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Artes Cênicas | A influência da vida na Arte | Tony Casanova

 "A vida imita a Arte", escreveu o Dramaturgo, escritor e poeta Irlandês Oscar Wilde (1854 - 1900) em Pena, pincel e veneno.  A frase tornou-se célebre e produziu uma discussão interminável em torno da seguinte questão: - Seria mesmo que a vida imita a Arte, como disse Oscar Wilde ou é a Arte que imita a vida?
   Eu obviamente não tenho a resposta. Seria muito pretensioso da minha parte fornecer uma opinião e deixá-la como  definitiva. Além disso por que por um fim em um inquérito tão produtivo? São estes questionamentos que nos trazem luz e mostram prismas diferentes acerca das questões. Pensar nos tira a mente do gelo da preguiça, estejam certos disso. Vamos então observar de perto uma Arte Secular, apreciada por todos nós de qualquer idade: As Artes Cênicas. Do ponto de vista social eu considero esta a forma de Arte mais abrangente em torno dos artistas e vou além dizendo o óbvio; ela é uma Arte de equipe.          Enquanto a Literatura tem em seu cenário criativo a figura solitária do escritor, nas Artes Cênicas é preciso um trabalho envolvendo diversos artistas, excetuando-se as peças solitárias, os monólogos, tudo é feito por uma equipe sincronizada com a mesma peça criada. Para nos aproximarmos do nosso tema central e falarmos sobre a influência da vida nas Artes Cênicas, vou abordar um assunto que para muitos é desconhecido, mesmo porque apreciamos com tanto deslumbramento o trabalho pronto que não reparamos em como ele foi feito. Vamos a este ponto.

A construção dos Personagens

   Quando estamos assistindo um filme no cinema, uma novela na televisão ou mesmo uma peça no teatro, percebemos como os personagens são tão parecidos com muita gente que conhecemos na vida real. Muitas vezes a semelhança é tanta que chegamos a ficar confusos. Sempre nos passa despercebidos aquela frase longa exposta no começo ou final das tramas que diz; "Esta é uma obra de ficção. Qualquer semelhança com fatos ou pessoas terá sido mera coincidência" , mas este texto é exatamente para que os personagens ou as estórias não sejam confundidos com a realidade. Esta semelhança que nos confunde é causada pelo chamado "Laboratório" , um estudo de fatos e pessoas reais que serve como forma de agregar valores aos personagens. Cada ator faz um laboratório de acordo com a situação que será exposta em cena, buscando gírias, gestos, trejeitos, bordões, comportamentos, enfim tudo que possa ser usado para dar vida a um personagem em cena. 
   É a partir deste laboratório que afirmo, em minha parca opinião, na posição de amante eterno de toda e qualquer forma de Arte, "A Arte imita a vida" e também, como disse Oscar Wilde; "A vida imita a Arte".  Digo ainda mais, se me permitem, "Todo artista é um espectador da vida".  Apesar de muitos artistas não se derem conta e não levarem muito a sério o laboratório, não é minha a afirmação de que um laboratório perfeito constrói personagens perfeitos e consequentemente agrega valores ao trabalho de todo artista. É importante estudarmos minuciosamente o ser humano, seu habitat, suas rotinas e suas adversidades para compormos um bom personagem e que aleluia, haja confusão na mente de quem assiste, quando este confunde a Arte com a realidade.
    A construção de personagens e o laboratório não são um privilégio apenas dos artistas cênicos, mas principalmente dos artistas literários. A Literatura também é beneficiada por esta ferramenta de agregação de valores e pode tornar-se um divisor de águas se for bem manuseada. Ainda que toda criação pareça vir do nada, mas ela tem seu ponto de origem e o botão disparador da inspiração é exatamente aquele laboratório que fizemos ao longo da vida sem nos dar conta e que eclode quando temos a inspiração de um texto. Saravá meus amigos artistas, atores, atrizes, escritores e escritoras, que continuemos ilustrando a vida nos nossos sonhos e permitindo a Arte imitar a vida.

