Verdades sobre o casamento. [Tony Casanova]


Até as décadas de 80 e 90 tudo ia muito bem com o matrimônio, apesar de já se perceber sinais de que haviam mudanças nos hábitos e que no futuro as coisas poderiam ser diferentes, mas nada que acentuasse a dimensão destas mudanças. A partir da década de 90 estas mudanças começaram a acontecer, lógico que esta cronologia não é exata, fatos isolados já ocorriam em outras épocas e que poderiam ser vistos como prenúncio do que estaria por vir. Ao analisarmos a situação da Instituição Matrimônio, esta que já foi publicada declarada “falida”, é preciso observarmos não só os prismas coletivos, mas também os individuais, afinal o casamento é constituído à dois, ou pelo menos era há alguns atrás. O esfarelamento de um casamento pode ser visto de várias formas, mas como de costume, usarei uma ilustração hipotética para dar ao leitor uma ideia de como acontece.
Supondo que você construiu uma casa. Fez uma base forte com alicerces seguros, usou material de primeira e ergueu a construção em solo firme. Conseguiu uma excelente e confortável morada e passou a habitá-la. Ao longo dos anos você deixou de fazer a manutenção da casa e aquele material de primeira começou a deteriorar, só que convenientemente você não substituiu os tijolos que dissolviam, apenas pôs mais uma camada de massa sobre eles e continuou a habitar a casa. Os tijolos continuaram a dissolver e contaminavam os outros que estavam próximos, em seguida o telhado envelheceu, o reboco começou a ceder, mas você convenientemente apenas via o problema e fazia promessas de providenciar os reparos. Sabia que seria um sacrifício providenciar a manutenção, gastaria horrores e perderia tempo. “Haviam outras prioridades”.
Ora, o matrimônio é continuação da vida, não mais a sós, mas tendo-a dividida com outro e muitas vezes com os filhos, que fazem parte direta da relação. Muitas vezes em uma relação somos bons demais em querer, mas péssimos em retribuir. Levamos a vida dentro da conveniência esquecendo que precisamos repor aquilo que se deteriora, que se dissolve ao longo dos anos. Evitamos fazer sacrifícios em função desta manutenção e apenas observamos a nossa construção ruir. Dentro de uma matrimônio é preciso ser solícito, agir em consenso e com muita coerência. Não é o nosso casamento, ele é do outro também. Não é a nossa vida apenas, mas também a do outro. Não é somente o que queremos, mas também o que o outro quer. Por vezes nosso egoísmo afunda por completo a nossa casa e nem nos damos conta porque estamos envoltos em conveniências.
O casamento é uma instituição basicamente de fé e o primeiro sinal da sua ruína é a perca deste crédito. Acreditarmos que casamos para ser felizes é esquecer que temos também a incumbência de tornar o outro feliz também. Obviamente se deixamos de abastecer o outro com o que antes oferecíamos, um dia também deixaremos de ter o que dele tínhamos e assim selamos o fim do compromisso firmado. Todas as conquistas de uma relação outrora próspera irão precisar de renovação, mas jamais virão novas conquistas se não renovarmos a relação que vivemos. Manutenção não é algo que seja esporádico, mas é permanente, contínuo e se não houver preocupações com ela, certamente em breve teremos ruínas em lugar de habitação. O casamento pode sim ser uma Instituição falida, como dizem muitos, mas ela é falida para aqueles que são incompetentes na sua administração. Para os egoístas que vivem em função da conveniência e que pensam em seus próprios interesses como prioridade. Não quero com esta afirmativa dizer que acredito no casamento como indissolúvel, jamais. Cito a incompetência para os casos daqueles que já contraem um matrimônio pensando na possibilidade da separação, naqueles que não enxergam nada mais além de si mesmos numa relação a dois e nos que colocam seus interesses à frente de qualquer outro. É possível estar bem casado sim, desde que se esteja preparado para olhar além do próprio umbigo e fazer pequenos esforços para promover a manutenção do matrimônio. No mais, sem este preparo, melhor é permanecer solteiro e curtir a vida sozinho.

