Pacto de fidelidade - A confiança nas relações. [Tony Casanova]


Supostamente toda relação é de confiança porque o pacto de fidelidade está implícito na aceitação do compromisso, mas como disse, supostamente. Este pacto de confiança é como a consciência, todos temos, mas a tornamos conveniente. Quando o oficial do matrimônio profere: “Senhora fulana de tal, aceita o Sr fulano como seu legítimo esposo para honrá-lo na saúde, na doença, na riqueza e na pobreza, na alegria e na tristeza até que a morte os separe...? É o “Sim” que sela este pacto e obviamente não é preciso dizer que a fidelidade está implícita nesta aliança. Dizendo sim empenhamos ali, diante de todos os presentes, nossa palavra de que iremos cumprir o que prometemos, mas a vida nos mostra que na palavra é uma coisa, na prática a realidade é bem diferente.
Quando assumimos um compromisso e não honramos, não é só a nossa palavra que quebramos, mas destruímos o pacto de confiança estabelecido ali. Não é desonra só para o outro, mas principalmente para nós mesmos. Muitas pessoas acreditam que a confiança seja um Direito, não é. A confiança é um mérito que deve ser conquistado para que nos tornemos dignos dela. Confiança não se exige, pode-se pedir uma chance para demonstrar dignidade e por mérito conquistar a confiança de alguém. É possível que ouçamos alguém discursar que confia em nós, é bom desconfiar deste discurso; ninguém confia em ninguém gratuitamente, portanto se alguém que não te conhece profundamente disser que confia em você, duvide das intenções desta pessoa. Outro fato comum é que as pessoas queiram imputar aos outros a obrigação de confiar nelas. Caso haja envolvimento emocional, está ai um caso claro de chantagem emocional. Não se adquire confiança pelas palavras, mas pelas atitudes, se elas forem capazes de levantar dúvidas no outro, então é hora de rever as ações e caso haja desejo de resgatar a confiança será preciso mudá-las.
Em um relacionamento é mais comum que cada parte se preocupe mais em observar as atitudes do outro do que as próprias. Como desconfiança nunca surge do nada, vão surgindo pequenos indícios que vão gerando dúvidas nas ações do outro. Começam então os inquéritos, as perguntas que vão causando irritação. Logo após as explicações, ouvidas e digeridas, o período cessa, mas ressurge tão logo as atitudes “suspeitas” recomeçam. Ora, se sabemos que a confiança é um mérito, uma conquista e que as atitudes muitas vezes podem conduzir à desconfiança, porque não mudar de atitudes? A resistência para que estas mudanças ocorram reforçam as dúvidas e agrava a situação. Para entendermos melhor esta questão, vamos partir do princípio da conveniência. Que nos parece alguém com vestes e calçados brancos em meio a um grupo de médicos? Nos faz presumir que seja um médico também.
Imaginemos alguém vestido de terno e gravata em meio a banhistas em uma praia, seria uma atitude conveniente? Ou alguém trajando roupas de banho em pleno culto na igreja, seria uma atitude conveniente? Há conveniência para todas as situações, é preciso respeitá-las para que não incorramos em atitudes suspeitas e assim levantem dúvidas sobre o respeito devido ao outro. Como deve portar-se alguém que está envolvido em uma relação amorosa? Qual deve ser o comportamento de alguém casado, noivo ou mesmo enamorado? É óbvio que cada um procura preservar sua imagem diante do outro, trata de defender-se como pode, justificar-se, mas a última coisa que se faz é mudar de atitude. Quando vamos a um consultório médico, a pergunta inicial sempre é a respeito dos sintomas; se há febre, vômitos, frio, dores de cabeça. São os sintomas que podem identificar o mau funcionamento ou mesmo uma doença no organismo. Assim nas relações quando começam a surgir dúvidas ou suspeitas, ainda que não sejam verdadeiras, é preciso ver estes sinais como sintomas que denunciam que a relação adoeceu. É preciso cuidar dela, diagnosticar o problema com precisão e eliminá-lo. É mais fácil perder a confiança de alguém do que resgatá-la depois de perdida.

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Texto do escritor brasileiro Tony Casanova . Direitos Autorais reservados ao autor. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte dele, sem autorização expressa do autor, sob pena de infração ás Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos Autorais................................
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Loyalty Pact - Trust in relationships. [Tony Casanova]