  Texto do escritor brasileiro Tony Casanova. Todos os Direitos Reservados. É permitido o compartilhamento para sites ou redes sociais desde que o texto, o crédito e imagens utilizadas nele não sejam alterados, devendo assim ser todos mantidos na íntegra.    Não é permitida a alteração de nenhuma parte contida aqui, a saber, texto, imagem ou crédito através de cópia seguida de colagem, divulgação fracionada desautorizada, reprodução do todo ou parte dele sem que haja garantias de preservação dos Direitos do autor.   Os Direitos Autorais são assegurados por Legislação Nacional e Internacional de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual e qualquer desrespeito será considerado crime previsto e passivo das medidas legais cabíveis.
   Tony Casanova é autor dos livros
Panorama das Artes (Clube de Autores e Livraria Amazon) – E-book e Impresso
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   Performing Arts | The influence of life in Art | Tony Casanova

   "Life imitates art," wrote the playwright, writer and poet Oscar Wilde Irish (1854 - 1900) in pen, brush and poison. The phrase became famous and produced a long discussion around the following question: - it would be that life imitates art, as Oscar Wilde said or is it art imitating life?
   I obviously do not have the answer. It would be very pretentious of me to give an opinion and leave it as definitive. Also why put an end to an inquiry as productive? These are questions that bring us light and show different perspectives on the issues. Think of the mind takes the ice laziness, be assured of that. Let us closely observe a secular art, appreciated by all of us at any age: The Performing Arts. From the social point of view I consider this the most comprehensive form of art around the artists and go beyond stating the obvious; it is a team of Art. While the literature has in its creative scene the solitary figure of the writer, in the Performing Arts is need a job involving several artists, except for the lonely pieces, monologues, everything is done by a synchronized team with the same piece created. To get closer to our main theme and talk about the influence of life in the Performing Arts, I will address a subject that for many is unknown, because even enjoyed with both wonderment work ready to do not notice how it was done. Let this point.

The construction of Characters

   When we are watching a movie in the cinema, a soap opera on television or even a play at the theater, we see how the characters are so like a lot of people we know in real life. Often the similarity is so great that we got to be confused. Always passes unnoticed in exposed that long sentence at the beginning or end of the plots that says; "This is a work of fiction. Any resemblance to events or persons is entirely coincidental," but this text is exactly the characters and the stories are not confused with reality. This similarity confuses us is caused by so-called "laboratory", a study of real facts and people that serves as a way to add value to the characters. Each actor does a laboratory according to the situation that will be exposed on the scene, seeking slang, gestures, mannerisms, catchphrases, behavior, everything that can be used to give life to a character in the scene.
   It is from this lab to say, in my meager opinion, the eternal lover position of any form of art, "Art imitates life" and also, as Oscar Wilde said; "Life imitates art". I say further, if I may, "Every artist is a spectator of life." While many artists do not they realize and not too take seriously the laboratory, it is not mine to claim that a perfect laboratory builds perfect characters and consequently adds value to the work of every artist. It is important to thoroughly study the human being, their habitat, their routines and their odds to compose a good character and hallelujah, there is confusion in the minds of those who watch, when it confuses art with reality.
    The construction of characters and the lab are not just a privilege of performing artists, but mainly literary artists. Literature is also benefited by this values ​​aggregation tool and can become a watershed if properly handled. Although all creation seems to come from nowhere, but it has its point of origin and the shutter button is exactly the inspiration that laboratory we made lifelong without realizing and that breaks out when we got the inspiration from a text. Saravá my friends artists, actors, actresses, writers and writers who continue illustrating life in our dreams and allowing the art to imitate life.

  Text Brazilian writer Tony Casanova. All rights reserved. It allowed for the sharing sites or social networks since the text, credit and images used in it are not changed, so should all be kept in its entirety. It is not allowed to change any part contained herein, namely, text, image or credit through then collage copy unauthorized fractional disclosure, reproduction in whole or part without preservation of guarantees of the author's rights. Copyrights are provided by National Legislation and International Protection of Intellectual Property Rights and any breach will be considered provided crime and liabilities of the legal action.
   Tony Casanova is author of the books
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   Artes escénicas | La influencia de la vida en el arte | tony Casanova

   "La vida imita al arte", escribió el dramaturgo, escritor y poeta irlandés Oscar Wilde (1854-1900) en pluma, pincel y veneno. La frase se hizo famosa y produjo una larga discusión en torno a la siguiente pregunta: - sería que la vida imita al arte, como dijo Oscar Wilde o se trata de arte imitando a la vida?
   Yo, obviamente, no tengo la respuesta. Sería muy pretencioso de mi parte dar una opinión y dejarlo como definitiva. También por qué poner fin a una investigación lo más productivo? Estas son las preguntas que nos traen la luz y mostrar diferentes perspectivas sobre los temas. Piense en la mente toma la pereza de hielo, puede estar seguro de eso. Observemos de cerca un arte secular, apreciado por todos nosotros a cualquier edad: las artes escénicas. Desde el punto de vista social Considero que esta es la forma más amplia del arte en torno a los artistas e ir más allá de lo obvio; es un equipo de arte. Mientras que la literatura tiene en su escena creativa de la solitaria figura del escritor, en las artes escénicas es necesario un trabajo que implica varios artistas, a excepción de las piezas solitarias, monólogos, todo está hecho por un equipo sincronizado con la misma pieza creada. Para acercarse más a nuestro tema principal y hablar acerca de la influencia de la vida en las artes escénicas, me referiré a un tema que para muchos es desconocida, porque incluso disfrutado tanto con el trabajo listo para asombro no se dan cuenta cómo se ha hecho. Deje este punto.

