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Crônica da Fidelidade | O final dos Tempos | Tony Casanova

   Imaginem vocês o cuidado, a delicadeza que sou obrigado a usar para tratar deste assunto meus queridos leitores e leitoras. Não sei ai na região de vocês, mas aqui no Nordeste este assunto é meio complicado de ser tratado. Outro dia quase tomei uns tapas na praia enquanto brincava com alguns amigos e falava de infidelidade. Um rapaz que ninguém ali conhecia simplesmente sentiu-se "magodo" com o assunto e partiu pra cima. Óbvio que nada aconteceu, mas literalmente a coisa fedeu a chifres meus amigos! Nunca vi um negócio destes na vida! Do nada um homem surge e parte pra ignorância porque sentiu-se, digamos, aviltado (ouvi esta palavra fofinha e gostei) e queria lavar sua honra no tapa! Eu lá tive culpa se a senhora dele resolveu servir marmita pra fora?   
   O certo é que hoje os tempos são outros e a banda está tocando bem diferente dos tempos da vovó. Imagina se alguém chamasse outro de "corno", "chifrudo" ou coisa do tipo nos tempos de vovó. Era um Deus nos acuda! Um salve-se quem puder dos diachos! O negócio não prestava meu amigo. Hoje alguns maridos fazem questão de publicar na internet que são traídos por suas mulheres. E pasmem, eles as oferecem aos amigos e até a desconhecidos. Como estes criaturinhas se tornaram solidários! Quanta generosidade! Vai que muitos são capazes até de sair no tapa se outro homem recusar a oferta, cruz credo!
  Já nas décadas passadas quando alguém casava-se era sonhando com um futuro, na construção do lar, na criação do filhos. Hoje primeiro pensa-se no regime da comunhão e cada um se defende como pode para não perder tudo em uma separação. A aliança era artigo pomposos nos dedos dos nubentes e quanto mais grossa, melhor. Hoje a aliança que antes vivia nos dedos agora vive nos bolsos, á espera de um milagre (Pensem em um filme bom). Dizem as más línguas que a culpa disso tudo é da tentação, esta criatura que as vezes veste calças e outras vezes vestes saias curtíssimas, mas o certo é que a ciência não conseguiu comprovar nada disso, a não ser o reinado da devassidão.
    Mas fazer o que se os humanos sonham, comem, bebem e respiram sexo em tudo quanto é lugar? E a criatura acorda de um sonho daqueles em que ficou muito agitado ou agitada, neste caso todo mundo se agita, vai até a televisão para assistir o noticiário e se depara com comerciais explorando a sensualidade feminina e se querem saber, um pouco mais sutil, a masculina também. Fico me perguntando: Por que todo comercial de cerveja tem mulher despida? Tem homem de cuequinha branca, por que? Gente, o que tem a ver comercial de desodorante com homens seminus ou mulheres de calcinha?
  Nos tempos da vovó não tinha isso não! Era considerado uma ousadia. Haveriam consumidores reclamando até que a peça fosse retirada do ar.  Gente e os programas de TV, as telenovelas, filmes, enfim tudo envolvendo sensualidade, sexualidade e erotismo? Querem saber o que mudou dos temos dos nossos avós para cá? A sociedade. A forma de consumo, a conivência com os maus hábitos e a aceitação desta filosofia que coage a todos pensarem em sexo. Fazia-se sexo no tempo da vovó? Claro, fazia-se e muito! Eu nunca disse que sexo fosse ruim, faz até bem pra pele, acreditem, mas é preciso separar o íntimo do público.  
     Que tipo de sociedade teremos nas próximas décadas com nossos filhos e netos consumindo sexo todo dia em todos os lugares? Sendo coagidos, induzidos a acreditar que sexo é tudo na vida e que se tem liberdade total para buscar onde, quando e com quem quiser? Como esperar fidelidade em relações cujo sexo é o alicerce dos casais? A pressão em torno do assunto é tão grande que até tenho medo que alguém apareça do nada e venha me dar umas tapas por causa disso, (lembro do homem magoado e fico todo arrepiado). É o final dos tempos e todos nós estamos no mesmo mundo, assistindo enquanto ele afunda neste mar de relações insanas, corrompidas e sem futuro.
     Finalizo mandando beijinhos para vovó, esta mulher guerreira que soube fazer muito sexo sempre com o mesmo homem e vovô também merece, pois além de se dar por satisfeito, soube ensinar seus filhos e netos em que caminho se deve andar. Fizeram isso não com palavras ou conselhos, mas com exemplos de vida. Quem quis aprendeu, quem não, estrepou-se.

