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Sos Terra | O planeta pede socorro. | Tony Casanova

Este mês, apesar dos atentados sofridos, a França recebe autoridades de todo mundo para o COP21 quando serão discutidas medidas para contenção do aquecimento global e apresentados estudos sobre os fenômenos naturais que ocorrem no planeta. O evento ocorrerá entre 30 de Novembro e 11 de Dezembro de 2015 e contará com a presença de diversos governantes mundiais. O que se espera desta vigésima primeira conferência global sobre fenômenos climáticos é que hajam menos discursos e mais ações efetivas, principalmente em Países como o Brasil.
Aparentemente um País tranquilo em relação aos fenômenos naturais que assolam os seus vizinhos como os Estados Unidos, o Brasil já teve mais razões para sustentar uma posição confortável em relação ao tempo, mas nas últimas décadas nossa bandeira verde e amarela vem sendo rasgada por fortes ventos e arrastada por enchentes cada vez mais potentes. A lógica dos especialistas é atribuir os fenômenos ao aquecimento global, desta forma deixamos o “homem” intocado em sua zona de conforto, como se ele não fosse responsável pelas mudanças atmosféricas e o aumento crescente e cada vez mais perigoso de fenômenos meteorológicos. O que fica muito claro são enormes fissuras nas políticas públicas de fiscalização e concessão de direitos, Leis Ambientais e privilégios de empresas privadas.
No Brasil, não muito diferente de algumas outras regiões do mundo que sofrem com as consequências da irresponsabilidade humana, não há uma política forte que fiscalize de maneira eficaz os desmatamentos, as queimadas, os assoreamentos, o lançamentos de rejeitos químicos nos leitos e a destruição de nascentes. Não há planos emergenciais seguros, apenas paliativos porque não existe nenhuma autoridade competente especificamente dedicada aos desastres naturais e sua prevenção. Tudo que temos é Defesa Civil. Um País cujas principais capitais possuem favelas construídas em áreas de riscos, grande parte das matas deu lugar a pastos, rios e nascentes são assoreadas, águas são poluídas e correm à céu aberto sem nenhum tratamento, o sistema de esgotamento sanitário da maioria das cidades é despejado no mar e cujas queimadas ainda são uma prática impune não ficaria fora dos fenômenos naturais.
Com uma localização privilegiada no globo, o Brasil pouco preocupou-se com os fenômenos naturais, afinal investir nesta área para que se não temos furacões, terremotos e tsunamis. O fato é que temos clima, semelhante a todo planeta e reunimos todas as condições miseráveis de destruição ambiental capazes de atrair para nós as piores manifestações climáticas da terra. O Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo e recentemente Minas Gerais são provas disto. O Governo brasileiro ainda não aprendeu com os Americanos que a maior arma contra os efeitos climatológicos do planeta é a prevenção. São eventos inevitáveis, mas que podem ter seus efeitos amenizados se houver uma política séria, eficaz e responsável para deter as mortes causadas por estes terríveis acontecimentos. Mas para isso é preciso menos discursos, menos apertos de mãos e maior investimento na área de meteorologia, na criação de planos de defesa, nas ações de amparo aos vitimados, na assistência aos que estão em risco iminente.
O Brasil tem condições de ter um dos maiores e melhores centros de prevenção e defesa de fenômenos naturais do mundo e tornar-se referência depois dos Americanos, mas infelizmente nossos investimentos, em plena crise, foram voltados para o oba-oba do Futebol nos padrões FIFA, onde uma enorme cratera negra consumiu Bilhões em recursos que hoje poderiam tirar o País do buraco.



Texto do Escritor brasileiro Tony Casanova. Direitos Autorais reservados. Proibida a cópia, colagem, reprodução total ou parcial de qualquer espécie ou divulgação em qualquer meio sem autorização prévia e expressa do autor. A violação destes Direitos constitui-se em crime previsto nas Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos Autorais e Propriedade Intelectual e está passiva de punição legal cabível de acordo com a Legislação em vigor.