La construcción de caracteres

   Cuando estamos viendo una película en el cine, una telenovela en la televisión o incluso una obra de teatro en el teatro, vemos cómo los personajes son tan parecidos a una gran cantidad de personas que conocemos en la vida real. A menudo, la similitud es tan grande que llegamos a ser confundido. Siempre pasa desapercibido en la vista que a largo frase al comienzo o al final de las parcelas que dice; "Se trata de una obra de ficción. Cualquier parecido con personas o eventos es pura coincidencia", pero este texto es exactamente los personajes y las historias no se confunden con la realidad. Esta semejanza confunda nosotros es causada por el llamado "laboratorio", un estudio de los hechos y personas reales que sirve como una manera de añadir valor a los personajes. Cada actor hace un laboratorio de acuerdo a la situación que se expone en la escena, en busca de argot, gestos, gestos, frases, comportamiento, todo lo que se puede utilizar para dar vida a un personaje de la escena.
   Es a partir de este laboratorio decir, en mi pobre opinión, la posición eterno amante de cualquier forma de arte, "El arte imita a la vida", y también, como dijo Oscar Wilde; "La vida imita al arte". Digo más, si me lo permite, "Todo artista es un espectador de la vida." Mientras que muchos artistas no se dan cuenta y no demasiado toman en serio el laboratorio, no es mío para afirmar que un laboratorio perfecto construye personajes perfectos y por lo tanto añade valor a la obra de cada artista. Es importante estudiar a fondo el ser humano, su hábitat, sus rutinas y sus posibilidades para componer un buen carácter y aleluya, hay confusión en las mentes de aquellos que ven, cuando se confunde el arte con la realidad.
    La construcción de los personajes y el laboratorio no son sólo un privilegio de los artistas, pero sobre todo artistas literarios. La literatura también se ve beneficiado por esta herramienta valora la agregación y puede convertirse en un punto de inflexión si se maneja adecuadamente. A pesar de toda la creación parece venir de ninguna parte, pero tiene su punto de origen y el botón de disparo es exactamente la inspiración de ese laboratorio que hizo toda la vida sin darse cuenta y que se desata cuando nos dieron la inspiración de un texto. SARAVA mis amigos artistas, actores, actrices, escritores y escritores que siguen ilustran la vida en nuestros sueños y permitiendo que el arte imita a la vida.

  Texto escritor brasileño, Tony Casanova. Todos los derechos reservados. Se permitió a los sitios para compartir o redes sociales desde el texto, el crédito y las imágenes que se utilizan en ella no se cambian, por lo que todos deben tener en su totalidad. No está permitido cambiar cualquier parte contenida en el mismo, a saber, texto, imagen o crédito a través de la divulgación fraccionada a continuación, la copia no autorizada del collage, la reproducción total o parcial sin la preservación de las garantías de los derechos del autor. Los derechos de autor son proporcionados por la legislación nacional y la Protección Internacional de los Derechos de Propiedad Intelectual así como la lesión se tendrán en cuenta siempre la delincuencia y pasivos de la acción legal.
   Tony Casanova es autor de los libros
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Crítica | O que acontece com a televisão brasileira | Tony Casanova