Supposedly every relationship is reliable because the faithful covenant is implied acceptance of the compromise, but as I said, supposedly. This confidence pact is like consciousness, we all have, but we make it convenient. When the official marriage gives, "Mrs. so and so, accepts Mr guy as your lawful husband to honor him in health, sickness, wealth and poverty, in joy and in sorrow until death do us part .. .? It is "Yes" to seal the pact and is obviously not to say that loyalty is implicit in this alliance. Saying yes endeavor there in front of everyone present, our word that we will fulfill that promise, but life shows us that the word is one thing, in practice the reality is quite different.
    When we make a commitment and not honor, not only is our word that we break, but destroyed the confidence pact established there. Not only dishonor to the other, but mostly to ourselves. Many people believe that trust to be a law, it is not. Trust is a virtue that must be conquered in order to become worthy of it. Trust is not required, you can ask for a chance to show dignity and merit gain the confidence of someone. You may hear someone speak who trust us, it's good off this discourse; nobody trusts anybody free, so if someone who does not deeply know you say that you trust, doubt the intentions of this person. Another common fact is that people want to impute to others the obligation to trust them. If there is emotional involvement, is there a clear case of emotional blackmail. You do not buy trust by words but by actions, if they are able to raise doubts in the other, then it is time to review the actions and if there desire to rescue the confidence you need to change them.
     In a relationship is more common that each party worry more to observe the attitudes of other than their own. As distrust never comes out of nowhere, arise little clues that will generate doubts in the actions of the other. Then start the surveys, the questions that will cause irritation. Soon after the explanations, heard and digested, the period ends, but reappears as soon attitudes "suspicious" resume. Now, if we know that trust is a merit, and an achievement that attitudes can often lead to mistrust, why not change attitudes? The resistance to these changes occur reinforce the doubts and aggravates the situation. To better understand this issue, we presume convenience. What seems someone in robes and white shoes in the middle of a group of doctors? It makes us assume that a doctor too.
      Imagine someone suit and tie dress amid bathers on a beach, it would be a convenient attitude? Or someone wearing swimsuits in full church service, it would be a convenient attitude? It is convenient for all situations, we must respect them so they do not incur suspicious attitudes and thus raising doubts about the respect due to the other. How should behave someone who is involved in a relationship? What should be the one married behavior, boyfriend or lover? It is obvious that each seeks to preserve his image before the other, tries to defend itself as can be justified, but the last thing you do is change your attitude. When we go to a doctor's office, the initial question is always about the symptoms; if there is fever, vomiting, cold, headaches. Are the symptoms that can identify the malfunction or even a disease in the body. So in relationships when they start to be doubts or suspicions, even if they are not true, you need to see these signs as symptoms who report that the relationship fell ill. You need to take care of her, diagnose the problem accurately and eliminate it. It is easier to lose someone's trust than rescue her after lost.

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Pacto de Fidelidad - La confianza en las relaciones. [A Tony Casanova]

Supuestamente cada relación es fiable porque el pacto fiel implica la aceptación del compromiso, pero como ya he dicho, supuestamente. Este pacto de confianza es como la conciencia, que todos tenemos, pero lo hacemos conveniente. Cuando el matrimonio oficial da, "la señora fulano de tal, acepta Sr. chico como su legítimo esposo en su honor en la salud, la enfermedad, la riqueza y la pobreza, en la alegría y en el dolor hasta que la muerte nos separe .. .? Se trata de "Sí" para sellar el pacto y obviamente no quiere decir que la lealtad está implícito en esta alianza. Decir que sí se esfuerzan allí, delante de todos los presentes, nuestra palabra de que vamos a cumplir esa promesa, pero la vida nos muestra que la palabra es una cosa, en la práctica, la realidad es bien diferente.
    Cuando hacemos un compromiso y no honramos, no sólo es nuestra palabra de que partimos, pero destruyeron el pacto de confianza establecido allí. No sólo deshonrar a la otra, pero sobre todo a nosotros mismos. Muchas personas creen que la confianza sea una ley, no lo es. La confianza es una virtud que debe ser conquistada para llegar a ser dignos de ella. La confianza no se requiere, usted puede pedir una oportunidad de mostrar la dignidad y el mérito ganar la confianza de alguien. Usted puede oír a alguien hablar que nos confían, es bueno fuera de este discurso; nadie confía en nadie libre, así que si alguien que no lo hace profundamente sabe usted dice que usted confía, dudar de las intenciones de esta persona. Otro hecho común es que la gente quiere imputar a otros la obligación de confiar en ellos. Si hay compromiso emocional, ¿hay un claro caso de chantaje emocional. Usted no compra la confianza con palabras sino con acciones, si son capaces de suscitar dudas en el otro, entonces es el momento de revisar las acciones y si hay deseo de rescatar la confianza que necesita para cambiarlos.
     En una relación es más común que cada parte se preocupe más que observar las actitudes de distinto al suyo. Como desconfianza nunca sale de la nada, surgen pequeñas pistas que van a generar dudas en las acciones del otro. A continuación, iniciar las encuestas, las preguntas que causarán irritación. Poco después de las explicaciones, escuchado y digerido, termina el período, pero vuelve a aparecer tan pronto actitudes curriculum vitae "sospechoso". Ahora, si sabemos que la confianza es un mérito, y un logro que las actitudes a menudo puede conducir a la desconfianza, ¿por qué no cambiar las actitudes? La resistencia a estos cambios ocurren reforzar las dudas y agrava la situación. Para entender mejor este tema, suponemos conveniencia. Lo que parece alguien con ropas y zapatos blancos en medio de un grupo de médicos? Nos hace suponer que un médico también.
      Imagínese traje y corbata a alguien vestido en medio de los bañistas en una playa, sería una actitud conveniente? O alguien que lleva trajes de baño en el servicio de la iglesia llena, sería una actitud conveniente? Es conveniente para todas las situaciones, hay que respetarlos por lo que no incurren en actitudes sospechosas y que plantea dudas acerca del respeto debido a los demás. ¿Cómo debe comportarse alguien que está involucrado en una relación? ¿Cuál debe ser el comportamiento casado, novio o amante? Es obvio que cada uno busca preservar su imagen antes que el otro, trata de defenderse como puede ser justificado, pero la última cosa que hacer es cambiar su actitud. Cuando vamos a la oficina de un médico, la pregunta inicial es siempre acerca de los síntomas; si hay fiebre, vómitos, frío, dolores de cabeza. Son los síntomas que pueden identificar el mal funcionamiento o incluso una enfermedad en el cuerpo. Así que en las relaciones cuando empiezan a surgir dudas o sospechas, incluso si no son verdaderas, usted necesita ver estos signos como los síntomas que indican que la relación se enfermó. Tienes que cuidar de ella, diagnosticar el problema con precisión y eliminarlo. Es más fácil perder la confianza de alguien que rescatarla después perdió.

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