      
   Texto do escritor brasileiro Tony Casanova. Todos os Direitos Reservados. É permitido o compartilhamento para sites ou redes sociais desde que o texto, o crédito e imagens utilizadas nele não sejam alterados, devendo assim ser todos mantidos na íntegra.    Não é permitida a alteração de nenhuma parte contida aqui, a saber, texto, imagem ou crédito através de cópia seguida de colagem, divulgação fracionada desautorizada, reprodução do todo ou parte dele sem que haja garantias de preservação dos Direitos do autor.   Os Direitos Autorais são assegurados por Legislação Nacional e Internacional de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual e qualquer desrespeito será considerado crime previsto e passivo das medidas legais cabíveis.
    Tony Casanova é autor dos livros
Panorama das Artes (Clube de Autores e Livraria Amazon) – E-book e Impresso
No litoral das Relações (Clube de Autores e Livraria Amazon) E-book e Impresso
O amor segundo a Bíblia (Clube de Autores e Livraria Amazon) -- E-book e Impresso
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    Chronicle Loyalty | The end of Times | Tony Casanova

  Imagine you care, the delicacy that I have to use to address this issue my dear readers and readers. I do not know there in region of you, but here in the Northeast this issue is a bit complicated to be treated. The other day I almost slapped on the beach while playing with some friends and talked about infidelity. A guy that no one there knew just felt "magodo" with the subject and set up. Obviously nothing happened, but literally the thing stank to my friends horns! I've never seen such a business in life! Out of nowhere a man appears and part to ignorance because he felt, say, debased (fofinha heard this word and liked) and wanted to wash his honor in the slap! I there my fault if his lady decided to serve lunch box out?
   The truth is that today times have changed and the band is playing quite different from Grandma's time. Imagine if someone called another "horn", "horned" or anything in Grandma times. It was a God help us! A save yourself who can of diachos! The business did not pay my friend. Today some husbands are keen to publish on the Internet that are betrayed by their wives. And amazingly, they offer them to friends and even strangers. As these creatures have become solidarity! How generous! Will that many are able to leave the patch is another man refuse the offer, creed cross!
  Already in past decades when people married up was dreaming of a future in the construction of the home, in the creation of children. Today first is thought in the fellowship scheme and each is defended as can not lose everything in a split. The alliance was pompous article in the fingers of the betrothed and the thicker the better. Today the alliance that once lived in the fingers now lives in his pockets, waiting for a miracle (Think of a good movie). They say the bad languages ​​that the guilt of it all is the temptation, this creature that sometimes wears pants and other garments often very short skirts, but the fact is that science can not prove any of this, unless the reign of debauchery.
    But doing what is human dream, eat, drink and breathe sex all over the place? And the creature awakens from a dream of those that became very agitated or stirred, in this case everyone is shaken, goes to the television to watch the news and are faced with commercial exploring sensuality and want to know a little more subtle, male too. I wonder: Why all beer commercial has naked woman? He has white cuequinha man, why? People, you have to see commercial deodorant with half-naked men or women's panties?
  In Grandma's times did not have it not! It was considered a daring. Would consumers complaining until the piece was removed from the air. People and TV shows, soap operas, movies, everything involving sensuality, sexuality and eroticism? They want to know what changed the we of our grandparents here? The society. The form of consumption, in connivance with the bad habits and the acceptance of this philosophy that coerces everyone think of sex. It was up sex in Grandma's time? Of course, it made him a lot! I never said that sex was bad, makes even good for skin, believe me, but it is necessary to separate the close of the public.
     What kind of society we will have in the coming decades with our children and grandchildren consuming all day sex everywhere? Being coerced, induced to believe that sex is everything in life and that they have complete freedom to seek, where, when and with whom you want? As expected loyalty in relationships whose sex is the foundation of couples? The pressure around the subject is so great that I have to fear that someone comes out of nowhere and come give me some tapas because of it, (remember the hurt man and get goose bumps). It is the end of time and we are all in the same world, watching as it sinks in this sea of ​​insane relations, corrupt and no future.
     I finish sending kisses to Grandma, this warrior woman who knew how to make a lot of sex always with the same man and grandpa also deserves because besides he was satisfied, learned to teach their children and grandchildren in that way you should walk. They did this not with words or advice, but with examples of life. Who wanted to learn, who not estrepou up.

      
   Text Brazilian writer Tony Casanova. All rights reserved. It allowed for the sharing sites or social networks since the text, credit and images used in it are not changed, so should all be kept in its entirety. It is not allowed to change any part contained herein, namely, text, image or credit through then collage copy unauthorized fractional disclosure, reproduction in whole or part without preservation of guarantees of the author's rights. Copyrights are provided by National Legislation and International Protection of Intellectual Property Rights and any breach will be considered provided crime and liabilities of the legal action.
    Tony Casanova is author of the books
Panorama of Arts (Club Authors Bookstore and Amazon) - E-book and printed
On the coast of Relations (Club Authors Bookstore and Amazon) E-book and printed
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  La lealtad Crónica | El fin de los Tiempos | Tony Casanova