A televisão brasileira atravessa uma grave crise e vive seus dias de agonia e extrema pobreza de programação. Após o sumiço da grade de bons filmes, as emissoras brasileiras cansam o público com programações repetitivas e desgastantes, empurrando o público cada vez mais para a internet. As duas emissoras que dominam o mercado com os primeiro e segundo lugares de audiência vem apostando na mesmice e promovendo homéricas derrapadas com a inclusão de realitys shows sem graça em substituição aos filmes. Ao que parece trata-se de uma questão orçamentária, tendo em vista a quantidade de repetições de séries e filmes americanas adquiridos em pacotes de décadas passadas.
A Rede Globo de Televisão que sutentava sua audiência com suas novelas já enfrenta dificuldades de manter o telespectador ligado e por errar pesando a mão na quantidade de telenovelas apresentadas. Hoje a programação da “Vênus Platinada” resume-se a programas insossos de variedades, telejornais e telenovela, sobrando espaço para filmes apenas na madrugada, após os Talk Shows, filmes que diga-se de passagem já foram repetidos dezenas de vezes na mesma emissora. A antiga programação da manhã onde as crianças reuniam-se para boa programação já não existe, à tarde ficou pior pela exibição de repetecos de novelas e uma sessão da Tarde tão pobre que dá sono, mas a coisa fica feia é à noite quando vem uma novela atrás da outra. Nos finais de semana o telespectador prefere acessar a internet por extrema falta do que assistir porque as opções são magras.
O SBT investiu também em Dramas enlatados do México, como faz a anos e considera isso ótimo por estar a séculos em segundo lugar. Mal sabem que bem poderiam estar em primeiro se explorassem aquilo que a Globo vem desprezando. Apesar da quantidade de filmes no SBT ser maior qua a da Globo, as repetições são evidentes. Há filmes que já foram repetidos dezenas de vezes, o que demonstra a pobreza absoluta da televisão brasileira. Os Stand Up Comedy também estão presentes na emissora, infelizmente e com muito mau gosto nas piadinhas sem graça dos apresentadores que vibram por fazer meia-dúzia de telespectadores darem risadas, mas esquecem que Humor é coisa séria e fazer rir não é para qualquer um, muito menos bater audiência. Se hoje a Globo é batida na audiência em algumas vezes não é por competência de quem a vence, mas por falta de visão da própria emissora que dá uma derrapada atrás da outra. O público assiste o menos pior por falta de opção melhor.
As demais emissoras nem se fala. Estas se dão ao luxo das apelações que muitas vezes são vergonhosas. Há quem orgulhe-se por conseguir X pontos de audiência, dando-se por contente, mas o fato é que falta visão para produzir melhor aquilo que já se faz e principalmente respeitar o gosto de quem está com o controle remoto nas mãos. Certas programações são tão fracas, tão sem qualidade que pode-se considerar como acinte à inteligência do telespectador. O que não consigo entender é como os anunciantes insistem em colocar suas marcas, serviços e produtos em programações tão sem sal. Lembro-me com saudades dos tempos em que havia um cuidado, um zelo primoroso na escolha dos programas e eles acertavam em cheio o gosto do espectador. Havia programação infantil de qualidade, não o que se apresenta hoje, tempos em que crianças eram tratadas como crianças, adolescentes idem e adultos como adultos. Havia respeito e seriedade no que se exibia. Tinha uma preocupação com a qualidade e não o compromisso com a quantidade. Uma época de ouro da televisão brasileira, época que a consagrou como uma das melhores do mundo. Recentemente sabendo do sucesso da telenovela Mil e Uma Noites exibida pela rede Bandeirantes e que bateu a audiência Global e notando o fracasso de Velho Chico, é fácil perceber a pobreza na qualidade da nossa televisão.



Texto do Escritor brasileiro Tony Casanova. Direitos Autorais reservados. Proibida a cópia, colagem, reprodução total ou parcial de qualquer espécie ou divulgação em qualquer meio sem autorização prévia e expressa do autor. A violação destes Direitos constitui-se em crime previsto nas Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos Autorais e Propriedade Intelectual e está passiva de punição legal cabível de acordo com a Legislação em vigor.
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critical | What happens with the Brazilian television | Tony Casanova