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Sos Earth | The planet cries for help. | Tony Casanova

This month, in spite of sustained attacks, France gets everybody authorities for cop21 when measures will be discussed to global warming containment and presented studies on natural phenomena occurring on the planet. The event will take place between November 30 and December 11, 2015 and will be attended by several world leaders. What is expected of this twenty-first global conference on climate phenomena is that have fewer speeches and more effective action, especially in countries like Brazil.
Apparently a peaceful country in relation to natural phenomena plaguing its neighbors such as the United States, Brazil has had more reasons to support a comfortable position with respect to time, but in recent decades our green and yellow flag has been torn by strong winds and dragged by increasingly powerful floods. The logic of experts is to attribute the phenomena to global warming, so let the "man" untouched in your comfort zone, as if he was not responsible for atmospheric changes and the increasing and increasingly dangerous meteorological phenomena. What is very clear are huge cracks in public policy enforcement and allocation of rights, environmental laws and privileges of private companies.
In Brazil, not unlike some other parts of the world who suffer from the consequences of human irresponsibility, there is a strong policy to enforce effectively deforestation, fires, the silting, the release of chemical waste in the beds and destruction springs. There is no safe emergency plans, only palliative because there is no competent authority specifically dedicated to natural disasters and their prevention. All we have is civil defense. A country whose main capital cities have shantytowns built in risk areas, much of the forests gave way to grasslands, rivers and springs are silted, waters are polluted and run in the open air without any treatment, the sewage system of most cities is dumped at sea and whose fires are still an unpunished practice would not be out of natural phenomena.
With a prime location on the globe, Brazil is little concerned with natural phenomena, after all investing in this area for which we do not have hurricanes, earthquakes and tsunamis. The fact is that we have weather like every planet and gather all the miserable conditions of environmental destruction that can attract to us the worst climatic manifestations of the earth. The Rio de Janeiro, Santa Catarina, Sao Paulo and Minas Gerais recently are evidence of this. The Brazilian government has not learned from the Americans that the greatest weapon against the climatological effects of the planet is prevention. Events are inevitable, but that might have mitigated its effects if there is a serious political, effective and accountable to stop deaths caused by these terrible events. But this requires less speeches, less handshakes and greater investment in the area of ​​meteorology, the creation of defense plans, actions of support to victims, in assisting those who are in imminent danger.
The Brazil may be one of the biggest and best centers of prevention and defense of the world's natural phenomena and become reference after the Americans, but unfortunately our investment in crisis, were facing the hype Football in patterns FIFA, where a huge black crater consumed billion in resources that today could make the hole in the country.

Text Brazilian writer Tony Casanova. Copyright reserved. The copying, collage, total or partial reproduction of any kind or dissemination in any medium without prior written permission of the author. Violation of these rights constitutes a crime under Brazilian law and the protection of the International Copyright and Intellectual Property and is passive legal punishment applicable according to the legislation in force.

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Sos la Tierra | El planeta gritos de ayuda. | De Tony Casanova

Este mes, a pesar de los ataques sufridos, Francia obtiene las autoridades a todos por cop21 cuando se discutirán medidas para la contención del calentamiento global y los estudios sobre los fenómenos naturales que ocurren en el planeta presentan. El evento tendrá lugar del 30 de noviembre y 11 de diciembre, 2015 y contará con la presencia de varios líderes mundiales. ¿Qué se espera de esta vigésimo primera conferencia mundial sobre los fenómenos climáticos es que tienen menos discursos y una acción más eficaz, sobre todo en países como Brasil.
Al parecer, un país pacífico en relación con los fenómenos naturales que asolan sus vecinos, como Estados Unidos, Brasil ha tenido más razones para apoyar una posición cómoda con respecto al tiempo, pero en las últimas décadas nuestra bandera verde y amarillo ha sido desgarrado por fuertes vientos y arrastrado por las inundaciones cada vez más potentes. La lógica de los expertos es atribuir el fenómeno al calentamiento global, así que el "hombre" sin tocar en su zona de confort, como si él no era responsable de los cambios atmosféricos y los fenómenos meteorológicos cada vez más y cada vez más peligrosas. Lo que es muy claro son enormes grietas en la aplicación de las políticas públicas y la asignación de los derechos, leyes ambientales y privilegios de las empresas privadas.
En Brasil, no a diferencia de otras partes del mundo que sufren las consecuencias de la irresponsabilidad humana, hay una política fuerte para hacer cumplir efectivamente la deforestación, los incendios, la sedimentación, la liberación de residuos químicos en los lechos y destrucción manantiales. No hay planes de emergencia de seguridad, solamente paliativas porque no hay autoridad competente dedicado específicamente a los desastres naturales y su prevención. Todo lo que tenemos es la defensa civil. Un país cuyo principal capital de las ciudades han chabolas construidas en zonas de riesgo, la mayor parte de los bosques dio paso a praderas, ríos y manantiales se enarenado, las aguas están contaminadas y correr al aire libre sin ningún tipo de tratamiento, el sistema de alcantarillado de las ciudades es vertidas al mar y cuya incendios son todavía una práctica sin castigo no estaría fuera de los fenómenos naturales.
Con una ubicación privilegiada en el mundo, Brasil es poco preocupado con los fenómenos naturales, después de todo, la inversión en esta área para los que no disponemos de huracanes, terremotos y tsunamis. El hecho es que tenemos tiempo como cada planeta y reunimos todas las condiciones miserables de la destrucción del medio ambiente que pueden atraer a nosotros las peores manifestaciones climáticas de la tierra. El Río de Janeiro, Santa Catarina, Sao Paulo y Minas Gerais recientemente son prueba de ello. El gobierno brasileño no ha aprendido de los norteamericanos que la mejor arma contra los efectos climatológicos del planeta es la prevención. Los eventos son inevitables, pero que podrían haber mitigado sus efectos si existe un grave muertes políticas, eficaces y responsables para detener causadas por estos terribles acontecimientos. Pero esto requiere menos discursos, menos apretones de manos y una mayor inversión en el área de la meteorología, la creación de planes de defensa, acciones de apoyo a las víctimas, en ayudar a los que están en peligro inminente.
El Brasil puede ser uno de los mayores y mejores centros de prevención y defensa de los fenómenos naturales del mundo y convertirse en referencia después de los estadounidenses, pero por desgracia nuestra inversión en crisis, se enfrenta el fútbol bombo en los patrones FIFA, donde un enorme cráter negro consume millones de dólares en recursos que hoy podría hacer el agujero en el país.