  Imagínese que usted cuida, la delicadeza que tengo que usar para abordar esta cuestión mis queridos lectores y lectores. No sé que hay en la región de ustedes, pero aquí en el noreste de este tema es un poco complicado de tratar. El otro día casi me dio una palmada en la playa mientras jugaba con unos amigos y habló de la infidelidad. Un tipo que no hay nadie sabía sentía "Magodo" con el tema y configurado. Obviamente no pasó nada, pero, literalmente, la cosa olía a mis amigos cuernos! Nunca he visto un negocio en la vida! De la nada aparece un hombre y una parte a la ignorancia porque se sentía, por ejemplo, degradada (fofinha oído esta palabra y le gusta) y quería lavar su honor en el golpe! Yo no tengo la culpa de su dama decidió servir fiambrera a cabo?
   La verdad es que los tiempos de hoy han cambiado y la banda está tocando bastante diferente del tiempo de la abuela. Imagínese si alguien llamó a otro "cuerno", "cuernos" o cualquier cosa en los tiempos de la abuela. Era un Dios nos ayude! Un ahorrarse quien lata de diachos! La empresa no pagó mi amigo. Hoy en día algunos maridos están dispuestos a publicar en Internet que se traicionado por sus esposas. Y, sorprendentemente, que las ofrecen a sus amigos e incluso desconocidos. A medida que estas criaturas se han convertido en la solidaridad! Qué generoso! Will que muchos son capaces de dejar el parche es otro hombre rechazar la oferta, credo cruz!
  Ya en las décadas pasadas cuando las personas casadas hasta soñaba con un futuro en la construcción de la casa, en la creación de los niños. Hoy en día se piensa primero en el sistema de becas y cada uno se defiende como no puede perder todo en una fracción. La alianza fue el artículo pomposa en los dedos de la novia y el grueso es el mejor. Hoy en día la alianza que una vez vivió en los dedos ahora vive en los bolsillos, esperando un milagro (Piense en una buena película). Dicen las malas lenguas que la culpa de todo esto es la tentación, esta criatura que a veces lleva pantalones y otras prendas a menudo faldas muy cortas, pero el hecho es que la ciencia no puede probar nada de esto, a menos que el reino de libertinaje.
    Pero hacer lo que es sueño humano, comer, beber y respirar el sexo todo el lugar? Y la criatura se despierta de un sueño de los que se hizo muy agitado o agitada, en este caso, todo el mundo es sacudido, va a la televisión para ver las noticias y se enfrentan a la sensualidad explorar comercial y quieren saber un poco más sutil, masculina también. Me pregunto: ¿Por qué todo anuncio de cerveza tiene mujer desnuda? Él tiene el hombre cuequinha blanco, ¿por qué? Las personas, que tienen que ver desodorante comercial con los hombres medio desnudos o bragas de las mujeres?
  En tiempos de la abuela no lo tiene! Se consideró un atrevido. ¿Le se eliminó consumidores se quejan hasta que la pieza desde el aire. La gente y los programas de televisión, telenovelas, películas, todo lo relacionado con la sensualidad, la sexualidad y el erotismo? Ellos quieren saber lo que ha cambiado el nosotros de nuestros abuelos aquí? La sociedad. La forma de consumo, en connivencia con los malos hábitos y la aceptación de esta filosofía que coacciona a todo el mundo piensa en el sexo. Fue hasta el sexo en el tiempo de la abuela? Por supuesto, se le hizo un montón! Nunca dije que el sexo era malo, hace que incluso bueno para la piel, créeme, pero es necesario separar el cierre del público.
     ¿Qué clase de sociedad que tendremos en las próximas décadas con nuestros hijos y nietos que consumen todo el día el sexo en todas partes? Ser coaccionado, inducida a creer que el sexo es todo en la vida y que tienen plena libertad de buscar, dónde, cuándo y con quién quieres? Como se esperaba la lealtad en las relaciones cuyo sexo es la base de las parejas? La presión en torno al tema es tan grande que tengo que temer que alguien sale de la nada y ven a darme unas tapas a causa de ella, (recuerda al hombre herido y obtener la piel de gallina). Es el fin de los tiempos y todos estamos en el mismo mundo, viendo como se hunde en este mar de las relaciones insanas, corrupta y sin futuro.
     Acabo de enviar besos a la abuela, este guerrero mujer que sabía cómo hacer un montón de sexo siempre con el mismo hombre y el abuelo también merece porque además de estar satisfecho, aprendido a enseñar a sus hijos y nietos de esa manera debe caminar. Hicieron esto no con palabras o consejos, pero con ejemplos de la vida. Que quería aprender, que no estrepou arriba.

      
   Texto escritor brasileño, Tony Casanova. Todos los derechos reservados. Se permitió a los sitios para compartir o redes sociales desde el texto, el crédito y las imágenes que se utilizan en ella no se cambian, por lo que todos deben tener en su totalidad. No está permitido cambiar cualquier parte contenida en el mismo, a saber, texto, imagen o crédito a través de la divulgación fraccionada a continuación, la copia no autorizada del collage, la reproducción total o parcial sin la preservación de las garantías de los derechos del autor. Los derechos de autor son proporcionados por la legislación nacional y la Protección Internacional de los Derechos de Propiedad Intelectual así como la lesión se tendrán en cuenta siempre la delincuencia y pasivos de la acción legal.
    Tony Casanova es autor de los libros
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Pacto de fidelidade - A confiança nas relações. [Tony Casanova]


