Casamento - O fim dos anos de ouro. [Tony Casanova]


Os primeiros anos de um casamento são considerados “Anos de Ouro” porque é o período em que o casal vive mais intensamente a paixão. Nesta fase há um sincronismo, uma cumplicidade que complementa a união e a torna sólida. O que muitos casais não esperam e por isso não estão preparados é para a fase em que as emoções estabilizam. Obviamente há uma variação que ocorre de casal para casal, mas todos enfrentam esta maturidade na relação. É quando eles deixam de ser emocionais e passam a ser racionais. Quando esta mudança ocorre nos dois a relação não sente grandes abalos, mas se um dos dois continuar na esfera emocional não vai entender e aceitar a racionalidade do outro. Os problemas, comuns em qualquer fase, já não são resolvidos de comum acordo, mas passam a ser administrados por um gestor, em geral aquele que possui o domínio financeiro do casamento.
Mas as questões financeiras são irrelevantes se comparadas a outras bem mais acentuadas como a diminuição do desejo de um pelo outro. Nada abala mais um casal que a diminuição da libido sexual. Se isto acontece é comum junto com a insatisfação vir a desconfiança, a insegurança e os atritos constantes, principalmente se um deseja e o outro não consegue satisfazer. Quando as brigas começam e o motivo é sexual, entra em questão a fidelidade. É possível que um dos cônjuges consiga manter-se fiel ainda que seja rejeitado nas relações sexuais, mas ainda que consiga fazer isso, não estará sendo feliz. Durante todas as pesquisas que realizei com casais problemáticos, existe uma reclamação que é presente em todos os relatos; ninguém aceitava manter relações sexuais por obrigação, algo pontuado e com regra fixa, horário estabelecido.
Todos que ouvi conduziram ao mesmo ponto: A rotina é o maior fator de desgaste de uma relação. Não propriamente a rotina sexual, mas todas as rotinas existentes na vida diária dos casados. A primeira área a ser afetada após a constituição de uma família é a do lazer, principalmente quando o casal já possui filhos. Vejamos como é complicada a administração e distribuição do tempo dentro do casamento:
06:00h acordam para escovar dentes, tomar um banho, cuidar das crianças, levá-las à escola ou a creche e ir trabalhar. Permanecem no trabalho até as 18:00h provavelmente.
12:00h passagem rápida em casa para ver como estão as crianças e almoçar para retornar ao trabalho. Óbvio nem todos podem vir para casa neste horário.
19:00h provável retorno e chegada em casa para cuidar do jantar, ver os deveres das crianças, pô-las na cama e ir dormir cedo para acordar cedo para o trabalho. Este é o tempo destinado ao espaço de convívio familiar, onde tudo é feito rapidamente porque tem muita coisa a ser feita e o cansaço já domina o casal devido a rotina do trabalho.
22:00h crianças dormindo, o casal aproveita para ter intimidades rápidas porque estão exaustos e o desempenho diminui com a fadiga. Poucas palavras de afeto são trocadas, o ato é feito quase que em silêncio, concluído o sono chega como desmaio.

Calcule esta rotina ocorrendo diariamente excetuando-se os finais de semana. O desgaste emocional vai chegando porque a emoção vai ficando de lado a cada dia. O casal torna-se mais racional e dedica-se com afinco ao trabalho, focando um futuro a dois melhor, mas esquecendo que vivem no presente o trauma da rotina, do desgaste. O perigo nesta fase está quando um dos dois começa a cobrar do outro a ausência da libido, da atenção e do afeto. Eles já não conseguem esconder que a relação está insossa. Perdidos cada um tenta justificar-se acusando o outro e mal percebem que é hora de sentar e conversar, de abraçarem a culpa e assumirem a responsabilidade pela má administração do casamento. A segunda parte desta matéria você encontrará em Roda Cultural.

Texto do escritor brasileiro Tony Casanova . Direitos Autorais reservados ao autor. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte dele, sem autorização expressa do autor, sob pena de infração ás Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos Autorais.

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Marriage - The end of the golden years. [Tony Casanova]

The first years of a marriage are considered "Golden Years" because it is the period in which the couple live more intensely the passion. At this stage there is a timing, a complicity that complements the union and makes it solid. What many couples do not expect and therefore are not prepared for is the stage where stabilize emotions. Obviously there is a variation that occurs from couple to couple, but all face this maturity in the relationship. It's when they stop being emotional and become rational. When this change occurs in both the relationship does not feel great shaking, but if either continue in the emotional sphere will not understand and accept the rationality of the other. The problems, common at any stage, are no longer resolved by mutual agreement, but are now administered by a manager, usually one that has the financial field wedding.
      But financial issues are irrelevant compared to other much more pronounced as decreased desire for each other. Nothing shakes another couple that the decrease in sexual libido. If this happens it is common along with dissatisfaction come to mistrust, insecurity and the constant friction, especially if one wants and the other can not satisfy. When the fights begin and the reason is sexual, comes into question fidelity. It is possible that one spouse can remain faithful still be rejected in sexual relations, but even if he can do it, will not be happy. During all the research I conducted with troubled couples, there is a claim that is present in all reports; nobody accepted having sex out of obligation, something punctuated and fixed rule, established schedule.
      All I heard led to the same point: The routine is the greatest wear factor of a relationship. Not exactly the sexual routine, but all existing routines in daily life of the married. The first area to be affected after the establishment of a family is the leisure, especially when the couple already has children. Let's see how complicated the administration and distribution of time within marriage:
06: 00h agree to brush teeth, take a shower, take care of the children, take them to school or daycare and go to work. Remain at work until 18: 00h probably.
12: 00 quick passage home to check on children and lunch to return to work. Obviously not everyone can come home this time.
19: 00h likely return and arrival at home to take care of dinner, see the duties of children, put them to bed and go to bed early to get up early for work. This is the time for the family living space, where everything is done quickly because it has a lot to be done and fatigue've mastered the couple due to routine work.
22: 00 sleeping children, the couple takes to be fast because intimacies are exhausted and the performance decreases with fatigue. A few words of affection are exchanged, the act is done almost in silence, completed sleep comes as fainting.
     
