Erótica - Uma carona para o prazer. [Tony Casanova]


Quando menino minha mãe sempre dizia como conselho que eu nunca deveria aceitar carona de estranhos. Um bom conselho que lembrei bem até aquela noite de sexta-feira, logo após o final do meu expediente de trabalho. Era Verão, o calor estava demais e aquele foi um dia movimentado. Atendi diversas pessoas, mas uma me chamou a atenção. Era uma mulher de aproximadamente uns quarenta anos, muito bonita, educada e bem vestida. Durante o atendimento mostrou-se falante e após uma conversa inicial despediu-se, mas antes confessou-me que tinha escolhido minha empresa, apesar do preço mais alto que a concorrente porque adorou a minha voz e queria conhecer o dono dela. Agradeci com um sorriso e ela se foi prometendo voltar no dia seguinte. Cumpriu a promessa e pontualmente lá estava ela, desta vez com uma saia esvoaçante que permitia ver o detalhe das suas pernas grossas e bem torneadas. Perguntei-lhe se ela “malhava”, respondeu-me que sim. Notou que eu a observava e quando em vez me provocava cruzando e descruzando as pernas. Começou então um jogo de cumplicidade e passamos a trocar olhares e sorrisos.
Como era cliente procurei conter-me, não queria arriscar meu emprego submetendo a empresa a um possível escândalo, procurei então concentrar-me no trabalho. Mas como? Ela não ajudava e deixou-me louco quando me deixou ver sua calcinha vermelha no momento em que descruzou um pouco mais demoradamente as pernas. Eu suava bicas, não sei porque o calor havia aumentado e muito! Tanto que eu nem me arriscava a sair de trás do balcão para que não vissem o meu “estado” de alegria interna. Ela sorriu com um brilhinho malicioso nos olhos e eu já estava a ponto de partir pra cima ali mesmo! Pensei: - Calma Tony, pode não ser nada disso. Pode ser apenas fruto da sua mente e produto da sua carência. Calma! Ela veio até mim, despediu-se com um sorriso e rebolou até o carro. Tudo ocorria no tempo de uma hora aproximadamente, sempre no mesmo horário quando ela tinha que conduzir a filha até a empresa e levá-la de volta para casa após o seu curso.
Ficamos nesta cumplicidade até que o curso da filha terminou. Pensei então: Ufa! Acabou a agonia! Nada, no dia seguinte quando eu estava indo pegar o coletivo, em plena sexta-feira, ouvi quando ela me chamava de dentro do carro. Fui até lá e ela ofereceu-me uma carona. Agradeci e aceitei. Entrei no veículo e seguimos. Notei seu vestido curto e suas pernas levemente entreabertas enquanto pisava nos pedais de comando. Não consegui tirar o olho. Ela percebeu e disse: - Minhas pernas te incomodam? Eu nervoso respondi que não. Ela então subiu mais o vestido e exibiu um fio dental branco. Eu engoli seco. Ela segurou minha mão e a conduziu entre as pernas abertas. Notei que apesar do ar condicionado ligado, o calor me consumia. Nem preciso dizer que minha cueca precisava de uma lavagem de urgência, aliás estava a ponto de ser rasgada à força.
Pedi que ela parasse o carro, ela preferiu continuar conduzindo até um Motel. Ao entrarmos no apartamento percebi que ela estava mais louca que eu e que não era só minha cueca que precisava de lavagem, a calcinha dela estava em pior situação. Puxei-a para mim e a beijei e lentamente retirei sua roupa enquanto caminhávamos lentamente até a banheira de hidromassagem. Liguei a banheira e comecei a tocá-la suavemente.Olhos fechados ela arrepiava-se a cada toque, deixava-se envolver, dominar pelo desejo. Esfregava seu corpo em mim como se fosse uma serpente e de mansinho mergulhou a cabeça na banheira erguendo-a entre minhas pernas. Abocanhou-me e me arrancou um gemido. Arrepiei-me inteiro sentindo a maciez dos seus lábios massageando meu sexo. Não aguentei e puxei para perto penetrando-a com virilidade. Iniciamos um vai-e-vem cadenciado, harmônico. Não sei quem gemia mais, mas ambos iríamos explodir juntinhos. Ela começou a rebolar mais rápido e sussurrou baixinho no meu ouvido: - Vem! Eu fui e juntinhos explodimos. Foi mágico e muito inesquecível. Trocamos um beijo e ela finalmente me levou até pertinho de casa. Bela carona e nem desobedeci mamãe, afinal nem era uma estranha.