Supostamente toda relação é de confiança porque o pacto de fidelidade está implícito na aceitação do compromisso, mas como disse, supostamente. Este pacto de confiança é como a consciência, todos temos, mas a tornamos conveniente. Quando o oficial do matrimônio profere: “Senhora fulana de tal, aceita o Sr fulano como seu legítimo esposo para honrá-lo na saúde, na doença, na riqueza e na pobreza, na alegria e na tristeza até que a morte os separe...? É o “Sim” que sela este pacto e obviamente não é preciso dizer que a fidelidade está implícita nesta aliança. Dizendo sim empenhamos ali, diante de todos os presentes, nossa palavra de que iremos cumprir o que prometemos, mas a vida nos mostra que na palavra é uma coisa, na prática a realidade é bem diferente.
Quando assumimos um compromisso e não honramos, não é só a nossa palavra que quebramos, mas destruímos o pacto de confiança estabelecido ali. Não é desonra só para o outro, mas principalmente para nós mesmos. Muitas pessoas acreditam que a confiança seja um Direito, não é. A confiança é um mérito que deve ser conquistado para que nos tornemos dignos dela. Confiança não se exige, pode-se pedir uma chance para demonstrar dignidade e por mérito conquistar a confiança de alguém. É possível que ouçamos alguém discursar que confia em nós, é bom desconfiar deste discurso; ninguém confia em ninguém gratuitamente, portanto se alguém que não te conhece profundamente disser que confia em você, duvide das intenções desta pessoa. Outro fato comum é que as pessoas queiram imputar aos outros a obrigação de confiar nelas. Caso haja envolvimento emocional, está ai um caso claro de chantagem emocional. Não se adquire confiança pelas palavras, mas pelas atitudes, se elas forem capazes de levantar dúvidas no outro, então é hora de rever as ações e caso haja desejo de resgatar a confiança será preciso mudá-las.
Em um relacionamento é mais comum que cada parte se preocupe mais em observar as atitudes do outro do que as próprias. Como desconfiança nunca surge do nada, vão surgindo pequenos indícios que vão gerando dúvidas nas ações do outro. Começam então os inquéritos, as perguntas que vão causando irritação. Logo após as explicações, ouvidas e digeridas, o período cessa, mas ressurge tão logo as atitudes “suspeitas” recomeçam. Ora, se sabemos que a confiança é um mérito, uma conquista e que as atitudes muitas vezes podem conduzir à desconfiança, porque não mudar de atitudes? A resistência para que estas mudanças ocorram reforçam as dúvidas e agrava a situação. Para entendermos melhor esta questão, vamos partir do princípio da conveniência. Que nos parece alguém com vestes e calçados brancos em meio a um grupo de médicos? Nos faz presumir que seja um médico também.
Imaginemos alguém vestido de terno e gravata em meio a banhistas em uma praia, seria uma atitude conveniente? Ou alguém trajando roupas de banho em pleno culto na igreja, seria uma atitude conveniente? Há conveniência para todas as situações, é preciso respeitá-las para que não incorramos em atitudes suspeitas e assim levantem dúvidas sobre o respeito devido ao outro. Como deve portar-se alguém que está envolvido em uma relação amorosa? Qual deve ser o comportamento de alguém casado, noivo ou mesmo enamorado? É óbvio que cada um procura preservar sua imagem diante do outro, trata de defender-se como pode, justificar-se, mas a última coisa que se faz é mudar de atitude. Quando vamos a um consultório médico, a pergunta inicial sempre é a respeito dos sintomas; se há febre, vômitos, frio, dores de cabeça. São os sintomas que podem identificar o mau funcionamento ou mesmo uma doença no organismo. Assim nas relações quando começam a surgir dúvidas ou suspeitas, ainda que não sejam verdadeiras, é preciso ver estes sinais como sintomas que denunciam que a relação adoeceu. É preciso cuidar dela, diagnosticar o problema com precisão e eliminá-lo. É mais fácil perder a confiança de alguém do que resgatá-la depois de perdida.

Leia mais sobre relacionamentos e a segunda parte deste artigo em Roda Cultural

Texto do escritor brasileiro Tony Casanova . Direitos Autorais reservados ao autor. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte dele, sem autorização expressa do autor, sob pena de infração ás Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos Autorais................................
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Loyalty Pact - Trust in relationships. [Tony Casanova]