      Calculate this routine occurring daily except for weekends. The emotional stress is coming because emotion gets aside each day. The couple becomes more rational and dedicated hard work, focusing on a future two best, but forgetting who live in this the trauma of routine wear. The danger at this stage is when one of the two starts charging the other the absence of libido, attention and affection. They can no longer hide the fact that the relationship is dull. Lost each tries to be justified accusing the other and barely notice it's time to sit down and talk, to embrace the blame and take responsibility for the bad wedding administration. The second part of this issue you will find in Cultural Wheel.
        
        Text Brazilian writer Tony Casanova. Copyright reserved to the author. The copying, collage, reproduction or disclosure of any kind in any medium, in whole or part without the express permission of the author, under penalty of infringement ace Brazilian Laws and International Protection of Copyright.

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Matrimonio - El final de los años dorados. [A Tony Casanova]

Los primeros años de un matrimonio son considerados "años dorados", ya que es el período en el que la pareja vive más intensamente la pasión. En esta etapa hay una oportunidad, una complicidad que complementa el sindicato y hace que sea sólido. Lo que muchas parejas no esperan y por lo tanto no están preparados para es la etapa donde estabilizar emociones. Obviamente hay una variación que se produce de pareja a pareja, pero todos se enfrentan a esta madurez en la relación. Es cuando dejen de ser emocional y vuelven racional. Cuando este cambio se produce tanto en la relación no se siente gran temblor, pero si bien continúan en la esfera emocional no va a entender y aceptar la racionalidad del otro. Los problemas comunes, en cualquier etapa, ya no se resuelven de mutuo acuerdo, pero ahora son administradas por un administrador, por lo general uno que tiene la boda ámbito financiero.
      Pero las cuestiones financieras son irrelevantes en comparación con otros mucho más pronunciada a medida que la disminución del deseo por el otro. Nada sacude otra pareja que la disminución de la libido sexual. Si esto ocurre, es común junto con la insatisfacción llegado a la desconfianza, la inseguridad y la fricción constante, sobre todo si uno quiere y el otro no puede satisfacer. Cuando las peleas comienzan y la razón es sexual, viene en tela de juicio la fidelidad. Es posible que uno de los cónyuges puede permanecer fieles todavía ser rechazado en las relaciones sexuales, pero incluso si él puede hacerlo, no será feliz. Durante toda la investigación que llevé a cabo con parejas con problemas, hay una afirmación de que está presente en todos los informes; nadie aceptó tener sexo por obligación, algo puntuada y regla fija, el horario establecido.
      Todo lo que oí llevó al mismo punto: La rutina es el mayor factor de desgaste de una relación. No es exactamente la rutina sexual, pero todas las rutinas existentes en la vida diaria de los casados. La primera zona afectada después de la creación de una familia es el ocio, especialmente cuando la pareja ya tiene hijos. Vamos a ver lo complicado la administración y distribución del tiempo dentro del matrimonio:
06: 00h de acuerdo a cepillarse los dientes, tomar una ducha, cuidar de los hijos, llevarlos a la escuela oa la guardería e ir a trabajar. Permanezca en el trabajo hasta las 18: 00h, probablemente.
12: 00 paso rápido a casa para ver a los niños y el almuerzo para volver al trabajo. Obviamente no todo el mundo puede venir a casa esta vez.
19: 00h probable retorno y llegada en casa para cuidar de la cena, ver los deberes de los niños, los pusieron a la cama y se van a la cama temprano para levantarse temprano para trabajar. Este es el momento para que el espacio de vida de la familia, donde todo está hecho con rapidez, ya que tiene mucho que hacer y fatigue've dominó la pareja debido al trabajo de rutina.
22: 00 los niños que duermen, la pareja tiene que ser rápido porque intimidades se agotan y el rendimiento disminuye con la fatiga. Unas palabras de afecto se intercambian, el acto se realiza casi en silencio, dormir completado viene como desmayos.
     
      Calcular esta rutina que ocurre todos los días excepto los fines de semana. El estrés emocional viene porque la emoción se pone a un lado cada día. La pareja se vuelve más racional y el trabajo duro dedicado, centrándose en un futuro dos mejores, pero olvidando que vivimos en este trauma de desgaste de rutina. El peligro en esta etapa es cuando uno de los dos comienza la carga del otro la ausencia de libido, la atención y el afecto. Ya no pueden ocultar el hecho de que la relación es aburrido. Perdido cada uno trata de justificarse acusando al otro y apenas se note que es hora de sentarse y hablar, para abrazar la culpa y asumir la responsabilidad de la administración de la boda malo. La segunda parte de este problema se encuentra en Cultural de ruedas.
        
        Texto escritor brasileño, Tony Casanova. Derechos de autor reservados al autor. La copia, collage, reproducción o divulgación de cualquier tipo en cualquier medio, total o parcialmente, sin el permiso expreso del autor, bajo pena de infracción as leyes brasileñas y Protección Internacional de los Derechos de Autor.

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