Texto escritor brasileño, Tony Casanova. Derechos de autor reservados. La copia, el collage, la reproducción total o parcial de cualquier tipo o difusión en cualquier medio sin permiso previo y por escrito del autor. La violación de estos derechos constituye un delito según la legislación brasileña y la protección de la Internacional de Autor y Propiedad Intelectual y es castigo legal pasiva aplicables según la legislación vigente.

Cidadania - Defina-se: Útil, inútil ou nocivo. [Tony Casanova]


Em sucessivas matérias venho falando de comportamento humano, da complexidade da sua natureza e da diversidade dos seus sentimentos. Hoje eu gostaria de falar da Existência Humana e sua Utilidade. Aqui temos como Existência o período a que chamamos de Vida, compreendido desde que o indivíduo nasce até a sua morte. O que chamo de utilidade é o conjunto de ações desenvolvidas ao longo da existência humana. É óbvio que não estamos isolados no mundo e que existem opções que podem definir o que socialmente representamos nele. Nossas atitudes revelarão se somos úteis, inúteis ou socialmente nocivos. Vamos então a algumas classificações importantes da utilidade:

Utilidade Familiar. Cada indivíduo é oriundo de uma família e nela desenvolve ações que podem ou não beneficiá-la. Distinguimos família porque é o conjunto de indivíduos formados a partir da mesma genealogia, assim pertencem a um meio comum. Cada membro deve procurar desenvolver suas ações visando o benefício de todos e desta forma comprovar sua utilidade dentro do grupo.
Utilidade Cidadã. Neste caso a utilidade já não se restringe apenas ao meio familiar, mas vários grupos familiares que compõe um grupo social, ou seja, a sociedade. Esta sociedade pode vir a ser os moradores da sua rua, do seu bairro, sua cidade ou País. Enquanto cidadãos devemos ser úteis à sociedade preservando e garantindo sua manutenção sem prejuízos através de ações éticas e morais.
Utilidade Universal. Reconhecidamente todo Ser Humano já nasce na condição de Cidadão do Mundo, este planeta chamado Terra e que nos acolhe desde nosso nascimento. Independente da Nacionalidade, todos somos cidadãos de uma enorme sociedade composta por todos os indivíduos de todas as famílias existente no planeta. Cabe a cada um de nós zelarmos pela Pátria Maior e seus moradores, cumprindo nossos Deveres e Obrigações e respeitando os Direitos de cada um.

Não acredito que haja sensação pior para um ser humano que a inutilidade. Mas pior que ser um cidadão inútil é ser um cidadão nocivo. Há sempre algo que podemos fazer pela nossa família, pelos vizinhos, pelos colegas, pelo mundo. Durante o percurso da vida buscamos capacitação e muitas vezes esta capacitação visa somente o interesse da nossa própria manutenção, mas existe um mundo lá fora, além dos muros da nossa casa que precisa de pessoas úteis e capacitadas para fazer algo por ele. Há também ações práticas e cidadãs como exercitar bons hábitos a exemplo da separação e reciclagem do lixo doméstico, a economia e reaproveitamento de água, a prática de acondicionar lixo nos locais corretos sem dispensá-lo nas ruas, o uso econômico da energia elétrica, o respeito ao período de descanso evitando a utilização de equipamento sonoro em volume acima do permitido e que possa causar desconforto aos demais, enfim uma vastidão enorme de práticas que garantem a todos uma convivência pacífica e respeitosa, assegurando benefícios para todos.
Por vezes somos tomados por um egoísmo infundado e nos tornamos inúteis socialmente, mas isto não quer dizer que não possamos retomar nossas ações e nos tornarmos úteis. Tudo depende das escolhas que fizermos e das atitudes que tomarmos, assim virão os resultados das nossas práticas. Todos temos um papel social a cumprir e nos isentarmos dele além de não ajudar em nada, pode trazer sérias consequências para todos. Não nascemos apenas para usufruir, para ter e consumir, mas para zelar, manter e preservar.