Supposedly every relationship is reliable because the faithful covenant is implied acceptance of the compromise, but as I said, supposedly. This confidence pact is like consciousness, we all have, but we make it convenient. When the official marriage gives, "Mrs. so and so, accepts Mr guy as your lawful husband to honor him in health, sickness, wealth and poverty, in joy and in sorrow until death do us part .. .? It is "Yes" to seal the pact and is obviously not to say that loyalty is implicit in this alliance. Saying yes endeavor there in front of everyone present, our word that we will fulfill that promise, but life shows us that the word is one thing, in practice the reality is quite different.
    When we make a commitment and not honor, not only is our word that we break, but destroyed the confidence pact established there. Not only dishonor to the other, but mostly to ourselves. Many people believe that trust to be a law, it is not. Trust is a virtue that must be conquered in order to become worthy of it. Trust is not required, you can ask for a chance to show dignity and merit gain the confidence of someone. You may hear someone speak who trust us, it's good off this discourse; nobody trusts anybody free, so if someone who does not deeply know you say that you trust, doubt the intentions of this person. Another common fact is that people want to impute to others the obligation to trust them. If there is emotional involvement, is there a clear case of emotional blackmail. You do not buy trust by words but by actions, if they are able to raise doubts in the other, then it is time to review the actions and if there desire to rescue the confidence you need to change them.
     In a relationship is more common that each party worry more to observe the attitudes of other than their own. As distrust never comes out of nowhere, arise little clues that will generate doubts in the actions of the other. Then start the surveys, the questions that will cause irritation. Soon after the explanations, heard and digested, the period ends, but reappears as soon attitudes "suspicious" resume. Now, if we know that trust is a merit, and an achievement that attitudes can often lead to mistrust, why not change attitudes? The resistance to these changes occur reinforce the doubts and aggravates the situation. To better understand this issue, we presume convenience. What seems someone in robes and white shoes in the middle of a group of doctors? It makes us assume that a doctor too.
      Imagine someone suit and tie dress amid bathers on a beach, it would be a convenient attitude? Or someone wearing swimsuits in full church service, it would be a convenient attitude? It is convenient for all situations, we must respect them so they do not incur suspicious attitudes and thus raising doubts about the respect due to the other. How should behave someone who is involved in a relationship? What should be the one married behavior, boyfriend or lover? It is obvious that each seeks to preserve his image before the other, tries to defend itself as can be justified, but the last thing you do is change your attitude. When we go to a doctor's office, the initial question is always about the symptoms; if there is fever, vomiting, cold, headaches. Are the symptoms that can identify the malfunction or even a disease in the body. So in relationships when they start to be doubts or suspicions, even if they are not true, you need to see these signs as symptoms who report that the relationship fell ill. You need to take care of her, diagnose the problem accurately and eliminate it. It is easier to lose someone's trust than rescue her after lost.

        Read more about relationships and the second part of this article on Cultural Wheel

        Text Brazilian writer Tony Casanova. Copyright reserved to the author. The copying, collage, reproduction or disclosure of any kind in any medium, in whole or part without the express permission of the author, under penalty of infringement ace Brazilian Laws and International Protection of Copyright.
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Pacto de Fidelidad - La confianza en las relaciones. [A Tony Casanova]

Supuestamente cada relación es fiable porque el pacto fiel implica la aceptación del compromiso, pero como ya he dicho, supuestamente. Este pacto de confianza es como la conciencia, que todos tenemos, pero lo hacemos conveniente. Cuando el matrimonio oficial da, "la señora fulano de tal, acepta Sr. chico como su legítimo esposo en su honor en la salud, la enfermedad, la riqueza y la pobreza, en la alegría y en el dolor hasta que la muerte nos separe .. .? Se trata de "Sí" para sellar el pacto y obviamente no quiere decir que la lealtad está implícito en esta alianza. Decir que sí se esfuerzan allí, delante de todos los presentes, nuestra palabra de que vamos a cumplir esa promesa, pero la vida nos muestra que la palabra es una cosa, en la práctica, la realidad es bien diferente.
    Cuando hacemos un compromiso y no honramos, no sólo es nuestra palabra de que partimos, pero destruyeron el pacto de confianza establecido allí. No sólo deshonrar a la otra, pero sobre todo a nosotros mismos. Muchas personas creen que la confianza sea una ley, no lo es. La confianza es una virtud que debe ser conquistada para llegar a ser dignos de ella. La confianza no se requiere, usted puede pedir una oportunidad de mostrar la dignidad y el mérito ganar la confianza de alguien. Usted puede oír a alguien hablar que nos confían, es bueno fuera de este discurso; nadie confía en nadie libre, así que si alguien que no lo hace profundamente sabe usted dice que usted confía, dudar de las intenciones de esta persona. Otro hecho común es que la gente quiere imputar a otros la obligación de confiar en ellos. Si hay compromiso emocional, ¿hay un claro caso de chantaje emocional. Usted no compra la confianza con palabras sino con acciones, si son capaces de suscitar dudas en el otro, entonces es el momento de revisar las acciones y si hay deseo de rescatar la confianza que necesita para cambiarlos.
     En una relación es más común que cada parte se preocupe más que observar las actitudes de distinto al suyo. Como desconfianza nunca sale de la nada, surgen pequeñas pistas que van a generar dudas en las acciones del otro. A continuación, iniciar las encuestas, las preguntas que causarán irritación. Poco después de las explicaciones, escuchado y digerido, termina el período, pero vuelve a aparecer tan pronto actitudes curriculum vitae "sospechoso". Ahora, si sabemos que la confianza es un mérito, y un logro que las actitudes a menudo puede conducir a la desconfianza, ¿por qué no cambiar las actitudes? La resistencia a estos cambios ocurren reforzar las dudas y agrava la situación. Para entender mejor este tema, suponemos conveniencia. Lo que parece alguien con ropas y zapatos blancos en medio de un grupo de médicos? Nos hace suponer que un médico también.
      Imagínese traje y corbata a alguien vestido en medio de los bañistas en una playa, sería una actitud conveniente? O alguien que lleva trajes de baño en el servicio de la iglesia llena, sería una actitud conveniente? Es conveniente para todas las situaciones, hay que respetarlos por lo que no incurren en actitudes sospechosas y que plantea dudas acerca del respeto debido a los demás. ¿Cómo debe comportarse alguien que está involucrado en una relación? ¿Cuál debe ser el comportamiento casado, novio o amante? Es obvio que cada uno busca preservar su imagen antes que el otro, trata de defenderse como puede ser justificado, pero la última cosa que hacer es cambiar su actitud. Cuando vamos a la oficina de un médico, la pregunta inicial es siempre acerca de los síntomas; si hay fiebre, vómitos, frío, dolores de cabeza. Son los síntomas que pueden identificar el mal funcionamiento o incluso una enfermedad en el cuerpo. Así que en las relaciones cuando empiezan a surgir dudas o sospechas, incluso si no son verdaderas, usted necesita ver estos signos como los síntomas que indican que la relación se enfermó. Tienes que cuidar de ella, diagnosticar el problema con precisión y eliminarlo. Es más fácil perder la confianza de alguien que rescatarla después perdió.