Texto do Escritor brasileiro Tony Casanova – Direitos Autorais reservados ao autor. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer espécie ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte dele, sem autorização expressa do autor sob pena de infração ás Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual. O uso da presente obra sem respeito aos créditos devidos ao autor incorrem em Crime de Plágio.
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Truths about marriage. [Tony Casanova]

Until the 80's and 90 everything was fine with the marriage, although already seeing signs that had changes in habits and that in the future things could be different, but nothing to accentuate the extent of these changes. From the 90's these changes began to happen, logical that this chronology is not exact, isolated facts already occurred at other times and that could be seen as foreshadowing of what was to come. When analyzing the situation of the institution marriage, this once published declared "bankrupt", you need to look at not only the collective prisms, but also the individual, after marriage consists of two, or at least it was a few ago. The crumbling of a marriage can be seen in many ways, but as usual, I will use a hypothetical illustration to give the reader an idea of ​​what happens.
   Assuming you built a house. Made a strong base with secure foundations, used first material and erected the building on solid ground. Got a great comfortable house and started to inhabit it. Over the years you have left to do the maintenance of the house and that the first material began to deteriorate, only you do not conveniently replaced the bricks dissolved, just put another layer of dough on them and continued to inhabit the house. The bricks continued to dissolve and contaminated the others who were near, then aged the roof, the plaster began to give way, but you conveniently just saw the problem and made promises to provide the repairs. Knew it would be a sacrifice to provide maintenance, spend horrors and waste time. "There were other priorities."
   However, marriage is continuation of life, no longer alone, but having split with another and often with their children, that directly part of the relationship. Often in a relationship are too good to want, but lousy in return. It took convenience in life forgetting what we need to restore deteriorates, which dissolves over the years. Avoid making sacrifices this function in maintenance and just watch our building collapse. Within a marriage you have to be willing to act in consensus and with great consistency. It is not our marriage, it is the other also. It is not our only life, but also to the other. Not only what we want, but also what the other wants. Sometimes our selfishness sinks completely our home and we are not aware because we are steeped in conveniences.
    Marriage is an institution basically of faith and the first sign of their destruction is the loss of this credit. We believe that to be happy is married forget that we also have the responsibility to make each other happy too. Obviously if we fail to supply the other with what we offered before, the day also will no longer have what it had and so we sealed the end of the signed commitment. All the achievements of a once prosperous relationship will need renovation, but will never come new achievements to not renew the relationship which we live. Maintenance is not something that is sporadic, but is permanent, continuous and there are no concerns with her, surely we will soon have ruins in dwelling place. Marriage can be rather a bankrupt institution, as many say, but it was bankrupt for those who are incompetent in their administration. For selfish living due to the convenience and who think of their own interests as a priority. I do not want this statement to say that I believe in marriage as indissoluble, ever. I quote incompetence in cases of those who have contracted a marriage thinking about the possibility of separation, those who do not see nothing but themselves in relation to two and that put their interests ahead of any other. You can be happily married yes, provided you are prepared to look beyond the navel and make small efforts to promote the maintenance of marriage. In more without this preparation, best is to stay single and enjoy life alone.

    Brazilian Writer Text Tony Casanova - Copyright reserved to the author. The copying, collage, reproduction or disclosure of any kind in any medium, in whole or part without the express permission of the author under penalty of infringement ace Brazilian Laws and International Protection of Intellectual Property Rights. The use of this work without respect for due credit to the author incur Plagiarism Crime.