crisis and lives his days of agony and extreme poverty programming. After the disappearance of the good movies grid, Brazilian broadcasters tire the audience with repetitive and stressful schedules, pushing the public increasingly to the internet. The two stations that dominate the market with the first and second hearing of places is betting on sameness and promoting Homeric derrapadas with the inclusion of Reality shows bland replacing the movies. Apparently this is a budgetary issue, given the amount of repetitions of series and American films acquired in past decades packages.
The Globo TV network that sutentava his audience with his novels already struggling to keep on viewer and wrong weighing a hand in the amount of soap operas presented. Today the program of "Venus platinum" comes down to bland variety programs, news programs and soap operas, leaving room for movies in the morning after the talk shows, movies that tell the way have been repeated dozens of times in the same station . The old programming morning where children gathered to good programming no longer exists, the afternoon got worse for displaying novels replays and such a poor afternoon session that gives sleep, but it gets ugly is at night when comes a novel after another. On weekends the viewer prefers to access the internet than watching extreme lack because the options are slim.
SBT also invested in canned Dramas Mexico, as does the years and considers it to be great centuries in second place. Little do they know that might as well be first to explore what the Globe is despising. Despite the amount of films in SBT be higher qua the globe, the repetitions are evident. There are films that have already been repeated dozens of times, which shows the absolute poverty of Brazilian television. The Stand Up Comedy are also present in the station, unfortunately with very bad taste in jokes dull presenters that vibrate to make half a dozen viewers give laughter, but forget that humor is a serious thing and make you laugh is not for everyone, much less beat audience. If today the globe is hit in the audience it is sometimes not a competence of who wins, but for lack of vision of one's station that gives a barrel roll after another. The audience watches the least worse for lack of a better option.
The other stations or talking. These have the luxury of appeals that are often shameful. Some pride by getting X rating points, giving a happy, but the fact is that lack vision to produce better what is already being done and especially respect the like who is with the remote control in hand. Some programs are so weak, so no quality that can be considered as a provocation to the viewer's intelligence. What I can not understand is how advertisers insist on putting their brands, services and products on schedules so without salt. I remember with nostalgia the days when there was a caution, an exquisite zeal in the choice of programs and they hammered in full the taste of the viewer. There were children's programming quality, not what is today, times when children were treated as children, adolescents and adults idem as adults. There was respect and seriousness in what was displayed. I had a concern about the quality and not compromise with the amount. A golden era of Brazilian television, that time established himself as one of the world's best. Recently learned of the success of the telenovela Arabian Nights displayed by the network Bandeirantes and hit the global audience and noting the failure of Velho Chico is easy to see poverty in the quality of our television.

Text Brazilian writer Tony Casanova. Copyright reserved. The copying, collage, total or partial reproduction of any kind or dissemination in any medium without the express prior permission of the author. Violation of these rights constitutes a crime under the Brazilian law and protection of the International Copyright and Intellectual Property and is passive legal punishment applicable according to the legislation in force.

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crítica | ¿Qué ocurre con la televisión brasileña | tony Casanova

crisis y vive sus días de agonía y la programación extrema pobreza. Después de la desaparición de la parrilla de buenas películas, las emisoras brasileñas cansar al público con programas repetitivos y estresantes, empujando el público cada vez más a Internet. Las dos estaciones que dominan el mercado con la primera y la segunda audiencia de lugares apuesta por la igualdad y la promoción de derrapadas homéricos con la inclusión de los reality shows soso sustitución de las películas. Al parecer se trata de una cuestión presupuestaria, dada la cantidad de repeticiones de series y películas americanas adquiridas en paquetes de décadas pasadas.
La red de televisión Globo que sutentava su audiencia con sus novelas que ya están luchando para mantener el espectador y el mal que pesa una mano en la cantidad de telenovelas presentado. Hoy en día el programa de "Venus de platino" se reduce a programas de variedades sosa, programas de noticias y telenovelas, dejando espacio para las películas de la mañana después de que los programas de entrevistas, películas que cuentan la forma se han repetido decenas de veces en la misma estación . Existe la edad de la mañana de programación donde los niños se reunieron para una buena programación ya no, por la tarde se puso peor para la visualización de novelas repeticiones y una sesión de tarde tan pobre que da sueño, pero se pone fea es por la noche cuando llega una novela tras otra. Los fines de semana el espectador prefiere tener acceso al Internet que viendo la falta extrema porque las opciones son escasas.
SBT también invirtió en dramas en lata México, al igual que los años y considera que ser grandes siglos en segundo lugar. Lo que no saben que bien podría ser el primero en explorar lo que el globo se desprecia. A pesar de la cantidad de películas en SBT ser mayores qua el mundo, las repeticiones son evidentes. Hay películas que ya se han repetido decenas de veces, lo que demuestra la pobreza absoluta de la televisión brasileña. La comedia de pie también están presentes en la estación, por desgracia, con muy mal sabor de chistes aburridos presentadores que vibran para hacer media docena de espectadores dan risa, pero se olvidan de que el humor es una cosa seria y hacer reír no es para todos, mucho menos público latido. Si hoy el mundo es golpeado en la audiencia que a veces no es una competencia de quién gane, pero por falta de visión de de una estación que da un rollo de barril tras otro. El público observa el menor peor por falta de una mejor opción.
Las otras estaciones o hablar. Estos tienen el lujo de apelaciones que a menudo son una vergüenza. Algunos orgullo por conseguir puntos de calificación X, dando un feliz, pero el hecho es que la visión falta para producir mejor lo que ya se está haciendo y sobre todo el respeto por el estilo, que es con el control remoto en la mano. Algunos programas son tan débiles, por lo que no de calidad que pueden ser considerados como una provocación a la inteligencia del espectador. Lo que no puedo entender es cómo los anunciantes insisten en poner sus marcas, servicios y productos en horarios de manera sin sal. Recuerdo con nostalgia los días en que había una advertencia, un celo exquisito en la elección de los programas y martillado en su totalidad el gusto del espectador. Hubo calidad de la programación infantil, no lo que es hoy en día, cuando los niños eran tratados como niños, adolescentes y adultos idem como adultos. No había respeto y seriedad en lo que se estaba mostrando. Yo tenía una preocupación por la calidad y no comprometerse con la cantidad. Una era de oro de la televisión brasileña, que el tiempo se estableció como uno de los mejores del mundo. Recientemente se enteró del éxito de la telenovela mil y una noches mostrada por los Bandeirantes de red y golpeó la audiencia global y teniendo en cuenta el fracaso del Velho Chico es fácil ver la pobreza en la calidad de nuestra televisión.