        Lea más acerca de las relaciones y la segunda parte de este artículo en Rueda Cultural

        Texto escritor brasileño, Tony Casanova. Derechos de autor reservados al autor. La copia, collage, reproducción o divulgación de cualquier tipo en cualquier medio, total o parcialmente, sin el permiso expreso del autor, bajo pena de infracción as leyes brasileñas y Protección Internacional de los Derechos de Autor.

Fidelidade - O preço da traição. [Tony Casanova]


Qual o preço que se paga por ser infiel e será que realmente vale a pena pagar um valor tão alto apenas por uma aventura? Até que ponto é possível ocultar aventuras tidas fora ou até mesmo dentro de casa? Como sempre costumo fazer, principalmente abordando temas tão delicados e que interessam a muitas pessoas, não vou fazer aqui distinção de sexo, mas falarei para todos, afinal a traição nunca foi um privilégio masculino e em nossos tempos tornou-se tão comum entre homens e mulheres que seria injusto dirigir a matéria apenas aos homens.
Não vou dizer aqui o que é certo ou errado, cada um é dono das próprias escolhas e tem obrigação de conhecer suas consequências. Como todos somos adultos, não precisaremos alegar inocência no assunto ou culpar o outro pela traição que cometeu ou comete. Sinta-se à vontade ao ler este texto, ele não foi elaborado para tecer acusações, mas para esclarecer e ajudar na forma possível, aqueles que estão insatisfeitos com a sua situação conjugal. Vamos começar simulando uma situação corriqueira para quem está em matrimônio. Vamos imaginar juntos uma cena: Você na Igreja, mãos nas mãos do seu cônjuge, prestes a dizer o “Sim”. Antes desta palavrinha mágica existe um juramento de fidelidade que não se resume apenas à parte física do matrimônio, mas a todas as suas vertentes. “... Jura honrá-lo e amá-lo na pobreza e na riqueza, na saúde e na doença, na alegria e na tristeza até que a morte os separe?” “Sim”, ambos respondem. Neste momento vocês deram suas palavras, firmaram um compromisso diante de Deus, da Igreja e do Sacerdote de que seriam fiéis um ao outro. Mas tem muita gente pensando; - Eu não casei na Igreja, apenas no Civil ou estou morando junto. E dai? Não importa a situação, mas você tem alguém e por Dever de Honra, por Obrigação mesmo, deve respeitar o outro em qualquer circunstância. Casados na Igreja, no Cartório, Amancebados, Ajuntados, União Estável, Namorados, Ficantes. E dai? Você quer respeito e deve dar-se ao respeito.
Antigamente a suposta traição era deflagrada quando havia um colarinho manchado de batom, um perfume diferente na camisa, atrasos comuns na vinda do trabalho. Hoje estamos em épocas modernas e a traição também evoluiu. Se antes ligava-se marcando encontros furtivos, hoje já não é preciso. Existe o WhatsApp, o Messenger, O Facebook e tantas outras formas de comunicar-se e as conversas além de serem mais difíceis de serem flagradas , tem a vantagem da possibilidade de enviar fotos e vídeos. As vezes nem é preciso sair de casa, comete-se o ato ali mesmo, no conforto do lar. Estranho isso não é? Nem tanto. Faz parte da evolução humana. O maior problema encontrado na traição é que quem trai não aceita ser traído, ai o bicho pega! Meu avô brincava com a situação dizendo que chumbo trocado não dói. Mas deve doer pra dedel.