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Verdades sobre el matrimonio. [A Tony Casanova]

Hasta que de los 80 y 90 todo estaba bien con el matrimonio, aunque ya a ver señales que tenían cambios en los hábitos y que en el futuro las cosas podrían ser diferentes, pero nada para acentuar la magnitud de estos cambios. Desde los años 90 estos cambios comenzaron a ocurrir, lógico que esta cronología no es exacta, hechos aislados ya ocurrieron en otras ocasiones y que podrían ser vistas como presagio de lo que vendría. Al analizar la situación de la institución del matrimonio, esta vez publicado declaró "en bancarrota", usted necesita mirar no sólo los prismas colectivos, sino también a la persona, después del matrimonio se compone de dos, o al menos lo era hace unos pocos. El derrumbe de un matrimonio se puede ver en muchos aspectos, pero como de costumbre, voy a utilizar un ejemplo hipotético para dar al lector una idea de lo que sucede.
   Suponiendo que construyó una casa. Hecho una fuerte base con bases seguras, utilizado por primera vez el material y erigió el edificio en tierra firme. Conseguí una gran casa cómoda y empezó a habitarla. A través de los años que han dejado de hacer el mantenimiento de la casa y que el primer material comenzó a deteriorarse, sólo usted no sustituido convenientemente los ladrillos deshechos, sólo hay que poner otra capa de masa sobre ellos y continuaron a habitar la casa. Los ladrillos continuaron disolver y contaminan los otros que estaban cerca, que entonces tenía el techo, el yeso comenzó a ceder, pero a tan sólo vio el problema e hizo promesas para proporcionar las reparaciones. Sabíamos que iba a ser un sacrificio para proporcionar mantenimiento, pasar horrores y perder el tiempo. "Había otras prioridades".
   Sin embargo, el matrimonio es la continuación de la vida, ya no está solo, sino que haya dividido con otro y, a menudo con sus hijos, que parte directamente de la relación. A menudo, en una relación son demasiado bueno querer, pero pésimo a cambio. Tomó la comodidad en la vida olvidando lo que necesitamos para restaurar deteriora, que se disuelve en los últimos años. Evite hacer sacrificios esta función en el mantenimiento y simplemente ver nuestra derrumbe de un edificio. Dentro de un matrimonio que tiene que estar dispuesto a actuar en consenso y con gran consistencia. No es nuestro matrimonio, es también la otra. No es nuestra única vida, sino también a la otra. No sólo lo que queremos, sino lo que el otro quiere. A veces nuestro egoísmo se hunde por completo nuestra casa y nosotros no somos conscientes porque estamos inmersos en conveniencias.
    El matrimonio es una institución básicamente de la fe y la primera señal de su destrucción es la pérdida de este crédito. Creemos que para ser feliz se casamos olvidar que también tenemos la responsabilidad de hacer que el otro sea feliz también. Obviamente, si no somos capaces de suministrar el otro con lo que hemos ofrecido antes, el día también dejará de tener lo que tenía y lo que selló el final del compromiso firmado. Todos los logros de una relación una vez próspera necesitarán reformas, pero nunca llegarán nuevos logros de no renovar la relación que vivimos. El mantenimiento no es algo que es esporádica, pero es permanente, continua y no hay preocupaciones con ella, seguramente pronto tendremos ruinas en lugar de morada. El matrimonio puede ser más bien una institución en quiebra, como muchos dicen, pero estaba en bancarrota para aquellos que son incompetentes en su administración. Para una vida egoísta debido a la conveniencia y que piensen en sus propios intereses como una prioridad. No quiero que esta declaración para decir que creo en el matrimonio como indisoluble, nunca. Cito incompetencia en los casos de los que han contraído un matrimonio pensando en la posibilidad de la separación, los que no ven nada más que a sí mismos en relación con los dos y que ponen sus intereses por encima de cualquier otro. Puede estar casado felizmente sí, siempre y cuando esté dispuesto a mirar más allá del ombligo y hacer pequeños esfuerzos para promover el mantenimiento del matrimonio. En más sin esta preparación, mejor es quedarse sola y disfrutar de la vida solo.

    Escritor Texto brasileño de Tony Casanova - Copyright reservado al autor. La copia, collage, reproducción o divulgación de cualquier tipo en cualquier medio, total o parcialmente, sin el permiso expreso del autor bajo pena de infracción ace leyes brasileñas y Protección Internacional de los Derechos de Propiedad Intelectual. El uso de este trabajo sin respetar el debido crédito al autor incurrir en plagio Delito.

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