Texto do escritor brasileiro Tony Casanova . Direitos Autorais reservados ao autor. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte dele, sem autorização expressa do autor, sob pena de infração ás Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos Autorais.
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Erotic - A ride for pleasure. [Tony Casanova]

As a boy my mother always said as advice I should never accept rides from strangers. Good advice that I remembered well into the night Friday, shortly after the end of my working hours. It was summer, the heat was too much and that it was a busy day. Attended several people, but one caught my attention. It was a woman in her forties, very beautiful, polite and well dressed. During the service proved to be talkative and after a conversation starter fired up, but before he confessed to me that I had chosen my company, despite the higher price that the competitor because loved my voice and wanted to know its owner. I thanked him with a smile and she was promising to return the next day. Fulfilled the promise and on time there she was, this time with a flowing skirt that allowed see the details of their thick and shapely legs. I asked her if she "worked out", he replied yes. Noticed that I was watching and when instead teased me crossing and uncrossing her legs. Then began a game of complicity and we started exchanging glances and smiles.
     How was client tried to restrain myself, not want to risk my job subjecting the company to a possible scandal, so I tried to concentrate on the work. But how? It did not help and let me mad when let me see her red panties at the time unfolded a little more length legs. I was sweating profusely, I do not know because the heat had increased a lot! So much that I even dared me to come out from behind the counter to not see my "state" of inner joy. She smiled with a mischievous SHINY eyes and I was already about to leave for up right there! I thought: - Calm Tony, can not be any of that. It could be just a figment of your mind and product of his grace. Calm! She came to me, took his leave with a smile and rolled to the car. All occurred within one hour of time about, always at the same time when she had to drive her daughter to the company and take it back home after their course.
     We stayed at this complicity until the daughter of the course ended. Then I thought, phew! No more agony! Nothing, the next day when I was going to get the collective, in full Friday, I heard she called me in the car. I went there and she offered me a ride. I thanked him and accepted. I got into the vehicle and followed. I noticed her short dress and her legs slightly ajar as she stepped on the foot switches. I could not save the eye. She noticed and said: - My legs bother you? I said no nervous. She then went over the dress and showed a white thong. I swallowed hard. She held my hand and led her between her legs open. I noticed that despite the air conditioning on, the heat consumed me. Needless to say, my underwear needed urgent wash indeed was about to be torn by force.
    I asked her to stop the car, she chose to continue leading to a Motel. As we enter the apartment realized she was crazier than me and it was not just my underwear that needed washing, her underwear was worse off. I pulled her to me and kissed her and slowly removed his clothes as we walked slowly to the hot tub. I turned on the shower and began to touch her closed suavemente.Olhos she shivered to every touch, let yourself in, overcome by desire. Rubbed his body on me like a snake and softly dipped his head in the tub holding it up between my legs. Grabbed me and pulled me out a groan. Shivered me whole feeling the softness of his lips massaging my gender. I could not stand and pulled him closer penetrating her with virility. Began a back-and-forth rhythmic, harmonic. Do not know who moaned more, but both would explode close together. She started rolling faster and whispered softly in my ear: - Come! I went and blew up close together. It was magical and very memorable. We exchanged a kiss and she finally took me home to close. Beautiful ride and not disobeyed Mom, after all or was a stranger.

     Text Brazilian writer Tony Casanova. Copyright reserved to the author. The copying, collage, reproduction or disclosure of any kind in any medium, in whole or part without the express permission of the author, under penalty of infringement ace Brazilian Laws and International Protection of Copyright.
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Erótica - Un paseo por placer. [A Tony Casanova]