O preço da traição.

Em geral quem trai possuía uma vida matrimonial razoável e que não pretende abrir mão, seja pelo aspecto afetivo ou mesmo pelo conforto da estabilidade financeira. É fato comum aquele que
está traindo citar o nome do cônjuge com adjetivos, referindo-se ao outro como “ótima pessoa, responsável, amável e fiel” , mas então porque trair alguém assim? Ai está a pergunta cuja resposta não cabe a mim responder, mas por certo ou quem diz isso mente ou está apenas tentando amenizar a própria culpa demonstrando algum afeto pelo traído. Seja lá qual for a razão o preço por qualquer traição, vinda de quem for, é o mesmo; O fim do casamento e a dissolução da família. Dou uma parada aqui e pergunto: - Depois de ter lutado tanto, construído uma família sólida em relação de confiança, adquirido bens e conforto para todos, vale a pena jogar tudo pro alto em troca de prazer físico? Vale a pena destruir tudo que levou a vida construindo apenas pelo prazer de uma paixão que provavelmente durará bem menos do que se imagina? E o juramento feito, a palavra dada, o amor confesso, a família e o respeito, onde ficam? Perguntas que deixo para a reflexão dos que traem. Um forte abraço, que Deus os abençoe e harmonize teu lar. Até a próxima e se quiser, deixe seu comentário, serei grato em ter a sua opinião.

Texto do Escritor Brasileiro Tony Casanova. Direitos Reservados ao autor. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer espécie ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte dele sem autorização expressa do autor sob pena de infração ás Leis Brasileiras de Proteção aos Direitos Autorais.
Copy Right 2014 by Brazilian Writer Tony Casanova.

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Loyalty - The price of betrayal. [Tony Casanova]

What is the price one pays for being unfaithful and is it really worth paying so high a value only for an adventure? To what extent is it possible to hide adventures taken outside or even inside? As I always do, especially addressing such delicate topics that interest and many people will not do here regardless of sex, but I will speak for everyone, after all the betrayal was never a male privilege, and in our time has become so common among men and women would be unfair to direct the matter to men only.
     I will not say here what is right or wrong, everyone owns their own choices and have an obligation to meet its consequences. As we are all adults, we need not plead innocence in the matter or blame the other for the betrayal he has committed or commits. Feel at ease while reading this text, it is not designed to weave accusations, but to clarify and help as possible, those who are dissatisfied with their marital status. Let's start simulating a common situation for those in marriage. Let's imagine a scene together: You in Church hands in the hands of your spouse, about to say "Yes". Before this magic word exists an oath of allegiance that is not just the physical part of marriage, but all its aspects. "... Jura honor him and love him in poverty and wealth, in sickness and in health, in joy and sorrow till death do you part?" "Yes," both respond. At this time you gave your words, have entered into a commitment before God, the Church and the priest that they would be faithful to each other. But a lot of people thinking; - I did not get married in the church, just in Civil or am I living together. So what? No matter the situation, but you have someone Duty and Honor, by the same obligation, must respect the other under any circumstances. Married in the Church, the Clerk, Amancebados, assembled, Stable Relationship, Love, Dating. So what? You want respect and should give respect.
     Formerly the supposed treachery was triggered when there was a lipstick-stained collar, a different scent on the shirt, common delays from work. Today we are in modern times and betrayal also evolved. If before linking up scoring furtive encounters today is no longer accurate. There WhatsApp, Messenger, Facebook and so many other ways of communicating and conversations as well as being more difficult to be caught, have the advantage of the ability to send photos and videos. Sometimes it is not necessary to leave home, commits the act right there in the comfort of home. Strange is not it? Not so. It is part of human evolution. The biggest problem encountered in betrayal is that whoever accepts betrays not be betrayed, alas catches the worm! My grandfather played with the lead changed situation by saying that it does not hurt. But it must hurt like Dedel.
   
                                                The price of betrayal.

     In general who betrays had a reasonable marital life and you do not want to give up, is the affective aspect or even the comfort of financial stability. It is common fact that one
is cheating name the spouse with adjectives referring to each other as "good, responsible, loving and faithful," but then why cheat on someone like that? Ai is a question whose answer is not for me to answer, but right or who says it mind or are just trying to assuage their guilt by showing some affection betrayed. Whatever the reason the price for any betrayal of who is coming, is the same; The end of the marriage and the dissolution of the family. Take a break here and ask: - After having fought so hard, built a solid family trust, purchased goods and comfort for all it's worth throw it all away in exchange for physical pleasure? Worth destroying all that took their lives building just for the pleasure of a passion that will probably last a lot less than you think? And the oath, the word, confess love, family and respect, where they are? Questions I leave the reflection of who cheat. Sincerely, God bless them and harmonize your home. Until next time and if you want, leave your comment, be grateful to have your opinion.

     Text of the Brazilian writer Tony Casanova. Rights reserved to the author. Prohibited the copy, paste, reproduction or dissemination of any kind in any medium, of the whole or part without the express permission of the author under penalty notices Brazilian ace Laws to Protect Copyrights.
     Copy Right 2014 by Brazilian Writer Tony Casanova.