Texto do Escritor brasileiro Tony Casanova – Direitos Autorais reservados ao autor. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer espécie ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte dele, sem autorização expressa do autor sob pena de infração ás Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual. O uso da presente obra sem respeito aos créditos devidos ao autor incorrem em Crime de Plágio.

Terra - O planeta dos Macacos. [Tony Casanova]


Apesar de ser uma espécie animal, o Homo Sapiens ou Ser Humano é dotado de inteligência, capacidade de raciocínio e pensamento, fato que o torna Racional entre as outras espécies animais. Não que deixamos de possuir instintos, mas o pensamento é o grande regente das nossas ações e um divisor de águas para o Homem. Ser assim pode dar uma certa sensação de superioridade diante dos outros, mas é justamente por sentir-se superior que muitas vezes o Homem torna-se irresponsável. Independente da sua condição privilegiada, o Homem também é dependente de abrigo e proteção como todos os animais. Cavernas, arbustos ou casas, todos possuem seu habitat e de forma leviana, muitas vezes as ações humanas demonstram sua ignorância de que todos os habitats estão contidos em um só; o Planeta Terra.
Habituado a viver em bandos, o Homem tende a socializar-se com a diversidade de grupos existentes no planeta, mas ainda falta muito para que deixemos de ser indivíduos e assumamos a posição de cidadãos. Ainda somos presos ao que beneficia ao nosso próprio bando e esquecemos de pensar no benefício dos grupos. Colocadas as fronteiras que delimitam a Geografia das Nações, ficamos detidos nas nacionalidades e esquecemos que somos cidadãos do mundo. Não pertencemos exclusivamente a um território, um distrito ou um País, somos do mundo e Cuidar do mundo é nosso dever, nossa responsabilidade. Há no Ser Humano algo ainda maior que o mundo em que ele vive; sua ganância. O Homem quer bem-estar, conforto, modernidade e para isso não mede esforços.
Infelizmente a ambição humana é milenar e em nossos dias parece não ter freio. Os grandes contribuintes para a devastação ambiental são os grandes conglomerados empresariais que teimam em construir e destruir o meio ambiente, em derrubar a flora e devastar toda uma cadeia que sobrevivia ali. A explicação é simples: Quem liga para alguns animais quando está em jogo o conforto e o bem estar do poderoso Ser Humano? A ordem é construir mesmo que tenhamos que derrubar florestas e montanhas, desviar rios ou invadir mares. A visão é o lucro do empreendimento, fala-se até em geração de emprego e renda, impostos locais e melhoria da qualidade de vida do ocupantes e da população local. A que preço? Não importa! Que importa quantos animais morrerão, quantos serão expulsos do seu habitat, quantos serão extintos. Quando virem as enchentes resolveremos. Quando mudar o clima daremos um jeito.
Mas porque tudo isto ocorre com tantas autoridades ambientais existentes? Mais uma vez digo, infelizmente ainda somos cegos quanto aos prejuízos que estamos tendo porque só miramos nos lucros dos investimentos. É uma forma infeliz de constatarmos que não somos competentes para administrar o mundo em que vivemos e agimos de forma irresponsável movidos pela ambição e a certeza de lucros fartos. Pensamos nos humanos e esquecemos que não somos os únicos a viver neste planeta. Por conta da nossa irresponsabilidade muitas vidas humanas são ceifadas de forma direta ou indireta devido ás ações que interferem no meio ambiente. Quem promove a devastação é capaz de defender seu investimento com unhas e dentes, dispostos a tudo para não perder dinheiro, mas são incapazes de defender a Fauna e a Flora com tanto afinco. A conta quem paga somos todos nós juntamente com os animais que consideramos irracionais e mais o restante do Planeta.

Texto do escritor brasileiro Tony Casanova . Direitos Autorais reservados ao autor. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte dele, sem autorização expressa do autor, sob pena de infração ás Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos Autorais.