Texto escritor brasileño, Tony Casanova. Los derechos de autor reservados. La copia, el collage, la reproducción total o parcial de cualquier tipo o difusión en cualquier medio sin la previa autorización expresa del autor. La violación de estos derechos constituye un crimen bajo la ley brasileña y la protección de la Internacional de Autor y la Propiedad Intelectual y es castigo legal pasiva aplicables de acuerdo con la legislación vigente.

Os pecados da Televisão brasileira. [Tony Casanova]


Tivesse eu a oportunidade de estar estar em contato com donos de emissora e pudesse dar-lhes sugestões para suas grades de programação, eu iniciaria quebrando um mito que existe a anos nesta área: Sim, é possível ganhar a audiência e estar em primeiro lugar, derrubando a Vênus Platinada. Como? Primeiro é preciso que quem faz a grade hoje, acredite que pode ganhar a audiência, segundo ele precisa saber que não está fazendo uma grade para sua própria família, para grupos ou classes. Quem administra uma grade não deve fazê-lo como acadêmico, mas como telespectador. Durante anos e anos a televisão brasileira “empurrou” ao telespectador brasileiro aquilo que achou que fosse bom e submeteu ao seus gostos pessoais uma programação repetitiva e desgastante. Nos últimos dez anos mudaram o que não deviam, sabe lá Deus porque e hoje temos só Talk Shows infelizes e caducos, telenovelas em tamanha quantidade que se retirassem-nas da grade ficaria um buraco equivalente a mais da metade da programação. Simplesmente a emissora pararia.
O fato das emissoras perderem espaço para internet pelo visto não está sendo levado a sério, mas a verdade é que esta perca de audiência está representando o grito de liberdade do público saturado da pobreza de programação da televisão. Nunca houve um canal de comunicação direto entre o telespectador e as emissoras até porque nunca houve interesse em ouvi-los, em saber suas opiniões sobre a grade de programação. Apesar de estarmos falando em tempos de interação, avanço tecnológico e sociabilidade. O fracasso da televisão no Brasil hoje é um fato. Enquanto antes ficávamos presos à tela, ligados a uma emissora, hoje garimpamos em busca de uma programação que nos agrade. O pecado foi justamente manter a mesma grade de programação com programas que estão no ar por décadas, insistindo em uma mesmice que provoca a ojeriza do telespectador.
A programação infantil, antes dona das manhãs e que permitiam as crianças terem algum entretenimento foram extintas, antes porém cometeu-se o erro mais comum e infeliz que todas as grandes emissoras vem cometendo: Trouxeram toda a programação enlatada de fora do Brasil. Trouxeram a Cultura Americana, o estilo de vida Americano, as reações Americanas para dentro dos lares brasileiros e apresentaram como programação. Não acredito que no Brasil não tenhamos profissionais capazes de criar, de produzir do Brasil para o Brasil. Na programação infantil onde esquecemos Ziraldo, onde esquecemos Maurício de Souza e sua família de talentos, onde esquecemos tantos outros artistas competentes e que já tem tradição de criação infantil? Matamos a Vila Sésamo, o Sítio do Pica-Pau Amarelo e todas as outras programações genuinamente Nacionais para enxertar no Brasil aquilo que já foi sucesso fora dele. Com isto todo dinheiro que iria para a nossa Cultura, nossos artistas, vão ficando no exterior.
Me custa entender a insistência de algumas emissoras em torno dos Reality Shows, chatos, péssimos e deploráveis por expor a figura humana em suas intimidades e cuja única intenção desesperada é ganhar a audiência. A oportunidade de bater a audiência está lançada, basta ouvir o público e seguir outro caminho. Basta respeitar quem está do outro lado da tela consumindo a programação ao invés de confiar na opinião de meia-dúzia de engravatados que sequer assistem TV e por isso nada entendem do gosto popular. Precisamos de Telejornais, sim. Mas não só de Telejornais. Novelas, sim, mas não só de novelas. Precisamos de Humor, sim, mas não só de humor. E assim com esportes, filmes e o restante. Agora me respondam os senhores donos de emissoras, usando de toda franqueza possível; - É possível ganhar audiência cometendo os mesmos erros que a concorrência? Parabéns a Rede Bandeirantes que resgatou um horário para filmes e vem exibindo um ótimo pacote em sua programação. Só falta coragem para adquirir e selecionar filmes capazes de competir com as telenovelas.