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Lealtad - El precio de la traición. [A Tony Casanova]

¿Cuál es el precio que uno paga por ser infiel y es lo que realmente vale la pena pagar tan alto valor sólo para una aventura? ¿Hasta qué punto es posible ocultar aventuras tomadas fuera o incluso dentro? Como siempre lo hago, abordando especialmente temas tan delicados que de interés y muchas personas no van a hacer aquí sin distinción de sexo, pero yo hablo en nombre de todos, después de todo la traición nunca fue un privilegio masculino, y en nuestro tiempo se ha vuelto tan común entre los hombres y mujeres sería injusto para dirigir el asunto a sólo los hombres.
     No voy a decir aquí lo que está bien o mal, todo el mundo es dueño de sus propias decisiones y tienen la obligación de hacer frente a sus consecuencias. Como todos somos adultos, no tenemos que suplicamos inocencia en el asunto o culpar al otro por la traición que ha cometido o comete. Siéntase a gusto mientras que la lectura de este texto, que no está diseñado para tejer acusaciones, pero para aclarar y ayudar como sea posible, a aquellos que no están satisfechos con su estado civil. Vamos a empezar la simulación de una situación común para aquellos en el matrimonio. Imaginemos una escena juntos: Usted en manos de la Iglesia en manos de su cónyuge, a punto de decir "Sí". Antes de esta palabra mágica existe un juramento de lealtad que no es sólo la parte física del matrimonio, pero todos sus aspectos. "... Jura le honra y le aman en la pobreza y la riqueza, en la salud y en la enfermedad, en la alegría y la tristeza hasta que la muerte los separe?" "Sí", ambos responden. En este momento te diste tus palabras, han entrado en un compromiso ante Dios, la Iglesia y el sacerdote que iban a ser fieles el uno al otro. Pero un montón de gente que piensa; - Yo no me caso en la iglesia, sólo en materia civil o estoy viviendo juntos. Así que lo que? No importa la situación, pero tienes a alguien deber y el honor, por la misma obligación, debe respetar al otro en ninguna circunstancia. Casado en la Iglesia, el secretario, Amancebados, ensamblado, relación estable, Amor, Novios. Así que lo que? Usted quiere respetar y debe dar respeto.
     Anteriormente la supuesta traición fue provocada cuando había un collar de lápiz de labios manchados, un olor diferente en la camiseta, los retrasos comunes de trabajo. Hoy estamos en los tiempos modernos y la traición también evolucionaron. Si antes de la vinculación anotando encuentros furtivos hoy ya no es exacta. Hay Whatsapp, Messenger, Facebook y tantas otras formas de comunicación y las conversaciones, además de ser más difícil de ser capturados, tienen la ventaja de la posibilidad de enviar fotos y vídeos. A veces no es necesario salir de casa, comete el acto allí mismo, en la comodidad del hogar. Extraño ¿no? No es así. Es parte de la evolución humana. El mayor problema que se encuentra en la traición es que quien acepta no traiciona ser traicionado, ¡ay capturas el gusano! Mi abuelo jugó con el plomo situación cambió al decir que no se pierde nada. Pero debe doler como Dedel.
   
                                                El precio de la traición.

     En general que traiciona tuvo una vida marital razonable y no quieren renunciar, es el aspecto afectivo o incluso la comodidad de la estabilidad financiera. Es un hecho común que uno
es el nombre de engañar al cónyuge con adjetivos referirse el uno al otro como "bueno, responsable, cariñoso y fiel", pero entonces ¿por qué engañar a alguien así? Ai es una pregunta cuya respuesta no es para mí responder, pero la derecha o que dice que la mente o están tratando de calmar su culpa, mostrando un poco de cariño traicionado. Cualquiera que sea la razón, el precio de cualquier traición de quien viene, que es lo mismo; El fin del matrimonio y la disolución de la familia. Tome un descanso aquí y pregunte: - Después de haber luchado tanto, construyó una sólida confianza de la familia, los bienes adquiridos y el confort para todos vale la pena un tiro todo por la borda a cambio de placer físico? Vale la pena la destrucción de todo lo que tuvo su edificio vidas sólo por el placer de una pasión que probablemente va a durar mucho menos de lo que piensas? Y el juramento, la palabra, confesar el amor, la familia y el respeto, donde están? Preguntas que salen de la reflexión de que hacer trampa. Atentamente, Dios los bendiga y armonizar su hogar. Hasta la próxima vez, y si quieres, deja tu comentario, estar agradecidos de tener su opinión.

     Texto de la escritora brasileña, Tony Casanova. Derechos reservados al autor. Prohibida la copia, pasta, reproducción o difusión de cualquier tipo en cualquier medio, de la totalidad o parte, sin la autorización expresa del autor bajo pena da cuenta de Leyes crack brasileño para proteger los derechos de autor.
     Copy Right 2014 por el escritor brasileño, Tony Casanova.