Cuando era niño mi madre siempre decía como consejo Nunca debí aceptar paseos de extraños. Un buen consejo que yo recordaba bien entrada la noche del viernes, poco después del final de mis horas de trabajo. Era verano, el calor era demasiado y que se trataba de un día ajetreado. Asistió a varias personas, pero uno me llamó la atención. Era una mujer de unos cuarenta años, muy bonito, educado y bien vestido. Durante el servicio resultó ser hablador y después de una conversación de arranque encendido para arriba, pero antes de que me confesó que había elegido mi compañía, a pesar del precio más alto que el competidor porque amaba a mi voz y quería saber su propietario. Le di las gracias con una sonrisa y ella estaba prometiendo volver al día siguiente. Cumplida la promesa ya tiempo allí estaba ella, esta vez con una falda que fluye que permitía ver los detalles de sus piernas gruesas y bien formadas. Yo le pregunté si ella "funcionó", él respondió que sí. Di cuenta de que yo estaba viendo y cuando en vez me burlé de cruzar y descruzar las piernas. Entonces comenzó un juego de complicidad y empezamos a intercambiar miradas y sonrisas.
     ¿Cómo era cliente trató de contenerme, no quiero arriesgar mi trabajo sometiendo a la empresa a un posible escándalo, así que trató de concentrarse en el trabajo. Pero, ¿cómo? No sirvió de nada y me dejó loco cuando me deja ver sus bragas rojas en el momento desplegó un poco más las piernas de longitud. Estaba sudando profusamente, no sé porque el calor se había incrementado mucho! Tanto que incluso me atreví a salir de detrás del mostrador para no ver a mi "estado" de alegría interior. Ella sonrió con ojos traviesos BRILLANTES y yo ya estaba a punto de salir de allí mismo! Pensé: - Calma, Tony, no puede ser nada de eso. Podría ser sólo un producto de la mente y el producto de su gracia. Calma! Ella vino a mí, se despidió con una sonrisa y rodó hasta el coche. Todo ocurrió dentro de una hora de tiempo alrededor, siempre en el mismo momento en el que tenía que llevar a su hija a la empresa y llevarlo de vuelta a casa después de su curso.
     Nos alojamos en este complicidad hasta que la hija del curso terminado. Entonces pensé, ¡uf! No más dolor! Nada, al día siguiente, cuando me iba a conseguir lo colectivo, en pleno Viernes, oí que me llamó en el coche. Fui allí y ella me ofreció un paseo. Le agradecí y acepté. Me metí en el vehículo y la seguí. Me di cuenta de su vestido corto y las piernas ligeramente entreabierta mientras entraba en los interruptores de pie. No pude salvar el ojo. Ella se dio cuenta y dijo: - Mis piernas le molestan? Le dije que no nervioso. A continuación, pasó sobre el vestido y mostró un tanga blanco. Tragué saliva. Ella me cogió la mano y la llevó entre sus piernas abiertas. Me di cuenta de que a pesar de que el aire acondicionado encendido, el calor me consumía. Huelga decir que mi ropa interior necesitaba lavado urgente de hecho estaba a punto de ser demolido por la fuerza.
    Le pedí que parar el coche, ella optó por continuar llevando a un Motel. Al entrar en el apartamento cuenta de que estaba más loco que yo y no era sólo mi ropa interior que necesita lavarse, su ropa interior estaba peor. La atraje hacia mí y la besé y lentamente se quitó la ropa mientras caminábamos lentamente a la bañera de hidromasaje. Encendí la ducha y me puse a tocar sus suavemente.Olhos cerrados Se estremeció a cada toque, déjese en, vencido por el deseo. Se frota su cuerpo sobre mí como una serpiente y suavemente mete la cabeza en la bañera sosteniéndola entre las piernas. Me agarró y me sacó un gemido. Me estremeció todo sentir la suavidad de sus labios masajeando mi género. Yo no podía ponerse de pie y tiró de él más cerca de penetrarla con la virilidad. Comenzó un ida y vuelta rítmica, armónica. No sé quién se quejó más, pero ambos serían explotar juntos. Ella comenzó a rodar más rápido y le susurró en voz baja al oído: - ¡Venga! Fui y explotó cerca. Fue mágico y muy memorable. Intercambiamos un beso y ella finalmente me llevó a casa para cerrar. Hermoso paseo y no desobedecieron mamá, después de todo, ¿o era un extraño.

     Texto escritor brasileño, Tony Casanova. Derechos de autor reservados al autor. La copia, collage, reproducción o divulgación de cualquier tipo en cualquier medio, total o parcialmente, sin el permiso expreso del autor, bajo pena de infracción as leyes brasileñas y Protección Internacional de los Derechos de Autor.

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