Texto do escritor brasileiro Tony Casanova . Direitos Autorais reservados ao autor. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte dele, sem autorização expressa do autor, sob pena de infração ás Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos Autorais.

Velhos tempos, belos dias. [Tony Casanova]


Sempre me confessei saudosista, amante das boas épocas onde podia-se assistir emocionantes festivais de música protagonizado por nomes que num passado recente, representaram nos palcos a nata da música brasileira. Nomes como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Jobim, Gal Costa, Maria Bethânia, Vinicius de Morais, Jair Rodrigues, Chico Buarque de Holanda, enfim, centenas de artistas nacionais que faziam dos festivais um enorme sucesso e que hoje são a memória viva da nossa Cultura Musical. Sou nostálgico quando me lembro dos circos Moscow, Grand Circo Vostok, Grand Circo Garcia e tantas outras companhias circenses que faziam tournê pelo Brasil.
De tanta coisa que sinto falta, o que mais me deixa saudoso é o humorismo. Lembro-me de famílias inteiras reunidas no horário das nove para assistir ao programa humorístico do grande mestre do humor Chico Anísio. Ele e sua legião engraçadíssima de personagens arrancavam risos nos lares brasileiros. Era uma febre imitar seus personagens e as criações eram realmente muito elaboradas. Quem não riu com Bento Carneiro, o vampiro brasileiro e seu assistente Calunga? Ou mesmo com Pantaleão e Dona Terta a contarem estórias quase verdadeiras? Aquela foi a época de ouro do humor brasileiro, imbatível e cuja audiência elevava as emissoras que tinham grades neste formato. Jamais esqueci o magnífico Jô Soares que tinha, semelhante a Chico Anísio, um enorme número de personagens. Marcaram época o Capitão Gay, Dr Nogulo e seu parceiro e o Jornal do Gordo com suas tiradas inteligentes.
Os programas chamados de auditório eram concorridos e eu era um assíduo telespectador do inesquecível Abelardo Barbosa, o Chacrinha, Edson Curi, o Bolinha, Flávio Cavalcante e Raul Gil. Eram programas que valorizavam talentos anônimos e lhes dava a chance de brilharem na telinha. Lembro bem dos comentários nas ruas onde se discutia sobre qual calouro ganharia o concurso de calouros e levaria o prêmio. Tempos de glória da televisão brasileira. Ainda lembrando dos programas de auditório, quem não recorda do antigo formato do programa Sílvio Santos com suas pegadinhas? Fugindo dos auditórios, que lembranças maravilhosas tenho das transmissões antigas dos Carnavais do Rio de Janeiro e São Paulo. Longe de tanta tecnologia, mas com uma produção preparada, as transmissões me faziam perder o sono.
Na programação esportiva havia a briga pela transmissão do Volley de Praia e de quadra, onde torcíamos pelas equipes masculinas e femininas. Gerou-se uma coqueluche esportiva no Brasil onde muita gente revelou-se para o esporte, muitas portas de patrocínio se abriram e grandes nomes descobertos. O Basquete com a Hortência e a Magic Paula, nossa! Assim brilhava a dupla Adriana e Shelda, no Volley feminino de praia. No domingo a programação trazia muitos esportes, não só futebol, mas havia espaço para a Fórmula e o célebre Airton Senna, Alan Prost , para a Natação, Ginástica, enfim havia opção para todos os gostos.
Para quem está se perguntado porque falei de saudosismo e depois de televisão, vale ressaltar que a televisão era, antes da explosão da Internet no Brasil, o maior meio de diversão da família brasileira. Nos lares todos sentavam-se diante do televisor para assistir a novela das sete, depois Jornal Nacional, depois a novela das oito e após ela, as séries que tanto agradavam o público. Seriados como Mac Giver, Havai 5.0 , Chips, Cojac, O Homem de Seis Milhões de Dólares, enfim a programação era ótima. Não vou esquecer os desenhos animados como Pica-Pau, Papa-Léguas, Tom e Jerry, Tio Patinhas e Pato Donald, Frajola e Piu-piu. Este é um saudosismo que me faz tremer só de pensar no que temos hoje. As mesmices semanais, o entulho e a chatice das novelas em todos os horários e os programas insossos de Talkie Show e Stand Up Comedy. Saudades da época em que se sabia fazer televisão com respeito ao público. Tempos que não voltam mais.

