.

     Text Brazilian writer Tony Casanova. Copyright reserved to the author. The copying, collage, reproduction or disclosure of any kind in any medium, in whole or part without the express permission of the author, under penalty of infringement ace Brazilian Laws and International Protection of Copyright.

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Aprender a amar. [A Tony Casanova]

  Cuando era adolescente, quería probar el amor, pero tenía miedo y por muchos años esta era mi secreto; el miedo de no ser capaz de amar. Gran idea le encantó y me encontré llorando cuando vi a alguien realmente amoroso. Entonces me encontré el primer amor. Me sentía raro con ganas de tener la compañía de alguien y hará cualquier cosa para conseguirlo. A veces me puse a llorar en vez de risa, tenía barreras que impiden a mí de amor, pero me encantó de todos modos. Un amor no toques de deseo físico, el sexo, pero el amor sin fin, sin miedo, sin conexión. Algo que me hizo volar sólo en el pensamiento y los planes. Algo que apareció en los ojos de ambos la lágrima que rodó la distancia entre nosotros y el amor que nos unía nos habíamos conocido. Era un amor que nos hizo miramos y miramos una foto y sólo acariciarla, tocarla para sentir su reacción, que sepan de fieltro.
    Interrumpida, la relación había sido cortado y convertido en el dolor y el sufrimiento. Muy llorando en silencio, mucha tristeza en el alma. Pero el tiempo ha pasado y se reunió con otros amores. Estos pequeños en pureza, sin la magia de la primera, pero me enseñaron maneras de ir y aprender a amar. Cada participación sentí que pude principalmente a errar por las opciones y sufrir por ellos, pero el miedo, que era mi secreto, ya no existía. Llegué a la valentía en vez de cobardía y el sufrimiento, ahora mi aliado, caminé con él del brazo, aprender a crecer. Ya no sufro me asustó. Yo sabía que era parte de un proceso y que amo, tomaría más que sonreír. Yo también tendría que aprender a llorar y demostrar emociones que no puede saber. Me encontré con que mis sueños eran mis sueños y amar verdaderamente, tengo que construir nuevas metas y aprender a soñar sueños juntos. Descubrí que los dos no soñar el sueño mismo, abre la mano para construir nuevas y el sueño de otro.
    Mi mayor miedo había sido vencido. Ya no tenía miedo a sumergirse en las emociones y estar buceando sola, de estar viviendo un sueño sólo mío. Cada inmersión me dio en momentos de decepción, puede estar seguro de que incluso si me sumerjo solo en las rocas, caiga sobre ellos solos, encontrar a alguien a recoger mis pedazos y me hacen sonreír en el dolor as medios de comunicación. Y increíble cómo aprendí a tomar inmersiones audaces sin la preocupación de tener otra mano sosteniendo la mía, porque seguro que tuve es que haciendo mi parte en el amor, yo siempre tienen una sonrisa al final del otoño y el comienzo del dolor. El amor me enseñó a ser, al igual que aquellos que tan admirado por el amor. Al igual que ellos me tamiz, sufrido, me rompió, pero nunca vivió de nuevo con el miedo al amor. Cada decepción sufrió o incluso aquellos que causó, como crecí y enfrenté lección de vida. El arrepentimiento? Sí, porque la ambiciosa idea de amor y amar mejor, bromeó decepciones, vi muchas lágrimas rodando y dolor. Pero aprendí que necesito amor y el amor, me enteré de que todo lo que me hizo amar, me muestro que fue suficiente para amar una vez a la vez.
     Y el tiempo le iba bien conmigo, mientras que amaba fue descubrir que era también ser amado, ser especial, pero para eso necesitaba a alguien para amar la verdad y hacen de este uno de un ser tan especial como nadie lo había hecho. Resaltar la calidad, tolerar el defecto, crecer juntos y soñar juntos, haciendo imposible la única posibilidad, buscando creen donde todos perdieron la fe no sólo la enseñanza, sino también aprender a ser humano y el amor, como para tener a alguien que no sólo me hizo sonreír, pero también me hizo llorar, pero sobre todo alguien que estaba dispuesto a perdonar. De todos modos, he encontrado, el amor es así.

     Texto escritor brasileño, Tony Casanova. Derechos de autor reservados al autor. La copia, collage, reproducción o divulgación de cualquier tipo en cualquier medio, total o parcialmente, sin el permiso expreso del autor, bajo pena de infracción as leyes brasileñas y Protección Internacional de los Derechos de Autor.

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