Texto Escritor Brasileiro Tony Casanova – Direitos Autorais Reservados ao autor. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer espécie ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte dele, sem autorização expressa do autor sob pena de infração ás Leis Brasileiras de Proteção aos Direitos Autorais.
Copy Right 2014 by Brazilian Writer Tony Casanova – All Rights Reserved.

A inutilidade da Televisão Brasileira.


Televisão+Brasileira+a+inutilidade
Você com certeza já esteve em casa num daqueles dias em que resolve assistir televisão e depara-se com a tão comum pobreza nas grades de programação das emissoras. Você enlouquece "pulando" canais em busca de algo agradável que possa prender sua atenção na Tv e simplesmente descobre que não há nada aproveitável. As emissoras do Brasil hoje vivem um dos seus piores momentos de produção de grades da sua história. São programas chatos, repetitivos e de um humor duvidoso. A tão famosa "Vênus Platinada" enche sua grade com as insossas novelas que ocupam quase metade de toda programação diária, os programas de humor são tão sem sal que aborrecem e os filmes são exibidos em horários impróprios para trabalhadores diurnos. Seria fácil batê-la em índices de audiência se as concorrentes não estivessem tão preocupadas em copiar os conteúdos ao invés de investir no gosto do público. Há na televisão e na Internet brasileira uma verdadeira avalanche de enlatados, os chamados Talk Shows, Reality Shows, Stand Up Comedy. Copiamos e copiamos e nisso demonstramos uma total incapacidade de criação de conteúdos.
Nos últimos 10 anos a Televisão brasileira andou a passos largos em direção ao novo, infelizmente. Perdeu a credibilidade, a audiência e ganhou ares de modernidade. Uma modernidade que não agrada em nada o público telespectador. Se observarmos atentamente até as Autoridades, temendo a acusação de "Censura", hoje estão permitindo cenas e palavras impróprias dentro das programações. E não me refiro a uma emissora, mas com a chegada do tal humor, das novelas cada vez mais frequentes, chovem palavrões e cenas inadequadas em qualquer horário. Mas impedir que aconteça seria mexer em casa de vespas, afinal a "Associação brasileira e internacional sei lá das quantas" iria enviar nota pública dizendo que a atitude "fere a Liberdade de imprensa, os Direitos de Expressão", ou seja, todo mundo pode dizer tudo e fazer o que quer e as famílias brasileiras vão ter que engolir. Escritores, digamos pobres, escrevem o que desejam e da forma que desejam os conteúdos das novelas, mas será que eles não tem noção de que é preciso respeitar a imagem que se reflete nos seus conteúdos? Teriam perdido a noção de que são formadores de opinião e que indiretamente estão fazendo alguma apologia a algo que pode influenciar o público? Saudades das séries de filmes, bons filmes na televisão quando as famílias se reuniam para assistir enquanto degustavam pipoca com refrigerante. Saudade das novelas em seus horários que seguiam até as 20:00 horas e após elas tínhamos filmes maravilhosos. Época em que os programas de humor eram feitos para rir e não para "escrachar", "achincalhar" o povo. Saudades dos programas de calouros nas tardes dos finais de semana, dos infantis feitos de criança para crianças, dos desenhos animados como pica-pau. Que maravilha!
Saturado de ouvir palavrões, humor azedo e preconceituoso onde brinca-se com tudo e com todos, novelas que denigrem a imagem daqueles que retratam, fazem apologia a sexo, violência e drogas, o público vazou para a Internet. E como em um passe de mágica, eis que surgem os comediantes trazendo o mesmo lixo luxuoso das televisões. Existem bons conteúdos nas grades e na internet? Sim, há o pouco que ser filtrado porque na maioria dos casos é pejoração, preconceito e má-qualidade, infelizmente.

Texto do Escritor Brasileiro Tony Casanova. Direitos Autorais Reservados. Proibida a cópia, colagem, reprodução ou divulgação do todo ou parte dele, de qualquer espécie ou em qualquer meio sem autorização expressa do autor sob pena de infração ás Leis Brasileiras de Proteção aos Direitos Autorais.
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